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Mitsubishi lança promoção para associados da Aprosoja durante a Abertura do Plantio da Soja 25/26

Sempre atenta ao que movimenta o agronegócio brasileiro e às necessidades dos produtores rurais, a Mitsubishi Motors anuncia o patrocínio de mais uma temporada do Projeto Soja Brasil, uma realização do Canal Rural e Aprosoja Brasil. O início da safra foi marcado pela Abertura Nacional do Plantio da Soja 25/26. O evento, que foi realizado no dia 03 de outubro, reuniu mais de 1200 produtores de Associações de todo o Brasil e foi sediada na Fazenda Recanto, em Sidrolândia (MS).
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O fórum que discutiu temas como os caminhos do agro, bicombustíveis, mercado e clima reuniu autoridades políticas e especialistas do setor em um evento transmitido ao vivo para todo o Brasil. Além dos debates estratégicos para o setor do agronegócio, ésempre uma oportunidade para troca de experiências entre produtores, especialistas e representantes do agro.
Durante o evento, a Mitsubishi Motors apresentou condições comerciais especiais em toda a sua linha de veículos. A promoção é especial para os produtores de soja Associados da Aprosoja. Vale relembrar que a Associação está presente em 16 estados.
A começar pela linha de picapes da marca que é oferecida aos visitantes com descontos de até R$ 47 mil. Destaque para a Mitsubishi Triton, picape produzida na fábrica da marca em Catalão (GO), que chegou ao mercado no começo deste ano e, em pouco mais de seis meses, já conquistou importantes reconhecimentos como o de Melhor Picape Média de acordo com o Guia Qual Comprar, publicado pela Revista Autoesporte, e o de picape com a melhor média de consumo de sua categoria pela Revista Quatro Rodas. O modelo da Mitsubishi também foi o primeiro de seu segmento a conquistar nota máxima em segurança pelos rigorosos testes Latin NCAP.
Já a linha de SUVs Eclipse Cross será ofertada durante a feira com descontos de até R$ 15 mil. O modelo, que registrou recorde histórico de vendas nos últimos meses, viu seus emplacamentos quase triplicarem ao longo dos últimos dois anos o que reforça seu posicionamento como uma das melhores opções dentro de sua categoria.
Já entre os modelos de sete lugares, o Pajero Sport HPE-S e o Outlander HPE-S, contarão com descontos de até R$ 29 mil.
Projeto MIT Agro
Durante os últimos anos, a Mitsubishi Motors realizou inúmeras visitas a produtores rurais de todas as regiões do país como forma de se mostrar ainda mais presente para qualquer necessidade dos produtores rurais.
O projeto MIT Agro visitou fazendas dos estados de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Bahia, Tocantins, Rondônia, Pará, Espírito Santo e Maranhão.
O projeto faz parte de um plano robusto executado pela marca para se consolidar como a melhor opção de veículos dentro do segmento do agronegócio nacional em relação à sua gama de produtos, além se tornar a melhor opção de negócio entre as marcas de veículos para o público agro. Por isso, as mais de 140 concessionárias da marca espalhadas por todas as regiões do Brasil oferecem planos de financiamento exclusivos para o produtor rural e a opção, em algumas regiões, de compra de seus modelos com pagamento em grãos.
Sobre a HPE Automotores
No mercado desde 1991, a HPE Automotores do Brasil é a representante oficial das marcas Mitsubishi Motors e Suzuki no País. Para a HPE, ser 4×4 é um estilo de vida.
Mais informações sobre a promoção Mitsubishi- Aprosoja aqui.
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Fila de caminhões no Pará desafia logística de escoamento de soja

O aumento do fluxo de caminhões na BR-163, principal corredor de escoamento de grãos para o Norte do país, nesta terça-feira (3), reacendeu o debate sobre infraestrutura, fiscalização e alternativas de transporte no Brasil. O cenário ocorre em meio ao pico da colheita de soja, período que pressiona a logística agrícola nacional.
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Registros feitos por caminhoneiros e divulgados nas redes sociais apontaram a formação de filas ao longo da rodovia, especialmente no trecho que dá acesso aos terminais portuários do Arco Norte, no Pará. A combinação entre o elevado volume da safra e a falta de rotas estruturais alternativas costuma provocar retenções, tornando a BR-163 um dos principais gargalos do escoamento agrícola brasileiro.
Em posicionamento, a Aprosoja Pará informou que a situação na rodovia está estável e que não há registro de filas de caminhões desde terça-feira (3). Segundo a entidade, o tráfego segue fluindo normalmente no momento, sem congestionamentos no acesso aos terminais.
A associação, no entanto, alerta que o cenário é sensível às condições climáticas. Em períodos de chuva, a logística volta a enfrentar dificuldades, com formação de filas e maior desorganização no tráfego. Atualmente, sem ocorrência de precipitações intensas na região, o fluxo permanece regular.
O tema da infraestrutura segue como ponto central das discussões. As obras de acesso rodoviário à BR-163 acumulam atrasos, e a concessionária Via Brasil, responsável pelo trecho, projeta a conclusão do acesso definitivo apenas para 2027. Medidas paliativas, como intervenções em pontos críticos e duplicações pontuais, ajudam a aliviar o trânsito em momentos específicos, mas não eliminam o gargalo estrutural.
Com informações do Poder 360.
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Gergelim avança como ‘segunda safra’ estratégica e cresce 17% em Mato Grosso

