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Consórcio de braquiária com milho safrinha aumenta produtividade da soja; saiba mais

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Foto: Reprodução/Giro do Boi.

A Embrapa confirmou uma estratégia que está transformando o cenário produtivo no Brasil: o consórcio de milho safrinha com braquiária, que eleva em dez por cento a produtividade da soja cultivada na safra seguinte. Essa integração promove não apenas um ganho em grãos, mas também potencializa a produção de carne, leite e palhada, alterando o perfil químico e físico do solo.

O engenheiro agrônomo Roberto Rodrigues, de Mato Grosso, afirma que o sistema deixou de ser uma alternativa e se tornou um seguro agrícola natural contra veranicos e plantas daninhas. A pesquisa revela que o consórcio aumentou a média de 39 para 51 vagens por pé de soja.

Confira:

Fundamentos do consórcio

Esse salto produtivo é sustentado por três pilares fundamentais. O consórcio é a base para os sistemas integrados de produção de alimento. Com janelas climáticas cada vez mais apertadas, essa tecnologia funciona como uma proteção financeira para o produtor. Para garantir que a braquiária não abafe o milho, o sucesso depende do manejo de simultaneidade.

O milho solteiro perde espaço para a eficiência da integração. O consórcio se torna o combustível para a agricultura de alta performance e a base para a pecuária intensiva. Como resume Roberto Rodrigues: “O agro sustenta o PIB, e a integração sustenta o bolso do produtor”.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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O papel da rotação de culturas na formação de raízes mais eficientes na soja – MAIS SOJA

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A produtividade da soja é condicionada por diversos fatores que podem atuar de forma isolada ou interagir entre si, influenciando direta ou indiretamente o desempenho da cultura no campo. Entre eles, destacam-se características fisiológicas relacionadas ao sistema radicular, que também contribuem para a resiliência das plantas sob condições de estresse.

Estudos indicam que a produtividade da soja está diretamente associada ao crescimento e à distribuição das raízes no solo, especialmente ao comprimento radicular. Conforme observado por Faé et al. (2020), quanto maior o volume radicular da planta, maior tende a ser sua produtividade. Esse efeito está relacionado ao maior volume de solo explorado, o que amplia o acesso a água e nutrientes e aumenta a tolerância ao déficit hídrico.

Nesse contexto, a compactação do solo figura entre os principais fatores limitantes da produtividade da soja, tornando necessária a adoção de estratégias que reduzam seus efeitos e promovam um ambiente mais favorável ao desenvolvimento das raízes. Embora a escarificação mecânica possa proporcionar resultados a curto prazo, além de demandar maior custo operacional e mão de obra, seus efeitos tendem a ser temporários.

Assim, estratégias de médio e longo prazo precisam ser incorporadas ao sistema de produção, sendo a rotação de culturas uma das alternativas mais eficientes e sustentáveis para manejar a compactação e melhorar a qualidade física do solo. Nesse sistema, além da produção de palhada para cobertura do solo, o posicionamento de espécies deve considerar as características do sistema radicular das plantas.

Ao contrário do que muitas vezes se imagina, a maior parte da matéria orgânica do solo resulta da decomposição das raízes das plantas, e não da sua parte aérea. O aumento gradual do teor de matéria orgânica, aliado à menor intensidade de revolvimento do solo, melhora significativamente sua estrutura. Isso favorece o desenvolvimento do sistema radicular das culturas e amplia o volume de solo explorado pelas raízes (Moraes et al., 2016). Além de melhorar a estrutura física do solo, a diversificação de espécies no sistema de produção também contribui para o aumento da ciclagem de nutrientes ao longo do perfil do solo, beneficiando a cultura sucessora.



Figura 1.  Raízes de culturas produtoras de grãos e de cobertura, da esquerda para a direita são raízes de milheto, sorgo, milho, braquiária, soja, centeio e trigo.
Fonte: Embrapa Trigo, citado por Tiecher (2016)

De modo geral, a diversificação de espécies na rotação de culturas, associando plantas com diferentes sistemas radiculares, contribui para a melhoria dos atributos físicos do solo. Essa prática favorece o aumento da macroporosidade e da taxa de infiltração de água, além de reduzir a compactação e melhorar a aeração do solo. Isso ocorre, em grande parte, pela formação de galerias no solo promovidas pelo crescimento e pela decomposição do sistema radicular das plantas. Estima-se que a contribuição das raízes ao aporte orgânico das culturas no solo é de 23% a 45% da matéria seca da parte aérea, conforme a cultura e o manejo utilizado  (Bordin et al., 2008).

