Business
Colheita de soja no Paraná registra 3% da área de área, aponta Deral

A colheita de soja 2025/26 teve início no Paraná e já alcança 3% da área cultivada, de acordo com levantamento do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.
Segundo o órgão, as lavouras apresentam bom desempenho na maior parte do estado, com 89% classificadas como boas, 10% em condição média e apenas 1% consideradas ruins. O plantio da oleaginosa já foi concluído em 5,778 milhões de hectares, número praticamente estável em relação aos 5,770 milhões de hectares semeados na safra 2024/25.
* Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo:siga o Canal Rural no Google News!
Em relação às fases de desenvolvimento das lavouras, o Deral aponta que 3% das áreas estão em crescimento vegetativo, 22% em floração, 55% em frutificação e 20% em maturação, refletindo a heterogeneidade do ciclo no estado.
Na semana anterior, encerrada em 12 de janeiro, o levantamento indicava 90% das lavouras em condição boa, 9% em condição média e 1% ruim. Naquele momento, 7% das áreas estavam em crescimento vegetativo, 26% em floração, 55% em frutificação e 12% em maturação.
Para a safra 2025/26, a produção paranaense de soja está estimada em 21,962 milhões de toneladas, volume 4% superior às 21,188 milhões de toneladas colhidas na temporada 2024/25. A produtividade média é projetada em 3.802 quilos por hectare, acima dos 3.672 quilos por hectare registrados no ciclo anterior.
O post Colheita de soja no Paraná registra 3% da área de área, aponta Deral apareceu primeiro em Canal Rural.
Business
Feira do Cerrado começa nesta quarta-feira em Monte Carmelo

Começa nesta quarta-feira (4), em Monte Carmelo (MG), a Feira do Cerrado, promovida pela Cooxupé. O evento segue até quinta-feira (5), das 8h às 18h, no Núcleo da Cooxupé de Monte Carmelo (às margens da Rodovia MG-190, Km 3), e antecipa os preparativos para o período de colheita do café, reunindo soluções que impactam diretamente a produtividade, a gestão e a sustentabilidade das propriedades rurais da região.
Com o tema “Tradição e Inovação: Gestão Responsável, Cooperativismo Forte, Futuro de Oportunidades”, a feira conecta produtores, tecnologia, conhecimento e oportunidades de negócios em uma das principais regiões da cafeicultura nacional.
- Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!
A abertura oficial está marcada para as 10h desta quarta-feira, com a presença da diretoria executiva da cooperativa, autoridades e convidados. A expectativa é receber cerca de 5 mil visitantes ao longo dos dois dias. Ao todo, são mais de 70 expositores distribuídos em uma área de 50 mil metros quadrados, com 85 estandes e mais de 14 mil produtos cadastrados.
“A Feira do Cerrado é uma ferramenta estratégica para o cooperado. Pensamos o evento para apoiar o produtor de forma prática, reunindo soluções que ajudam a melhorar a gestão da propriedade, aumentar a eficiência e preparar o negócio para o futuro”, afirma Carlos Augusto Rodrigues de Melo, presidente da Cooxupé.
Soluções para o dia a dia da propriedade
Em sua 11ª edição, a feira amplia o portfólio de serviços. Um dos destaques é o lançamento do Estande Peças Cooxupé, criado para fortalecer o suporte ao produtor na manutenção das propriedades. O espaço reúne mais de dois mil itens cadastrados, com foco em peças para máquinas e implementos, além de um canal direto para sugestões dos cooperados.
Os visitantes também têm acesso a soluções da cooperativa nas áreas de Geoprocessamento, Laboratório de Solo e Folha, Núcleo de Educação Ambiental (NEA), Vectag (crédito rural) e ao Protocolo Gerações, voltado à disseminação de boas práticas agrícolas e ações sustentáveis.
A feira conta ainda com a participação da SMC Specialty Coffees, empresa da cooperativa voltada aos cafés especiais, e da Corretora de Seguros da Cooxupé, ampliando o suporte à gestão e à proteção das propriedades.
Outro espaço em evidência é o Novas Culturas, reformulado para apresentar tecnologias e manejo voltados a grãos e à pecuária. A iniciativa busca apoiar a diversificação de renda e integrar o café a outros sistemas produtivos.
Além do conteúdo técnico e de negócios, o evento oferece infraestrutura com praça de alimentação, ilhas de café, espaços de convivência, área kids, espaço de beleza e acesso à internet.
Região estratégica da cafeicultura
A Feira do Cerrado ocorre em uma região reconhecida pela qualidade do café, rastreabilidade e práticas sustentáveis. Segundo a Organização da Região do Cerrado Mineiro, o território responde por cerca de 12,7% da produção nacional, com média anual de 6 milhões de sacas.
“Ao reunir soluções tecnológicas, condições comerciais diferenciadas e serviços especializados, o evento contribui para a tomada de decisão dos produtores em um cenário cada vez mais desafiador para a cafeicultura”, afirma Osvaldo Bachião Filho, vice-presidente da cooperativa.
O post Feira do Cerrado começa nesta quarta-feira em Monte Carmelo apareceu primeiro em Canal Rural.
Business
Mato Grosso registra recorde histórico no abate de fêmeas e sinaliza falta de bezerros

