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4 de agosto de 2026

Sustentabilidade

‘Se tem alguém que mantém a floresta ‘em pé’ no Brasil é o produtor’, aponta Rasmussen no 1º painel

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Foto: Laila Muniz

O primeiro painel da Abertura Nacional da Colheita da Soja, realizada em Porto Nacional (TO), nesta sexta-feira (30), trouxe uma reflexão direta sobre a relação entre produção agrícola e meio ambiente. Com o tema “A jornada de um biólogo no agro”, o palestrante Richard Rasmussen destacou que a conservação da natureza passa, necessariamente, pelo manejo responsável e pela atuação conjunta entre produtores rurais e órgãos ambientais.

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Ao comparar o Brasil com outros países, Rasmussen ressaltou que a realidade do agro brasileiro é marcada por boas práticas agrícolas e sustentabilidade, contrariando a percepção de parte da sociedade urbana.

Ao provocar o público com a pergunta “Por que a gente produz tanta soja?”, o biólogo chamou atenção para o distanciamento da população das cidades em relação à origem dos alimentos e até das roupas consumidas no dia a dia. Segundo ele, a facilidade de acesso aos produtos tornou o processo produtivo invisível, o que gera interpretações equivocadas sobre o papel do agronegócio.

Rasmussen agradeceu à Aprosoja Mato Grosso pela oportunidade de aprendizado e contou que sua trajetória no agro começou a partir do estudo da proteína animal. Foi nesse processo que passou a compreender cadeias como a da pecuária bovina, avicultura, piscicultura e pesca.

Para o biólogo, bem-estar animal não é discurso para engajamento, mas uma necessidade produtiva. “Uma vaca feliz produz mais leite. Um boi bem manejado engorda mais”, afirmou, ao defender práticas que unem eficiência econômica e responsabilidade ambiental.

Agro e conservação

Ao tratar da conservação da fauna, Rasmussen citou o queixada, espécie ameaçada de extinção, e apresentou dados de estudos realizados no Centro-Oeste, especialmente em Goiás. Segundo ele, a presença do animal demonstra como o agro pode ser aliado da biodiversidade.

De acordo com os levantamentos mencionados, cerca de quatorze por cento da presença do queixada está em áreas de cana-de-açúcar, enquanto aproximadamente sessenta e sete por cento está dentro das propriedades rurais, onde o animal se alimenta e se reproduz.

“Obrigado, agricultores brasileiros”, destacou Rasmussen. Segundo ele, onde há queixada, há também onça-pintada, o que comprova a existência de ecossistemas funcionais dentro das áreas produtivas.

O palestrante reforçou que conservação se faz com manejo, realizado de forma integrada entre produtores e órgãos ambientais. Para Rasmussen, o aumento da população de espécies como o queixada depende diretamente do desenvolvimento equilibrado do agro.

Brasil como líder em conservação

Ao comparar o Brasil com os dez maiores países do mundo, Rasmussen destacou que o país é líder global em áreas protegidas, somando unidades de conservação e terras indígenas, com cerca de trinta por cento do território preservado. Na sequência aparecem países como Austrália, China e Estados Unidos, todos com percentuais inferiores.

Ele ressaltou ainda que a qualidade da conservação brasileira é um diferencial, especialmente porque quase trinta por cento das áreas preservadas estão dentro das propriedades rurais, resultado direto das exigências do Código Florestal. “Se tem alguém mantendo a floresta em pé no Brasil, são os produtores rurais”, afirmou.

Ao encerrar sua participação, Richard Rasmussen ressaltou que ainda há uma distância significativa entre a realidade do campo e a percepção da população urbana. Segundo ele, iniciativas como o décimo oitavo Circuito Aprosoja, que percorreu vinte e nove municípios com o próprio biólogo como porta-voz, são fundamentais para aproximar a sociedade do agro e mostrar, na prática, as ações de preservação ambiental realizadas pelo setor produtivo, reforçando que informação e diálogo são peças-chave para a conservação aliada à produção.

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Sustentabilidade

Milho fecha em alta em Chicago com temores sobre exportações no Mar Negro – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com alta nos preços. O mercado chegou a cair no início do dia, pressionado pela queda do petróleo em Nova York, mas reagiu e acabou sendo sustentado pelos temores de que uma intensificação do conflito entre Rússia e Ucrânia provoque novas interrupções nas exportações pelo Mar Negro. Os sinais de uma boa demanda pelo cereal dos Estados Unidos complementaram o quadro positivo.

As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2025/26, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 332.700 toneladas na semana encerrada em 16 de julho. O México liderou as compras, com 203.300 toneladas.

Para a temporada 2026/27, foram mais 701.500 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 500 mil e 1,6 milhão de toneladas, somando-se as duas temporadas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 4,49 1/4, com avanço de 8,50 centavos, ou 1,92% em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro fechou a sessão a US$ 4,72 1/2 por bushel, com alta de 8,50 centavos, ou 1,83% em relação ao fechamento anterior.

