Connect with us

Business

Apenas uma região registra alta nos preços de soja nesta quarta-feira; saiba qual

Published

on


Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileiro de soja voltou a registrar um dia de poucas ofertas nesta quarta-feira (21), com baixa liquidez enquanto a colheita ainda não avança de forma mais consistente. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os preços seguem depreciados, com o produtor fora do mercado e pouca disposição para novos negócios.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Apesar da alta registrada na Bolsa de Chicago, a queda do dólar e o leve recuo dos prêmios de exportação neutralizaram o impacto positivo externo. Com isso, as cotações no mercado interno apresentaram comportamento misto, com pequenas variações e sem alterações relevantes no cenário geral.

Os preços de soja ficaram da seguinte forma:

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 126,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 127,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 120,00 para R$ 121,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 113,00 para R$ 112,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 112,00 para R$ 111,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 111,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 131,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 130,00

Soja em Chicago

No mercado internacional, os contratos futuros da soja fecharam em alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago. O movimento foi sustentado por sinais de aproximação entre Estados Unidos e China, o que pode resultar em maior demanda chinesa pela soja norte-americana, além da desvalorização do dólar, que aumenta a competitividade das exportações dos Estados Unidos.

O mercado reagiu a informações de encontros entre autoridades dos dois países durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Além disso, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, reuniu-se com o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng, reforçando a expectativa de novos diálogos antes do encontro previsto entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping, em abril.

As tensões comerciais entre Estados Unidos e União Europeia ficaram em segundo plano, mesmo após o Parlamento Europeu suspender o andamento do acordo comercial entre os dois blocos.

No Brasil, chuvas em áreas do Centro-Oeste e do Matopiba têm provocado atrasos pontuais na colheita, mas, segundo o mercado, não há preocupação com o potencial produtivo da safra.

A Safras & Mercado também revisou sua estimativa para a produção de soja da Argentina na temporada 2025/26. O aumento da intenção de plantio de milho levou a um corte de 778 mil toneladas na projeção da oleaginosa, agora estimada em 50,3 milhões de toneladas.

Na Bolsa de Chicago, os preços fecharam assim:

  • Março: subiu 11,50 centavos, a US$ 10,64 1/2 por bushel
  • Maio: subiu 11,00 centavos, a US$ 10,75 por bushel

Já nos subprodutos:

  • Farelo março: caiu US$ 0,20, para US$ 291,40 por tonelada
  • Óleo março: subiu 1,45 centavo, a 54,01 centavos de dólar

No mercado de câmbio, o dólar comercial encerrou o dia em queda de 1,11%, cotado a R$ 5,3197 para venda, fator que também contribuiu para limitar avanços mais consistentes nos preços da soja no mercado interno.

O post Apenas uma região registra alta nos preços de soja nesta quarta-feira; saiba qual apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Business

Feira do Cerrado começa nesta quarta-feira em Monte Carmelo

Published

on


Foto: Divulgação/Cooxupé

Começa nesta quarta-feira (4), em Monte Carmelo (MG), a Feira do Cerrado, promovida pela Cooxupé. O evento segue até quinta-feira (5), das 8h às 18h, no Núcleo da Cooxupé de Monte Carmelo (às margens da Rodovia MG-190, Km 3), e antecipa os preparativos para o período de colheita do café, reunindo soluções que impactam diretamente a produtividade, a gestão e a sustentabilidade das propriedades rurais da região.

Com o tema “Tradição e Inovação: Gestão Responsável, Cooperativismo Forte, Futuro de Oportunidades”, a feira conecta produtores, tecnologia, conhecimento e oportunidades de negócios em uma das principais regiões da cafeicultura nacional.

A abertura oficial está marcada para as 10h desta quarta-feira, com a presença da diretoria executiva da cooperativa, autoridades e convidados. A expectativa é receber cerca de 5 mil visitantes ao longo dos dois dias. Ao todo, são mais de 70 expositores distribuídos em uma área de 50 mil metros quadrados, com 85 estandes e mais de 14 mil produtos cadastrados.

“A Feira do Cerrado é uma ferramenta estratégica para o cooperado. Pensamos o evento para apoiar o produtor de forma prática, reunindo soluções que ajudam a melhorar a gestão da propriedade, aumentar a eficiência e preparar o negócio para o futuro”, afirma Carlos Augusto Rodrigues de Melo, presidente da Cooxupé.

Soluções para o dia a dia da propriedade

Em sua 11ª edição, a feira amplia o portfólio de serviços. Um dos destaques é o lançamento do Estande Peças Cooxupé, criado para fortalecer o suporte ao produtor na manutenção das propriedades. O espaço reúne mais de dois mil itens cadastrados, com foco em peças para máquinas e implementos, além de um canal direto para sugestões dos cooperados.

Os visitantes também têm acesso a soluções da cooperativa nas áreas de Geoprocessamento, Laboratório de Solo e Folha, Núcleo de Educação Ambiental (NEA), Vectag (crédito rural) e ao Protocolo Gerações, voltado à disseminação de boas práticas agrícolas e ações sustentáveis.

