Sustentabilidade
Soja tem dia de aumento nos preços; confira as cotações por região do Brasil

O mercado brasileiro de soja registrou melhores indicações nesta terça-feira (7). Segundo o analista Rafael Silveira, da consultoria Safras & Mercado, houve negócios reportados, com a indústria buscando produtos disponíveis, enquanto nos portos não se observaram movimentações agressivas.
”Os preços melhoraram em quase todas as praças, mas ainda existe um spread elevado entre comprador e vendedor”, destacou.
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No dia, a Bolsa de Chicago apresentou alta tímida, enquanto o dólar comercial ganhou fôlego de valorização e os prêmios se mantiveram estáveis, sustentando as ofertas. No entanto, os negócios com a safra nova seguem lentos, refletindo cautela do mercado diante de incertezas no cenário internacional.
Saiba os preços de soja no Brasil:
- Passo Fundo (RS): subiu de R$ 129,00 para R$ 131,00
- Santa Rosa (RS): subiu de R$ 130,00 para R$ 132,00
- Cascavel (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 135,00
- Rondonópolis (MT): subiu de R$ 121,00 para R$ 123,00
- Dourados (MS): subiu de R$ 124,50 para R$ 125,00
- Rio Verde (GO): subiu de R$ 121,00 para R$ 123,00
- Paranaguá (PR): subiu de R$ 136,00 para R$ 137,00
- Rio Grande (RS): subiu de R$ 135,00 para R$ 137,50
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja fecharam o dia em leve oscilação na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O movimento foi caracterizado como uma recuperação técnica, com preços flutuando em uma margem estreita. A paralisação do governo americano deixou de divulgar dados essenciais sobre a evolução da colheita e o ritmo das exportações, mantendo o mercado cauteloso.
Os contratos da soja em grão para entrega em novembro fecharam a US$ 10,22 por bushel, com leve queda de 0,41%. Já o contrato de janeiro teve cotação de US$ 10,39 por bushel, alta de 0,31%. Nos subprodutos, o farelo fechou a US$ 276,90 por tonelada, recuando 0,07%, e o óleo encerrou em 51,04 centavos de dólar, com alta de 1,31%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,75%, negociado a R$ 5,3501 para venda e R$ 5,3481 para compra, com mínima de R$ 5,3194 e máxima de R$ 5,3534 durante o dia.
Sustentabilidade
PIB-Agro SP/CEPEA: PIB do agronegócio paulista cresce 4% em 2024 – MAIS SOJA

O PIB do agronegócio do estado de São Paulo avançou 3,96% em 2024 frente ao ano anterior, segundo dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, calculados em parceria com a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Diante disso, em 2024, as participações do PIB do agronegócio paulista foram de 24% no PIB do agronegócio brasileiro, de 5,6% no PIB nacional e de 18,9% no PIB do estado de São Paulo.
Pesquisadores do Cepea indicam que, entre 2023 e 2024, o PIB do agronegócio paulista cresceu via preços (+7,1% nos preços relativos), pois o volume agregado encolheu (-2,93% no PIB-volume), devido sobretudo às quebras de safra e seus desdobramentos.
O PIB do segmento de insumos caiu 3,76% em relação a 2023. Os insumos agrícolas reduziram 9,02%, influenciados negativamente pela menor rentabilidade das lavouras, pelos altos custos de crédito, entre outros fatores. Os insumos pecuários cresceram 4,67%, em linha com a expansão das cadeias pecuárias.
O PIB do segmento primário caiu 11,36% frente a 2023. O segmento primário agrícola caiu 13,31%, e o pecuário recuou apenas 0,98%. A agricultura foi prejudicada pela estiagem prolongada no ano, além de impactos de incêndios sobre a cana e do greening sobre a laranja. Já na pecuária, a pressão veio dos preços menos favoráveis para a bovinocultura de corte e leite e dos ovos.
O PIB da agroindústria cresceu 6,89% frente a 2023. A de base agrícola aumentou 4,41% e a de base pecuária registrou expressivo crescimento de 27,53%. No ramo agrícola, o impulso veio dos preços, com recuo nos volumes após dois anos de avanços – devido às menores produções de açúcar e etanol. Na indústria pecuária, volumes e preços impulsionaram o PIB, com a firme demanda favorecendo os abates.
O PIB dos agrosserviços cresceu 7,83% em comparação ao ano anterior. Os serviços agrícolas cresceram 3,33% e os serviços pecuários tiveram expansão de 29,19% – refletindo o desempenho dos segmentos a montante.
Comparando os comportamentos do PIB e do mercado de trabalho do agronegócio de São Paulo entre 2012 e 2024: a produtividade do trabalho caiu no agronegócio e no estado nesse período. Nos dois casos, porque o número de empregos cresceu mais que o volume do PIB – em 2024, a produção de bens e serviços do agronegócio paulista foi apenas 0,1% superior à de 2012.
Outras informações sobre índices do PIB Agro de São Paulo: AQUI e por meio da Comunicação do Cepea, com o prof. Geraldo Barros e os pesquisadores Nicole Rennó e Leandro Gilio: (19) 3429-8836 / 8837 e cepea@usp.br
Fonte: Cepea
Autor:CEPEA
Site: CEPEA
Sustentabilidade
SOJA/CEPEA: Margem da indústria avança com queda no custo da soja e alta dos derivados – MAIS SOJA

