Connect with us

Featured

Eraí Maggi defende lula e diz que ‘tarifaço’ dos EUA é ‘humilhação’

Published

on

O mega produtor rural Eraí Maggi disse que ainda é cedo para tomar lado, mas teceu elogios a condução do governo federal e ao governo paulistano. Ele desconversou sobre articulações políticas para eleições presidenciais.

À imprensa, na quinta-feira (14), o empresário criticou a antecipação de tratativa eleitoral diante da distância das eleições. Na avaliação dele, os governantes eleitos em 2022 devem focar na execução de seus mandatos, evitando disputas políticas prematuras que desviem a atenção das funções inerentes ao cargo.

“Nós temos metade do governo pela frente ainda, o Tarcisio tem metade do governo lá em São Paulo, o Lula está na metade do mandato, nós temos que trabalhar, fazer o Mato Grosso. Não vamos ficar falando em política, agora não é hora. Discutir é política ano que vem, agora é só o ensaio, que deixe andar, que vá bem o Brasil, que vá bem o Tarcísio, que vá bem o Lula. Eu estou torcendo para gerar emprego, eu quero gerar indústria, nós estamos no começo do governo, não torcendo para ir mal, de jeito nenhum, o Brasil tem que ir bem”, argumentou o empresário.

Além de comentar o cenário político, o empresário criticou duramente o “tarifaço”, promovido pelo presidente estadunidense Donald Trump, aos produtos importados do Brasil em 50%. Para ele, Trump não deveria tentar interferir no Judiciário, respeitando os Poderes, sua conduta expõe o país a constrangimento.

Segundo o empresário, se ocupasse a presidência da República, “tentaria” conversar um pouco mais com o presidente, mas crê que Lula tentou contato.

“Acho ridículo essa negociação que está se colocando, debitando o tarifaço, eu acho um pouco de humilhação, nós não precisamos passar por essa humilhação. Eu gostaria muito de estar com os Estados Unidos, a parte de inteligência artificial, as tecnologias, tudo que os Estados Unidos mandam para cá para nós, é bacana. Eu teria forçado um pouquinho mais se conversar com o Trump, mas eu imagino que ele tentou”, pontou.

Continue Reading

Featured

Soja perde fôlego no Brasil com mercado travado e pressão externa

Published

on


O mercado brasileiro de soja teve uma semana marcada por lentidão nas negociações e recuo nos preços, refletindo um ambiente de baixa liquidez e ausência dos principais agentes. Houve apenas movimentos pontuais, sem volumes expressivos, enquanto os prêmios permaneceram praticamente estáveis.

  • Fique por dentro das principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

De forma geral, o comportamento foi de preços mistos e sem uma direção definida. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, tanto produtores quanto tradings se mantiveram afastados, o que limitou os negócios ao longo da semana. “O quadro da semana, como um todo, foi de poucos movimentos”, resume.

Preços de soja

Nos principais polos de comercialização, os preços apresentaram leve queda. Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 125,00 para R$ 124,00. Em Cascavel (PR), caiu de R$ 120,00 para R$ 119,00. Já em Rondonópolis (MT), houve baixa mais acentuada, de R$ 110,00 para R$ 107,00. No Porto de Paranaguá, a cotação passou de R$ 131,00 para R$ 130,00.

Soja em Chicago

No cenário internacional, a Bolsa de Chicago pressionou as cotações. Os contratos com vencimento em maio acumulam queda de 4,55% na semana, encerrando a US$ 11,69 1/2 por bushel. Após atingir o maior nível em dois anos na semana anterior, o mercado iniciou o período no limite diário de baixa, movimento que determinou o desempenho semanal negativo.

A desvalorização foi influenciada por fatores geopolíticos. A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de adiar o encontro com o presidente da China, Xi Jinping, aumentou a incerteza no mercado. A reunião, inicialmente prevista para o fim de março, deve ocorrer apenas dentro de 30 a 45 dias.

O adiamento também posterga expectativas de um possível acordo comercial entre os países, incluindo compras de soja americana pela China, fator que vinha sendo monitorado de perto pelos investidores.

Câmbio

No câmbio, o dólar também contribuiu para o enfraquecimento dos preços no Brasil. A moeda norte-americana acumulou queda de 1,47% na semana, sendo cotada a R$ 5,2387 na manhã de sexta-feira. O movimento reduz a competitividade da soja brasileira no mercado internacional e reforça o ritmo lento dos negócios.