Mato Grosso enviou 3,61 milhões de fêmeas para o gancho em 2025, o maior volume já registrado na história da pecuária estadual. O número, que representa uma alta de 4,30% em comparação ao ano anterior, foi o componente decisivo para que o estado atingisse o abate total de 7,46 milhões de cabeças. No entanto, o recorde acendeu um alerta: em vez de apenas descartar vacas velhas, o pecuarista está liquidando fêmeas jovens para atender mercados premium e exportação, sacrificando a capacidade de renovação do rebanho.
O movimento de antecipação do ciclo produtivo levou os animais com menos de 24 meses a representarem 43% de todo o abate no estado. Foram 3,23 milhões de cabeças abatidas nessa faixa etária, o maior percentual da série histórica.
Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), essa estratégia de “caixa rápido” tem gerado um desequilíbrio na base da cadeia, já que a retirada dessas fêmeas do campo impede o nascimento de novos bezerros.
A mudança de comportamento do produtor ficou clara ao longo do ano, com meses em que o abate feminino chegou a ultrapassar 50% das operações nos frigoríficos. Com menos ventres disponíveis para a cria, a oferta de animais para reposição minguou, fazendo com que o mercado travasse diante dos novos patamares de preços no campo.
Impacto na reposição e alta nos preços
“Esse movimento impacta diretamente a reposição. Com menos fêmeas disponíveis para cria, o preço do bezerro começou a subir, e o mercado de reposição ficou travado”, alerta Rodrigo Silva, coordenador de Inteligência de Mercado Agropecuário do Imea. A retração no rebanho de bezerros foi de 2,09% no último ano, enquanto o preço do animal de 7 arrobas disparou 38,70%, pressionando as margens de quem precisa repor o rebanho.
Para 2026, a perspectiva é uma redução na oferta de animais terminados devido as altas taxas de fêmeas enviadas ao gancho nos últimos três anos. Especialistas indicam que a “fatura” do descarte elevado será paga com uma possível valorização do boi gordo, mas com o desafio de manter o fluxo de exportações diante de incertezas no mercado chinês.
“A conta começa a chegar. Abatemos muitas fêmeas em 2023, 2024 e 2025. A tendência é de menor oferta de animais terminados e possível valorização do boi gordo”, pontua o coordenador do Imea. A necessidade de diversificar mercados tornou-se urgente para evitar o acúmulo de excedentes. “Ou o Brasil aumenta seu consumo interno, ou encontra novos parceiros comerciais para absorver o excedente de carne, principalmente após as salvaguardas impostas pela China”, finaliza.
Clique aqui, entre em nosso canal no WhatsApp do Canal Rural Mato Grosso e receba notícias em tempo real.
O post Mato Grosso registra recorde histórico no abate de fêmeas e sinaliza falta de bezerros apareceu primeiro em Canal Rural Mato Grosso.
Business
Turquia abre mercado para a castanha-do-Brasil, informa Mapa

A Turquia passará a importar castanha-do-Brasil com e sem casca, informou nesta terça-feira (3) o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
A pasta destaca que o produto é internacionalmente reconhecido por seu valor nutricional e extraído de forma sustentável por comunidades tradicionais.
- Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!
“A exportação desse produto para o mercado turco promoverá geração de renda e desenvolvimento regional, contribuindo para a conservação da floresta em pé”, diz o Ministério.
Em 2025, a Turquia, país de aproximadamente 87 milhões de habitantes, importou mais de US$ 3,2 bilhões em produtos agropecuários brasileiros, com destaque para produtos do complexo soja, café, fibras e produtos têxteis.
O post Turquia abre mercado para a castanha-do-Brasil, informa Mapa apareceu primeiro em Canal Rural.
Business19 horas agoCom descontos de até R$ 40 mil, Mitsubishi oferece condição especial a associados das Aprosojas
Business23 horas agoCusto elevado de produção pressiona algodão e área recua 8% em Mato Grosso
Featured23 horas agoCarnaval 2026 deve ter movimentação mais discreta no comércio de Mato Grosso
Business22 horas agoPreços dos fertilizantes começam o ano com alta de até 20%, mostra levantamento
Sustentabilidade20 horas agoAlgodão/MT: Semeadura alcança 67,75% da área estimada para este ciclo – MAIS SOJA
Business15 horas agoMercado da soja tem negócios pontuais, mas segue com ritmo limitados
Sustentabilidade22 horas agoSoja/MT: Colheita avança no estado e chega à 24,97% da área total semeada – MAIS SOJA
Sustentabilidade23 horas agoSoja/BR: Colheira avança no país e chega à 11,4% da área total – MAIS SOJA
