Esse benefícios resultam em um ambiente mais favorável ao crescimento e desenvolvimento das raízes da soja, tornando-as mais eficientes. Corroborando a influência da rotação de culturas no desenvolvimento radicular da soja, Torres e Saraiva (1999) observaram maior comprimento e melhor distribuição de raízes no sistema plantio direto quando diferentes espécies foram incluídas na rotação.

Em sucessão de culturas, as raízes permaneceram mais superficiais, superando apenas o preparo com grade pesada. Já a inclusão de tremoço, aveia-preta e milho favoreceu uma distribuição mais profunda das raízes no perfil do solo, evidenciando a contribuição da rotação de culturas para o desenvolvimento da soja (Figura 2).

Figura 2. Comprimento radicular de soja em função de sistemas de rotação ou sucessão de culturas em Latossolo Vermelho Distroférrico. Rotação: tremoço/milho-aveia/sojatrigo/soja-trigo/soja. Sucessão: trigo/soja.
Adaptado de Torres e Saraiva (1999), apud. Moraes et al. (2016)

Vale destacar que, além de melhorar as condições do solo e favorecer o crescimento e desenvolvimento radicular da cultura sucessora, as plantas de cobertura acumulam nutrientes ao longo do ciclo, tanto na parte aérea quanto no sistema radicular. Após a decomposição e mineralização dos resíduos culturais, esses nutrientes tornam-se disponíveis para a cultura seguinte. Além disso, em sistemas de produção de grãos que integram a rotação de culturas, os benefícios do uso de plantas de cobertura tendem a ser mais duradouros, contribuindo para a melhoria do ambiente produtivo como um todo.



Referências:

BORDIN, I. et al. MATÉRIA SECA, CARBONO E NITROGÊNIO DE RAÍZES DE SOJA E MILHO EM PLANTIO DIRETO E CONVENCIONAL. Pesq. agropec. bras., Brasília, v.43, n.12, p.1785-1792, dez. 2008. Disponível em: < https://www.scielo.br/j/pab/a/jSkKdJ4Vp6DFXx8BXpnr6zz/?lang=pt >, acesso em: 09/03/2026.

FAÉ, G. S.; KEMANIAN, A. R.; ROTH, G. W.; WHITE, C.; WATSON, J. E. SOYBEAN YIELD IN RELATION TO ENVIRONMENTAL AND SOIL PROPERTIES. European Journal of Agronomy, v. 118, 2020. Disponível em: < https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1161030120300770#:~:text=Saturated%20hydraulic%20conductivity%20(ksat,exceeding%207%20Mg%20ha%2D1. >, acesso em: 09/03/2026.

MORAES, M. T. et al. BENEFÍCIOS DAS PLANTAS DE COBERTURA SOBRE AS PROPRIEDADES FÍSICAS DO SOLO. UFRGS. Manejo e conservação do solo e da água em pequenas propriedades rurais no sul do Brasil: práticas alternativas de manejo visando a conservação do solo e da água, cap. II, 2016. Disponível em: < https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/149123/001005239.pdf?sequence=1&isAllowed=y >, acesso em: 09/03/2026.

TORRES, E.; SARAIVA, O. F. CAMADAS DE IMPEDIMENTO MECÂNICO DO SOLO EM SISTEMAS AGRÍCOLAS COM A SOJA. Embrapa, 1999. Disponível em: < https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/CNPSO/17473/1/circTec23.pdf >, acesso em: 09/03/2026.

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Sustentabilidade

Mesmo após período intenso de chuvas, Goiás deve se beneficiar com a exportação de soja nos próximos dias – MAIS SOJA

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Na safra 2025/26, o estado de Goiás deverá alcançar a 2ª maior colheita de grãos da história, segundo o 5º Boletim de Acompanhamento da Safra Brasileira de Grãos, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Após o recorde registrado no ciclo 2024/25, o desempenho atual mantém Goiás entre os principais produtores do país, com participação relevante nas cadeias de soja, milho, girassol e sorgo.

