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3 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Análise mensal do mercado do trigo – MAIS SOJA

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A produção mundial de trigo deve crescer 3,5% e atingir volume recorde de 828,89 milhões de toneladas na safra 2025/26, segundo apontam dados divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) em novembro. O consumo na temporada 2025/26 está previsto para somar 818,9 milhões de toneladas, ligeiramente menor que a oferta e com aumento de 1,1% em relação à safra anterior. A relação estoque final sobre o consumo deve ir para 33,1%, contra 32,3% na temporada passada.

Destaca-se o avanço de 6,5% nas transações mundiais, para 217,66 milhões de toneladas, o que equivale a 26,3% da produção mundial. Esperam-se maiores importações em 21 dos 25 maiores demandantes do mundo. As exportações devem crescer para a Rússia, a União Europeia, a Austrália, a Argentina e os Estados Unidos. Na Argentina, a maior fornecedora do cereal ao Brasil, dados divulgados em 27 de novembro pela Bolsa de Cereales indicam que, com 33,9% da área colhida até a data, a produção foi revisada para cima, para 25,5 milhões de toneladas. Esse volume se torna um novo recorde, ultrapassando o até então maior volume, de 22,4 milhões de toneladas, registrado na temporada 2021/22. Com isso, o setor brasileiro está bastante atento ao andamento da colheita de trigo da safra da Argentina.

Esse cenário evidencia ampla oferta externa e possibilidade de o Brasil importar maiores volumes da Argentina, fatores que devem pesar sobre os preços nacionais. Além do cenário de safra volumosa na Argentina e no mundo, a desvalorização do dólar frente ao Real reforçou o movimento de queda nos preços do trigo no mercado brasileiro. Em novembro, a média mensal no Rio Grande do Sul foi de R$ 1.044,82/t, recuo de 8,2% frente a outubro/25, baixa de 17,1% em relação a novembro/24 e a menor desde fevereiro/18 – todas as comparações são em termos reais (valores deflacionados pelo IGPDI). No Paraná, a média foi de R$ 1.196,69/t em novembro, com baixa mensal de 1,6% e anual de 15,9% e a menor desde outubro/23. Já em São Paulo, a média foi de R$ 1.202,63/t, alta de 3,5% frente à de outubro, mas queda de 23,8% em um ano. Em Santa Catarina, a média foi de R$ 1.206,29/t, retrações de 4,5% no mês e de 15,1% em um ano e o menor patamar desde abril/18. O dólar teve média de R$ 5,339 em novembro, 0,9% abaixo da de outubro/25.

OFERTA E DEMANDA BRASILEIRA – Em relatório divulgado em novembro, a Conab projetou a produção nacional em 7,7 milhões de toneladas para 2025, sendo 2,6% abaixo da colheita de 2024. Porém, ao se considerar os estoques iniciais (de agosto/25) e as importações (de 6,7 milhões de toneladas entre agosto/25 e julho/26), a disponibilidade interna fica em 15,8 milhões de toneladas, volume 3,5% maior que o registrado no mesmo período da safra anterior(15,2 milhões de toneladas). Deste total, a Conab estima que, entre agosto/25 e julho/26, 11,81 milhões de toneladas sejam consumidas internamente e que 2,04 milhões sejam exportadas. Com isso, o estoque em julho/26 equivaleria a 16,2% do consumo, contra 11,6% estimado no ano atual.

LEILÕES CONAB – Os valores pagos aos produtores de trigo estão bem abaixo do preço mínimo da política de garantia do governo, o que abre espaço para a intervenção federal, visando apoiar a comercialização e assegurar a remuneração mínima aos agricultores. A Conab divulgou a liberação de R$ 67 milhões para apoiar o escoamento de 250 mil toneladas de trigo do Paraná e do Rio Grande do Sul. Ainda não há editais oficiais, mas a sinalização é de que sejam lançados, preferencialmente, leilões do Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro) e do Prêmio de Escoamento do Produto (PEP). Em ambos os casos, o objetivo é transferir o produto das regiões produtoras para outras praças, reduzindo a oferta local e contribuindo para sustentar os preços no mercado físico.

