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4 de maio de 2026

Sustentabilidade

Expandindo sua presença no agronegócio, Milliken inaugura laboratório de microencapsulação de bioinsumos no Brasil, novo hub de inovação LATAM – MAIS SOJA

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A Milliken & Company, fabricante global reconhecida por sua liderança em ciência dos materiais, anuncia a inauguração de seu novo laboratório de pesquisa e desenvolvimento (P&D) no Brasil. O espaço foi projetado para replicar as tecnologias de microencapsulação desenvolvidas nos Estados Unidos e adaptá-las às condições e tecnologias locais, com foco em bioinsumos. O novo laboratório, localizado em São Paulo e parte do Centro Tecnológico da Milliken, conta com cerca de 700 m² de infraestrutura e representa o primeiro passo da companhia na transferência da tecnologia Encapsys™ para o agronegócio brasileiro. Com isso, o país passa a integrar o plano global da empresa como seu próximo hub de microencapsulação, com potencial para atender toda a América Latina.

Atualmente em fase de implantação, o espaço inicia suas operações com o objetivo de validar metodologias, capacitar equipes e estabelecer protocolos técnicos em colaboração com parceiros da indústria. “A inauguração, prevista para o primeiro trimestre de 2026, representa um marco para a Milliken e para o desenvolvimento de tecnologias aplicadas à agricultura no Brasil. Estamos trazendo ao país uma expertise construída ao longo de mais de sete décadas de pesquisas em microencapsulação, agora direcionada ao universo dos bioinsumos. Nosso objetivo é transformar esse conhecimento em soluções escaláveis e adaptadas às condições locais, ampliando a estabilidade e a performance dos microrganismos utilizados em produtos biológicos”, afirma Rita Siloto, Gerente Técnica Regional Senior da Milliken Brasil

A tecnologia Encapsys™, originalmente desenvolvida pela Milliken nos Estados Unidos, é uma plataforma proprietária de microencapsulação que permite o encapsulamento controlado de ingredientes ativos, promovendo maior estabilidade, compatibilidade e eficiência em diferentes ambientes de uso. Por meio dessa tecnologia, compostos sensíveis, como microrganismos, enzimas ou bioativos, podem ser protegidos contra degradação térmica, oxidação, umidade, variações de pH e exposição à radiação ultravioleta, fatores críticos que comprometem a viabilidade de produtos biológicos em condições tropicais.

Com mais de 70 anos de experiência global em microencapsulação, tecnologia que permite o revestimento de substâncias ativas em microcápsulas para garantir maior estabilidade, liberação controlada e compatibilidade entre ingredientes, a Milliken se consolidou como uma das pioneiras no desenvolvimento e na produção em larga escala de soluções encapsuladas. Suas tecnologias estão presentes em diferentes segmentos industriais, como fragrâncias, cuidados pessoais, polímeros, agroquímicos e semioquímicos. Agora, a empresa aplica essa trajetória ao desenvolvimento de formulações biológicas para uso na agricultura, adaptando soluções que viabilizam o uso de microrganismos vivos em escala industrial e aumentam a eficiência dos bioinsumos.

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“O setor de bioinsumos, em rápida expansão, demanda soluções mais estáveis e tecnicamente robustas para uso agrícola. Nesse contexto, o laboratório atua na condução de provas de conceito que envolvem testes de viabilidade, estabilidade e liberação controlada de microrganismos e compostos biológicos, com o objetivo de oferecer ao mercado alternativas que combinem alta performance e praticidade de aplicação”, acrescenta a porta-voz da Milliken.

O novo laboratório atuará em conexão direta com o hub global de microencapsulação da Milliken nos Estados Unidos, localizado em Appleton, Wisconsin, onde são conduzidas as primeiras etapas de desenvolvimento. Parte da equipe nacional participou de treinamentos na unidade matriz, garantindo a transferência de conhecimento e a padronização de processos. No Brasil, as atividades se concentram na replicação de procedimentos, na encapsulação de microrganismos-alvo já utilizados na agricultura brasileira e em testes com amostras de parceiros locais, resultando em protótipos adaptados às condições regionais.

Além da frente biológica, o espaço abriga pesquisas em polímeros para tratamento de sementes e fertilizantes solúveis, realizando análises como plantabilidade, vigor, compatibilidade de misturas e teste de poeira, parâmetros fundamentais para o desenvolvimento de produtos seguros e eficientes no campo. O local também dá suporte às linhas de negócios relacionadas a corantes, surfactantes e dispersantes, com estudos voltados ao aprimoramento de formulações, estabilidade de misturas e eficiência de aplicação.

A inauguração integra os investimentos da companhia em inovação no agronegócio, especialmente no Brasil, alinhados às estratégias globais de crescimento da Milliken, que combinam inovação, aquisições estratégicas e expansão internacional, sustentadas pelo fortalecimento de centros regionais de pesquisa, metodologias de excelência operacional e desenvolvimento de talentos. O plano global inclui a ampliação da presença internacional da empresa em segmentos estratégicos, como microencapsulação, surfactantes de solo e polímeros para sementes, além do foco na combinação entre ciência aplicada e parcerias locais como motor de crescimento para o país e para toda a América Latina.

