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Sustentabilidade

Arroz/BR: Colheita do arroz alcança 39,5% no Brasil e chuvas desaceleram trabalhos no RS – MAIS SOJA

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No RS, o volume de chuvas nas áreas produtoras foi elevado deixando a colheita mais lenta. Em SC, o estado geral das lavouras é satisfatório, apresentando bom vigor e boas produtividades. Em GO, ainda restam lavouras em talhões pontuais a serem colhidas no Estado. As produtividades foram consideradas boas em função do clima favorável.

No MA, as lavouras encontram-se em boas condições, em sua maioria com áreas em floração e enchimento de grãos. Em TO, as lavouras predominam em estádio de maturação, enquanto a colheita já alcança em torno de 30% das áreas. No MT, a cultura encontra-se nos estádios de enchimento de grãos, maturação e colheita. No PR, com mais de 70% das áreas colhidas, predomina a maturação dos grãos em boas condições de desenvolvimento.

Fonte: Conab



 

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Soja/BR: Colheita da soja no Brasil atinge 74,3% e clima ainda influencia ritmo dos trabalhos – MAIS SOJA

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No MT, as condições fitossanitárias são adequadas, com grãos avariados dentro da tolerância. No RS, o tempo instável tem dificultado o avanço da colheita, enquanto favorece áreas implantadas mais tardiamente. No PR, o período mais seco contribuiu para o avanço das operações de colheita. Em GO, a colheita se aproxima do fim no Sudoeste do estado.

No MS, a colheita perdeu ritmo devido às chuvas. Em MG, a redução das chuvas favoreceu o avanço da colheita. Na BA, a colheita segue em andamento. Em SP, há avanço da colheita com a redução das chuvas. No TO, as chuvas frequentes elevam a umidade dos grãos e atrasam a colheita.No MA, na região sul e parte do Leste, o clima favorece a colheita. Nas demais regiões, a colheita ainda será iniciada. No PI, as lavouras apresentam bom desenvolvimento.

Em SC, lavouras semeadas no Planalto Sul no início da safra apresentam perdas pontuais devido à estiagem, enquanto as últimas plantadas apresentam bom desenvolvimento. No PA, as chuvas recentes reduzem o ritmo da colheita em algumas áreas, mas favorecem bom desenvolvimento das lavouras em campo.

Previsão Agrometeorológica (30/03/2026 a 06/04/2026)

N-NE: Os maiores acumulados de chuva são previstos para o AM, Oeste de RR, Noroeste e Centro-Leste do PA e Norte do TO, além do Centro-Norte do MA, PI e Sul do CE. No restante da região Norte, as chuvas tendem a ser fracas e isoladas. Também há previsão de chuvas no Sul da BA, MA e litoral norte da região Nordeste. No Oeste do RN, PB e PE, os acumulados serão menores. Com exceção de algumas áreas no sertão nordestino, onde a umidade no solo ainda se encontra baixa, as condições serão favoráveis ao desenvolvimento das lavouras.

CO: As chuvas tendem a se concentrar no Norte de MT. Já no Centro Sul do estado, Noroeste de GO e DF, os volumes serão menores. No restante da região, a tendência é de chuvas mal distribuídas. As condições continuarão favoráveis para o desenvolvimento dos cultivos de segunda safra, exceto no Sudoeste de MS, onde deverá haver restrição hídrica.

SE: A semana deve apresentar chuvas persistentes em todo litoral de SP, Vale do Paraíba e litoral sul do RJ. No ES, Triângulo, Zona da Mata e Leste de MG, além do centro de SP, os volumes serão menores. Chuvas mais fracas devem ocorrer no restante da região. No geral, as condições continuarão favoráveis para o manejo e o desenvolvimento dos cultivos de segunda safra, assim como, para o desenvolvimento da cana-de-açúcar e a granação do café.