A margem de esmagamento (“crush margin”) da soja avançou na semana passada no Brasil e nos Estados Unidos, impulsionada sobretudo pela valorização dos derivados, apontam dados do Cepea. No mercado brasileiro, além do menor custo da matéria-prima (soja em grão), o aumento da margem reflete a alta no preço do óleo de soja. Pesquisadores do Cepea apontam que a demanda por óleo de soja por parte das indústrias de biodiesel está aquecida atualmente, diante de preocupações relacionadas ao abastecimento de combustíveis e de rumores de paralisações no transporte rodoviário.
Nos Estados Unidos, o avanço na margem é influenciado pelo farelo de soja, que voltou a operar nos maiores patamares desde 2024. Quanto aos preços da soja em grão no mercado doméstico, pesquisadores do Cepea apontam que a pressão sobre os valores está associada às desvalorizações do mercado externo e do câmbio, fatores que reduzem a competitividade da oleaginosa nacional no mercado externo.
Além disso, o avanço da colheita no País, as condições climáticas favoráveis na Argentina e as expectativas de aumento de área nos Estados Unidos reforçam o viés de baixa. Ressalta-se que o movimento de queda foi limitado pela postura cautelosa dos produtores, que têm priorizado o armazenamento da soja recém-colhida, diante das incertezas relacionadas ao frete rodoviário e ao cenário geopolítico.
Fonte: Cepea
Autor:CEPEA
Site: CEPEA
Sustentabilidade
MILHO/CEPEA: Cotações do milho seguem firmes no Brasil e nos EUA – MAIS SOJA

Os preços do milho seguem firmes nos cenários interno e externo. No Brasil, o foco dos produtores nas atividades de campo limita a liquidez, enquanto a demanda segue aquecida, com compradores buscando a recomposição de estoques. Contudo, pesquisadores do Cepea indicam que o volume de negócios se mantém restrito, por conta de incertezas geradas pelo atual contexto geopolítico e das inseguranças relacionadas à logística nacional, diante de possíveis paralisações no transporte de cargas. Esse cenário reforça a posição retraída dos agentes.
Quanto ao mercado externo, os valores do cereal subiram, impulsionados pela boa demanda dos Estados Unidos e pela valorização do petróleo, que melhora a competitividade relativa do etanol, que é feito principalmente com milho no país norte-americano. Por outro lado, segundo pesquisadores do Cepea, as altas externas foram contidas por preocupações com a área a ser semeada nos Estados Unidos. Com os custos de insumos como fertilizantes e combustíveis mais altos, diante do conflito entre os Estados Unidos e o Irã, a produção de milho pode ser prejudicada.
Fonte: Cepea
Autor:CEPEA
Site: CEPEA
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