Connect with us

Sustentabilidade

Rally da Nutrição impulsiona a produtividade da soja no oeste baiano – MAIS SOJA

Published

on


Uma das regiões agrícolas mais produtivas do país é palco de uma iniciativa inédita que promete colocar em evidência o papel da nutrição no avanço da produtividade da soja. Já foi dada a largada para o Rally da Nutrição – edição Oeste Baiano, projeto regionalmente assinado pela Agrichem, Grower e a Agrobahia, que vai acompanhar, entre agosto de 2025 e maio de 2026, sete propriedades na região de Luís Eduardo Magalhães (BA).

O objetivo é claro: mostrar na prática os resultados do investimento em um manejo nutricional personalizado, apoiado em ciência e tecnologia – através da ferramenta exclusiva da Agrichem, PAMnutri – e compará-lo ao manejo tradicional.

Diferentemente de outros concursos de produtividade, que premiam marcas recordistas alcançadas em pequenas áreas de vitrines tecnológicas ou com manejos intensivos fora da realidade da fazenda, o Rally da Nutrição traz uma proposta única: medir a média de produtividade em talhões significativos, entre 100 e 200 hectares. “Isso garante um retrato muito mais fiel do desempenho real, construído a partir de práticas viáveis e sustentáveis no dia a dia da propriedade. Afinal, não são os recordes pontuais que sustentam a fazenda, mas sim a média consistente de produtividade, que efetivamente paga as contas e assegura rentabilidade”, explica Fernanda Aguiar, gerente de Desenvolvimento de Mercado da Agrichem.

Cada fazenda participante terá um grande talhão destinado ao projeto dividido em duas áreas: uma sob o manejo recomendado pela equipe técnica da Agrichem (“Padrão Agrichem”) e outra mantida conforme o manejo usual da propriedade (“Padrão Fazenda”). Essa divisão permite comparar diretamente os resultados do manejo nutricional personalizado com o manejo tradicional, considerando como resultados o desempenho médio de talhões inteiros; já antecipando um retrato fiel daquilo que o produtor pode alcançar na prática.

Os primeiros meses do projeto foram dedicados ao mapeamento detalhado das áreas, que incluiu diagnóstico inicial, reuniões técnicas com os produtores, levantamento de indicadores de produtividade e identificação das principais demandas nutricionais de cada lavoura. “A proposta é entregar recomendações técnicas totalmente personalizadas, acompanhadas de uma seleção de produtos Agrichem escolhidos para o manejo ideal de cada área, garantindo que o produtor aplique apenas o que realmente falta”, conta Fernanda. Ela destaca ainda que a aposta em um manejo inteligente é o grande diferencial da marca: “Enquanto o mercado trabalha, em grande parte, com fertilizantes compostos em proporções fixas, nossos fertilizantes líquidos de alta concentração fornecem o nutriente certo, na dose certa, para cada etapa do ciclo da lavoura. O resultado é eficiência, sem desperdício, e ganho real de produtividade e rentabilidade para o produtor”.

Competição de resultados

A expectativa é que o Rally da Nutrição traga números robustos. Todos os produtores selecionados já são referência em produtividade na região, com médias acima de 70 sacas por hectare, superiores à média regional de 65 a 68 sc/ha. “O Rally é também um momento de troca e aprendizado coletivo. Queremos mostrar que, mesmo em fazendas altamente tecnificadas, ainda há espaço para evoluir com base em um diagnóstico preciso e em soluções adequadas a cada realidade. Essa é a essência do projeto”, afirma Joelcio Gmach, Sócio-proprietário da Agrobahia.

Segundo o diretor técnico da Grower, Rafael Nunes, mais do que uma competição, o Rally da Nutrição busca consolidar um modelo de acompanhamento contínuo, com base em pesquisa, ciência e troca de experiências. “Nosso objetivo máximo com o projeto é levar ao campo e validar na prática os resultados das pesquisas em nutrição de plantas e fisiologia, colocando lado a lado o conhecimento científico e o manejo do dia a dia das propriedades. Isso nos permitirá entender em profundidade o que de fato gera avanço agronômico e pode ser aplicado em larga escala”, destaca Rafael.

