Sustentabilidade
Colheita da soja avança em Mato Grosso do Sul e já alcança 27,7% da área acompanhada – MAIS SOJA

O levantamento realizado pelo Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS, aponta que até 20 de fevereiro, a colheita da soja safra 2025/2026 alcançou 27,7% da área acompanhada em Mato Grosso do Sul, o equivalente a aproximadamente 1,3 milhão de hectares já colhidos. Paralelamente, o plantio do milho segunda safra alcançou 30,5% da área estimada, totalizando cerca de 673 mil hectares.
De acordo com o assessor técnico da Aprosoja/MS, Flavio Aguena, o avanço das operações está dentro da dinâmica esperada para o período, apesar dos impactos climáticos registrados em algumas regiões. “A colheita da soja e o plantio do milho segunda safra seguem avançando em Mato Grosso do Sul conforme a evolução das operações no campo. O ritmo está diretamente relacionado às condições climáticas e à maturação das lavouras, que variam entre as regiões acompanhadas pelo Projeto SIGA-MS”.
Região Sul apresenta maior avanço na colheita da soja
Entre as regiões acompanhadas, a Região Sul lidera o avanço da colheita, com média de 33,5% da área já colhida. Na sequência, aparecem a Região Centro, com 21,0%, e a Região Norte, com 15,0%.
“As condições climáticas influenciaram diretamente o desenvolvimento das lavouras e o andamento da colheita. Mesmo com períodos de estiagem em algumas localidades, as operações seguem em andamento conforme as condições permitem”, explica.
Plantio do milho segunda safra chega a 30,5% no Estado
O plantio do milho segunda safra também avança em Mato Grosso do Sul, alcançando média estadual de 30,5% da área prevista. A Região Norte apresenta o maior percentual de semeadura, com 32,6%, seguida pela Região Sul, com 30,7%, e pela Região Centro, com 28,6%.
“O plantio do milho ocorre conforme a liberação das áreas colhidas de soja, respeitando a janela recomendada para reduzir riscos climáticos e garantir melhor potencial produtivo”.
A estimativa é que a segunda safra de milho ocupe aproximadamente 2,206 milhões de hectares no estado, com produtividade média esperada de 84,2 sacas por hectare e produção total projetada em 11,139 milhões de toneladas.
O Projeto SIGA-MS realiza o acompanhamento contínuo das lavouras em Mato Grosso do Sul, com coleta de informações junto a produtores, consultores e sindicatos rurais, avaliando o desenvolvimento das culturas e o andamento das operações agrícolas em todas as regiões produtoras.
O Boletim completo pode ser acessado aqui
Fonte: Aprosoja/MS
Sustentabilidade
ZCAS avança no Brasil e chuvas podem chegar a 150 mm na primeira quinzena de março; saiba onde

O clima segue marcado por extremos nas principais regiões produtoras de soja do país. O mapa de umidade do solo aponta excesso hídrico em Minas Gerais, Tocantins, Mato Grosso e Goiás, condição que tem prejudicado o avanço das operações em campo, especialmente em áreas onde a colheita depende de janelas de tempo firme.
Em contrapartida, a restrição hídrica ainda persiste em áreas do interior de São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul, mantendo um cenário de preocupação para parte dos produtores.
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Zona de Convergência do Atlântico Sul
Nos próximos cinco dias, a atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul deve direcionar volumes expressivos para o Matopiba, com acumulados entre 100 e 150 milímetros no período. A tendência é de manutenção do solo encharcado nessas áreas.
Para o sul de Goiás e o centro-sul de Mato Grosso, o momento é de atenção. A atual janela de tempo mais firme deve ser aproveitada, já que a partir da próxima semana a chuva volta a ganhar força, com previsão de cerca de 50 milímetros em cinco dias.
As precipitações também retornam gradualmente ao Sul e ao interior de São Paulo e de Mato Grosso do Sul. Conforme o país avança para o fim da primeira quinzena de março, a tendência é de que a chuva se espalhe de forma mais abrangente, com volumes entre 50 e 80 milímetros em cinco dias em áreas do interior de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e em todo o estado de Mato Grosso.
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Sustentabilidade
Oferta restrita e demanda cautelosa mantém mercado de trigo lento em fevereiro – MAIS SOJA

O mercado brasileiro de trigo durante fevereiro foi caracterizado por uma postura defensiva e baixa fluidez nas negociações, operando em compasso de espera. Segundo o analista e consultor de Safras & Mercado, Elcio Bento, o período foi marcado por um equilíbrio delicado entre oferta restrita e demanda cautelosa, resultando em um ambiente de ajuste gradual onde a formação de preços seguiu condicionada pelo nível de estoques da indústria e pela ausência de urgência compradora.
Ao longo do mês, os moinhos mantiveram-se relativamente bem abastecidos, aproveitando apenas negócios de oportunidade quando produtores precisavam liberar espaço em armazéns para a entrada da safra de verão de milho e soja. Essa lentidão foi reforçada pela dificuldade da indústria em repassar custos à farinha em um ambiente de consumo enfraquecido, o que impôs cautela adicional nas compras.
Regionalmente, o Paraná apresentou um comportamento seletivo, com maior dinamismo no Norte devido à oferta local restrita, enquanto no Rio Grande do Sul o excedente de oferta foi sendo gradualmente absorvido pelas exportações, que permaneceram elevadas na primeira metade do mês.
“O mercado operou com lentidão e desalinhamento, com produtores segurando o cereal na expectativa de preços melhores na entressafra e compradores mantendo uma postura defensiva”, destacou Bento.
Anec
O Brasil deve exportar 371,676 mil toneladas de trigo em fevereiro. Segundo a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC), em fevereiro do ano passado, as exportações ficaram em 559,704 mil toneladas. Em janeiro, foram 279,699 mil toneladas.
Na semana encerrada em 21 de fevereiro, foram previstas 146,225 mil toneladas. Para a semana encerrada em 28 de fevereiro, estão previstos embarques de 145 mil toneladas.
Fonte: Agência Safras
Sustentabilidade
Colheita de soja no Brasil atinge 38,2%, aponta consultoria

A colheita da safra de soja 2025/26 do Brasil está em 38,2% da área total esperada, até o dia 27 de fevereiro. A estimativa parte de levantamento da consultoria Safras & Mercado. Na semana passada, o índice era de 31%.
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Comparação com 2025
Os trabalhos estão em ritmo abaixo do mesmo período do ano passado (48,6%) e da média dos últimos cinco anos, de 43,7%.
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