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Sustentabilidade

Milho em expansão no Paraná impulsiona lançamentos da LongPing High-Tech para a Safrinha e Safra nas feiras do estado – MAIS SOJA

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O agronegócio segue como um dos principais vetores de desenvolvimento do Paraná, sustentado pelo avanço do milho e pela forte demanda da cadeia de proteínas animais. De acordo com a Previsão Subjetiva de Safra (PSS) e o Boletim Conjuntural do Departamento de Economia Rural (Deral/Seab), a segunda safra 2025/2026 deve registrar crescimento próximo de 1% na área cultivada com milho, alcançando cerca de 2,84 milhões de hectares — novo recorde estadual. A produção está estimada em aproximadamente 17,4 milhões de toneladas, consolidando o cereal como a principal cultura em expansão no Paraná, com tendência de se aproximar, em volume produzido, da soja, que permanece como base da primeira safra. O cenário reflete um produtor mais atento, focado em eficiência produtiva, manejo adequado e melhor aproveitamento da janela de plantio.

As marcas Morgan, Forseed e TEVO, da LongPing High-Tech, estarão presentes em cinco importantes encontros, levando seus principais produtos e lançamentos para as safras de verão e safrinha. Serão grandes oportunidades para apresentações do portfólio e troca de experiências com os agricultores que passarem pelos eventos.

A Morgan apresentará os lançamentos MG586 e MG676, híbridos com tolerância ao complexo CMV, destacando-se pela qualidade de colmo e sanidade foliar. O MG586 reúne excelente potencial e estabilidade produtiva, enquanto o MG676 alia tolerância ao estresse hídrico ao alto potencial produtivo, atendendo às demandas de diferentes ambientes de cultivo. Completa o portfólio em exposição o MG593, reconhecido pela alta produtividade e boa qualidade de grãos, com ampla estabilidade em diferentes condições e recomendação tanto para a safra de verão quanto para a safrinha.

Já a Forseed leva às feiras um portfólio robusto e atualizado, com destaque para o FS695, híbrido precoce de alto investimento, com ampla adaptabilidade para verão e safrinha, alta produtividade, estabilidade produtiva e com baixo fator de reprodução para nematoides. O FS695 agrega ainda excelente sanidade foliar e elevada tolerância à Bipolaris, além do complexo de molicutes e viroses (CMV). Completam a vitrine os híbridos FS552 e FS575, reconhecidos pela sanidade foliar e tolerância a enfezamentos e viroses, além do FS470, superprecoce, indicado para sistemas tecnificados e de alta eficiência produtiva.

E a TEVO apresenta o lançamento T1406, híbrido indicado para a safra de verão, com ampla adaptabilidade, boa sanidade foliar, empalhamento eficiente e tolerância à Bipolaris e ao Complexo de Molicutes e Viroses (CMV). Somam o portfólio os híbridos T1503 e T1508, que reúnem alto potencial produtivo, qualidade de grãos e colmo,  ampla janela de plantio e com baixo fator de reprodução para nematoides, além do T1680, com tolerância à cigarrinha e pulgões, e do T1625, destaque pelo colmo forte e grãos pesados.

Confira a programação de feiras no Paraná: 

Agroshow Copagril 

Ocorrerá de 14 a 16 de janeiro, na Estação Experimental Copagril, em Marechal Cândido Rondon, reunindo cerca de 200 expositores de diferentes setores agropecuários.

Dia de Campo Lar

Em Medianeira, no dia 14 a 16 de janeiro, será realizado o Dia de Campo Lar, com demonstrações e exposições sobre tecnologias agrícolas.

Agrotec Integrada

Nos dias 21 e 22 de janeiro, Londrina receberá o Agrotec Integrada, o maior evento técnico da Cooperativa Integrada, abordando soluções para o agronegócio.

Bela Safra 

Entre os dias 27 e 30 de janeiro, Londrina será palco da Bela Safra, um evento que combina tecnologia e tradição rural para oferecer as melhores soluções voltadas à máxima produtividade e rentabilidade no campo.

Sobre a LongPing High-Tech

A LongPing High-Tech é uma empresa do Grupo CITIC e está entre as três maiores em participação do mercado brasileiro da Safrinha. Seu portfólio, resultado de investimentos constantes em pesquisa e tecnologia, inclui híbridos que oferecem estabilidade e alto potencial produtivo atendendo com agilidade as necessidades do agricultor. Hoje, suas marcas Morgan, Forseed e TEVO são reconhecidas pelo mercado pela excelência em produtos, tecnologia e suporte técnico.

Fonte: Assessoria de imprensa LongPing High-Tech



 

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Sustentabilidade

Retração vendedora e escoamento externo sustentam cotações do arroz – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de arroz segue operando em ritmo lento, porém com cotações sustentadas, refletindo um equilíbrio delicado entre oferta crescente e mecanismos de escoamento relativamente ativos. A constatação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Evandro Oliveira.

Do lado da safra 2025/26, o avanço da colheita em março foi decisivo. O tempo firme permitiu melhor drenagem das áreas e redução da umidade do grão, diminuindo custos de secagem e favorecendo a eficiência operacional, conforme apontado pela Emater/RS.

“No campo comercial, um dos principais fatores de sustentação vem das exportações”, explica o analista. O volume embarcado em março, de 161,4 mil toneladas (base casca), “cumpre papel essencial ao retirar excedentes do mercado interno”.