Com o novo laboratório, a companhia dá um passo decisivo para consolidar sua atuação no agronegócio, oferecendo soluções tecnológicas capazes de elevar a performance, a estabilidade e a eficiência dos bioinsumos. “Com essa estrutura, será possível transformar conhecimento científico em soluções práticas para o campo, aumentando a estabilidade e a eficiência das formulações biológicas e consolidando o papel da microencapsulação como tecnologia-chave para o avanço dos bioinsumos. Mais do que um investimento em infraestrutura, o novo laboratório é uma ponte entre a pesquisa global da Milliken e as necessidades específicas do agronegócio latino-americano, com o objetivo de acelerar a entrega de soluções biotecnológicas que combinem ciência, eficiência e aplicabilidade no campo”, conclui Rita Siloto.

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Sobre a Milliken & Company

A Milliken & Company é uma líder global em manufatura, cuja atuação em ciência dos materiais transforma ideias inovadoras em soluções concretas para o futuro. Da liderança em moléculas de ponta a soluções sustentáveis, a Milliken desenvolve produtos que melhoram a vida das pessoas e entregam soluções que geram valor para a sociedade e para os setores em que atuam.

Com milhares de patentes e um portfólio diversificado, que abrange os setores têxtil, químico, de revestimento, saúde e agrícola, a empresa combina integridade e excelência para gerar impacto positivo e duradouro no mundo.

No Brasil, sua atuação é voltada ao setor agrícola, oferecendo soluções avançadas em polímeros e tecnologias de microencapsulamento que aprimoram o desempenho de sementes, fertilizantes e bioinsumos. Desde 2023, iniciou a produção local de polímeros para tratamento de sementes, anteriormente importados dos Estados Unidos, com o objetivo de agilizar entregas e aumentar a competitividade no mercado brasileiro.

Com parcerias estratégicas e portfólio em expansão, a Milliken reforça seu compromisso com a inovação e o desenvolvimento de soluções que atendem às necessidades da agricultura local, contribuindo para que ela seja mais moderna, sustentável e eficiente.

Saiba mais em milliken.com e nas redes sociais Facebook, Instagram e LinkedIn.

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Sustentabilidade

Preços da soja avançam com maior alta dos últimos 7 meses em Chiacago

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Foto: Daniel Popov

O mercado brasileiro de soja começou a semana com preços em alta na maior parte das praças, acompanhando o avanço firme dos contratos futuros na Bolsa de Chicago.

Segundo o analista e consultor de Safras & Mercado Rafael Silveira, o movimento garantiu melhores oportunidades de comercialização doméstica, tanto nos portos quanto no interior do país.

"Mesmo com o recuo dos prêmios de exportação em alguns momentos do dia, a valorização do dólar frente ao real contribuiu para sustentar indicações mais positivas no mercado físico", disse.

Conforme Silveira, os agentes seguem atentos ao cenário internacional e, principalmente, à divulgação dos relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), prevista para o dia 12 de maio.

A expectativa é de que os números possam provocar maior volatilidade e influenciar de forma significativa a formação dos preços nas próximas semanas.

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Preços médios da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 124 para R$ 126
  • Santa Rosa (RS): avançou de R$ 125 para R$ 127
  • Cascavel (PR): passou de R$ 120 para R$ 122
  • Rondonópolis (MT): elevou de R$ 110 para R$ 111
  • Dourados (MS): aumentou de R$ 112 para R$ 113,50
  • Rio Verde (GO): cresceu de R$ 111 para R$ 113
  • Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 130 para R$ 132
  • Porto de Rio Grande (RS): avançou de R$ 130 para R$ 132

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta segunda-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado atingiu o maior patamar em sete meses, acompanhando os fortes ganhos do petróleo, em meio ao aumento das tensões no Estreito de Ormuz.

O mercado foi impulsionado ainda por sinais de aquecimento da demanda pelo produto norte-americano.

  • Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

A quantidade de soja esmagada/processada para obtenção de óleo bruto nos Estados Unidos foi de 6,82 milhões de toneladas (227 milhões de bushels) em março de 2026, em comparação com 6,43 milhões de toneladas (214 milhões de bushels) em fevereiro de 2026 e 6,20 milhões de toneladas (207 milhões de bushels) em março de 2025, conforme dados do USDA.

Além dos bons números de processamento, o mercado aguarda com expectativa o encontro ainda em maio dos presidentes Donald Trump e Xi Jinping, em Pequim, na China. Os participantes esperam que as conversas redundem em um acordo comercial, que envolveria também compras chinesas de soja dos Estados Unidos.