O post Soja perde fôlego no Brasil com mercado travado e pressão externa apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Featured

Conheça o tamanduá-da-soja, praga que pertence à segunda família mais diversa do mundo

Published

on


Foto: Clara Beatriz H. Campo/Embrapa

O tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus) é uma das pragas que desafiam o manejo nas lavouras brasileiras, especialmente pela forma como se desenvolve e ataca plantas.

  • Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

De acordo com o mestre em zoologia na Univerdade Federal da Paraíba (UFPB) João Paulo Nunes, o animal é pertencente à família Curculionidae a segunda família mais diversa de animais do planeta. “Nela há mais de 50 mil espécies. É um número absurdo, só essa família tem mais espécies do que todas as espécies dos vertebrados juntos” destaca. 

A diversidade só é superada pela família dos chamados potós (Paederus), besouros de corpo alongado que, quando esmagados sobre a pele humana, podem causar queimaduras.

O inseto chama atenção pela estrutura alongada na cabeça, o chamado rostro. O termo vem do latim rostrum, que significa “bico” ou “focinho”, característica que inspirou o nome popular, pela semelhança com o tamanduá.

“O tamanduá-da-soja leva esse nome justamente porque ele tem como se fosse um focinho. O besouro tem uma espécie de focinho que se assemelharia ao do tamanduá”, explica Nunes.

Danos causados

O dano causado pelo tamanduá-da-soja ocorre em fases diferentes do ciclo de vida, o que dificulta o controle. Na fase larval, o inseto atua como broca e penetra no caule e se alimenta da parte interna da planta, abrindo galerias que comprometem o desenvolvimento.Já os adultos permanecem na parte aérea, consumindo folhas.

A espécie está presente em praticamente todo o Brasil e também em outros países da América do Sul, como Argentina, Bolívia, Peru e Colômbia.

Manejo exige antecipação

Para Nunes, o ciclo de vida é um dos pontos-chave para o manejo, entre fevereiro e outubro, as larvas permanecem no solo ou protegidas na planta; já de novembro a janeiro ocorre a fase adulta, quando os insetos ficam na superfície e se alimentam de folhas. Esse comportamento favorece estratégias mais eficientes de controle, principalmente preventivas.

Ele explica que o controle mais eficaz ocorre antes da postura de ovos, já que, depois que as larvas entram no caule, ficam protegidas e menos suscetíveis a aplicação de defensivos e métodos de combate.

tamanduá-da-soja na fase larval
Foto: Clara Beatriz H. Campo/Embrapa

O especialista explica que, dentre as principais estratégias de controle estão a rotação de culturas, a eliminação de restos da lavoura anterior, o controle biológico com uso de parasitoides e o uso combinado de diferentes métodos.

A rotação de culturas, além de reduzir a população da praga, também contribui para a saúde do solo, evitando o esgotamento de nutrientes.

Papel no equilíbrio ambiental

Apesar de ser considerada praga agrícola, a espécie faz parte de um grupo essencial para os ecossistemas. Os gorgulhos são majoritariamente fitófagos (se alimentam de plantas) e ajudam a controlar o crescimento da vegetação. Em ambientes naturais, esse papel evita desequilíbrios, como o crescimento excessivo de uma única espécie vegetal.

O post Conheça o tamanduá-da-soja, praga que pertence à segunda família mais diversa do mundo apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Featured

Colheita de soja no Brasil atinge 68,8%, aponta consultoria

Published

on


Colheita de soja na Fazenda Itamarati Norte da Amaggi em Campo Novo do Parecis. Foto: Amaggi

A colheita da safra brasileira de soja 2025/26 alcançou 63,8% da área plantada até o dia 20 de março, conforme levantamento da consultoria Safras & Mercado.

O avanço semanal foi significativo em relação ao índice de 55,4% registrado na semana anterior, indicando aceleração dos trabalhos no campo. Ainda assim, o ritmo da colheita segue abaixo do observado em igual período do ano passado, quando 76,6% da área já havia sido colhida.

  • Fique por dentro das principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

Na comparação com a média histórica para o período, de 71,3%, o atraso também fica evidente, reforçando um cenário de colheita mais lenta na atual temporada.

O post Colheita de soja no Brasil atinge 68,8%, aponta consultoria apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading
Advertisement

Agro MT