Sustentabilidade
Uso estratégico de inseticidas no controle da cigarrinha-do-milho: quando e como intervir para proteger a produtividade – MAIS SOJA

Considerada a principal praga da atualidade na cultura do milho, a cigarrinha-do-milho, espécies (Dalbulus maidis e Leptodelphax maculigera) é o principal vetor de transmissão dos enfezamentos. Os enfezamentos são doenças causadas por microrganismos fitopatogênicos conhecidos como molicutes, capazes de infectar a planta de forma sistêmica, causando perdas de produtividade que podem chagar a 100% em alguns casos (Cota et al., 2021).
Figura 1. Redução do tamanho de espigas e problemas de polinização/granação em plantas afetadas por enfezamentos.
Tendo em vista que a cigarrinha é responsável pela transmissão dos enfezamentos, controlar esse vetor é a principal estratégia de manejo para conter o desenvolvimento dos enfezamentos. Ainda que distintas estratégias de manejo possam ser adotadas visando reduzir a incidência da cigarrinha e a proliferação dos enfezamentos, em escala comercial o controle químico prevalece como medida de controle para combater a cigarrinha.
Contudo, ainda não há nível de ação pré-definida para o controle químico da cigarrinha-do-milho, uma vez que a capacidade em transmitir os enfezamentos está condicionada a indivíduos infectados com os molicutes e não a densidade populacional da praga. Nesse sentido, o uso estratégico de inseticidas contribui para o aumento da acurácia no controle da cigarrinha-do-milho.
Uso estratégico de inseticidas
Para garantir maior eficiência no controle da cigarrinha-do-milho, algumas medidas de manejo são fundamentais para o uso estratégico dos inseticidas. Entre elas destacam-se o monitoramento da praga, a definição adequada do período de controle, o posicionamento dos ingredientes ativos mais eficazes, a rotação de princípios ativos e o correto intervalo entre as pulverizações.
Monitoramento
O monitoramento periódico das áreas de cultivo é determinante para o sucesso no manejo e controle da cigarrinha-do-milho. O monitoramento da praga é realizado, principalmente, com o uso de armadilhas adesivas responsáveis por capturar os insetos. Essas armadilhas devem ser instaladas antes mesmo da semeadura e acompanhadas periodicamente até o fim da fase crítica da cultura. De acordo com as recomendações técnicas, devem ser posicionadas a cerca de 50 metros da borda da lavoura e mantidas de 20 a 30 cm acima do dossel do milho (figura 2). As cartelas adesivas precisam ser substituídas semanalmente ou, preferencialmente, a cada três dias (Coleagro).
Figura 2. Armadilha adesiva (Yellow Trap) utilizada para o monitoramento da cigarrinha-do-milho.

Período crítico
Mesmo não havendo nível de ação pré-estabelecido para o controle da cigarrinha-do-milho, sabe-se que há um período no qual o potencial da praga em causar danos é maior. Esse período é conhecido como período crítico, e normalmente varia de VE a V5, podendo se estender até V8 em alguns casos (figura 3). Durante o período crítico, mesmo sem nível de ação pré-estabelecido, a presença da cigarrinha-do-milho já justifica seu controle, tendo em vista o elevado potencial dos enfezamentos em causar danos.
Figura 3. Período Crítico de controle da cigarrinha-do-milho.

