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Sustentabilidade

Combate aos nematoides ganha nova biotecnologia – MAIS SOJA

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A agricultura regenerativa é um dos pilares estratégicos para o crescimento da Satis nos próximos anos, priorizando seu compromisso com a sustentabilidade do negócio rural. Prova disso é sua inédita linha de biodefensivos Vex, lançada em 2025 e que acaba de ganhar um novo integrante, o Nemavex. Cientificamente testada em laboratório e campo, a solução contém agentes vivos que protegem e estimulam o desenvolvimento da raiz, além de fortalecer o vegetal contra o estresse biológico. Resultados nas culturas de algodão e soja apontaram aumento de seis sacas por hectare na produtividade e 80% de redução de danos nas raízes.

Um dos diferenciais deste novo bionematicida é a aplicação direta in solo na fase pré-plantio. Ele auxilia o combate aos chamados nematoides, como são conhecidos os vermes que atacam as raízes das plantas. Sua composição inclui quatro cepas de bactérias (duas de Bacillus amyloliquefaciens, uma de Bacillus thuringiensis e uma de Bacillus subtilis), atuando por seis mecanismos de defesa diferentes: biofilme radicular, fitohormônios, indução e resistência, compostos voláteis nematicidas, desorientação e metabólito difusíveis nematicidas. Isso garante proteção às raízes, estímulo ao crescimento, saúde do próprio solo e é, claro, mais produtividade.

Há a possibilidade de aplicação em conjunto com outro integrante da família Vex da Satis, o Trichovex. Trata-se de um biofungicida desenvolvido a partir do Trichoderma harzianum e que possui ação direta sobre a microbiota. Os dois produtos complementam a preparação do solo e o manejo biológico, contribuindo para a prevenção de doenças que ficam na terra e atacam o sistema radicular das plantas. Essa medida é essencial para o bom desempenho de grandes culturas como soja, milho, feijão, cana, entre outras.

Mais novidades em biodefensivos

Em paralelo ao seu tradicional portfólio de nutrifisiologia e adjuvantes, a Satis já prepara mais um lançamento no segmento de biológicos, o terceiro produto da linha de biodefensivos Vex, a chegar até o final deste ano. O Multivex chegará para expandir a proteção para a parte aérea da planta. Com formulação baseada em Bacillus amyloliquefaciens e Bacillus velezensis, irá auxiliar o controle de doenças como cercospora, mancha-alvo, oídio e ferrugem-asiática, especialmente no estágio vegetativo (V2 a V4).

As novidades em bioinsumos destacam a atenção da empresa mineira à agricultura regenerativa como estratégia de negócio. “Com a chegada da linha Vex, a Satis dá um passo importante em sua trajetória, reforçando não apenas sua presença no campo, mas também sua missão de impulsionar o futuro da agricultura brasileira com cientificidade, confiança e resultados comprovados. Esse movimento marca a entrada oficial da empresa no segmento de biodefensivos registrados”, destaca Jair Unfried, diretor de Negócios da Satis.

A proposta da linha Vex é oferecer soluções integradas que acompanham o todo processo de plantio em diferentes culturas, desde o preparo de solo até o desenvolvimento final da planta. Isso inclui a formação de frutos ou o preenchimento de grãos, como é o caso da soja, maior segmento do agro nacional e que agora inicia mais um ciclo de plantio no país. Produtos como o TrichoVex e o Nemavex atuam em conjunto no manejo biológico inicial, protegendo raízes e controlando doenças de solo e nematoides, criando um ambiente ideal para o desenvolvimento da planta. Em seguida, o Multivex complementa a proteção no estágio vegetativo, contribuindo para maior resiliência contra doenças foliares.

Sobre a Satis

Especialista em desenvolver soluções em nutrifisiologia, adjuvantes e biológicos para o campo, com 26 anos de atuação no mercado brasileiro, a Satis volta seu olhar ao futuro para, cada vez mais, entender e se antecipar às necessidades dos produtores com soluções adequadas para o agronegócio sustentável. Seu conceito “Lavoura saudável. Negócio sustentável” traduz e reforça a conexão da empresa com o campo e a importância de uma produtividade mais inteligente, alcançada com tecnologias e manejos adequados para garantir maior rentabilidade sem prejuízos ao meio ambiente.

A cultura da inovação, fomentada por meio de pesquisas em seu Campo Experimental em Araxá (MG), sua cidade-sede, conhecimento técnico e parcerias, é fundamental nessa jornada. Como resultado, a Satis oferece um amplo portfólio que contribui para o fortalecimento da raiz às folhas e melhor absorção de nutrientes, especialmente das lavouras de milho, café, soja, feijão, trigo, cana-de-açúcar, algodão e HF. E sem descuidar, também, de tecnologias de aplicação que auxiliam as pulverizações agrícolas, reduzindo perdas e potencializando a ação dos produtos. A saúde das plantas é o primeiro passo para o bom desempenho das safras e a perenidade dos negócios.

Fonte: Assessoria de Imprensa Satis



 

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Sustentabilidade

Projeto ensina receitas com bebida de soja para comunidades do MT

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Foto: Mateus Dias / Aprosoja MT

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), realizou no dia 12 de março a primeira edição da Cozinha Experimental do Programa Agrosolidário. A estreia reuniu voluntários do Projeto Banco de Leite e da Pastoral da Criança da Diocese de Diamantino, que receberam a bebida de soja para um momento de aprendizado, troca de experiências e o preparo de diversas receitas. O evento de cozinha experimental ocorreu no núcleo de Nova Mutum.