O Estado teve um superávit superior a US$ 8 bilhões na balança comercial em 2025, resultado do forte desempenho das exportações e da competitividade do setor produtivo, especialmente do agronegócio.

A programação de navios nos portos brasileiros indica exportações de 16,1 milhões de toneladas de soja neste mês de março, apontou na última quarta-feira (04), a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec).

“Apesar do início de ano complicado, marcado por muita chuva, houve um atraso de ciclo natural da colheita no estado, mas quando a gente observa, os próximos meses, sobretudo este mês de março, a gente vê um aumento muito forte nos portos brasileiros, inclusive se comparado ao mesmo período do ano passado”, explica Israel Santos, gerente comercial da Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano (COMIGO), eleita a melhor empresa do agronegócio no Brasil pelo prêmio Valor 1000 em 2025.

Ainda conforme a Cooperativa, o prejuízo do ciclo natural dos grãos podem influenciar nas exportações devido ao excesso de umidade.

Os acordos comerciais entre os Estados Unidos e a China, acabam gerando efeitos diretos no agronegócio no estado de Goiás, ampliando as margens e fortalecendo o posicionamento do estado no comércio internacional.

“Nós temos uma viagem muito longa de navio e nem sempre a soja vai direto para o esmagamento, ela passa por um período de armazenagem, porém a gente enxerga que temos um deslocamento de ofertas e demanda”. Ou seja, o mercado internacional fica aberto para o Brasil que irá exportar para outros países, além da China.

Empresas e produtores que investem em tradings devem se proteger com contratos bem estruturados
De janeiro a dezembro de 2025, as exportações goianas totalizaram US$ 13,4 bilhões, enquanto as importações somaram US$ 5,3 bilhões. Apenas no mês de dezembro, o saldo comercial foi de US$ 613 milhões, resultado de exportações de US$ 999 milhões e importações de US$ 386 milhões, conforme dados oficiais da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (SIC).

Para o ano de 2026, Goiás projeta manter seu protagonismo na exportação de soja, consolidando-se como um dos principais estados produtores do Brasil. As estimativas indicam um cenário de alta produção e forte ritmo de exportação, com o estado buscando bater novos recordes, sustentado por um aumento na área plantada.

É importante entender que contratos bem estruturados reduzem riscos, evitam prejuízos e oferecem para produtores rurais e empresas a segurança necessária para concentrar seus esforços na produção e comercialização.

De acordo com a advogada especialista em Direito no Agronegócio, Dra. Lívia Quixabeira, esses investidores precisam ter consciência que a segurança da operação está no contrato.

“Elas já experimentam riscos que são inevitáveis, como por exemplo os efeitos climáticos que a lavoura está sujeita, mas existem riscos que são evitáveis, e um contrato bem estruturado é onde vai ser definido quem assume os riscos de transporte, como será feita a análise da qualidade dos grãos, qual lei vai ser aplicada em caso de problema, onde possíveis conflitos serão resolvidos e quem vai julgar”, completa a especialista.

Rio Verde liderou as exportações do Estado na última Safra

Em Goiás, o complexo soja foi o principal item da pauta exportadora em 2025, respondendo por 46,55% do total exportado. No ranking dos municípios exportadores em dezembro, Rio Verde liderou, com 25,40% das exportações estaduais, seguido por Jataí (8,42%), Mozarlândia (5,08%), Palmeiras de Goiás (4,64%) e Alto Horizonte (3,76%), destacando o papel do interior do estado no comércio exterior.

Para manter um cenário sem conflito nas exportações, o agronegócio precisa entender todos os riscos dessas operações.

“Isso exige uma organização societária muito bem elaborada, contratos muito bem elaborados e seguir critérios objetivos de qualidade e de garantias sólidas de pagamento, inclusive eleger a Câmara de Comércio Internacional, caso aconteça eventual conflito, além disso é indispensável a gestão de risco cambial e um rigor documental gerado com muita atenção e muito critério”. finaliza a advogada.

Sobre a especialista

A doutora Lívia Quixabeira, é advogada, especialista em Direito do Agronegócio, atua na área há 20 anos, e está disponível para comentar os impactos desse cenário para exportadores e produtores rurais, bem como as perspectivas para o comércio exterior em 2026. Entrevistas podem ser agendadas previamente pela assessoria.

Fonte: Assessoria

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