Nesse contexto, inseticidas com foco no controle da cigarrinha-do-milho na pós-emergência da cultura devem ser posicionadas apenas durante o período crítico, quando o monitoramento indicar a presença da praga na lavoura. A adoção dessa estratégia permite um uso racional dos inseticidas, aumentando a eficácia no controle e reduzindo os danos em função do desenvolvimento dos enfezamentos.
Posicionamento de princípios ativos mais eficientes
Ao analisar a suscetibilidade da cigarrinha do milho a seis inseticidas (carbosulfan, metomil, acefato, bifentrina, acetamiprido e Imidacloprido), Machado et al. (2024) observaram que algumas populações da cigarrinha do milho (D. maidis), apresentam maior suscetibilidade a determinados inseticidas, o que aumenta a eficácia no controle da praga ao posicionar inseticidas mais eficientes. Conforme resultados observados pelos autores, a maioria das populações de cigarrinha apresenta alta suscetibilidade, com menor taxa de sobrevivência, aos inseticidas metomil, carbosulfan e acefato, exceto uma população da Bahia, que demonstra menor suscetibilidade ao metomil.
Em contrapartida, todas as populações avaliadas exibiram suscetibilidade reduzida à bifentrina, ao acetamiprido e ao imidacloprido.(Machado et al., 2024). Esses resultados comprovam que o posicionamento do inseticida quando ao principio ativo é uma das formas de aumentar a eficiência no controle da cigarrinha-do-milho, reduzindo consequentemente o impacto dos enfezamentos no milho.
Rotação de princípio ativos
Mesmo usando o posicionamento de princípios ativos de maior performance como estratégia no controle químico da cigarrinha-do-milho, é fundamental atentar para o manejo da resistência da praga aos inseticidas. O uso frequente de inseticidas de mesmo mecanismo de ação e/ou princípio ativo é desaconselhado, principalmente o uso consecutivo, mesmo se tratando de inseticidas de elevada efetividade.
O uso consecutivo e frequente de inseticidas similares acelera a seleção de indivíduos resistentes, desencadeando o surgimento de novos casos de resistência da praga a inseticidas. Com isso em vista, a alternância entre inseticidas é crucial não só para a manutenção da efetividade dos inseticidas disponíveis no mercado, como também para o controle eficaz das populações da cigarrinha.
Inseticidas alternativos aos inseticidas de contato, a exemplo dos inseticidas fisiológicos como o Fiera®, podem contribuir para a supressão das populações da cigarrinha-do-milho e ainda para o manejo da resistência da praga a inseticidas. O Fiera® é um inseticida seletivo e regulador de crescimento de insetos, que atua principalmente no controle de ninfas da cigarrinha-do-milho. Pesquisas demonstram um efeito positivo significativo da Buprofezina (Fiera®) no controle das cigarrinhas, além da influência da molécula na fertilidade da praga, reduzindo a quantidade e a viabilidade dos ovos depositados (Sipcam Nichino, s. d.).
Intervalo residual
Considerando que a cigarrinha-do-milho apresenta um ciclo de ovo a adulto relativamente curto (de 15 dias a 27 dias), e uma alta prolificidade, com capacidade de oviposição de 400 a 600 ovos por fêmea (Ávila et al., 2022), a renovação dos fluxos da praga é intensa, tornando necessário curtos intervalos de reentrada para pulverização durante o período crítico de controle da cigarrinha.
Mesmo optando por inseticidas de maior performance e residualidade, normalmenteo intervalo entre aplicações de inseticidas durante a fase crítica de controle da cigarrinha é de 5 a 7 dias. Logo, o uso estratégico de inseticidas, considerando os aspectos observados anteriormente, é essencial para assegurar a boa produtividade do milho e a menor interferência dos enfezamentos sobre a cultura. Vale destacar que, se tratando de híbridos de milho com maior tolerância, os cuidados devem ser ainda maiores, redobrando a atenção com o monitoramento da praga, especialmente durante o período crítico de controle.
Referências:
ÁVILA, C. J. et al. DESAFIOS AO MANEJO DE ENFEZAMENTOS E VIROSES NA CULTURA DO MILHO. Embrapa Agropecuária Oeste, Documentos, n. 149, 2022. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1152076/1/DOC-149-2022-ONLINE-1.pdf >, acesso em: 01/10/2025.
GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ. Adapar instala armadilhas para capturar cigarrinhas do milho e ampliar estudo sobre doença. Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, 2022. Disponível em: < https://www.agricultura.pr.gov.br/Noticia/Adapar-instala-armadilhas-para-capturar-cigarrinhas-do-milho-e-ampliar-estudo-sobre-doenca >, acesso em: 01/10/2022.
MACHADO, E. P. IS INSECTICIDE RESISTANCE A FACTOR CONTRIBUTINGTO THE INCREASING PROBLEMS WITH Dalbulus maidis (Hemiptera: Cicadellidae) IN BRAZIL? Society of Chemical Industry, 2024. Disponível em: < https://scijournals.onlinelibrary.wiley.com/doi/epdf/10.1002/ps.8237?domain=author&token=EFNPXSEM4KUXHHESVXEG >, acesso em: 01/10/2025.
MANEJO DA CIGARRINHA E ENFEZAMENTOS NA CULTURA DO MILHO. Embrapa Milho e Sorgo, 2021. Disponível em: < https://www.embrapa.br/en/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1130346/manejo-da-cigarrinha-e-enfezamentos-na-cultura-do-milho >, acesso em: 01/10/2025.
SIPCAM NICHINO. INOVAÇÃO NO CONTROLE DA CIGARRINHA-DO-MILHO: NOVO INSETICIDA DEMONSTRA ALTA EFICÁCIA. Sipcam Nichino Brasil, s.d. Disponível em: < https://www.sipcamnichino.com.br/post/inova%C3%A7%C3%A3o-no-controle-da-cigarrinha-do-milho-novo-inseticida-demonstra-alta-efic%C3%A1cia >, acesso em: 01/10/2025.

