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23 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Danos da soja voluntária no milho safrinha – MAIS SOJA

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Embora o manejo de planta daninhas seja voltado principalmente a espécies infestantes classificadas como não cultivadas, espécies comerciais como o milho e soja também podem desempenhar papel de planta daninha, desde que inseridas em ambientes indesejados. A exemplo, plantas voluntárias de soja (tiguera) inseridas na cultura do milho safrinha (milho segunda safra), assumem papel de plantas daninhas, matocompetindo com o milho por recursos como água, radiação solar e nutrientes do solo, reduzindo o potencial produtivo da lavoura.

Embora o milho seja considerada uma cultura de rápido crescimento e desenvolvimento, a presença de espécies daninhas no estabelecimento da lavoura pode resultar em perdas substanciais de produtividade, afetando significativamente o rendimento da cultura e lucratividade da cultura. Sobretudo, o impacto da soja tiguera no milho safrinha varia de acordo com a densidade populacional da soja e período de matocompetição.

Estudos demonstram que as perdas de produtividade no milho safrinha evoluem a medida em que há o incremento da densidade populacional da soja voluntária, chegando a resultar em perdas de produtividade de até 40% em casos mais severos, sob elevadas infestações de soja tiguera (Adegas; Gazziero; Voll, 2014). Corroborando o impacto da soja tiguera na produtividade do milho safrinha, Rizzardi (2020) demonstra que sob densidades populacionais de 32 plantas de soja/m², é possível observar a redução de produtividade do milho de até 22,8%, ao pondo em que, populações de apenas 4 plantas de soja/m², podem resultar em perdas de produtividade de até 14% no milho (figura 1).

Figura 1. Efeito de diferentes densidades de soja voluntária na redução da produtividade do milho.
Fonte: Rizzardi, apud. Farias (2019)
Quadro 1. Efeito de diferentes populações de soja sobre a produtividade do milho. Passo Fundo, RS.
Não significativo. * Médias seguidas de mesma letra minúscula na coluna não diferem entre si pelo teste Tukey (P> 0,05). (Rizzardi, M. A.; Koening, M. A.; Lange, M. S.; Costa, L. O. Nível de dano de soja resistente ao glifosato em milho RR. Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas, XXVII, Cd.Rom…setembro 2012, Campo Grande. MS.) Fonte: Rizzardi (2020)

Atrelado as perdas de produtividade associadas a presença da soja voluntária em lavouras de milho safrinha, há e necessidade da manutenção do vazio sanitário em algumas regiões de cultivo, o que torna indispensável a adoção de medidas de manejo que possibilitem o controle efeito da soja tiguera. No entanto, há certa dificuldade em controlar essa planta daninha em meio ao milho, especialmente por algumas cultivares de soja apresentarem tolerância genética aos herbicidas glifosato, 2,4-D, dicamba e glufosinato de amônio.

Dependendo da tolerância genética da cultivar, algumas alternativas de controle químico podem ser utilizadas na pré-semeadura do milho, a exemplo dos herbicidas dicamba, diquat, 2,4-D, flumioxazina, fluroxipir, glifosato, glufosinato de amônio e saflufenacil. Já na pós semeadura do milho, herbicidas seletivos como atrazina, 2,4-D, fluoxipir e tembotriona podem ser utilizados para o manejo e controle da soja voluntário (Rizzardi, 2020).



No entanto, para o adequado posicionamento desses herbicidas e a obtenção de um controle eficiente da soja voluntária, com mínima injúria à cultura do milho, é fundamental considerar a tolerância genética tanto da cultivar de soja quanto do híbrido de milho, bem como respeitar o intervalo recomendado entre a aplicação dos herbicidas e a semeadura do milho. Adicionalmente, deve-se atentar ao momento de controle na pós-emergência do milho, priorizando aplicações nos estádios iniciais de desenvolvimento da cultura (entre duas e três folhas), quando as plantas de soja voluntária ainda se encontram em estádios iniciais.

Além de reduzir a produtividade do milho safrinha, plantas voluntárias de soja podem servir como ponte verde para a sobrevivência de pragas e doenças, logo, controlar as plantas voluntárias de soja em meio ao milho safrinha é essencial, não só para reduzir os impactos na produtividade do milho, como também para a quebra do ciclo de pragas e doenças.

