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Sustentabilidade

Previsão do tempo de 29/set a 14/out de 2025 para a Metade Sul do RS – MAIS SOJA

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– Foto: Jossana Cera

Segunda (29/09): A semana está iniciando com tempo seco e ensolarado em todo o RS. Mas, ao longo da tarde, a nebulosidade deve aumentar no Oeste e Noroeste, podendo haver pancadas de chuva até o final do dia. As temperaturas máximas devem variar entre 23°C e 26°C.

Terça (30/09): As áreas de instabilidade se intensificam, principalmente sobre o Noroeste e Norte do Estado, onde altos acumulados de chuva são esperados (30 a 70 mm). Na Metade Sul também deve chover, mas os acumulados deverão variar entre 5 e 40 mm. Na Zona Sul é possível que nem chova.

Quarta (01/10)quinta (02/10) e sexta (03/10): Uma área de baixa pressão se forma, mantendo o tempo fechado e com chuva sobre o RS. A chuva não será homogênea entre as regiões e deverá ocorrer em forma de pancadas. No entanto, não se descarta a possibilidade de temporais isolados.

Sábado (04/10): Breve melhora no tempo é esperada, e com grande elevação nas temperaturas. As máximas deverão chegar aos 28-30°C.

Domingo (31/08)segunda (01/09) terça (07/10): Uma frente fria se organiza, levando chuva para todas as regiões do RS.

Após a passagem do sistema frontal, as temperaturas declinam, e o tempo seco predominará. Entre os dias 13 e 14 de outubro, a chuva deve retornar ao Estado.

Os acumulados previstos nesses 15 dias variam entre 60 e 150 mm, em média. A Zona Sul deverá receber os menores acumulados, podendo ficar abaixo dos 40 mm.

Esta frequência de dias com chuva se estendendo pela primeira quinzena de outubro, começa a preocupar os produtores de arroz, com relação à semeadura, visto que outubro é o mês preferencial de semeadura para a maioria das cultivares utilizadas atualmente.

Fonte: Irga



 

FONTE

Autor:Instituto Rio Grandense do Arroz

Site: IRGA

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Sustentabilidade

Pesquisa aponta manejo do solo como fator decisivo para a produtividade de soja em anos de pouca chuva

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Reprodução Canal Rural

Uma pesquisa desenvolvida no Rio Grande do Sul avaliou a relação entre a umidade do solo e a produtividade da soja ao longo das últimas décadas. O resultado traz aos produtores o alerta de que a restrição hídrica é mais regra do que exceção, enquanto o manejo do solo faz diferença justamente nos anos em que a chuva não é suficiente para expressar todo o potencial produtivo da cultura.

O estudo foi conduzido pela rede técnica cooperativa, que reúne cerca de 30 cooperativas gaúchas, e analisou as safras de soja entre 1986 e 2024, tendo como referência o município de Cruz Alta, no norte do estado, uma das principais regiões produtoras da oleaginosa. A pesquisa serve de base para a adoção de manejos mais eficientes em safras marcadas pela variabilidade climática.

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Foram avaliadas séries históricas de pluviosidade e sua relação direta com a produtividade da soja sob diferentes sistemas de manejo do solo. A análise mostra que, em situações extremas de falta de água, as possibilidades de resposta agronômica são limitadas. No entanto, há um amplo intervalo de anos em que as chuvas ficam abaixo do ideal, mas não chegam a níveis críticos. É justamente nesse cenário intermediário que práticas adequadas de manejo do solo se tornam determinantes.

Segundo Mário Bianchi, pesquisador da RTC/CCGL, sistemas que favorecem o armazenamento de água no perfil do solo apresentam desempenho superior quando comparados a áreas sem manejo conservacionista. “Práticas como a manutenção da cobertura do solo, o uso de palhada de maior persistência e a preservação da estrutura física do solo ajudam a reduzir perdas de umidade e a garantir melhores condições para o desenvolvimento das plantas. Atualmente, porém, a durabilidade dessa cobertura e a qualidade estrutural do solo são, em média, menores do que em décadas passadas”, explica.

O levantamento utilizou dados da estação meteorológica da CCGL, com uma série histórica de aproximadamente 50 anos. Nesse período, apenas 18 safras registraram volumes de chuva superiores a 800 mm durante o ciclo da soja, evidenciando que a limitação hídrica é uma realidade recorrente no estado.

A pesquisa comparou o cultivo em sistema de plantio direto sem rotação de culturas e com rotação, considerando, para o cálculo da pluviosidade da soja, o acumulado de chuvas entre 1º de novembro e 31 de março. “Os resultados reforçam que a frequência de anos com chuvas plenamente adequadas para altas produtividades é baixa, não apenas em Cruz Alta, mas em grande parte do Rio Grande do Sul, o que torna o manejo do solo uma estratégia essencial para garantir maior estabilidade produtiva”, conclui Bianchi.

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Aumento pontual da demanda sustenta valor – MAIS SOJA

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Os preços do arroz em casca permanecem firmes no Rio Grande do Sul. Segundo pesquisadores do Cepea, os valores são sustentados pela demanda pontual para recomposição de estoques e pela oferta ajustada. O ritmo de negócios, contudo, segue lento. Isso porque ainda se verifica desacordo entre compradores e vendedores em um ambiente de cautela ao longo da cadeia.

Do lado da oferta, pesquisadores do Cepea indicam que o comportamento dos produtores foi heterogêneo. Os agentes mais capitalizados optaram por postergar as vendas, à espera de condições mais favoráveis, enquanto outros direcionaram o cereal ao armazenamento, sobretudo diante da proximidade da safra 2025/26. Do lado da demanda, compradores consultados pelo Cepea ajustaram suas estratégias para garantir o abastecimento, sobretudo em regiões em que a oferta está mais limitada.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

ALGODÃO/CEPEA: Negócios são lentos em janeiro; mas preço médio mensal avança – MAIS SOJA

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O ritmo de negócios envolvendo algodão em pluma esteve lento ao longo de janeiro. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário esteve atrelado à retomada gradual das atividades e ao desacordo entre compradores e vendedores ativos quanto aos preços. Pesquisadores do Cepea indicam que produtores estiveram atentos à semeadura e ao desenvolvimento das lavouras da temporada 2025/26, o que reduziu a disposição para vendas.

Do lado comprador, as indústrias seguiram utilizando estoques próprios e/ou volumes já programados, mantendo cautela nas aquisições. Quanto aos preços da pluma, estes se enfraqueceram em alguns momentos do mês, acompanhando a retração das cotações internacionais. No entanto, em boa parte de janeiro, os valores domésticos reagiram, com suporte vindo da postura firme dos vendedores. Assim, o Indicador CEPEA/ESALQ (pagamento em oito dias) teve média de R$ 3,5101/lp em janeiro, 1,08% acima da de dezembro/25.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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