Connect with us
9 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Recursos do BNDES atendem apenas 20% das dívidas dos produtores gaúchos – MAIS SOJA

Published

on


Em reunião com instituições financeira que operam o Crédito Rural no estado, a Farsul realizou uma consulta que aponta que os recursos disponibilizados pela MP 1314/2025 são insuficientes para atender a demanda do endividamento dos produtores gaúchos. O resultado confirma a projeção da Farsul quando a medida foi anunciada, em 5 de setembro. O excesso de regulação para acessar os recursos também constitui em um entrave para amenizar o problema que atinge a agropecuária gaúcha.

No encontro, realizado nesta terça-feira (4/11), na sede da Federação, representantes do Banco do Brasil, Banrisul, Sicredi e Sicoob fizeram uma avaliação do andamento das tratativas para a efetivação dos acordos, as demandas e dificuldades que vem ocorrendo no Rio Grande do Sul. O presidente do Sistema Farsul, Gedeão Pereira, abriu a reunião lembrando que a Federação “sempre se pontuou pelo equilíbrio e naquilo que é exequível. Estamos vendo o esforço das instituições em cooperar para que o quadro seja revertido. Esse cenário de endividamento não interessa a ninguém, nem ao sistema financeiro, nem aos produtores”, declarou.

O economista-Chefe da Farsul, Antonio da Luz, ressalta que o valor de R$ 12 bilhões disponibilizados via BNDES não se restringe ao estado, mas é para todo o país. “Fizemos um levantamento junto com as instituições financeiras e a necessidade de recursos para atender a carteira. Fazendo uma média ponderada, a linha do BNDES está atendendo 20% da demanda do que é elegível, ou seja, de cada R$ 5,00 da dívida, apenas R$ 1,00 é atendido”, descreveu.

“Além da escassez de recursos, existe um outro fator que é o formulismo. O excesso de regulação que gera uma enorme dificuldade de entender quem se enquadra, quem não se enquadra, porque existem várias normas que ora deixa uma pessoa enquadrada, mas na semana seguinte ela pode estar desenquadrada”, critica o economista.

Advertisement

A Farsul aponta duas ações necessária para a questão. Aumentar os recursos para o Rio grande do Sul. A demanda demonstra ser necessário o quíntuplo do destinado até agora. E simplificar a questão normativa que está muito complexa e acaba deixando muitos produtores de fora do enquadramento.

Da Luz também ressalta outro ponto abordado na reunião. As instituições financeiras deverão oferecer, aos seus clientes, recursos livres com juros pré e pós-fixados. “Para muitos produtores será a única saída, mas uma saída que é preciso ter muito cuidado. Porque com os atuais níveis de juros, esse valor pode se elevar muito. Nós recomendamos que os produtores tenham cautela e avaliem se, para o seu caso, realmente o melhor é a linha de longo prazo. Às vezes existem linhas dentro do MCR que podem parecer não tão apetitosas, porque tem um prazo mais curto, mas no longo da jornada essa linha mais longa vai consumir muito mais sacos de produto. Existem casos e casos, então, e cada produtor tem que fazer suas contas”, avalia.

No encontro, que também teve a participação do diretor vice-presidente e futuro presidente da Farsul, Domingos Velho Lopes, e do diretor jurídico da Federação, Nestor Hein, foi reforçado o posicionamento da entidade em orientar o produtor a evitar pedidos de Recuperação Judicial e obtenção de empréstimos mediante Alienação Fiduciária. “Esses devem ser os últimos recursos dos produtores e muito bem ponderados”, alertou Gedeão Pereira.

Continue Reading
Advertisement

Sustentabilidade

Clima nos EUA e ajuste de posições pressionam milho em Chicago, que fecha em baixa – MAIS SOJA

Published

on


A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços baixos. O cereal foi pressionado por um movimento de ajuste de posições antes do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para sexta-feira, enquanto o clima favorável à colheita no país também pesou sobre as cotações.