S: Na faixa litorânea do PR e pontos do litoral de SC, são esperados bons volumes de chuva. No Centro Sul do PR e Norte de Santa Catarina, os acumulados serão menores. No restante da região, são previstos volumes reduzidos, que manterão a umidade no solo baixa em algumas áreas e causarão restrição hídrica no desenvolvimento de parte das lavouras de milho segunda safra no PR e de soja no RS.

Fonte: Conab



 

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Saiba como ficaram as cotações de soja com mercado atento aos números do USDA

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Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja começou a semana com baixa movimentação e poucas mudanças nos preços. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o dia foi marcado por liquidez limitada e comportamento lateral das cotações, refletindo um cenário de cautela entre compradores e vendedores.

No campo, a colheita segue como principal foco do produtor, que começa a aparecer mais no mercado. Ainda assim, o ritmo de comercialização ocorre de forma cadenciada. Apesar desse controle na oferta, cresce a necessidade de avanço nas vendas, impulsionada por compromissos típicos do período.

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No cenário de preços, os prêmios voltaram a recuar ao longo do dia, enquanto as cotações oscilaram dentro de uma faixa estreita, variando entre estabilidade e leve baixa.

No mercado físico brasileiro, os preços apresentaram o seguinte comportamento:

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 124,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 125,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 120,00
  • Rondonópolis (MT): desceu de R$ 109,00 para R$ 108,00
  • Dourados (MS): desceu de R$ 114,00 para R$ 113,00
  • Rio Verde (GO): desceu de R$ 111,00 para R$ 110,00
  • Paranaguá (PR): desceu de R$ 131,00 para R$ 130,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 130,00

Soja em Chicago

No mercado internacional, os contratos futuros da soja fecharam de forma mista na Bolsa de Chicago. O grão sustentou ganhos durante boa parte do dia, mas perdeu força no fechamento. O farelo recuou e o óleo também apresentou leve baixa.

O mercado reagiu inicialmente à escalada do conflito no Oriente Médio, que elevou os preços do petróleo e trouxe suporte às commodities. No entanto, ao longo do dia, prevaleceu o movimento de ajuste de posições, com investidores aguardando os relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

USDA

O USDA deve divulgar nesta terça-feira o relatório de intenção de plantio, com expectativa de aumento da área destinada à soja em 2026. A possível migração de área do milho para a soja está relacionada ao aumento dos custos com fertilizantes, especialmente o nitrogênio, mais demandado pelo milho.

Segundo levantamento da Reuters, o mercado projeta uma área de 85,55 milhões de acres, acima dos 81,22 milhões do ano passado. As estimativas variam entre 84,25 milhões e 86,5 milhões de acres. Ainda assim, a área de milho deve seguir maior.

Além disso, será divulgado o relatório de estoques trimestrais, com expectativa de volume em 2,077 bilhões de bushels em 1º de março, acima do registrado no mesmo período do ano anterior.

Na Bolsa de Chicago, os contratos de soja para maio fecharam em US$ 11,59 por bushel, com queda de 1,23%. Já o contrato de julho recuou 1,19%. Entre os subprodutos, o farelo caiu 2,11%, enquanto o óleo registrou leve baixa.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou o dia com leve alta de 0,14%, cotado a R$ 5,2459 para venda, após oscilar entre a mínima de R$ 5,2246 e a máxima de R$ 5,2666 ao longo da sessão.

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Associação entre herbicidas maximiza o controle químico do capim-pé-de-galinha na pós-emergência do milho – MAIS SOJA

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O controle de espécies daninhas de folha estreita é um dos principais desafios enfrentados no manejo da cultura do milho. Além de apresentar similaridade com a cultura, algumas gramíneas apresentam elevado potencial competitivo, rápido crescimento e desenvolvimento, além de resistência a determinados herbicidas seletivos.

Uma dessas daninhas é o capim-pé-de-galinha (Eleusine indica), espécie com ampla distribuição no território nacional, que infesta culturas agrícolas como soja e milho, capaz de causar perdas de produtividade por matocompetição de até 80% (HRAC-BR, 2022).