A feira conta ainda com a participação da SMC Specialty Coffees, empresa da cooperativa voltada aos cafés especiais, e da Corretora de Seguros da Cooxupé, ampliando o suporte à gestão e à proteção das propriedades.

Outro espaço em evidência é o Novas Culturas, reformulado para apresentar tecnologias e manejo voltados a grãos e à pecuária. A iniciativa busca apoiar a diversificação de renda e integrar o café a outros sistemas produtivos.

Além do conteúdo técnico e de negócios, o evento oferece infraestrutura com praça de alimentação, ilhas de café, espaços de convivência, área kids, espaço de beleza e acesso à internet.

Região estratégica da cafeicultura

A Feira do Cerrado ocorre em uma região reconhecida pela qualidade do café, rastreabilidade e práticas sustentáveis. Segundo a Organização da Região do Cerrado Mineiro, o território responde por cerca de 12,7% da produção nacional, com média anual de 6 milhões de sacas.

“Ao reunir soluções tecnológicas, condições comerciais diferenciadas e serviços especializados, o evento contribui para a tomada de decisão dos produtores em um cenário cada vez mais desafiador para a cafeicultura”, afirma Osvaldo Bachião Filho, vice-presidente da cooperativa.

O post Feira do Cerrado começa nesta quarta-feira em Monte Carmelo apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Business

Mato Grosso registra recorde histórico no abate de fêmeas e sinaliza falta de bezerros

Published

on


Foto: Sistema Famato/Reprodução

Mato Grosso enviou 3,61 milhões de fêmeas para o gancho em 2025, o maior volume já registrado na história da pecuária estadual. O número, que representa uma alta de 4,30% em comparação ao ano anterior, foi o componente decisivo para que o estado atingisse o abate total de 7,46 milhões de cabeças. No entanto, o recorde acendeu um alerta: em vez de apenas descartar vacas velhas, o pecuarista está liquidando fêmeas jovens para atender mercados premium e exportação, sacrificando a capacidade de renovação do rebanho.

O movimento de antecipação do ciclo produtivo levou os animais com menos de 24 meses a representarem 43% de todo o abate no estado. Foram 3,23 milhões de cabeças abatidas nessa faixa etária, o maior percentual da série histórica.

Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), essa estratégia de “caixa rápido” tem gerado um desequilíbrio na base da cadeia, já que a retirada dessas fêmeas do campo impede o nascimento de novos bezerros.

A mudança de comportamento do produtor ficou clara ao longo do ano, com meses em que o abate feminino chegou a ultrapassar 50% das operações nos frigoríficos. Com menos ventres disponíveis para a cria, a oferta de animais para reposição minguou, fazendo com que o mercado travasse diante dos novos patamares de preços no campo.

Impacto na reposição e alta nos preços

“Esse movimento impacta diretamente a reposição. Com menos fêmeas disponíveis para cria, o preço do bezerro começou a subir, e o mercado de reposição ficou travado”, alerta Rodrigo Silva, coordenador de Inteligência de Mercado Agropecuário do Imea. A retração no rebanho de bezerros foi de 2,09% no último ano, enquanto o preço do animal de 7 arrobas disparou 38,70%, pressionando as margens de quem precisa repor o rebanho.

Para 2026, a perspectiva é uma redução na oferta de animais terminados devido as altas taxas de fêmeas enviadas ao gancho nos últimos três anos. Especialistas indicam que a “fatura” do descarte elevado será paga com uma possível valorização do boi gordo, mas com o desafio de manter o fluxo de exportações diante de incertezas no mercado chinês.

“A conta começa a chegar. Abatemos muitas fêmeas em 2023, 2024 e 2025. A tendência é de menor oferta de animais terminados e possível valorização do boi gordo”, pontua o coordenador do Imea. A necessidade de diversificar mercados tornou-se urgente para evitar o acúmulo de excedentes. “Ou o Brasil aumenta seu consumo interno, ou encontra novos parceiros comerciais para absorver o excedente de carne, principalmente após as salvaguardas impostas pela China”, finaliza.


Clique aqui, entre em nosso canal no WhatsApp do Canal Rural Mato Grosso e receba notícias em tempo real.

O post Mato Grosso registra recorde histórico no abate de fêmeas e sinaliza falta de bezerros apareceu primeiro em Canal Rural Mato Grosso.

Continue Reading

Business

Turquia abre mercado para a castanha-do-Brasil, informa Mapa

Published

on


Foto: Ronaldo Rosa

A Turquia passará a importar castanha-do-Brasil com e sem casca, informou nesta terça-feira (3) o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

A pasta destaca que o produto é internacionalmente reconhecido por seu valor nutricional e extraído de forma sustentável por comunidades tradicionais.

“A exportação desse produto para o mercado turco promoverá geração de renda e desenvolvimento regional, contribuindo para a conservação da floresta em pé”, diz o Ministério.

Em 2025, a Turquia, país de aproximadamente 87 milhões de habitantes, importou mais de US$ 3,2 bilhões em produtos agropecuários brasileiros, com destaque para produtos do complexo soja, café, fibras e produtos têxteis.

O post Turquia abre mercado para a castanha-do-Brasil, informa Mapa apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading
Advertisement

Agro MT