Contratos futuros da soja

soja preço cotação pib Chicago dólar
Foto: Pixabay/ Arte: Canal Rural

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 19,50 centavos de dólar, ou 1,62%, a US$ 12,22 3/4 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 12,16 por bushel, com elevação de 18,75 centavos de dólar ou 1,56%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 1,60 ou 0,50% a US$ 320,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 76,53 centavos de dólar, com ganho de 1,37 centavo ou 1,82%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,28%, sendo negociado a R$ 4,9666 para venda e a R$ 4,9646 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9477 e a máxima de R$ 4,9827.

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Sustentabilidade

Colheita da safra de verão 2025/26 de milho no Centro-Sul do Brasil atinge 80,6%, indica Safras – MAIS SOJA

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A colheita de milho da safra de verão 2025/26 no Centro-Sul do Brasil atingia 80,6% da área estimada de 3,608 milhões de hectares até sexta-feira (1), segundo levantamento de Safras & Mercado.

A ceifa de milho chegou a 98,8% da área prevista de 946 mil hectares no Rio Grande do Sul e a 93,8% da área estimada de 607 mil hectares em Santa Catarina. No Paraná, a colheita atinge 98,1% da área plantada de 547 mil hectares.

Em São Paulo, os trabalhos chegam a 95,7% da área cultivada de 295 mil hectares. Em Mato Grosso do Sul, a colheita atinge 9,4% na área plantada de 30 mil hectares. Em Goiás/Distrito Federal, a ceifa atinge 27,8% dos 287 mil hectares plantados. Em Minas Gerais, a colheita chega a 57,4% dos 854 mil hectares cultivados. Em Mato Grosso, os trabalhos atingiam 100% da área cultivada de 11 mil hectares.

No mesmo período do ano passado, a colheita estava concluída em 86,7% da área estimada de 3,499 milhões de hectares. Já a média de colheita nos últimos cinco anos atingia 84,2%.

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Fonte: Agência Safras



 

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Sustentabilidade

Fertilizantes disparam até 63% e levam relação de troca do agricultor ao pior nível em anos – MAIS SOJA

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A escalada dos preços dos fertilizantes no mercado internacional, impulsionada pela eclosão do conflito no Oriente Médio, tem deteriorado de forma significativa as relações de troca do agricultor brasileiro. De acordo com a StoneX, empresa global de serviços financeiros, em um cenário de forte dependência de importações, o Brasil sente de maneira direta os impactos desse choque externo, com valorização expressiva dos insumos no mercado doméstico.

Entre os nitrogenados, o avanço é ainda mais acentuado. Desde o início do conflito, os preços CFR da ureia subiram cerca de 63% no país. No mesmo período, o sulfato de amônio (SAM) acumula alta próxima de 30%, enquanto o nitrato de amônio (NAM) registra valorização de aproximadamente 60%.

Segundo o relatório, a disparada da ureia tem provocado uma piora relevante nas relações de troca, especialmente para os produtores de milho. Atualmente, são necessárias cerca de 60 sacas do cereal para a compra de uma tonelada do insumo, um dos piores patamares dos últimos anos.

“Estamos diante de uma deterioração importante das relações de troca, o que pressiona diretamente as margens do produtor e torna as decisões de compra mais complexas neste momento”, salienta o analista de Inteligência de Mercado, Tomas Pernías.

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O cenário também afeta produtores de soja, que enfrentam condições pouco atrativas para aquisição de fertilizantes fosfatados. Com custos elevados, a tendência é de uma demanda mais cautelosa, seletiva e focada na redução de gastos, o que pode desacelerar o ritmo de compras no país.

Apesar disso, o calendário agrícola impõe limites. A principal janela de aquisição de fertilizantes ocorre no segundo semestre, antes da safra de verão. Nas últimas semanas, parte dos produtores adotou uma postura defensiva, adiando decisões diante da volatilidade dos preços.

No entanto, esse adiamento não pode se estender indefinidamente. Com o avanço do calendário, os agricultores terão que optar entre absorver custos mais altos, com impacto direto nas margens, ou reduzir a aplicação de insumos, assumindo riscos potenciais para a produtividade.

“Em algum momento, o produtor terá que tomar uma decisão. Seja aceitando preços mais elevados, seja ajustando o pacote tecnológico, o que pode trazer reflexos na produtividade. Os próximos desdobramentos do conflito serão determinantes para o comportamento da demanda no Brasil”, conclui Pernías.

Sobre a StoneX

A StoneX é uma empresa global e centenária de serviços financeiros customizados, com presença em mais de 80 escritórios pelo mundo, conectando mais de 480 mil clientes em 180 países. No Brasil, atua em estratégias de gestão de riscos, banco de câmbio, inteligência de mercado, corretagem, mercado de capitais de dívida, fusões e aquisições, investimentos, trading e consultoria de soluções sustentáveis. Mais informações, clique aqui.

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Fonte: Assessoria de imprensa StoneX



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