Sustentabilidade
Trigo fecha em baixa em Chicago com dólar forte e perspectiva de ampla oferta global – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta quinta-feira (18) em baixa, pressionada pela valorização do dólar e pelas perspectivas de ampla oferta global. Ainda assim, o contrato julho acumulou ganho de 3,24% na semana.
O mercado foi pressionado pela valorização do dólar frente às principais moedas e pelas perspectivas de ampla oferta global de trigo. O índice do dólar atingiu o maior nível em um ano após a reunião de política monetária do Federal Reserve reforçar as expectativas de elevação dos juros nos Estados Unidos.
A valorização da moeda norte-americana reduziu a competitividade do trigo dos Estados Unidos no mercado internacional, tornando o cereal mais caro para os compradores externos. Também pesou sobre as cotações a expectativa de uma grande safra na Rússia, principal exportadora mundial de trigo.
Operadores também ajustaram posições antes do feriado de Juneteenth nos Estados Unidos, que manterá os mercados de Chicago fechados nesta sexta-feira (19). Além disso, a queda do petróleo contribuiu para o movimento negativo observado ao longo da sessão.
O cenário de ampla disponibilidade global continuou limitando o impacto positivo da demanda observada recentemente em licitações internacionais. A agência estatal de grãos da Argélia (OAIC) comprou mais de 800 mil toneladas de trigo de moagem em uma licitação internacional encerrada nesta quarta-feira (18), segundo traders europeus.
As vendas líquidas norte-americanas de trigo para a temporada comercial 2026/27, iniciada em 1º de junho, somaram 400.800 toneladas na semana encerrada em 11 de junho, conforme dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O principal destino foi o Japão, com 167.400 toneladas. Para a temporada 2027/28, foram registradas vendas adicionais de 26.900 toneladas. O volume ficou dentro da faixa esperada pelo mercado, de 300 mil a 650 mil toneladas considerando as duas temporadas.
Os contratos com entrega em julho fecharam cotados a US$ 6,05 3/4 por bushel, com baixa de 7,00 centavos de dólar, ou 1,14%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em setembro encerraram a US$ 6,14 por bushel, com queda de 7,25 centavos de dólar, ou 1,16%.
Fonte: Agência Safras
Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)
Site: Agência Safras
Sustentabilidade
Sem Chicago, mercado de soja encerra semana travado; saiba como ficaram os preços

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana sem movimentações relevantes. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, a ausência de negociações na Bolsa de Chicago impediu uma formação mais efetiva dos preços ao longo desta sexta-feira. Segundo ele, as cotações observadas foram basicamente nominais, servindo apenas como referência para os agentes do mercado.
Silveira destaca que não houve registro de negociações expressivas ou de grandes lotes ao longo do dia. “A semana fechou sem volumes importantes rodando”, resume.
Cotações de soja
- Passo Fundo (RS): manteve em R$ 127,00
- Santa Rosa (RS): manteve em R$ 128,00
- Cascavel (PR): manteve em R$ 121,50
- Rondonópolis (MT): manteve em R$ 113,00
- Dourados (MS): manteve em R$ 115,00
- Rio Verde (GO): manteve em R$ 116,00
- Paranaguá (PR): manteve em R$ 132,50
- Rio Grande (RS): manteve em R$ 134,00
Câmbio
No câmbio, o dólar comercial encerrou a sessão com queda de 0,19%, cotado a R$ 5,1640 para venda e a R$ 5,1620 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana variou entre R$ 5,1325 e R$ 5,1685. Apesar da baixa desta sexta-feira, a divisa acumulou valorização de 2,08% na semana.2,08% na semana.
O post Sem Chicago, mercado de soja encerra semana travado; saiba como ficaram os preços apareceu primeiro em Canal Rural.
Sustentabilidade
Ceema/Unijuí: Mercado da soja opera entre a volatilidade externa e o avanço da safra americana – MAIS SOJA

