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Sustentabilidade

Algodão/MT: Semeadura alcança 47,8% da área total estimada para o estado – MAIS SOJA

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O preço do óleo de algodão disponível em Mato Grosso tem apresentado desvalorização. Para se ter uma ideia, a média das três primeiras semanas de jan/26 ficou em R$ 5.889,10/t, queda de 3,21% em relação ao mesmo período de dez/25, com as cotações retornando aos níveis observados entre ago/25 e set/25.

O movimento mostra uma inversão do cenário que havia sido registrado no último trimestre de 2025, quando a maior procura por óleo pelas refinarias de biodiesel impulsionou a valorização do produto. No entanto, após a virada do ano, a demanda reduziu, pressionando as cotações do coproduto no estado.

Por fim, com a colheita da soja avançando e a entrada do produto no mercado, a concorrência do óleo derivado da oleaginosa já tem pressionado os preços do óleo de algodão em algumas regiões, o que é um ponto de atenção para as próximas semanas.

Confira os principais destaques do boletim:
  • PROGRESSO: a semeadura do algodão da safra 2025/26 avançou 18,76 p.p. no comparativo semanal, atingindo 47,80% até a última sexta-feira (23/01).
  • QUEDA: o preço da pluma Cepea apresentou recuo de 0,73% no comparativo semanal e ficou em ¢ R$350,67/lp, com a ampla oferta pressionando as cotações.
  • REDUÇÃO: o dólar compra Ptax apresentou queda de 0,80% em relação à semana passada, devido ao maior apetite a risco após redução das tensões entre EUA e União Europeia.
A Abrapa divulgou a primeira estimativa para a safra brasileira de algodão 2025/26, reforçando a previsão de área menor em relação a 2024/25.

De acordo com o relatório, a área de cultivo do algodão para o ciclo foi estimada em 2,05 milhões de hectares, redução de 5,53% em relação à área registrada na safra passada. O movimento é pautado, principalmente, pela expectativa de redução de área em Mato Grosso e na Bahia, os quais são os maiores produtores, nesta ordem. Já com relação à produtividade em pluma, a Associação estimou o indicador em 124,40 @/ha, redução de 4,70% em comparação ao projetado da safra 2024/25.

Sendo assim, considerando a expectativa de área e produtividade, a produção de algodão em pluma foi estimada em 3,83 milhões de toneladas, redução de 9,90% em relação à safra anterior. Por fim, o contexto reforça a expectativa de possíveis impactos na oferta do algodão brasileiro no mercado, que deve registrar, sobretudo, uma baixa nos estoques de passagem para o próximo ciclo.

Fonte: IMEA



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Sustentabilidade

Preços da soja recuam com expectativa de safra recorde e real valorizado

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Divulgação CNA

Os preços da soja em grão encerraram o mês de janeiro em queda no mercado brasileiro. Segundo pesquisadores do Cepea, o enfraquecimento das cotações está ligado às expectativas de uma oferta recorde no Brasil, à demanda doméstica limitada e à valorização do real frente ao dólar.

De acordo com o centro de pesquisas, o movimento cambial reduziu a competitividade da soja brasileira no mercado internacional. Com o real mais valorizado, parte dos compradores externos passou a priorizar a soja norte-americana, afastando demandantes do produto brasileiro.

Colheita avança, mas falta de umidade preocupa produtores do Sul

No campo, as atividades de colheita da soja avançam de forma gradual em diferentes regiões do país. No entanto, colaboradores consultados pelo Cepea indicam que os níveis de umidade do solo seguem abaixo do ideal em áreas do Sul do Brasil, principalmente em lavouras semeadas mais tardiamente.

Essa condição mantém os produtores em estado de alerta, diante do risco de impacto sobre o desenvolvimento das lavouras. As previsões climáticas apontam para chuvas mais abrangentes nos próximos dias, o que pode contribuir para a melhora do balanço hídrico e trazer alívio às áreas afetadas.

Mato Grosso lidera colheita da soja no país

Dados da Conab mostram que a colheita da soja alcançou 6,6% da área nacional até o dia 24 de janeiro. O percentual supera os 3,2% registrados no mesmo período da safra passada.

Mato Grosso segue à frente nos trabalhos de campo, com 19,7% da área colhida até a data, avanço expressivo em relação aos 3,6% observados no mesmo intervalo do ciclo anterior.

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Sustentabilidade

Sistema Farsul mantém negociações sobre royalties da soja – MAIS SOJA

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As questões que envolvem a cobrança de royalties da soja no Rio Grande do Sul foram tema de reunião entre representantes do Sistema Farsul e da Bayer. As conversas giraram, especialmente, em torno do Termo de Compromisso do Programa Pré-Certifica RS, e sobre as dificuldades geradas pela alteração de compreensão das cargas a serem analisadas na entrega dos grãos e cerealistas e cooperativas. Além das medidas implementadas por empresas do grupo Cultive Biotec, a mudança nos padrões da multa de 7,5% na moega para produtores que não realizaram pagamento prévio de royalties na safra 2025/2026 também esteve em debate.

No encontro, o Sistema Farsul reiterou sua posição de respeito aos direitos de propriedade industrial. Entretanto, a entidade reforçou seu posicionamento de jamais ter anuído ou concordado com o percentual de 7,5%, que está sendo aplicado de forma unilateral pelas empresas de biotecnologia. A entidade também questiona a falta de clareza no Termo de Compromisso e do comunicado expedido que trazem insegurança ao produtor que assinar o documento.

A Federação aguarda para a próxima semana o anúncio de ajustes nos procedimentos das empresas e irá dar continuidade nas tratativas em relação a aplicação da multa e seu percentual.

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Em queda, Indicador volta à casa dos R$ 65/sc – MAIS SOJA

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No encerramento de janeiro, o Indicador do milho ESALQ/BM&FBovespa seguiu em queda e voltou a operar na casa dos R$ 65 por saca de 60 kg, patamar que não era verificado desde o final de outubro de 2025. Segundo pesquisadores do Cepea, a liquidez esteve baixa no período, tendo em vista que compradores priorizaram o consumo de estoques negociados antecipadamente e realizaram aquisições apenas de forma pontual.

Do lado da oferta, parte dos produtores com receio de novas desvalorizações e com necessidade de liberação de armazéns esteve mais flexível nos valores. Pesquisadores do Cepea ressaltam que, tipicamente, a colheita da soja e a maior demanda por fretes para a oleaginosa chegam a sustentar os valores de milho durante as primeiras semanas do ano.

No entanto, em 2026, um dos fatores que tem impedido reações nos preços é o fato de os estoques de milho estarem muito elevados – são estimados em 12 milhões de toneladas neste início de temporada, contra 1,8 milhão de toneladas em 2025, e acima da média das últimas cinco safras, de 9,2 milhões de toneladas.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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