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28 de julho de 2026

Sustentabilidade

Arroz/RS: Semeadura avança de forma gradativa, acompanhando as condições de umidade do solo – MAIS SOJA

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A semeadura avança de forma gradativa em conformidade com as condições de umidade do solo e com o cronograma operacional das lavouras. As chuvas do período restabeleceram a umidade em algumas regiões, permitindo a retomada dos trabalhos de preparo, de nivelamento e de implantação. Em áreas onde os volumes foram mais expressivos, observa-se bom andamento da germinação e emergência, sobretudo nos sistemas de semeadura pré-germinada.

O percentual médio de área já implantada é considerado satisfatório para o período: entre 40% e 60% nas principais regiões produtoras, e mais de 90% nas lavouras mais adiantadas. Em geral, os cultivos estabelecidos apresentam desenvolvimento adequado, estandes uniformes e plantas vigorosas, compatível com a época do ciclo.

Nas áreas onde a semeadura atrasou devido ao excesso de umidade ou à permanência de solos saturados, o plantio deve se estender até o final de novembro e início de dezembro.

Em algumas lavouras, tem sido utilizada baixa adubação de base em função da restrição de crédito e do esforço de priorizar apenas tratos essenciais, o que poderá refletir em menor potencial produtivo futuro.

A área a ser cultivada está estimada em 920.081 hectares (IRGA). A produtividade está estimada pela Emater/RS-Ascar em 8.752 kg/ha.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, na Fronteira Oeste, as chuvas de volumes medianos favoreceram a continuidade dos trabalhos de semeadura. Em Itaqui, o plantio atingiu 64% dos 64.125 hectares previstos; em Maçambará, 70% de 19.000 hectares estimados; em São Borja, apenas 32% dos 33.900 hectares implantados, situação agravada pelo atraso no preparo do solo e pela necessidade de retomar os trabalhos em períodos mais secos. Em São Gabriel, em razão da limitação de recursos, os rizicultores priorizam o tratamento de sementes com fungicidas e inseticidas e restringem o uso de protetores contra a fitotoxicidade de herbicidas. Na região da Campanha, em Aceguá, observa-se dificuldade na germinação em áreas semeadas sob solo seco. Apesar da boa capacidade hídrica dos reservatórios, a previsão de ocorrência do fenômeno La Niña gera preocupação quanto à disponibilidade de água para a irrigação nas fases subsequentes do ciclo.

Na de Pelotas, a semeadura alcança 93%. Nas lavouras em fase vegetativa, o desenvolvimento é considerado normal, e não há ocorrências fitossanitárias relevantes. As precipitações do período, em volumes médios de 20 mm, restabeleceram a umidade do solo e permitiram a execução de práticas complementares, como o nivelamento, a formação de taipas e a manutenção de estradas e acessos.

Na de Santa Maria, o plantio ultrapassa 50% da área total. Em Cacequi, foram semeados 8 mil hectares dos 12 mil previstos e, em São João do Polêsine, as lavouras de sistema pré-germinado se encontram totalmente implantadas. As lavouras apresentam bom estabelecimento, e o manejo de água nas áreas já irrigadas segue dentro da normalidade.

Na de Santa Rosa, a recorrência das chuvas tem dificultado a sistematização e a implantação das lavouras, resultando em atrasos localizados nas operações de campo. As atividades de drenagem e de preparo dos quadros de cultivo estão em andamento, e as áreas semeadas se encontram predominantemente nas fases iniciais de germinação e emergência.

Na de Soledade, as precipitações da última semana desaceleraram temporariamente as operações, que foram retomadas no final do período, permitindo a normalização do ritmo de semeadura. A área implantada alcança 43% do total previsto. As lavouras conduzidas pelo sistema de semeadura pré-germinada apresentam bom estabelecimento e vigor inicial, e as áreas com semeadura em solo seco mostram germinação uniforme e adequado estande de plantas. Prossegue a dessecação de áreas destinadas a semeaduras tardias, previstas até o final de novembro, conforme a recomendação do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), que estabelece janela de plantio entre setembro e dezembro, dependendo do grupo de cultivares adotado.