Referências:

ADEGAS, F. S.; GAZZIERO, D. L. P.; VOLL, E. INTERFERÊNCIA DA INFESTAÇÃO DE PLANTAS VOLUNTÁRIAS NO SISTEMA DE PRODUÇÃO COM A SUCESSÃO SOJA E MILHO SAFRINHA. Embrapa, 2014. Disponível em: < https://www.embrapa.br/en/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1002796/interferencia-da-infestacao-de-plantas-voluntarias-no-sistema-de-producao-com-a-sucessao-soja-e-milho-safrinha >, acesso em: 16/12/2025.

FARIA, A. CONTROLE DE MILHO E SOJA TIGUERA. II Seminário Mato-Grossense sobre Manejo da Resistencia. Cuiabá, jul. 2019. Disponível em: <https://b73f4c7b-d632-4353-826f-b62eca2c370a.filesusr.com/ugd/48f515_dba25b8d58fb48ffab6ca47c599bd0d5.pdf>, acesso em: 16/12/2025.

RIZZARDI, M. A. QUAIS OS DANOS DAS PLANTAS VOLUNTÁRIAS DE SOJA NA PRODUTIVIDADE DO MILHO? Up. Herb: Academia das Plantas Daninhas, 2020. Disponível em: < https://www.upherb.com.br/int/quais-os-danos-das-plantas-voluntarias-de-soja-na-produtividade-do-milho#:~:text=Trabalhos%20conduzidos%20por%20Rizzardi%20et,%2D2%20(Tabela%201). >, acesso em: 16/12/2025.

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Sustentabilidade

Preços da soja se elevam e queda produtiva dos EUA pode gerar novas altas

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Foto: Daniel Popov

Os preços da soja apresentaram boas altas ao longo da semana no mercado brasileiro, tanto no físico como nos portos.

Segundo o analista de Safras & Mercado Rafael Silveira, houve uma melhora na comercialização, com os produtores aproveitando a elevação das cotações, garantida pelo crescimento dos contratos futuros negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT).

Preços médios da soja

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 140 para R$ 147
  • Cascavel (PR): passou de R$ 136 para R$ 144
  • Rondonópolis (MT): avançou de R$ 133 para R$ 138
  • Porto de Paranaguá: subiu de R$ 147 para R$ 155

Bolsa de Chicago

Na Bolsa de Chicago, os contratos com vencimento em novembro, os mais negociados, subiram 3,05% no balanço da semana, sendo cotados a US$ 12,32 por bushel.

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Os agentes acompanharam de perto a tradicional crop tour do Pro Farmer, realizada ao longo da semana. As impressões iniciais confirmaram potencial produtivo abaixo das expectativas iniciais, como já havia sido antecipado no relatório de agosto do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

“Outros pontos que ajudaram a sustentar as cotações foram a continuidade das compras chinesas no mercado norte-americano e a alta do preço do petróleo. O barril deve fechar a semana com ganhos em torno de 5%, reflexo das renovadas tensões no Oriente Médio”, contextualiza Silveira.

As importações de soja dos Estados Unidos pela China subiram 164% em julho ante o ano anterior, à medida que o produto adquirido sob um acordo para encerrar a guerra comercial do ano passado continuou chegando aos portos chineses. A China, maior compradora mundial de soja, trouxe 1,11 milhão de toneladas da oleaginosa dos Estados Unidos no mês passado ante 420,8 mil em igual período de 2025, conforme a Administração Geral da Alfândega.

No acumulado do ano, são 10,29 milhões de toneladas importadas, 38% inferior a igual período do ano passado.

Do Brasil, foram importadas 9,78 milhões de toneladas em julho, perda de 5,9% frente ao ano passado. No acumulado do ano, são 44,53 milhões de toneladas importadas, 5,37% superior a igual período do ano passado.

Oferta e demanda de soja

O mercado brasileiro de soja segue com exportações em ritmo acelerado, sustentadas pela forte demanda externa. Segundo o analista de Safras & Mercado, a demanda está atualmente cerca de 5 milhões de toneladas acima do observado no mesmo período de 2025.

Mesmo com o retorno da China ao mercado norte-americano e o avanço das vendas da nova safra dos Estados Unidos, a demanda nos portos brasileiros permanece sustentada, com outros compradores mantendo ritmo firme de aquisições.

“As questões geopolíticas internacionais e os possíveis impactos do El Niño são os principais fatores que mantêm os compradores em busca de garantir produto e recompor estoques”, afirma Silveira.

Diante da demanda aquecida, Safras revisou a projeção de exportações brasileiras em 2026 para 112,5 milhões de toneladas. A estimativa para o processamento interno também foi ajustada, passando para 63 milhões de toneladas.

