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Vai chover em novembro, mas parte do Brasil segue no ‘sufoco’; saiba onde a chuva ainda demora

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A previsão do tempo para as principais áreas produtoras de soja do país indica boas condições de umidade no Sul, em São Paulo e no sul de Minas Gerais, enquanto a situação segue irregular no Centro-Oeste e em áreas do Matopiba.

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De acordo com o mapa de umidade do solo, o cenário é favorável no Sul, mas ainda há deficiência hídrica em partes de Mato Grosso, Goiás e do Matopiba, onde a chuva tem ocorrido de forma localizada.

Nos próximos cinco dias, a tendência é de chuvas entre 30 e 50 milímetros em áreas de Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e no sul da Bahia, o que deve melhorar gradualmente a umidade do solo nessas

Primavera do Leste (MT)

Em Primavera do Leste (MT), uma das regiões importantes na produção de soja, as chuvas voltaram a se intensificar. No acumulado dos últimos 30 dias, os volumes já superam 200 milímetros, sinalizando o retorno do período chuvoso agrícola, com expectativa de acúmulos semanais de cerca de 50 mm daqui em diante.

13 a 17 de novembro

Entre os dias 13 e 17 de novembro, as chuvas devem persistir sobre o Centro-Oeste e Sudeste, mas sem grande avanço para o Matopiba.

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Na região de Unaí (MG), no noroeste do estado, a previsão indica 30 a 40 mm de chuva acumulada nos próximos dias, com tempo firme entre 11 e 15 de novembro. As precipitações devem retornar na virada da quinzena, levando o acumulado mensal a 200 a 250 mm.

Fim do mês

Para o último período do mês, a tendência é de chuvas mais abrangentes, com avanço das precipitações sobre o Matopiba e norte de Minas Gerais. Os acumulados podem ultrapassar 80 mm em cinco dias, indicando que os produtores da região devem começar a receber chuvas mais volumosas na segunda metade de novembro.

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Pivetta afirma que limitará gastos com eventos festivos em MT

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Otaviano Pivetta disse que seria contrassenso destinar dinheiro para shows tendo pessoas com necessidade de hospitais

O governador Otaviano Pivetta voltou a afirmar que restringirá o gasto com festas e shows enquanto não houve resultados melhores em serviços públicos básicos, como a saúde. Já haveria um acordo entre o governo e os deputados estaduais inclusive para limitar o envio de emendas parlamentares a eventos festivos. 

“Nós não podemos gastar dinheiro com festa se nós temos gente na nossa cidade precisando de atendimento hospitalar e nós não estamos atendendo”, disse ele em cerimônia no Palácio Paiaguás, ontem (23). 

Com a presença de vários prefeitos na cerimônia, Pivetta cobrou a participação das prefeituras na contenção de gastos com festas e celebrações em contraste com a prestação de serviços em saúde e segurança pública ruins. Ele disse que Estado e municípios devem ser parceiros na promoção do bem-estar. 

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“Eu já estou convidando os municípios para pensar sobre isso, o município que não estiver cuidando do seu povo de maneira a resolver os problemas de saúde junto com nós, o Estado não vai investir em [eventos festivos]”, comentou. 

O governador dissera na semana passada, ao explicar a mudança na lei que desobriga a autorização do Estado com shows e festas, que os Poderes assinarão um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para limitar os gastos. 

Segundo ele, os deputados estaduais estariam dispostos a criar uma regra específica para o uso das emendas parlamentares nisso. Eles limitariam a 10% do valor global a que têm direito em emendas para celebrações financiadas com dinheiro público. 

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Agro Mato Grosso

Megaoperação contra garimpo na Terra Indígena Sararé destrói maquinários e acampamentos MT

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Uma megaoperação do governo federal na Terra Indígena Sararé, em Mato Grosso, causou prejuízo estimado em mais de R$ 42 milhões ao garimpo ilegal na região, segundo balanço divulgadonesta quinta-feira (23). A ação teve início em 25 de março e segue em andamento.