Comercialização (saca de 60 quilos)

O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, reduziu 1,41 %, quando comparado à semana anterior, passando de R$ 57,45 para R$ 56,64.

Confira o Informativo Conjuntural n° 1992 completo, clicando aqui!

Fonte: Emater RS



 

FONTE

Autor:Informativo Conjuntural 1892

Site: Emater RS

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Sustentabilidade

Abiove eleva projeção de processamento de soja para recorde de 63,3 milhões de toneladas em 2026

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Foto: Paulo Lanzetta/Embrapa

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) elevou a projeção de processamento de soja no Brasil em 2026 de 63 milhões para 63,3 milhões de toneladas. A revisão foi divulgada nesta terça-feira (28), em São Paulo. Se confirmada, a marca representará novo recorde para o esmagamento da oleaginosa no país.

A nova estimativa representa alta de 0,5% em relação à projeção anterior, divulgada em junho. A Abiove também revisou para cima a produção de farelo de soja, de 48,6 milhões para 48,7 milhões de toneladas, avanço de 0,2%. No óleo de soja, a previsão passou de 12,65 milhões para 12,75 milhões de toneladas, aumento de 0,8%.

Segundo a entidade, os dados mensais reforçam o ritmo da indústria. Em maio, o processamento de soja somou 5,23 milhões de toneladas, volume 2,7% superior ao de abril e 5,4% acima do registrado em maio de 2025, considerando o ajuste pelo porcentual da amostra. No acumulado de janeiro a maio, o total processado chegou a 23,363 milhões de toneladas, crescimento de 7,9% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

A revisão ocorre em meio ao aumento da estimativa para a safra brasileira de soja, que passou a 180,57 milhões de toneladas, conforme os dados mais recentes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

No comércio exterior, a Abiove elevou de 114,1 milhões para 115,4 milhões de toneladas a projeção de exportações de soja em grão neste ano, alta de 1,1% ante a estimativa anterior. As importações do grão foram mantidas em 900 mil toneladas.

Entre os derivados, a entidade reduziu levemente a projeção de exportações de farelo de soja, de 25 milhões para 24,9 milhões de toneladas, recuo de 0,2%. Já a previsão de embarques de óleo de soja subiu de 1,65 milhão para 1,7 milhão de toneladas, aumento de 3%. A estimativa para as importações de óleo permaneceu em 125 mil toneladas.

O diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da Abiove, Daniel Furlan Amaral, afirmou que os ajustes reforçam a capacidade da cadeia da soja de atender ao mercado interno e externo.

Com a revisão, a Abiove passou a projetar maior processamento de soja, além de avanços na produção de farelo e óleo e ajuste nas estimativas de exportação do complexo soja.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Sustentabilidade

Algodão/IMEA: Clima nos EUA eleva cotações em NY, mas avanço da colheita em MT pressiona preços locais – MAIS SOJA

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As cotações da pluma na bolsa de Nova York registraram alta ao longo da última semana (20/07 a 24/07), refletindo em valorização de 0,56% na média semanal do contrato de jul/27, que encerrou o período cotado a ¢ US$ 82,56/lb. Na comparação com o mesmo período de jun/26, o avanço foi de 3,56%.

O movimento de alta foi sustentado, principalmente, pelas incertezas quanto à safra norteamericana, em decorrência das condições climáticas adversas no país. Além disso, as tensões geopolíticas envolvendo a região do Mar Negro e o Oriente Médio também contribuíram para sustentar as cotações internacionais. No entanto, os preços permanecem sensíveis à evolução desses fatores, uma vez que parte da valorização reflete a percepção de risco do mercado. Assim, o mercado seguirá atento às condições climáticas nos Estados Unidos e às perspectivas para a produção, que continuarão influenciando o comportamento das cotações nas próximas semanas.