O gergelim tem se consolidado como uma alternativa estratégica para os produtores rurais de Mato Grosso. Impulsionada pela abertura de mercados internacionais, pela adaptação às condições climáticas e pela possibilidade de diversificação da produção, a oleaginosa vem ganhando espaço como uma segunda opção de safra, em áreas antes ocupadas por outras culturas.
A produção de gergelim em Mato Grosso apresentou crescimento expressivo de uma safra para outra. Na safra 2023/2024, o estado registrou produção de 246,1 mil toneladas, volume que avançou para 288,9 mil toneladas na safra 2024/2025, representando um aumento de 17,3%. O desempenho positivo também foi impulsionado pelo ganho de produtividade, que passou de 579,06 quilos por hectare na safra 2023/2024 para 720,09 quilos por hectare na safra 2024/2025, evidenciando a evolução do manejo e o uso de tecnologias no campo.
Segundo o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, o crescimento do gergelim está diretamente ligado às oportunidades abertas no mercado externo. “No ano passado, a China abriu o mercado para o gergelim brasileiro. Já credenciamos mais de 20 empresas em Mato Grosso, o que estimulou investimentos em pesquisa e melhoramento de sementes”, afirmou.
Estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicam que Mato Grosso deve cultivar cerca de 400 mil hectares de gergelim na safra 2025/2026, dentro de um total de 22,3 milhões de hectares destinados à produção de grãos no Estado. A produção estimada é de aproximadamente 288 mil toneladas, com expectativa de crescimento tanto da área plantada quanto do volume produzido.
A tendência de expansão está associada, sobretudo, à substituição do milho em regiões onde a estiagem ocorre mais cedo, como o Araguaia. Nesses locais, o gergelim tem se mostrado uma opção viável, dependendo da janela de plantio. “Em regiões com menor índice de chuvas, o gergelim passa a ser uma alternativa importante ao milho, especialmente quando bem planejado dentro do calendário agrícola”, destacou o secretário.
A produtividade média da cultura em Mato Grosso é de cerca de 700 quilos por hectare, com potencial para alcançar até mil quilos por hectare. Para avançar nesse desempenho, produtores têm investido em ajustes no manejo e na adaptação de máquinas. “O produtor tem conseguido adaptar a mesma colheitadeira usada na soja para colher o gergelim, o que reduz custos e facilita a adoção da cultura”, explicou César Miranda.
No Estado, o plantio do gergelim ocorre geralmente entre o final de fevereiro e o início de março, após a colheita da soja, com ciclo produtivo de aproximadamente 120 dias. Atualmente, cerca de 99% da produção mato-grossense é destinada à exportação, reforçando o perfil da cultura voltado ao mercado internacional.
As características do mercado externo também influenciam a escolha das variedades. Em Mato Grosso, a mais utilizada é a K3, voltada à produção de óleo, enquanto o mercado asiático busca, principalmente, a variedade doce K2, que possui maior valor comercial. “Na China, por exemplo, o consumo de óleo de gergelim é muito maior do que o de óleo de soja, o que amplia a demanda pelo produto brasileiro”, afirmou o secretário.
O fortalecimento da cultura do gergelim também está inserido em uma estratégia mais ampla de diversificação e agregação de valor à produção estadual. “Além de ampliar as opções para o produtor rural, estamos trabalhando para abrir mercados e estimular a industrialização dentro do Estado, inclusive com a Zona de Processamento de Exportação, que cria um ambiente favorável para novos investimentos”, concluiu César Miranda.
O tema foi abordado pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, em entrevista concedida ao programa Força do Agro, da Revista Oeste, exibido nesta terça-feira (3.1).
Com Assessoria
Agro Mato Grosso
Governo de MT nega que liminar isenta empresa de Blairo Maggi de imposto

O governador Mauro Mendes negou que o produtor rural e ex-governador Blairo Maggi tenha privilégio de isenção fiscal por decisão judicial. Segundo ele, nenhuma lei estadual ampara o benefício fiscal a exportadores por meio de liminar.
“Não existe [liminar]. A lei é muito clara com relação a isso [regras para isenção ou redução de imposto]. As pessoas desconhecem a legislação. Mato Grosso tem um regime tributário que para você exportar é preciso pagar ICMS”, disse.
A informação sobre a liminar (decisão judicial provisória) a favor da empresa de Blairo Maggi foi divulgada há alguns dias pelo senador Jayme Campos (União Brasil). Conforme ele, a tal liminar retirava a obrigação da Amaggi de pagar o Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab).
O Fethab é uma taxa cobrada exclusivamente de produtores rurais em Mato Grosso. Nasceu com o objetivo de gerar fonte de investimento para a infraestrutura, mas passou por várias modificações ao longo dos anos.
Conforme o governador, existem as opções para as empresas exportadores em Mato Grosso de pagar ou o Fethab ou o ICMS. Alguns optam pelo fundo, outras criam um conta corrente fiscal para permanecer a contribuir pelo ICMS.
“Não é preciso nenhuma liminar para isso. O ICMS que é pago tem que ser devolvido pela Lei Kandir. Algumas empresas optaram por pagar o ICMS, fazer conta corrente para exportação e se ficar algum saldo, pleitear a exportação”, disse.
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