O destaque é o forte fluxo de arroz em casca para México e Venezuela (85,9 mil toneladas), diretamente ligado à sustentação dos preços ao produtor. “Além disso, também foi registrado o escoamento de 51,3 mil toneladas de quebrados para África”, relata Oliveira.

Por outro lado, o varejo já sinaliza um ambiente mais pressionado. A queda de preços em diversas capitais indica expectativa de maior oferta e consumo mais cauteloso, o que limita a capacidade da indústria de pagar mais pela matéria-prima. “Esse fator explica, em parte, o ritmo demasiado lento dos negócios”, acrescenta.

Por fim, os riscos logísticos seguem no radar. “Possíveis problemas com combustíveis, transporte ou paralisações podem impactar diretamente o fluxo da cadeia e alterar rapidamente o comportamento dos preços”, pondera o consultor.

Em relação aos preços, a média da saca de 50 quilos de arroz no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou a quinta-feira cotada a R$ 59,86, alta de 3,19% em relação à semana anterior. Na comparação com o mesmo período do mês passado, o avanço era de 8,97%, enquanto, em relação a 2025, a desvalorização atingia 25,90%.

Fonte: Agência Safras



FONTE

Autor:Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Mercado de soja segue lento e com preços recuando no Brasil; Chicago e dólar caem – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de soja teve uma semana predominantemente travada, com registro de movimentos pontuais e sem volumes relevantes. Os prêmios apresentaram poucas mudanças, enquanto câmbio e Chicago acumularam perdas na semana, afastando os negociadores.

De modo geral, o movimento foi de preços mistos, sem direção clara. O analista de Safras & Mercado, Rafael Silveira, destaca que o produtor segue fora do mercado, assim como as tradings, o que limita a liquidez. “O quadro da semana, como um todo, foi de poucos movimentos”, resume.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 125,00 para R$ 124,00 na semana. Em Cascavel (PR), a cotação baixou de R$ 120,00 para R$ 119,00. Em Rondonópolis (MT), o preço caiu de R$ 110,00 para R$ 107,00. No Porto de Paranaguá, a saca passou de R$ 131,00 para R$ 130,00.

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos com vencimento em maio acumularam desvalorização de 4,55%, encerrando a semana a US$ 11,69 1/2 por bushel. Após atingir na semana passada o maior patamar em dois anos, o mercado iniciou a semana no limite diário de baixa, sessão responsável pela queda semanal.

O motivo da queda foi a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de adiar seu esperado encontro com o presidente chinês Xi Jinping. A reunião estava prevista para o final de março, mas as últimas informações é de que o encontro ficará para um período daqui 30 a 45 dias.

Por conta do conflito no Oriente Médio, Trump decidiu postergar o encontro. O atraso no encontro significa também adiamento de um possível acordo comercial. O mercado vive a expectativa de um acerto de compra de soja americana por parte dos chineses.

A semana também não foi das melhores em termos de câmbio. No balanço, o dólar comercial recuou 1,47%, sendo cotado na manhã da sexta a R$ 5,2387. O recuo tira competitividade da soja brasileira.

Fonte: Agência Safras



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Sustentabilidade

Mercado de trigo mantém preços firmes com liquidez limitada e cautela dos agentes – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de trigo encerrou a semana com negociações pontuais e ritmo moderado, refletindo a postura cautelosa dos agentes diante de um ambiente ainda indefinido. A combinação de oferta imediata restrita, instabilidade nos referenciais externos e demanda enfraquecida por derivados limitou o avanço dos negócios.

“Os agentes atuam de forma mais conservadora, o que resulta em negócios pontuais e andamento lento tanto no Rio Grande do Sul quanto no Paraná”, disse o analista e consultor de Safras & Mercado, Elcio Bento.

No mercado físico, os preços se mantiveram relativamente firmes, sustentados mais pela restrição de oferta do que por um consumo aquecido. No Rio Grande do Sul, negócios ocorreram ao redor de R$ 1.150 por tonelada FOB, enquanto pedidas entre R$ 1.200 e R$ 1.250/t encontraram resistência dos moinhos.

“Essa diferença reflete, principalmente, as dificuldades no escoamento de derivados e as margens comprimidas da indústria, o que mantém o mercado lento e bastante seletivo”, afirmou Bento.

No Paraná, o cenário foi semelhante, com negociações restritas e forte influência de fatores logísticos. Fretes elevados, escassez de caminhões, em meio ao pico de escoamento de soja e milho, e entraves operacionais contribuíram para limitar o fluxo de comercialização. “A logística continua sendo um fator relevante, com fretes elevados e menor disponibilidade de caminhões, o que impacta diretamente o fluxo de comercialização”, destacou o analista.

Além disso, a demanda fragilizada pelo fraco desempenho do mercado de farinha seguiu comprimindo margens e restringindo a atuação dos moinhos, que priorizam a gestão de estoques. Do lado da oferta, a menor urgência de venda por parte dos produtores também reduziu a pressão vendedora, mantendo o mercado tecnicamente firme, porém com baixa liquidez.

Para a próxima semana, a expectativa é de manutenção desse ambiente de negociações pontuais e seletivas. A evolução do câmbio, o comportamento das cotações internacionais e, principalmente, o avanço da colheita de verão, que pode destravar a logística, serão determinantes para uma eventual retomada do ritmo de negócios.

“Sem uma melhora mais clara no consumo ou maior estabilidade nos indicadores externos, a tendência é de manutenção desse ambiente de negociações pontuais, seletivas e de ritmo moderado”, aponta o especialista.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Ritiele Rodrigues – ritiele.rodrigues@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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