Em Chicago, as cotações da soja, após despencarem a partir do dia 02/06, quando o bushel chegou a US$ 11,13 nos dias 09 e 12 (a mais baixa cotação desde o dia 09/02/26), ensaiaram uma recuperação nesta semana, com o bushel alcançando US$ 11,32 no dia 17/06, para o primeiro mês cotado. Já o fechamento desta quinta-feira (18) ficou em US$ 11,22/bushel, contra US$ 11,15 uma semana antes.
Além da possibilidade de um acordo de cessar-fogo na guerra do Oriente Médio, o mercado esteve pressionado pelo clima positivo nos EUA, para a nova safra, e de olho nos juros daquele país. A manutenção do juro básico em 3,5% a 3,75% aa por lá leva muitos investidores, que esperavam um aumento nos mesmos, a buscarem comprar contratos de commodities, dentre eles o de soja, o que faz o bushel subir de valor.
Além disso, houve rumores de que a China estaria para comprar soja dos EUA, novamente. Lembrando, ainda, que no dia 30/06 teremos o relatório de área final semeada nos EUA, o que poderá definir a tendência das cotações para julho. Por outro lado, o plantio da soja nos EUA, até o dia 14/06, atingia a 95% da área prevista, contra 93% na média. Do total semeado, 88% das lavouras estavam germinadas. Soma-se a isso o fato de que a qualidade das lavouras melhorou na semana, com 66% das mesmas estando entre boas a excelentes, após recuarem para 65% na semana anterior. Outros 28% das lavouras estavam regulares e 6% ruins ou muito ruins.
Dito isso, na semana encerrada em 11 de junho, os EUA embarcaram 522.687 toneladas de soja, ficando dentro das expectativas do mercado. Em todo o atual ano comercial o volume embarcado totaliza 36,6 milhões de toneladas, ainda 20% a menos do que no mesmo período do ano anterior.
Já a Associação Nacional dos Processadores de Oleaginosas dos EUA informou que o esmagamento de soja no país, em maio, atingiu a 5,68 milhões de toneladas da oleaginosa, enquanto a projeção do mercado era de 5,77 milhões. Apesar de ficar abaixo do esperado, o volume é 8% maior do que no mesmo mês de 2025. Enquanto isso, os estoques de óleo de soja nos Estados Unidos estavam em 1,74 bilhão de libras, sendo 26% maiores do que um ano atrás.
Por sua vez, o acordo entre os EUA e o Irã para o término da guerra, que parece finalmente se consolidar, é positivo para os mercados e a economia mundial. Se ele for mantido, o mercado terá mais estabilidade a partir de agora, embora possa haver recuo nos valores da soja devido ao recuo nos preços do óleo de soja em Chicago, puxados pelo recuo nas cotações mundiais do petróleo. Tanto é verdade que o fechamento do óleo de soja, em Chicago, no dia 18/06, ficou em 69,69 centavos de dólar por librapeso, rompendo o piso dos 70,00 centavos pela primeira vez desde o dia 20 de abril passado. Todavia, por enquanto, a volatilidade do mercado não foi totalmente eliminada, pois há dúvidas quanto a eficácia do acordo.
Soma-se a isso as especulações climáticas sobre a safra dos EUA, pois as tendências indicariam, para julho, um clima um pouco mais seco nas regiões produtoras de soja daquele país. Enfim, no Brasil o mercado se mantém estável, com o câmbio girando entre R$ 5,05 e R$ 5,15 por dólar durante a semana. Assim, os preços, nas principais praças gaúchas, ficaram em R$ 114,00/saco, enquanto nas demais praças nacionais os mesmos giraram entre R$ 102,00 e R$ 114,00/saco.
Dito isso, a Conab, em seu boletim mensal de junho, trouxe a safra brasileira de 2025/26 para 180,2 milhões de toneladas, contra 171,5 milhões um ano antes. Isso representa um aumento de 5,1%. O Rio Grande do Sul, às voltas com nova estiagem, acabou colhendo 18,6 milhões de toneladas, contra 16,6 milhões no ano anterior, destacando que outras entidades gaúchas (Emater e iniciativa privada) avançam pouco mais de 13 milhões de toneladas colhidas no ano anterior. Segundo, ainda, a Conab, a produtividade média brasileira ficou em 61,9 sacos/hectare em 2025/26, enquanto a gaúcha atingiu a apenas 46,2 sacos.
Enfim, a exportação brasileira total de soja, em junho, está estimada em 15,3 milhões de toneladas segundo a Anec. Se confirmados, tais embarques cresceriam 1,5 milhão de toneladas em relação a junho do ano anterior.

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹
1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).

Agro Mato Grosso17 horas agoIpiranga do Norte (MT) sediará a Abertura Nacional do Plantio da Soja 2026/27
Business16 horas agoA trajetória que transformou a Fazenda Dois Irmãos em referência no milho
Agro Mato Grosso17 horas agoAprosoja MT alerta para impactos da MP 1.343 sobre logística e competitividade
Agro Mato Grosso18 horas agoVÍDEO: centenas de araras com as cores do Brasil se ‘hospedam’ em hotel de MT
Featured15 horas agoÁguas Cuiabá inicia seleção de estagiários com benefícios e bolsa
Business17 horas agoDia de Campo em Barbosa Ferraz apresenta tecnologias para milho silagem
Sustentabilidade17 horas agoSoja/RS: Segundo Emater, colheita está tecnicamente encerrada no Estado – MAIS SOJA
Sustentabilidade21 horas agoSafras & Mercado estima queda de 27% na produção de trigo da Argentina em 2026/27 – MAIS SOJA