O mercado esperou, em relação ao relatório de sexta-feira, uma redução na produção e nos estoques dos Estados Unidos na safra 2026/27, além de queda nos estoques globais da mesma temporada. O avanço do petróleo em Nova York e os sinais de demanda pelo produto dos EUA seguiram limitando as perdas durante todo o pregão.

O clima no Meio-Oeste dos Estados Unidos deve permanecer predominantemente mais quente e seco nas próximas semanas, reduzindo os riscos de atrasos na colheita e de geadas. Segundo o USDA, 5% da área de milho havia sido colhida até 6 de setembro, ante 4% no mesmo período do ano passado e média de 3% nos últimos cinco anos. Entre as lavouras, 56% estavam em condições boas ou excelentes, 27% em situação regular e 17% entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 57%, 26% e 17%, respectivamente.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 182.880 toneladas de milho ao México, a serem entregues na safra 2026/27. Toda operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100.000 toneladas do grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser reportada ao USDA.

Advertisement

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 5,27 3/4, baixa de 5,75 centavos, ou 1,07% relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 5,43 1/4, recuo de 5,75 centavos, ou 1,04% por bushel em relação ao fechamento anterior.

 

Continue Reading

Sustentabilidade

Clima nos EUA e ajuste de posições pressionam milho em Chicago, que fecha em baixa – MAIS SOJA

Published

on


A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços baixos. O cereal foi pressionado por um movimento de ajuste de posições antes do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para sexta-feira, enquanto o clima favorável à colheita no país também pesou sobre as cotações.

O mercado esperou, em relação ao relatório de sexta-feira, uma redução na produção e nos estoques dos Estados Unidos na safra 2026/27, além de queda nos estoques globais da mesma temporada. O avanço do petróleo em Nova York e os sinais de demanda pelo produto dos EUA seguiram limitando as perdas durante todo o pregão.

O clima no Meio-Oeste dos Estados Unidos deve permanecer predominantemente mais quente e seco nas próximas semanas, reduzindo os riscos de atrasos na colheita e de geadas. Segundo o USDA, 5% da área de milho havia sido colhida até 6 de setembro, ante 4% no mesmo período do ano passado e média de 3% nos últimos cinco anos. Entre as lavouras, 56% estavam em condições boas ou excelentes, 27% em situação regular e 17% entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 57%, 26% e 17%, respectivamente.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 182.880 toneladas de milho ao México, a serem entregues na safra 2026/27. Toda operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100.000 toneladas do grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser reportada ao USDA.

Advertisement

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 5,27 3/4, baixa de 5,75 centavos, ou 1,07% relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 5,43 1/4, recuo de 5,75 centavos, ou 1,04% por bushel em relação ao fechamento anterior.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Pedro Carneiro (pedro.carneiro@safras.com.br) / Safras News

Advertisement

Site: Agência Safras

Continue Reading

Sustentabilidade

Mercado de biológicos projeta crescimento de dois dígitos para a próxima safra – MAIS SOJA

Published

on


Foi dada a largada para a Safra 26/27. Mesmo em meio às incertezas climáticas, mudanças políticas e redução no crédito agrícola, o setor prevê expansão no mercado, em especial no mercado de soluções biológicas. Tal otimismo se deve aos dados divulgados recentemente pelo CropData, portal da CropLife Brasil, que mostraram um crescimento de 15% na área tratada com bioinsumos durante a entressafra — período historicamente mais fraco para vendas.

Para a safra 2026/2027, a Koppert, líder global em soluções biológicas para o agro, projeta mais um salto: expansão de mais de 20%, puxada pela substituição de tratamentos químicos e pelo aumento da adoção de bioinsumos por parte dos agricultores brasileiros.

Segundo o CEO da Koppert Brasil, Gustavo Herrmann, o movimento é parte de uma transformação mais ampla. “O produtor rural vem incorporando novas soluções ao manejo fitossanitário, não apenas por razões ambientais ou regulatórias, mas principalmente porque busca eficiência econômica. Em um contexto de margens mais apertadas, tecnologias capazes de elevar produtividade e reduzir riscos ganham relevância estratégica”, afirma.

