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Sustentabilidade

Análise Ceema: Cotação do milho se recuperou um pouco nesta semana, fechando a quinta-feira em US$3,75/bushel – MAIS SOJA

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Por Dr. Argemiro Luís Brum

O primeiro mês cotado, em Chicago, após recuar para US$ 3,71/bushel durante a semana, se recuperou um pouco e fechou a quinta-feira (14) em US$ 3,75, contra US$ 3,84 uma semana antes.

O relatório de oferta e demanda do USDA, anunciado no dia 12/08, trouxe pressão baixista para o cereal, mais uma vez, pois apontou, para 2025/26, uma colheita estadunidense (que se inicia agora em setembro) em um total de 425,3 milhões de toneladas, cerca de 25 milhões a mais do que o indicado em julho. Com isso, os estoques finais nos EUA saltaram para 53,8 milhões de toneladas, ganhando 11,7 milhões sobre julho. Já a produção mundial de milho ficou estimada em 1,289 bilhão de toneladas, enquanto os estoques finais globais atingiriam 282,5 milhões de toneladas. O preço médio ao produtor estadunidense de milho veio para US$ 3,90/bushel em 2025/26. Já a produção do Brasil e da Argentina ficaram estabelecidas, respectivamente, em 131 e 53 milhões de toneladas. As exportações brasileiras do cereal chegariam a 43 milhões de toneladas no novo ano comercial.

Dito isso, no dia 10/08, 72% das lavouras de milho estadunidenses estavam entre boas a excelentes condições, contra 73% da semana anterior e acima do ano passado, quando eram 67%. Cerca de 58% das mesmas estavam na fase de enchimento de grãos.

Por sua vez, os embarques estadunidenses de milho, na semana encerrada em 07/08, atingiam a 1,5 milhão de toneladas, superando as expectativas do mercado e alcançando um total, no ano comercial, de 63,1 milhões de toneladas, volume 29% maior do que um ano atrás.

E no Brasil, os preços se mantêm nos mesmos níveis baixos das últimas semanas, porém, com um leve movimento de alta em algumas regiões. A média gaúcha fechou a semana em R$ 61,85/saco, enquanto as principais praças locais ficaram entre R$ 59,00 e R$ 60,00/saco. No restante do país os preços oscilaram entre R$ 48,00 e R$ 64,00/saco, com algumas praças também sem preço.

Aparentemente, a pressão baixista sobre os preços do milho, com a safrinha na sua reta final de colheita, parece ter terminado. Por enquanto, as usinas de etanol continuam pagando níveis acima da paridade de importação e, com isso, o produtor segue concentrando suas vendas no mercado local. Além disso, com a relação sojamilho favorecendo a comercialização da soja, as vendas por parte dos produtores e as exportações de milho brasileiro devem seguir lentas (cf. Agrinvest Commodities).

Dito isso, o total colhido no Brasil, em 2025, atinge a 79,4% da área, contra 90,2% um ano atrás e 79,2% na média histórica. Lembrando que no Mato Grosso a colheita da segunda safra está praticamente encerrada (cf. Pátria AgroNegócios). Já no Centro-Sul brasileiro, segundo a AgRural, a colheita da safrinha 2025 de milho chegou, no dia 07/08, a 88% da área semeada, contra 97% um ano atrás. Já a Conab informou que, em todo o Brasil, a colheita da safrinha atingia, no dia 10/08, a um total de 83,7% da área, contra 84,3% na média.

E no Mato Grosso, segundo o Imea (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária), a comercialização da safra de milho 2024/25 atingiu, em julho, a 62% da produção estimada. Isso se deve ao aumento médio de 2,9% no preço do milho no último mês, sobre junho, fechando em R$ 43,78/saco. Assim, e somando-se os problemas de armazenagem local, os produtores optaram por vender sua produção. Já para a safra 2025/26, a comercialização antecipada chegou a 11,4% da produção estimada. Esse movimento foi motivado pela alta de 2,5% sobre junho, nos preços futuros, que ficaram na média de R$ 44,33/saco em julho. Apesar disso, a comercialização da safra 2025/26 segue atrasada em relação à média das últimas cinco safras.

Enfim, as exportações brasileiras de milho, nos primeiros seis dias úteis de agosto, melhoraram muito, chegando a 1,76 milhão de toneladas, chegando a 29% do total exportado em agosto do ano passado. Com isso, a média diária de agosto é 6,6% melhor do que a registrada no mesmo mês de 2024. O preço médio pago por tonelada subiu 19,8% no período, indo de US$ 192,70 em agosto de 2024 para US$ 231,00 em julho de 2025.

