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3 de julho de 2026

Sustentabilidade

Você sabia que as inscrições da Abertura Nacional da Colheita da Soja já estão abertas?

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Fazenda Alto da Serra

Falta pouco para o evento que dá abertura aos trabalhos de abertura da colheita da soja safra 2025/26. As inscrições já estão abertas para a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2025/26, que será realizada em 30 de janeiro de 2026, a partir das 8h,na Fazenda Alto da Serra, do Grupo Wink, em Porto Nacional (TO). Para se inscrever, basta acessar o link.

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Para a presidente da Aprosoja do estado anfitrião, Caroline Schneider, sediar a abertura nacional representa um marco para o estado e para o setor produtivo. ”O estado de Tocantins se consolidou como um exemplo de produtividade, sustentabilidade e integração entre o campo e a cidade, e o evento reconhece o trabalho dos produtores que impulsionam o desenvolvimento do país”, aponta a presidente.

O presidente da Aprosoja Brasil, Maurício Buffon, também ressalta a relevância do estado de Tocantins na produção de soja e milho. Na avaliação dele, a cada safra o estado se fortalece como referência em tecnologia, gestão e sustentabilidade no campo.

Faça parte!

A programação será transmitida ao vivo pelo Canal Rural e pelas redes sociais a partir das 9h, permitindo que produtores e o público de todas as regiões acompanhem o início simbólico da colheita. A realização é do Canal Rural e da Aprosoja Brasil, com apoio da Aprosoja Tocantins e do Grupo Wink.

Entre os convidados, está o economista e biólogo Richard Rasmussen, que participará de um dos painéis, além de autoridades políticas que irão debater as políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do estado.

Com o tema “Onde a soja cresce, a transformação acontece”, a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2025/26 reforça o protagonismo da cultura da soja e celebra o início de mais uma safra essencial para o agro brasileiro.

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Sustentabilidade

Farsul alerta produtores sobre novas diretrizes no Crédito Rural – MAIS SOJA

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A Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) emitiu, por meio de sua Assessoria Jurídica, nesta quarta-feira (01/07/2026), um alerta aos produtores rurais referente à entrada em vigor da Resolução CMN n° 5.314, de 25 de junho de 2026. A normativa altera dispositivos do Manual de Crédito Rural (MCR), especificamente no que se refere às regras para a prorrogação, ou alongamento, das operações de crédito.

O que muda na prática? Com a nova redação do item 2-6-4 do MCR, as instituições financeiras passam a ter autorização, por sua conveniência e decisão, para prorrogar operações de crédito mantendo os encargos financeiros originalmente pactuados. Para que o pedido seja analisado, o mutuário deve comprovar a dificuldade temporária de pagamento, que pode ser motivada por:

  • Dificuldades na comercialização dos produtos;
  • Frustração de safras por fatores adversos;
  • Ocorrências prejudiciais ao desenvolvimento das explorações;
  • Problemas no fluxo de caixa causados pelo impacto acumulado de perdas em safras anteriores devido a eventos climáticos.

Nesses casos, cabe à própria instituição financeira atestar a necessidade da prorrogação e verificar a capacidade de pagamento do produtor.

Orientações da Assessoria Jurídica Embora a alteração amplie a margem de decisão dos bancos na análise dos pedidos administrativos, a Assessoria Jurídica da Farsul destaca pontos cruciais para a classe produtora:

  1. Aplicação: O entendimento da federação é de que a mudança se aplica apenas a contratos firmados a partir desta data, 01/07/2026.
  2. Direito do Produtor: A Farsul reforça que permanecem vigentes os princípios constitucionais e as leis do crédito rural. Segundo o entendimento dos tribunais, caso o produtor comprove os requisitos necessários, o alongamento da dívida é um direito garantido, e não uma mera liberalidade do banco.
  3. Formalização: O produtor deve protocolar o pedido de prorrogação junto à instituição financeira, instruindo-o com documentos que comprovem a incapacidade temporária de pagamento – como laudos técnicos agronômicos – preferencialmente antes do vencimento da parcela ou da operação.

A Farsul ressalta que a medida surge em um cenário de preocupação do setor, marcado por perdas climáticas sucessivas, aumento do endividamento e desafios no acesso ao crédito. A entidade segue à disposição dos produtores para orientações adicionais.

Confira a Nota Técnica na íntegra, clicando aqui.

Fonte: Farsul



 

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Sustentabilidade

Algodão recua em NY com vendas fracas dos EUA e pressão técnica – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais baixos nesta quinta-feira.