O Rally da Nutrição ganha ainda mais força em janeiro, quando as lavouras entram na fase de enchimento de grãos. Nesse período, as equipes técnicas percorrerão as propriedades em uma rota que começa em São Desidério, passa por Luís Eduardo Magalhães e segue até a região da Garganta, quase na divisa com o Tocantins. Nessa etapa, as lavouras receberão acompanhamento técnico detalhado, permitindo eventuais ajustes no manejo e preparando o caminho para a divulgação dos resultados finais, prevista para meados de 2026.

Na linha de chegada do Rally da Nutrição, a combinação de ciência, pesquisa e presença em campo já representa uma grande vitória. “Estamos unindo três frentes: a expertise em nutrição da Agrichem, a competência em pesquisa da Grower e a conexão local da Agrobahia. Esse tripé é o que garante que o Rally vá muito além de uma ação pontual — ele representa a construção de conhecimento validado diretamente no campo e aplicado ao dia a dia do produtor”, completa Fernanda Aguiar.

Fonte: Assessoria de Imprensa Nutrien



 

Continue Reading

Sustentabilidade

Retração vendedora e escoamento externo sustentam cotações do arroz – MAIS SOJA

Published

on


O mercado brasileiro de arroz segue operando em ritmo lento, porém com cotações sustentadas, refletindo um equilíbrio delicado entre oferta crescente e mecanismos de escoamento relativamente ativos. A constatação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Evandro Oliveira.

Do lado da safra 2025/26, o avanço da colheita em março foi decisivo. O tempo firme permitiu melhor drenagem das áreas e redução da umidade do grão, diminuindo custos de secagem e favorecendo a eficiência operacional, conforme apontado pela Emater/RS.

“No campo comercial, um dos principais fatores de sustentação vem das exportações”, explica o analista. O volume embarcado em março, de 161,4 mil toneladas (base casca), “cumpre papel essencial ao retirar excedentes do mercado interno”.

O destaque é o forte fluxo de arroz em casca para México e Venezuela (85,9 mil toneladas), diretamente ligado à sustentação dos preços ao produtor. “Além disso, também foi registrado o escoamento de 51,3 mil toneladas de quebrados para África”, relata Oliveira.

Por outro lado, o varejo já sinaliza um ambiente mais pressionado. A queda de preços em diversas capitais indica expectativa de maior oferta e consumo mais cauteloso, o que limita a capacidade da indústria de pagar mais pela matéria-prima. “Esse fator explica, em parte, o ritmo demasiado lento dos negócios”, acrescenta.

Por fim, os riscos logísticos seguem no radar. “Possíveis problemas com combustíveis, transporte ou paralisações podem impactar diretamente o fluxo da cadeia e alterar rapidamente o comportamento dos preços”, pondera o consultor.

Em relação aos preços, a média da saca de 50 quilos de arroz no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou a quinta-feira cotada a R$ 59,86, alta de 3,19% em relação à semana anterior. Na comparação com o mesmo período do mês passado, o avanço era de 8,97%, enquanto, em relação a 2025, a desvalorização atingia 25,90%.

Fonte: Agência Safras



FONTE

Autor:Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

Continue Reading

Sustentabilidade

Mercado de soja segue lento e com preços recuando no Brasil; Chicago e dólar caem – MAIS SOJA

Published

on


O mercado brasileiro de soja teve uma semana predominantemente travada, com registro de movimentos pontuais e sem volumes relevantes. Os prêmios apresentaram poucas mudanças, enquanto câmbio e Chicago acumularam perdas na semana, afastando os negociadores.