Segundo o governo, entre os dias 4 e 11 de abril foram realizadas 144 ações de fiscalização e repressão, que resultaram na inutilização de equipamentos e na destruição de estruturas usadas na atividade ilegal. Durante o período, foram destruídas duas escavadeiras hidráulicas, avaliadas em cerca de R$ 1 milhão cada, consideradas essenciais para o funcionamento garimpo.

A operação também resultou na destruição ou apreensão dos seguintes itens:

  • 🏕️42 acampamentos
  • 💥102 motores
  • ⛺36 geradores
  • 🪨102 motores
  • 🪫36 geradores
  • ⛽150 litros de gasolina
  • ⛽14 mil litros de diesel
  • 🚜17 maquinários leves
  • 🚰490 metros de mangueiras de sucção
  • 💣40 quilos de explosivos

Terra Indígena Sararé

A Terra Indígena Sararé abriga cerca de 201 indígenas do povo Nambikwara, distribuídos em sete aldeias, e se estende por áreas dos municípios de Conquista D’Oeste, Nova Lacerda e Vila Bela da Santíssima Trindade. Do total de 67 mil hectares do território, aproximadamente 4,2 mil hectares já foram impactados pelo garimpo ilegal, segundo dados do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), órgão vinculado ao Ministério da Defesa.

Sararé se tornou o território com o maior número de alertas de garimpo ilegal no Brasil, com 1.814 registros, segundo monitoramento do Ibama, segundo dados divulgados pela Operação Amazônia Nativa (Opan). O boletim destaca impactos ambientais significativos, como a contaminação de corpos d’água, entre eles o córrego Água Suja e o rio Sararé, com rejeitos de mineração, mercúrio e cianeto. O documento aponta ainda a degradação dos cursos d’água, incluindo a alteração e remoção do leito original de trechos do córrego.

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Além dos danos ambientais, o levantamento registra o aumento da violência na região, com a presença de facções criminosas e relatos de tiros, ameaças de morte e ataques a aldeias. Segundo o boletim, o cenário expõe a comunidade a risco de danos irreparáveis, caracterizando uma violência estrutural e sistemática.

Cenários que podem ser comprovados pelas diversas operações realizadas na região, que por ser próxima da fronteira com a Bolívia, a área se tornou uma das rotas mais usadas para o tráfico de drogas, segundo a Polícia Civil apartir de 2022, grupos criminosos se infiltraram na região e, em 2024, entraram no garimpo.

Um levantamento divulgado pela Operação Amazônia Nativa (Opan), nesta quarta-feira (22), aponta que 93% das terras indígenas mato-grossenses estão sob pressão da mineração.

Facção entra em garimpo ilegal, que não para de avançar sobre terra indígena em Mato Grosso

Facção entra em garimpo ilegal, que não para de avançar sobre terra indígena em Mato Grosso

Histórico de devastação

A Sararé liderou, em 2024, o ranking das terras indígenas mais desmatadas da Amazônia Legal. Entre 2021 e 2024, o desmatamento associado à área cresceu 729%. Os dados constam do relatório Cartografias da Violência na Amazônia 2025, divulgado em novembro de 2025, que analisou nove estados da região.

De acordo com o levantamento, o principal fator associado à devastação é a expansão do garimpo ilegal. O relatório identificou a presença de garimpos ativos dentro da TI Sararé, com o uso de escavadeiras hidráulicas, balsas e bombas de sucção.

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Agro Mato Grosso

Jovem de 20 anos morre atropelado por carreta em avenida de MT

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Um jovem identificado como Wéslyns Rodrigues da Cunha, de 20 anos, morreu em grave acidente de moto na noite desta quinta-feira (23), na Avenida Dr. Paraná, em frente à rotatória da Univag, em Várzea Grande. O irmão dele, que estava na garupa da motocicleta, ficou ferido.

Informações preliminares apontam que jovem seguia pela via quando tentou passar entre uma carreta e um veículo Jeep Renegade.

Durante a manobra, ele se desequilibrou, colidiu com o carro e caiu na pista. Na sequência, uma carreta acabou passando sobre a cabeça do motociclista.

Wéslyns utilizava capacete, mas não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

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O irmão que estava na garupa foi atendido pelo Samu e encaminhado para uma unidade de saúde. A dinâmica exata do acidente deve ser apurada pelas autoridades.

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Agro MT