O mercado foi pressionado pelo desempenho das vendas semanais americanas e por fatores técnicos. As vendas líquidas norte-americanas de algodão (upland), referentes à temporada 2025/26, iniciada em 10 de agosto, ficaram em 49.000 fardos na semana encerrada em 25 de junho. O maior importador foi o Vietnã, com 23.200 fardos.

Para a temporada 2026/27, foram mais 44.100 toneladas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos com entrega em dezembro/2026 fecharam a 77,12 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,72 centavo, ou de 0,9%. Março/2027 fechou a 78,52 centavos, queda de 0,67 centavo, ou de 0,8%.

Fonte: Agência Safras



FONTE

Autor:Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Com área em expansão, plantio de canola está praticamente concluído no Rio Grande do Sul – MAIS SOJA

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A semeadura da canola está tecnicamente concluída no Estado. Resta apenas a finalização em algumas áreas marginais. As lavouras apresentam estabelecimento e desenvolvimento vegetativo satisfatórios, favorecidos pelas condições predominantes de baixas temperaturas e pela radiação solar suficiente na maior parte do período. Nas áreas implantadas mais precocemente, iniciou o florescimento.

As precipitações intensas, registradas entre 27 e 28/06, ocasionaram lixiviação de nutrientes em áreas localizadas. Já as geadas não provocaram danos relevantes às lavouras em desenvolvimento vegetativo, mas causaram maior preocupação de produtores em relação apenas a poucas áreas em florescimento.

Os produtores se dedicaram à complementação da adubação nitrogenada em cobertura, ao controle de plantas daninhas, especialmente azevém, e ao monitoramento fitossanitário preventivo em função da evolução do ciclo da cultura.

A área cultivada de canola apresenta grande expansão na Safra 2026. A área estimada no Estado é de 353.397 hectares, e a produtividade média de 1.619 kg/h. Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, a semeadura foi concluída nos principais municípios produtores, como em Manoel Viana, Maçambará e Itacurubi, enquanto em São Gabriel e São Borja os trabalhos se encontram em fase final e devem ser encerrados nos primeiros dias de julho.

Após o excesso de umidade no início do plantio em abril e o déficit hídrico em maio, os quais causaram falhas de estande e necessidade de replantio em algumas áreas, as condições ambientais de junho favoreceram a recuperação do desenvolvimento das lavouras. Os produtores realizam a adubação nitrogenada em cobertura, o controle de azevém e o monitoramento fitossanitário voltado principalmente à canela-preta. Nas primeiras áreas implantadas, intensifica-se o planejamento das aplicações preventivas para
mofo-branco em razão da proximidade do florescimento.

Na de Frederico Westphalen, as lavouras apresentam desenvolvimento vegetativo satisfatório, com bom estande e uniformidade. A menor disponibilidade de radiação solar reduziu o ritmo de crescimento das plantas, e as chuvas intensas, registradas no final do período, favoreceram a lixiviação de nitrogênio.

Na de Ijuí, as plantas apresentam crescimento vegetativo vigoroso, folhas bem expandidas e coloração verde intensa. As geadas, ocorridas durante o período, não provocaram danos às lavouras, uma vez que a maior parte das áreas está em desenvolvimento vegetativo e com reduzida proporção em florescimento. O controle de plantas daninhas foi altamente eficaz, sendo necessárias reaplicações de herbicidas apenas em áreas com nova emergência de azevém.

Na de Santa Rosa, as lavouras se distribuem entre germinação e desenvolvimento vegetativo (93%) e florescimento (7%). Antes das precipitações, os produtores realizaram a adubação nitrogenada em cobertura, utilizando predominantemente sulfato de amônio na
busca por maior eficiência no aproveitamento do nitrogênio. O monitoramento fitossanitário
foi intensificado para a prevenção de pragas e doenças.

Na de Soledade, as plantas estão bem formadas, vigorosas e com crescimento uniforme, resultado da combinação entre condições climáticas favoráveis e elevado nível tecnológico empregado. Na maior parte das áreas, foram concluídos o controle de plantas daninhas e a adubação nitrogenada em cobertura; essas operações seguem apenas nas lavouras implantadas mais tardiamente.

Comercialização (saca de 60 quilos)

O preço médio praticado na região de Bagé foi de R$ 130,00; na de Ijuí, R$ 132,40; na
de Santa Rosa, R$ 126,99.

Fonte: Emater/RS



 

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