A atividade teve o intuito mostrar as diferentes formas de utilizar a bebida de soja no dia a dia e instruir sobre o potencial nutritivo da oleaginosa. A ideia é que as famílias que participaram do preparo com orientação, possam levar para dentro de casa o aprendizado e espalhar para outras pessoas da comunidade.

Para a delegada coordenadora do núcleo da Aprosoja MT, Daiana Costa Beber, a iniciativa tem importância no lado social e de defesa dos produtores da soja. “Além de atuar na defesa dos produtores de soja e milho, a entidade também tem esse braço social próximo das comunidades.”.

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Além disso, Daiana também comentou a relevância desses ensinamentos para a nutrição das crianças nas comunidades, visto que juntos, os projetos voluntários que participaram, hoje atendem cerca de 1.300 crianças.

O evento também contou com a nutricionista Jaqueline Oliveira, que apresentou quatro receitas diferentes com a bebida: pão de queijo de frigideira, almôndega saborizada com maracujá, pudim de chocolate e massa ao molho branco. A profissional destacou a função da soja na alimentação diária do brasileiro, já que o alimento é rico em nutrientes importantes para o corpo.

Por parte das instituições, a cozinha experimental fortaleceu o trabalho que é realizado junto às comunidades. “É de extrema importância ter esse tipo de capacitação, porque lidamos diretamente com as famílias e com as crianças. Muitas vezes há restrições alimentares ou dificuldades na alimentação, e com esse conhecimento conseguimos orientar melhor e levar essas informações para as famílias”, destacou a líder da Pastoral da Criança, Thais Nicknig.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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Sustentabilidade

Retração vendedora e escoamento externo sustentam cotações do arroz – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de arroz segue operando em ritmo lento, porém com cotações sustentadas, refletindo um equilíbrio delicado entre oferta crescente e mecanismos de escoamento relativamente ativos. A constatação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Evandro Oliveira.

Do lado da safra 2025/26, o avanço da colheita em março foi decisivo. O tempo firme permitiu melhor drenagem das áreas e redução da umidade do grão, diminuindo custos de secagem e favorecendo a eficiência operacional, conforme apontado pela Emater/RS.

“No campo comercial, um dos principais fatores de sustentação vem das exportações”, explica o analista. O volume embarcado em março, de 161,4 mil toneladas (base casca), “cumpre papel essencial ao retirar excedentes do mercado interno”.

O destaque é o forte fluxo de arroz em casca para México e Venezuela (85,9 mil toneladas), diretamente ligado à sustentação dos preços ao produtor. “Além disso, também foi registrado o escoamento de 51,3 mil toneladas de quebrados para África”, relata Oliveira.

Por outro lado, o varejo já sinaliza um ambiente mais pressionado. A queda de preços em diversas capitais indica expectativa de maior oferta e consumo mais cauteloso, o que limita a capacidade da indústria de pagar mais pela matéria-prima. “Esse fator explica, em parte, o ritmo demasiado lento dos negócios”, acrescenta.

Por fim, os riscos logísticos seguem no radar. “Possíveis problemas com combustíveis, transporte ou paralisações podem impactar diretamente o fluxo da cadeia e alterar rapidamente o comportamento dos preços”, pondera o consultor.

Em relação aos preços, a média da saca de 50 quilos de arroz no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou a quinta-feira cotada a R$ 59,86, alta de 3,19% em relação à semana anterior. Na comparação com o mesmo período do mês passado, o avanço era de 8,97%, enquanto, em relação a 2025, a desvalorização atingia 25,90%.

Fonte: Agência Safras



FONTE

Autor:Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Mercado de soja segue lento e com preços recuando no Brasil; Chicago e dólar caem – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de soja teve uma semana predominantemente travada, com registro de movimentos pontuais e sem volumes relevantes. Os prêmios apresentaram poucas mudanças, enquanto câmbio e Chicago acumularam perdas na semana, afastando os negociadores.

De modo geral, o movimento foi de preços mistos, sem direção clara. O analista de Safras & Mercado, Rafael Silveira, destaca que o produtor segue fora do mercado, assim como as tradings, o que limita a liquidez. “O quadro da semana, como um todo, foi de poucos movimentos”, resume.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 125,00 para R$ 124,00 na semana. Em Cascavel (PR), a cotação baixou de R$ 120,00 para R$ 119,00. Em Rondonópolis (MT), o preço caiu de R$ 110,00 para R$ 107,00. No Porto de Paranaguá, a saca passou de R$ 131,00 para R$ 130,00.

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos com vencimento em maio acumularam desvalorização de 4,55%, encerrando a semana a US$ 11,69 1/2 por bushel. Após atingir na semana passada o maior patamar em dois anos, o mercado iniciou a semana no limite diário de baixa, sessão responsável pela queda semanal.

O motivo da queda foi a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de adiar seu esperado encontro com o presidente chinês Xi Jinping. A reunião estava prevista para o final de março, mas as últimas informações é de que o encontro ficará para um período daqui 30 a 45 dias.

Por conta do conflito no Oriente Médio, Trump decidiu postergar o encontro. O atraso no encontro significa também adiamento de um possível acordo comercial. O mercado vive a expectativa de um acerto de compra de soja americana por parte dos chineses.

A semana também não foi das melhores em termos de câmbio. No balanço, o dólar comercial recuou 1,47%, sendo cotado na manhã da sexta a R$ 5,2387. O recuo tira competitividade da soja brasileira.

Fonte: Agência Safras



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