Com isso, a projeção para os estoques finais de 2026 foi reduzida para apenas 4,883 milhões de toneladas. De acordo com o especialista, o ajuste é significativo e ocorre porque as projeções anteriores consideravam um retorno mais consistente da China ao mercado norte-americano e, consequentemente, uma redução da demanda pela soja brasileira.

Porém, esse cenário não vem se concretizando. Silveira ressalta que a procura pelo produto brasileiro permanece firme, resultando em uma perspectiva de estoques consideravelmente mais apertados e mantendo os prêmios firmes nos portos do país.

Para a temporada 2026/27, Safras & Mercado mantém a produção brasileira projetada em 180,089 milhões de toneladas. Com estoques iniciais de 4,883 milhões e importações estimadas em 900 mil toneladas, a oferta total é projetada em 185,872 milhões de toneladas.

As exportações em 2027 são estimadas em 110 milhões de toneladas, enquanto o processamento deverá alcançar 63,5 milhões. A demanda total está projetada em 177,1 milhões de toneladas, com estoques finais estimados em 8,772 milhões.

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Sustentabilidade

Mercado da soja encerra semana com preços firmes e demanda chinesa em destaque

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Divulgação Embrapa Soja

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com movimentos contidos em termos de volume comercializado, apesar da manutenção de preços firmes tanto nos portos quanto na indústria. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o basis permanece bastante fortalecido, mas o spread entre as ofertas dos compradores e as pedidas dos vendedores segue elevado.

Na Bolsa de Chicago, a sessão foi marcada por volatilidade. Silveira destaca que o Crop Tour
surpreendeu ao projetar uma produtividade maior para a safra norte-americana, depois de algumas amostras ao longo da semana apresentarem resultados menos favoráveis.

Por outro lado, houve grandes reportes de vendas da safra nova dos Estados Unidos, de aproximadamente 1,4 milhão de toneladas, com a China respondendo por cerca da metade desse volume.

“O dólar apresentou recuos firmes, enquanto os prêmios compensaram parte desses ajustes”, observa Silveira. De maneira geral, as cotações oscilaram entre a estabilidade e leves quedas, sem alterar os bons patamares de preços observados atualmente.

  • Passo Fundo (RS): recuou de R$ 147,00 para R$ 146,50.
  • Santa Rosa (RS): recuou de R$ 148,00 para R$ 147,50.
  • Cascavel (PR): permaneceu em R$ 144,00.
  • Rondonópolis (MT): permaneceu em R$ 138,00.
  • Dourados (MS): permaneceu em R$ 135,50.
  • Rio Verde (GO): permaneceu em R$ 138,00.
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 153,50 para R$ 155,00.
  • Rio Grande (RS): recuou de R$ 155,00 para R$ 154,50.

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam com em alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), nesta sexta-feira (21), ampliando a valorização semanal. Após passar boa parte do dia pressionado por um movimento de realização de lucros, o mercado voltou a subir, ainda que moderadamente, reagindo a novos anúncios de vendas de soja dos Estados Unidos, reafirmando a boa demanda chinesa.

Na semana, a posição novembro acumulou alta de 3,7%. Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 712.000 toneladas de soja à China, que serão entregues na temporada 26/27. E mais 720.000 toneladas de soja para destinos não revelados, a serem disponibilizadas na
temporada 26/27.

Os agentes seguem atentos aos resultados da Crop Tour da Pro Farmer. No leste de Iowa, a contagem de vagens atingiu 1.362,93 em uma área de 3 por 3 pés, acima da média de três anos, de 1.295,70, mas abaixo das 1.384,38 registradas no ano passado.

Em Minnesota, a contagem chegou a 1.257,80 vagens, acima da média de três anos, de 1.089,82, e ligeiramente superior às 1.247,86 observadas em 2025. Os números finais da crop tour serão divulgados logo mais pela Pro Farmer.

Contratos da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 3,00 centavos de dólar, ou 0,24%, a US$ 12,39 1/2 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 12,53 3/4 por bushel, com elevação de 2,25 centavo de dólar ou 0,17%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 2,00 ou 0,61% a US$ 325,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 69,58 centavos de dólar, com perda de 1,74 centavo ou 2,43%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 1%, sendo negociado a R$ 5,1423 para venda e a R$ 5,1403 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1322 e a máxima de R$ 5,1832. Na semana, a moeda teve desvalorização de 1,5%.