COLHEITA NO BRASIL – Segundo a Conab, até 29 de novembro, 95,1% da área cultivada no País havia sido colhida. No Rio Grande do Sul, 94% da área foi colhida; no Paraná, 99%; e em Santa Catarina, 62,6%.

DERIVADOS DE TRIGO – Os preços das farinhas seguem em queda, influenciados sobretudo pelas baixas do trigo em grão. De outubro para novembro, as cotações médias das farinhas caíram 1,3% (massas em geral), 1,57% (panificação), 2,7% (bolacha doce), 2,1% (bolacha salgada), 0,19% (farinha integral) e 1,4% (pré-mistura) e subiu ligeiro 0,29% (massas frescas). Já para os farelos, a maior demanda pelo a granel deu certo suporte aos preços em novembro. A média do farelo a granel avançou 1%, enquanto a do ensacado caiu 0,9%.

MERCADO EXTERNO – Os preços internacionais encerraram novembro em alta, impulsionados pela desvalorização do dólar frente às principais moedas, o que tende a aumentar a competitividade das commodities dos Estados Unidos. Em novembro, o primeiro vencimento do Soft Red Winter teve média de US$ 5,3545/bushel (US$ 196,74/t), 4,8% acima da de outubro/25, mas 3% abaixo da de novembro/24. Para o Hard Winter, a média foi de US$ 5,2159/bushel (US$ 191,65/t), avanço de 4,8% no mês, mas queda de 5,8% em um ano. Na Argentina, a média mensal de novembro para os preços FOB do Ministério da Economia foi de US$ 212,94/t, 2,5% abaixo da de outubro e 5,5% inferior à de novembro/24, sendo, ainda, a menor/maior desde dezembro/19.

Confira o Agromensal novembro/2025 da Soja completo, clicando aqui!

Fonte: CEPEA



 

FONTE

Autor:AGROMENSAIS NOVEMBRO/2025

Site: CEPEA

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Agro Mato Grosso

Syngenta destaca tecnologias para manejo de plantas daninhas

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Novos herbicidas serão apresentados durante o Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas

A Syngenta participa do XXXIV Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas (CBCPD), que acontece de 3 a 6 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR). Para sustentar sua posição de liderança no mercado de proteção de cultivos, a companhia preparou uma agenda robusta para o evento, apresentando ao setor duas grandes tecnologias em herbicidas: Crestivo e Virestina technology, novidades que devem chegar ao mercado brasileiro em breve para apoiar os agricultores em culturas como cana-de-açúcar, soja, algodão, milho e trigo.

O evento, que deve reunir cerca de 1.200 participantes entre pesquisadores, consultores e profissionais da cadeia do agro, será o palco para a Syngenta debater o avanço das espécies emergentes de plantas daninhas e novas moléculas.

A Syngenta destaca duas novas tecnologias de herbicidas: Crestivo, direcionada ao manejo em cana-de-açúcar com amplo espectro, flexibilidade e longo período residual no controle de plantas daninhas, e Virestina technology, novo grupo químico focado no combate a gramíneas que apresentam resistência a herbicidas convencionais nas culturas da soja e algodão. Ambas as soluções estão em fase de registro.

“A evolução das plantas daninhas e o avanço dos casos de resistência exigem conhecimento técnico, inovação e estratégias cada vez mais precisas. O Congresso cria um ambiente importante para discutir esses desafios diretamente com os elos estratégicos do setor, apresentando tecnologias que constroem um manejo muito mais eficiente”, destaca Murilo Borges, Gerente de Herbicidas da Syngenta.

Corrida da Inovação

Antes do início dos debates, a Syngenta realiza a Corrida da Inovação no dia 2 de agosto (domingo), às 17h, no Complexo Turístico de Itaipu. O evento une esporte e ciência por meio de três modalidades inspiradas em termos do campo: corridas de 5km e 10km e caminhada de 5km.