De modo geral, o movimento foi de preços mistos, sem direção clara. O analista de Safras & Mercado, Rafael Silveira, destaca que o produtor segue fora do mercado, assim como as tradings, o que limita a liquidez. “O quadro da semana, como um todo, foi de poucos movimentos”, resume.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 125,00 para R$ 124,00 na semana. Em Cascavel (PR), a cotação baixou de R$ 120,00 para R$ 119,00. Em Rondonópolis (MT), o preço caiu de R$ 110,00 para R$ 107,00. No Porto de Paranaguá, a saca passou de R$ 131,00 para R$ 130,00.

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos com vencimento em maio acumularam desvalorização de 4,55%, encerrando a semana a US$ 11,69 1/2 por bushel. Após atingir na semana passada o maior patamar em dois anos, o mercado iniciou a semana no limite diário de baixa, sessão responsável pela queda semanal.

O motivo da queda foi a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de adiar seu esperado encontro com o presidente chinês Xi Jinping. A reunião estava prevista para o final de março, mas as últimas informações é de que o encontro ficará para um período daqui 30 a 45 dias.

Por conta do conflito no Oriente Médio, Trump decidiu postergar o encontro. O atraso no encontro significa também adiamento de um possível acordo comercial. O mercado vive a expectativa de um acerto de compra de soja americana por parte dos chineses.

A semana também não foi das melhores em termos de câmbio. No balanço, o dólar comercial recuou 1,47%, sendo cotado na manhã da sexta a R$ 5,2387. O recuo tira competitividade da soja brasileira.

Fonte: Agência Safras



Continue Reading

Sustentabilidade

Mercado de trigo mantém preços firmes com liquidez limitada e cautela dos agentes – MAIS SOJA

Published

on


O mercado brasileiro de trigo encerrou a semana com negociações pontuais e ritmo moderado, refletindo a postura cautelosa dos agentes diante de um ambiente ainda indefinido. A combinação de oferta imediata restrita, instabilidade nos referenciais externos e demanda enfraquecida por derivados limitou o avanço dos negócios.

“Os agentes atuam de forma mais conservadora, o que resulta em negócios pontuais e andamento lento tanto no Rio Grande do Sul quanto no Paraná”, disse o analista e consultor de Safras & Mercado, Elcio Bento.

No mercado físico, os preços se mantiveram relativamente firmes, sustentados mais pela restrição de oferta do que por um consumo aquecido. No Rio Grande do Sul, negócios ocorreram ao redor de R$ 1.150 por tonelada FOB, enquanto pedidas entre R$ 1.200 e R$ 1.250/t encontraram resistência dos moinhos.

“Essa diferença reflete, principalmente, as dificuldades no escoamento de derivados e as margens comprimidas da indústria, o que mantém o mercado lento e bastante seletivo”, afirmou Bento.

No Paraná, o cenário foi semelhante, com negociações restritas e forte influência de fatores logísticos. Fretes elevados, escassez de caminhões, em meio ao pico de escoamento de soja e milho, e entraves operacionais contribuíram para limitar o fluxo de comercialização. “A logística continua sendo um fator relevante, com fretes elevados e menor disponibilidade de caminhões, o que impacta diretamente o fluxo de comercialização”, destacou o analista.

Além disso, a demanda fragilizada pelo fraco desempenho do mercado de farinha seguiu comprimindo margens e restringindo a atuação dos moinhos, que priorizam a gestão de estoques. Do lado da oferta, a menor urgência de venda por parte dos produtores também reduziu a pressão vendedora, mantendo o mercado tecnicamente firme, porém com baixa liquidez.

Para a próxima semana, a expectativa é de manutenção desse ambiente de negociações pontuais e seletivas. A evolução do câmbio, o comportamento das cotações internacionais e, principalmente, o avanço da colheita de verão, que pode destravar a logística, serão determinantes para uma eventual retomada do ritmo de negócios.

“Sem uma melhora mais clara no consumo ou maior estabilidade nos indicadores externos, a tendência é de manutenção desse ambiente de negociações pontuais, seletivas e de ritmo moderado”, aponta o especialista.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Ritiele Rodrigues – ritiele.rodrigues@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

Continue Reading
Advertisement

Agro MT