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Sustentabilidade

Etapas do controle do azevém – MAIS SOJA

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Controlar o azevém (Lolium multiflorum) de forma eficaz é um dos principais desafios encontrados no cultivo de culturas de inverno de folha estreita (Poaceas). As similaridades dessa planta daninha com culturas comerciais pertencentes a família Poaceae, limita o controle pós-emergentes, havendo poucas ferramentas seletivas disponíveis para esse uso. Atrelado a isso, é consenso que algumas populações de azevém apresentam resistência a herbicidas, o que dificulta ainda mais o posicionamento de herbicidas para um controle químico eficiente dessa espécie daninha.

Sendo assim, Mário Bianchi, Pesquisador da Rede Técnica Cooperativa – RTC, chama atenção para três etapas essenciais para um bom manejo do azevém:

  • Dessecação
  • Controle pré-emergente
  • Controle pós-emergente

Independentemente da etapa de manejo, Bianchi ressalta que o estádio de desenvolvimento do azevém é um fator determinante para o sucesso do controle. De modo geral, plantas mais jovens e de menor porte apresentam maior suscetibilidade aos herbicidas, enquanto indivíduos mais desenvolvidos tendem a apresentar maior dificuldade de controle. Dessa forma, o manejo precoce do azevém constitui uma importante estratégia para aumentar a eficiência das aplicações e reduzir a possibilidade de escapes.

Contudo para evitar efeitos indesejados sobre culturas como o trigo, a dessecação pré-semeadura deve ser planejada com atenção, especialmente quanto à escolha e ao posicionamento dos herbicidas em áreas com populações de azevém resistentes. A disponibilidade de herbicidas registrados para essa finalidade é limitada, com opções como diquate, glifosato e glufosinato de amônio, o que torna ainda mais importante conhecer o histórico de resistência da população presente na área. No caso do glufosinato de amônio, a eficiência do controle está diretamente relacionada ao estádio de desenvolvimento das plantas, sendo maior quando aplicado sobre azevém com duas a três folhas, nas doses de 400 a 600 g de ingrediente ativo por hectare. Já o desempenho do diquate sobre gramíneas pode depender de sua associação com herbicidas graminicidas (Rizzardi, s. d.).

Nesse contexto, o uso de herbicidas pré-emergentes também desempenha papel importante no manejo do azevém, pois contribui para reduzir os fluxos de emergência e, consequentemente, a pressão de competição sobre a cultura. Além disso, essa estratégia é particularmente relevante em áreas com populações resistentes a herbicidas pós-emergentes, uma vez que amplia os mecanismos de ação utilizados no programa de manejo. Entretanto, a disponibilidade de produtos registrados para o controle do azevém em pré-emergência do trigo ainda é limitada, destacando-se opções como a Pendimetalina, a Piroxasulfona (Rizzardi, s. d.) e o Bixlozone.

Na pós-emergência do trigo, as opções se limitam principalmente a Clodinafope, Iodosulfurom-metílico, Piroxsulam, Imazamoxi e mais recentemente o Pinoxaden, contudo, vale destacar que o Imazamoxi é indicado somente para uso em cultivares de trigo tolerantes CL (ClearField®).

Figura 1. Azevém em meio a cultura do trigo.

Considerando a limita oferta de produtos seletivos para o controle do azevém em pós-emergência, além de definir o herbicida para apropriado para o controle da população de azevém, o momento de aplicação é determinante para o sucesso do manejo. De acordo com Bianchi, maiores resultados de controle são obtidos em pulverizações com azevém em estádio de 2 a 4 folhas. Vale destacar que a adoção das três etapas de controle (dessecação, pré-emergência e pós-emergência) são indispensáveis para um controle eficiente e eficaz do azevém em trigo, principalmente se tratando de populações com histórico de resistência a herbicidas.

Assim, o manejo eficiente do azevém no trigo deve integrar estratégias de pré e pós-emergência, priorizando o controle de plantas jovens, a diversificação dos mecanismos de ação e o uso de herbicidas pré-emergentes sempre que disponíveis e registrados para a cultura.

Confira abaixo as dicas do Pesquisador Mário Bianchi.


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Referências:

UP. HERB. COMO CONTROLAR O AZEVÉM NO TRIGO? Up. Herb: Academia das Plantas Daninhas, s.d. Disponível em: < https://www.upherb.com.br/int/como-controlar-o-azevem-no-trigo>, acesso em: 21/08/2026.

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