“As corridas exigem velocidade e alta performance – e no campo não é diferente. Crestivo e Virestina technology chegam juntos para ditar o ritmo do manejo de plantas daninhas”, destaca Rafael Berta, Gerente de Marketing de Produto para a área de Herbicidas da Syngenta.

Programação técnica: painéis debatem futuro do manejo

Os especialistas das áreas de Marketing, Pesquisa e Desenvolvimento (R&D) e Desenvolvimento Técnico de Mercado (DTM) da Syngenta comandarão cinco apresentações estratégicas ao longo da agenda oficial do congresso. No dia 4 de agosto, Lucas Mialick e Rafael Berta debatem o futuro do mercado de herbicidas no Auditório Principal, enquanto Dieimission Paulo Almeida apresenta soluções para o controle de capim-andropogon no Auditório 3.

Na sequência, no dia 5 de agosto, o Auditório Principal recebe Wendy Colombo e Murilo Borges para detalhar Virestina technology contra gramíneas resistentes, além de Rodrigo Angarten, que aborda as tendências globais em formulações. Os debates técnicos da companhia serão encerrados também no dia 5, com Rodrigo Dourado analisando os mecanismos de tolerância da vassourinha-de-botão no Auditório 2.

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Cotações recuam no fim de julho; médias são as maiores de 2026 – MAIS SOJA

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Após fortes altas registradas ao longo de julho, os preços da soja voltaram a cair no encerramento do mês. Segundo pesquisadores do Cepea, a redução das cotas disponíveis nos principais portos brasileiros para embarques em agosto elevou a oferta no mercado spot nacional e pressionou as cotações.

Além disso, de acordo com o Centro de Pesquisas, muitos consumidores haviam antecipado as aquisições nas semanas anteriores e se mantiveram afastados de negociações envolvendo grandes volumes. A melhora das perspectivas para a safra norte-americana, devido ao clima mais favorável, e a desvalorização do petróleo reforçaram a queda das cotações.

Apesar do recuo no fim de julho, os preços domésticos acumularam ganhos expressivos no mês, com as médias mensais dos Indicadores CEPEA/ESALQ – Paranaguá e CEPEA/ESALQ – Paraná atingindo os maiores patamares de 2026, em termos reais.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Agro Mato Grosso

Syngenta promove profissionais à gerência de marketing

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Júlia Loss Ribas e Bruno Provedel Fernandes assumem funções de Marketing Execução no Paraná e em Mato Grosso

A Syngenta realizou mudanças na área de marketing. Júlia Loss Ribas recebeu promoção para o cargo de gerente de Marketing Execução em Londrina, Paraná. Bruno Provedel Fernandes assumiu a mesma função em Primavera do Leste, Mato Grosso.

Júlia ingressou na Syngenta em junho de 2022 como assistente técnica de vendas, por meio da Unicampo, em Cruz Alta, Rio Grande do Sul. Em agosto de 2023, passou a atuar em Field Marketing Agrícola, em Londrina. Permaneceu na posição até agosto de 2026.

Antes da Syngenta, trabalhou como agente geradora de demanda na ICL América do Sul. Também realizou estágio na Cotrijal Cooperativa Agropecuária e Industrial.

Júlia possui formação em Agronomia pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, campus Sertão.

Fernandes atua na Syngenta desde 2016. Iniciou a trajetória como estagiário de Inteligência de Mercado em Londrina. Depois, ocupou posições na área de Acesso ao Mercado, entre elas analista júnior, analista sênior, coordenador e coordenador sênior para o Brasil.

Antes da nova função, trabalhou como coordenador sênior de Acesso ao Mercado Brasil entre fevereiro de 2024 e agosto de 2026. Fernandes possui graduação em Economia pela Universidade Estadual de Londrina e pós-graduação em Negócios e Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing.

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