Confira os principais destaques do boletim:
  • RETRAÇÃO: o preço da pluma em Mato Grosso registrou queda de 0,28% na última semana, pressionada pelo avanço da colheita, que tem ampliado a oferta da fibra no mercado.
  • BAIXA: a cotação do caroço de algodão disponível exibiu retração de 3,16% na comparação semanal, em função da maior oferta, decorrente do avanço do beneficiamento.
  • RECUO: a paridade de dez/26 registrou recuo de 0,70% em relação à semana passada, pressionado pela desvalorização do contrato futuro de dólar com vencimento em dez/26.
A colheita do algodão da safra 25/26 avançou 4,75 p.p. na última semana.

Com isso, até a última sexta-feira (24/07), 13,11% da área estimada para a safra em MT havia sido colhida, 7,86 p.p. inferior à média dos últimos cinco anos. Esse atraso reflete, principalmente, a postergação do início dos trabalhos em campo em decorrência das chuvas registradas em meados de jun/26. Entre as regiões, o Nordeste e o Sudeste apresentam o maior avanço, com 46,80% e 22,12% das áreas colhidas, respectivamente.

Cabe destacar que, embora as chuvas de jun/26 não tenham comprometido de forma significativa a produtividade da pluma, houve relatos de perdas na qualidade da fibra, fator que tem gerado preocupação entre os cotonicultores. Por fim, a expectativa é de intensificação da colheita nas próximas duas semanas, com o avanço dos trabalhos nas áreas de segunda safra, que representam mais de 85,00% da área cultivada com algodão no estado.

Fonte: IMEA



 

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Sustentabilidade

Abiove eleva projeção de processamento de soja para recorde de 63,3 milhões de toneladas em 2026

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Foto: Paulo Lanzetta/Embrapa

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) elevou a projeção de processamento de soja no Brasil em 2026 de 63 milhões para 63,3 milhões de toneladas. A revisão foi divulgada nesta terça-feira (28), em São Paulo. Se confirmada, a marca representará novo recorde para o esmagamento da oleaginosa no país.

A nova estimativa representa alta de 0,5% em relação à projeção anterior, divulgada em junho. A Abiove também revisou para cima a produção de farelo de soja, de 48,6 milhões para 48,7 milhões de toneladas, avanço de 0,2%. No óleo de soja, a previsão passou de 12,65 milhões para 12,75 milhões de toneladas, aumento de 0,8%.

Segundo a entidade, os dados mensais reforçam o ritmo da indústria. Em maio, o processamento de soja somou 5,23 milhões de toneladas, volume 2,7% superior ao de abril e 5,4% acima do registrado em maio de 2025, considerando o ajuste pelo porcentual da amostra. No acumulado de janeiro a maio, o total processado chegou a 23,363 milhões de toneladas, crescimento de 7,9% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

A revisão ocorre em meio ao aumento da estimativa para a safra brasileira de soja, que passou a 180,57 milhões de toneladas, conforme os dados mais recentes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

No comércio exterior, a Abiove elevou de 114,1 milhões para 115,4 milhões de toneladas a projeção de exportações de soja em grão neste ano, alta de 1,1% ante a estimativa anterior. As importações do grão foram mantidas em 900 mil toneladas.

Entre os derivados, a entidade reduziu levemente a projeção de exportações de farelo de soja, de 25 milhões para 24,9 milhões de toneladas, recuo de 0,2%. Já a previsão de embarques de óleo de soja subiu de 1,65 milhão para 1,7 milhão de toneladas, aumento de 3%. A estimativa para as importações de óleo permaneceu em 125 mil toneladas.

O diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da Abiove, Daniel Furlan Amaral, afirmou que os ajustes reforçam a capacidade da cadeia da soja de atender ao mercado interno e externo.

Com a revisão, a Abiove passou a projetar maior processamento de soja, além de avanços na produção de farelo e óleo e ajuste nas estimativas de exportação do complexo soja.

Fonte: Estadão Conteúdo

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