Autor/Fonte: Pedro Diniz Carneiro – pedro.carneiro@safras.com.br (Agência Safras)

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Sustentabilidade

Colheita do milho safrinha 2026 atinge 54,7% no Centro-Sul do Brasil, aponta Safras – MAIS SOJA

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A colheita da safrinha 2026 de milho atingia 54,7% da área estimada de 15,739 milhões de hectares na sexta-feira (31), segundo levantamento de Safras & Mercado.

A ceifa de milho atinge 38,9% da área no Paraná, 14,3% em São Paulo, 40,6% em Mato Grosso do Sul, 30,9% em Goiás, 78,9% em Mato Grosso e 10,6% em Minas Gerais.

No mesmo período do ano passado, a colheita atingia 66,5% da área cultivada de 15,407 milhões de hectares. A média de colheita dos últimos cinco anos para o período é de 65,7%.

Matopiba

Na região do Matopiba, a colheita da safrinha 2026 atingiu 56% da área cultivada de 1,341 milhão de hectares. A ceifa chegou a 88,8% na Bahia, a 49,1% no Maranhão, a 62,4% da área no Piauí e a 46,4% no Tocantins.

No mesmo período do ano passado, a colheita atingia 74,9% na área cultivada de 1,280 milhão de hectares, enquanto a média dos últimos cinco anos para o período é de 64,3%.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Pedro Carneiro (pedro.carneiro@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Sumitomo Chemical apresenta tecnologias para o manejo de plantas daninhas em diferentes sistemas de produção – MAIS SOJA

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A Sumitomo Chemical marca participação no 34o Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas (CBCPD) com as suas principais soluções de proteção de lavouras e pastagens. Maior encontro do setor no país, o evento acontece entre os dias 3 e 6 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR). A companhia apresentará seu portfólio focado no manejo eficiente e sustentável de plantas daninhas para o agro.

Entre os principais destaques do evento está o Rapidicil®, nova geração de herbicida da Sumitomo Chemical para agricultores que buscam controle rápido, seguro e flexível de plantas daninhas de folhas largas e estreitas, e que confere maior velocidade de dessecação do mercado. Pertencente ao grupo dos inibidores da enzima PPO (Protoporfirinogênio Oxidase), o novo herbicida é voltado para as culturas de soja, milho e algodão, posicionando-se como uma ferramenta estratégica contra espécies de difícil controle. O produto, em fase de registro, não está disponível para comercialização.

A empresa, que é patrocinadora Diamante do evento, também leva ao congresso o ZethaMaxx® Evo, herbicida pré-emergente que combina três mecanismos de ação distintos para ampliar a eficiência do manejo, garantindo mais flexibilidade, controle residual prolongado e facilidade operacional ao produtor. No segmento de pastagens, o destaque será Tempest® E, que chega com um posicionamento ainda mais completo: além da eficiência em plantas daninhas de difícil e extrema dificuldade de controle, passa a contemplar também os segmentos de fácil e médio controle, contribuindo para pastagens mais produtivas e maior rentabilidade na pecuária.

De acordo com Luciano Teixeira, gerente de Herbicidas da Sumitomo Chemical, o CBCPD é um ambiente fundamental para a inovação no campo. “O congresso é uma plataforma essencial para trocarmos conhecimentos e apresentarmos tecnologias que combinam inovação, eficiência operacional e sustentabilidade no manejo de plantas daninhas”, destaca. “A Sumitomo Chemical está à disposição do produtor para proteger o potencial produtivo das áreas e auxiliar no aumento da rentabilidade no campo”.

Além do estande, alguns trabalhos foram selecionados para apresentação oral pela comissão do congresso e a Sumitomo Chemical preparou um ambiente exclusivo para a disseminação de conhecimento técnico. Nos dias 4 e 5 de agosto, das 15h às 17h, uma sala será dedicada para receber pesquisadores e profissionais do setor para a apresentação de trabalhos científicos e resultados de pesquisas de campo conduzidas pela companhia.

Sobre a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro

Sediada em Tóquio, no Japão, a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro é uma das principais empresas de pesquisa e desenvolvimento de inovações para o campo no mundo. Em 2025, a companhia completou 50 anos de história no Brasil como precursora e referência em produtos para aumentar a produtividade e controlar doenças e pragas da agropecuária nacional.

A Sumitomo Chemical realiza suas atividades a partir de um escritório central, localizado em São Paulo (SP), um centro de pesquisas em Mogi Mirim (SP), um centro de inovação e uma fábrica, ambos em Maracanaú (CE), além de contar com unidades de distribuição e equipe técnica altamente capacitada em todo o território nacional. Na América Latina, a companhia opera com soluções para a agricultura e saúde ambiental, com o objetivo de promover o bem-estar e oferecer soluções sustentáveis para a produção de alimentos e a saúde da sociedade.

Fundada em 1913, está presente em mais de 180 países, com cerca de 34 mil funcionários. É signatária do Pacto Global e promove ações para contribuir com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) que estipula metas para transformar o mundo até 2030.

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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