Tendo em vista o impacto econômico que essa planta daninha pode causar no milho, o controle eficiente do capim-pé-de-galinha é crucial para a manutenção do potencial produtivo da cultura. Sobretudo, além de pertencer a mesma família do milho (Poaceae), a espécie apresenta resistência a determinados herbicidas pós-emergentes, o que dificulta ainda mais o controle efetivo dessa planta daninha.



Atualmente, há relatos de populações do capim-pé-de-galinha com resistência aos herbicidas cialofop-butil, fenoxaprop-etil e setoxidim (ACCase -2003), ao glifosato (EPSPs – 2016) e aos herbicidas fenoxaprop-etil, glifosato e haloxifop-metil (ACCase, EPSPs – 2017) (Heap, 2026).

Em regiões em que populações resistentes são predominantes, as opções de controle do capim-pé-de-galinha da pós-emergência são limitadas. No entanto, em casos em que as populações ainda não expressam resistência, tem-se uma maior amplitude de produtos para o manejo químico do pé-de-galinha no milho.

Ao avaliar o controle químico do capim-pé-de-galinha na pós-emergência da cultura do milho, Pengo et al. (2025) observaram que herbicidas como glufosinato de amônio, terbutilazina, tembotriona e até mesmo o glifosato,  têm possibilitado um bom controle do capim-pé-de-galinha, desde que posicionados adequadamente com base no biotecnologia do híbrido, período de controle, dose e estádio da planta daninha. Em contraste, herbicidas usualmente comuns no milho como atrazina e nicossulfurom apresentam baixa eficiência em relação aos demais (figura 1).

Figura 1. Controle do capim-pé-de-galinha em pós-emergência da cultura do milho.
Fonte: Pengo et al. (2025)

Vale destacar que a eficiência desses herbicidas pode variar de acordo com a resistência das populações do capim-pé-de-galinha a herbicidas, especialmente se tratando do glifosato. Além disso, os resultados observados por Pengo et al. (2025) demonstram que a associação entre herbicidas tende a potencializar o controle do capim-pé-de-galinha, ultrapassando 99% de controle como observado para tembotriona + atrazina e atrazina + mesotriona, sendo, portanto, interessantes alternativas para o controle de áreas altamente infestadas.

Figura 2. Pós-emergentes na cultura do Milho para o controle do capim-pé-de-galinha aos 28 dias após a aplicação.
Fonte: Pengo et al. (2025)

Embora os resultados observados por Pengo et al. (2025) auxiliem no posicionamento de herbicidas no milho, vale destacar que não constituem recomendações de manejo, sendo necessário para tanto, seguir as orientações técnicas para a cultura. Confira o conteúdo completo do estudo desenvolvimento por Pengo e colaboradores (2025) clicando aqui!

Referências:

HEAP, I.  THE INTERNATIONAL HERBICIDE-RESISTANT WEED DATABASE, 2026. Disponível em: < https://www.weedscience.org/Pages/Species.aspx >, acesso em: 30/03/2026.

HRAC-BR. CAPIM-PÉ-DE-GALINHA: SAIBA MAIS SOBRE ESSA PLANTA DANINHA. Comitê de Ação a Resistência aos Herbicidas, 2022. Disponível em: < https://www.hrac-br.org/post/capim-p%C3%A9-de-galinha-saiba-mais-sobre-essa-planta-daninha >, acesso em: 30/03/2026.

PENGO, R. et al. CONTROLE DO CAPIM-PÉ-DE-GALINHA EM PÓS-EMERGÊNCIA DA CULTURA DO MILHO. Fundação De Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico Rio Verde, 2025. Disponível em: < https://www.fundacaorioverde.com.br/wp-content/uploads/2025/07/4-Controle-do-capim-pe-de-galinha-em-pos-emergencia-da-cultura-do-milho.pdf >, acesso em: 30/03/2026.

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