O levantamento da CropLife Brasil reforça essa trajetória: no primeiro quadrimestre de 2026, a área tratada com biológicos somou 31 milhões de hectares no país, sinalizando que o avanço do setor é estrutural, não conjuntural. Ou seja, o biológico já não é mais uma “alternativa complementar” no manejo, mas parte essencial no pacote tecnológico das principais culturas do país.

Advertisement
Segmentos em destaque

Os bioinseticidas são apontados como o principal vetor para o crescimento do setor, impulsionados pelo controle de pragas na safrinha de milho. Para o Gerente de Marketing Estratégico da Koppert, Christian Menegatti, o segmento de inseticidas contra lagartas em cereais deve crescer acima de 60% na próxima safra.

Outra categoria que deve despontar é a de biofungicidas, com índice superior a 40%. “Esses movimentos se devem ao aumento da adoção e também à substituição de alguns tratamentos químicos por soluções biológicas em diversas culturas”, explica Menegatti.

Para responder a essas oportunidades, a Koppert tem reforçado seu portfólio. Nos últimos 12 meses, a empresa lançou o Buick Evo® (SfMNPV) e o Macan® (Bacillus velezensis CECT8237), bioinseticida e fungicida voltados ao controle biológico de pragas e doenças, e Trichodermil® FS (Trichoderma asperelloides 1306), que amplia a atuação da empresa no segmento de tratamento de sementes (TS).

Expansão internacional

As expectativas ganham um fôlego a mais com o projeto Renera, que visa promover a tecnologia e o conhecimento brasileiros em bioinsumos agrícolas aos demais países da América Latina. O programa, uma iniciativa em parceria com a CropLife Brasil e a ApexBrasil, foi apresentado pela primeira vez ao público argentino no final de agosto, durante o evento Missão Brasil-Argentina que reuniu representantes do governo, produtores e especialistas dos dois países, em Buenos Aires.

Presente no Brasil desde 2011, a Koppert exerce papel central na disseminação de tecnologias biológicas no campo brasileiro. O reconhecimento transcende o setor: a empresa está entre as dez empresas mais inovadoras do agronegócio brasileiro, segundo o Prêmio Valor Inovação, uma das premiações empresariais mais prestigiadas do país.

Advertisement

Com mais de 30 subsidiárias no mundo, a Koppert mantém seu compromisso com produtos que integram eficiência econômica e sustentabilidade ao manejo fitossanitário.


A KOPPERT BRASIL

 A Koppert, líder mundial em controle biológico, trabalha para agricultores em todo o mundo desde 1967, promovendo a sustentabilidade e a rentabilidade de cultivos, preservando a biodiversidade na agricultura, e contribuindo para sistemas alimentares mais seguros.

Está presente no Brasil desde 2011 e, atualmente, conta com três modernas unidades de produção: a de microbiológicos, localizada na cidade de Piracicaba, e as unidades de formulações e de macrobiológicos, que ficam na vizinha Charqueada, todas no estado de São Paulo.

A empresa possui infraestrutura completa para atender à crescente demanda do mercado agrícola por defensivos biológicos, tornando a agricultura brasileira mais sustentável, saudável, regenerativa e em harmonia com a natureza. Com processos produtivos padronizados, seguros e altamente tecnificados, garante confiabilidade e qualidade ao seu completo portfólio de produtos, além da aplicação de macrobiológicos via drones, por meio da Natutec® by Koppert.

A empresa conta ainda com departamento próprio de Pesquisa & Desenvolvimento para aperfeiçoamento de tecnologias de controle biológico para a agricultura tropical, e é parceira do SparcBIO (São Paulo Advanced Research Center for Biological Control) e do Gazebo, primeiro hub de inovação do agronegócio especializado em tecnologias voltadas para o controle biológico do país.

Advertisement

Fonte: Assessoria de imprensa



 

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT