Sustentabilidade
Regiões com alta incidência de pragas, doenças e estresses climáticos representam um desafio no plantio do milho safrinha

Para ajudar no manejo de pragas, patógenos e plantas infestantes e mitigar os efeitos da seca, Brevant® Sementes, marca da Corteva Agriscience, lança o híbrido de milho B2817PWU; material que traz produtividade elevada e excelente sanidade
São Paulo, 25 de agosto de 2025 – O produtor de milho do Centro-Oeste e Sudeste começa a planejar a safrinha de milho, com janela de plantio entre janeiro e fevereiro. Agora, o momento é de escolher os híbridos que serão plantados e quais insumos utilizar durante o ciclo. Ao selecionar as sementes, o agricultor, cada vez mais, escolhe materiais que apresentam melhor performance a pressão de pragas, doenças e estresses climáticos. Para esta safra, o produtor tem mais uma opção: o híbrido de milho B2817PWU, lançamento da Brevant® Sementes, marca da Corteva Agriscience.
“Os híbridos da Brevant® Sementes percorrem uma jornada feita de ciência, tecnologia e dedicação. O caminho começa com o melhoramento genético: processo que combina tradição e inovação para desenvolver materiais adaptados à realidade do agricultor brasileiro. Com ferramentas modernas de seleção assistida por marcadores, inteligência artificial e fenotipagem via drones, investimos em precisão no desenvolvimento de sementes cada vez mais produtivas e resistentes, aumentando a produtividade e rentabilidade do produtor”, destaca Andrea Eiras, Líder de Negócios da Brevant® Sementes.
O lançamento traz alto potencial produtivo e estabilidade, com ótima proteção ao Complexo de Enfezamentos e às principais doenças que causam manchas foliares. O híbrido é resultado de um processo de melhoramento que integrou materiais genéticos selecionados a partir de um banco de germoplasma e validado por uma ampla rede de ensaios realizados em múltiplos ambientes e durante vários anos. Desenvolvido para as regiões leste de Goiás, Minas Gerais e São Paulo, o milho B2817PWU, conta com um pacote agronômico superior, que traz produtividade atrelada a uma excelente sanidade. Além disso, sua arquitetura moderna e porte baixo são importantes fatores que contribuem para reduzir os riscos de acamamento de plantas, além de encaixe ideal para as principais janelas de plantio da região, mantendo desempenho consistente em diferentes condições.
“Frente aos crescentes desafios sanitários na cultura do milho, a escolha de um híbrido com boa resistência ao Complexo de Enfezamentos e excelente desempenho frente às principais doenças foliares se torna cada vez mais estratégica. O Complexo de Enfezamentos pode causar perdas superiores a 70% em condições severas. Já as doenças foliares comprometem a área fotossintética das plantas e reduzem o enchimento de grãos, com impactos que podem ultrapassar 30%. Por isso, o plantio de um híbrido que responde a estas adversidades é fundamental para obter um bom potencial produtivo da lavoura”, ressalta Andrea.
O milho B2817PWU conta com a biotecnologia PowerCore® Ultra (PWU), que oferece proteção contra as principais lagartas da parte aérea e do solo. A tecnologia inclui quatro proteínas inseticidas (Cry1F, Cry1A.105, Cry2Ab2 e Vip3Aa20) e confere também tolerância aos herbicidas glifosato e glufosinato de amônio, permitindo maior flexibilidade no controle de plantas daninhas.
A novidade vem com o Tratamento de Sementes Industrial (TSI), por meio da marca LumiGENTM, que engloba produtos, tecnologias e serviços voltados ao tratamento de sementes industrial, com soluções que atendem às diversas necessidades dos produtores, como fungicidas, inseticidas, bionematicidas e bioestimulantes.
“O B2817PWU não é apenas mais um híbrido em nosso portfólio. Ele é o resultado de anos de pesquisa, testes e escuta ativa do produtor. Ele foi desenvolvido especificamente para quem planta em regiões desafiadoras. O propósito é claro: ser o híbrido que vai além do esperado, entregando produtividade e rentabilidade expressiva”, finaliza Andrea.
Sobre a Corteva
A Corteva, Inc. (NYSE: CTVA) é uma empresa global agrícola que combina inovação e liderança do setor, elevado envolvimento com o cliente e execução operacional para fornecer soluções lucrativas para os principais desafios agrícolas do mundo. A Corteva gera preferência de mercado vantajosa por meio de sua estratégia de distribuição, junto com seu mix equilibrado e globalmente diversificado de sementes, proteção de cultivos, produtos digitais e serviços. Com algumas das marcas mais reconhecidas na agricultura e um pipeline de tecnologias bem posicionado para impulsionar o crescimento, a empresa está comprometida em maximizar a produtividade dos agricultores, enquanto trabalha com stakeholders em todo o sistema alimentar, cumprindo sua promessa de enriquecer a vida daqueles que produzem e consomem, garantindo o progresso das próximas gerações. Mais informações disponíveis neste link.
Sustentabilidade
Colheita de soja no RS atinge 10% da área, segundo Emater

A colheita da soja 2025/26 no Rio Grande do Sul alcança 10% da área estimada em 6,624 milhões de hectares, de acordo com a Emater.
“Embora as chuvas tenham favorecido a reposição hídrica em parte das lavouras ainda em fase reprodutiva, também impuseram interrupções pontuais à colheita. O predomínio fenológico se situa entre enchimento de grãos (43%) e maturação (41%), indicando proximidade da intensificação dos trabalhos de colheita no curto prazo”, disse a empresa em nota. A produtividade média estimada é de 2.871 quilos por hectare.
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Colheita de milho e arroz
Também conforme a Emater, a colheita de milho no Estado atinge nesta semana 73% da área cultivada, com resultados, em média, satisfatórios.
“As produtividades refletem o histórico climático da safra. Áreas com regularidade hídrica e manejo adequado apresentam os melhores desempenhos, e regiões com restrição hídrica em fases críticas registraram perdas parciais”, destacou a Emater, que estima área cultivada de 803.019 hectares e produtividade média de 7.424 kg/ha.
No tocante à safra de arroz, a colheita no Estado alcança 35% da área. A maior parte das lavouras se encontra em maturação (47%) e 18% estão em enchimento de grãos, “fase sensível à disponibilidade hídrica e às condições de radiação solar”.
A área cultivada é de 891.908 hectares (estimativa do Instituto Rio-grandense do Arroz – Irga), com produtividade projetada pela Emater em 8.744 kg/ha.
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Sustentabilidade
Boletim de monitoramento da Conab aponta bom desenvolvimento das lavouras

O mais recente Boletim de Monitoramento Agrícola da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indica que as lavouras de soja e milho segunda safra seguem com desenvolvimento acima da média na maior parte do Brasil, mesmo diante de um cenário climático marcado por contrastes.
De acordo com o levantamento, os índices de vegetação continuam apontando condições favoráveis nas principais regiões produtoras, refletindo o bom desempenho das lavouras até o momento. O resultado positivo ocorre apesar da distribuição irregular das chuvas ao longo de março.
No período entre os dias 1º e 21, os maiores volumes de precipitação foram registrados no Centro-Norte do país. Se por um lado o excesso de chuvas dificultou a colheita da soja em algumas áreas, por outro contribuiu para o desenvolvimento das culturas em campo, tanto da primeira quanto da segunda safra.
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Na região Norte, o cenário foi predominantemente positivo, com chuvas bem distribuídas e níveis adequados de umidade no solo. Ainda assim, estados como Pará e Tocantins enfrentaram problemas pontuais durante a colheita da soja devido ao excesso de precipitações. Em Roraima, a ausência de chuvas seguiu dentro da normalidade para o período.
Já no Nordeste, as chuvas se concentraram no início do mês, especialmente em áreas do Maranhão, Piauí, Bahia e Ceará, beneficiando as lavouras. No entanto, a irregularidade das precipitações no semiárido e as altas temperaturas em parte da Bahia resultaram em restrição hídrica e atrasos na semeadura do milho e feijão segunda safra.
No Sul do país, o cenário foi mais desafiador. A irregularidade e o baixo volume de chuvas comprometeram o armazenamento hídrico do solo, afetando o desenvolvimento do milho segunda safra no Paraná e da soja em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.
Por outro lado, no Centro-Oeste, principal polo produtor de grãos do país, as chuvas foram mais frequentes em Mato Grosso e Goiás. Apesar de atrasos pontuais na colheita da soja, as precipitações ajudaram no desenvolvimento das lavouras. Em Mato Grosso do Sul, os volumes registrados na segunda semana do mês foram fundamentais para recuperar a umidade do solo em áreas que enfrentavam déficit hídrico.
No Sudeste, os volumes de chuva também favoreceram o campo, com registros mais expressivos em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro ao longo da segunda semana, avançando posteriormente para outras áreas mineiras e o Espírito Santo.
O cenário traçado pela Conab reforça que, apesar dos desafios climáticos regionais, a safra 2025/26 mantém um quadro geral positivo, sustentado pelas boas condições de desenvolvimento das lavouras na maior parte do território nacional.
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Sustentabilidade
Arroz/RS: Colheita do arroz no RS alcança 35% da área – MAIS SOJA

O cultivo de arroz registrou avanço contínuo da colheita, alcançando 35% da área, impulsionado por períodos de baixa precipitação ou acumulados pouco significativos, ainda que tenham sido observados eventos de chuva esparsa.
A maior parte das lavouras se encontra em maturação (47%), e 18% ainda estão em enchimento de grãos, fase sensível à disponibilidade hídrica e às condições de radiação solar.
De maneira geral, as produtividades vêm se confirmando em patamares satisfatórios a elevados nas áreas já colhidas, apesar da redução em relação à safra anterior em parte das lavouras, associada a limitações de incidência solar e temperaturas fora da faixa ideal em momentos críticos do ciclo, além de retração no padrão tecnológico empregado.
A qualidade industrial dos grãos colhidos é considerada adequada, com bom rendimento de engenho.
A colheita segue condicionada à redução da umidade dos grãos, e eventuais intercorrências climáticas, como ventos e precipitações, que podem interferir pontualmente no ritmo das operações e na qualidade final da produção. A área cultivada é de 891.908 hectares (IRGA). A produtividade está projetada em 8.744 kg/ha, segundo a Emater/RS-Ascar.
Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, os trabalhos de colheita avançaram para 29% da área, apesar das chuvas em quatro dias do período, as quais não impediram a operação dado o baixo volume. Em Uruguaiana, há relatos de acamamento pontual em decorrência de ventos, mas não foram quantificadas perdas até o momento.
Em São Gabriel, 25% dos 25.800 hectares cultivados foram colhidos, com avanço moderado devido à necessidade de redução da umidade dos grãos. No município, as produtividades variam conforme o nível tecnológico, situando-se entre 10% e 20% abaixo da safra anterior.
Na de Pelotas, a colheita atinge 35% da área regional, e houve forte intensidade das operações em todos os municípios produtores. Predomina a fase de maturação: 60% prontos para colheita e 5% em enchimento de grãos. As condições de campo têm permitido a continuidade dos trabalhos, que devem se estender até abril, com desempenho produtivo
dentro do esperado.
Na de Santa Maria, a colheita supera 40% da área cultivada, e cerca de 45% das lavouras estão em maturação. As produtividades obtidas são elevadas, acima de 8.000 kg/ha; em São João do Polêsine, os talhões atingem 9.000 kg/ha. O cenário indica elevado potencial produtivo, com confirmação de rendimentos superiores ao inicialmente projetado em diversas áreas.
Na de Santa Rosa, a colheita foi iniciada, mas a evolução está limitada em função das chuvas no período. A maior parte das lavouras se encontra em maturação, e há áreas remanescentes em enchimento de grãos, implantadas mais tardiamente.
Na de Soledade, a colheita alcançou 35% da área. As lavouras apresentam produtividades e elevada qualidade de grãos, especialmente no rendimento de engenho. Estão 2% em florescimento, 33% em enchimento de grãos e 30% em maturação. O manejo da água se intensifica com a retirada dos quadros para viabilizar a colheita, enquanto a disponibilidade hídrica permanece adequada nos reservatórios. O monitoramento fitossanitário segue ativo, e a ocorrência de percevejos e brusone está sob controle.
Comercialização (saca de 50 quilos)
O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 2,16%, quando comparado à semana anterior, passando de R$ 55,52 para R$ 56,72.
Fonte: Emater/RS
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