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).



 

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Mancha-branca no milho: efeitos na fotossíntese e impactos na produtividade – MAIS SOJA

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A mancha-branca, causada pelo fungo Pantoea ananatis e espécies fúngicas associadas, como a Phaeosphaeria maydis, é uma das doenças mais frequentes no milho, causando impactos principalmente na capacidade da planta em realizar a fotossíntese. A doença ocorre principalmente entre os estádio VT a R4 (Wordell Filho et al., 2016), com sintomas característicos de lesões arredondadas nas folhas do milho.

Figura 1. Sintomas típicos de mancha-branca em milho.
Fonte: Costa et al. (2011)

Casela; Ferreira; Pinto (2006) destacam que a doença tem seu desenvolvimento favorecido por condições de alta precipitação, alta umidade relativa do ar (>60%) e baixas temperaturas noturnas (em torno de 14°C). Mas afinal, qual seria o real impacto da mancha-branca na produtividade final do milho?

O impacto da mancha-branca varia conforme as condições climáticas e ambientais, a suscetibilidade do híbrido e a severidade da doença. Nesse contexto, o estudo conduzido por  Godoy e colaboradores (2001) fornece uma base importante para a compreensão dos danos causados pela doença no milho.

Ao analisar os efeitos da mancha-branca, causada por Phaeosphaeria maydis, na taxa líquida de fotossíntese e na transpiração de folhas de milho, Godoy et al. (2001) observaram que a doença não reduziu somente a quantidade de área foliar como também afetou a fotossíntese no tecido foliar assintomático remanescente. Com o progressivo aumento da severidade, a redução na taxa fotossintética foi proporcionalmente maior que a redução da área foliar devido às lesões (figura 2). Folhas com severidade em torno de 10-20 % apresentaram redução na taxa fotossintética líquida ao redor de 40 %.

Figura 2. Efeito de diferentes severidades de mancha de Phaeosphaeria na taxa fotossintética líquida relativa (Px /Po) de folhas de milho (Zea mays), na linhagem ESALQ PB2 (a) e nos híbridos XL 215 (b), FT 5130 (c) e FT 5150 (d).
Fonte: Godoy et al. (2001)

Resumidamente, a mancha-branca não reduz a eficiência fotossintética apenas das folhas afetadas, mas também, em parte do tecido verde remanescente de folhas infetadas, o que eleva ainda mais a capacidade da doença em causar danos. Em termos gerais, a redução da taxa fotossintética líquida em 40% resultante de 20% de severidade da mancha-branca pode representar perdas de produtividade de até 60% no milho (Costa et al., 2011). Sobretudo, vale destacar que esse impacto pode diferir de acordo com o nível de tolerância do híbrido.

Embora ainda sejam necessários estudos adicionais para quantificar o impacto da mancha-branca em híbridos modernos de milho, é evidente a importância do seu controle para mitigar perdas de produtividade. No manejo da doença, a aplicação de fungicidas químicos é a estratégia mais utilizada em escala comercial.

Para maior eficiência de controle, é fundamental o correto posicionamento dos fungicidas ao longo do ciclo da cultura, priorizando moléculas mais eficazes, especialmente nos períodos críticos de ocorrência da doença. Nesse sentido, pesquisas conduzidas pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IAPAR-EMATER) avaliaram a eficiência de diferentes fungicidas no controle da mancha-branca no milho safrinha de 2020.

De acordo com os resultados obtidos, a maior eficiência de controle da mancha-branca foi observada com o uso de Piraclostrobina + Fluxapiroxade; seguido por Trifloxistrobina + Protioconazol + Bixafen; e Piraclostrobina + Fluxapiroxade + Mefentrifluconazol, demonstrando que produtos utilizados em forma de misturas promovem melhores resultados de controle da mancha branca em comparação ao uso de alguns ativos de forma isolada (Custódio et al., 2020).

Tabela 1. Severidade final (Sev final), severidade total (AACPD) da mancha branca e eficiência de controle (C) em cada tratamento. Milho segunda safra 2020.
Fonte: Custódio et al. (2020)

Com base nos aspectos observados, pode-se afirmar que a mancha-branca possui elevada capacidade em reduzir a produtividade do milho, tendo como principal dano, a redução da fotossíntese e consequentemente produção de fotoassimilados e acúmulo de matéria seca nos grãos. Para minimizar esses efeitos, além das boas práticas agronômicas como a rotação de culturas, deve-se preconizar o controle químico com fungicidas eficientes, especialmente durante o período mais suscetível (VT a R4).

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Veja mais: A realidade dos componentes de produtividade nas lavouras de milho do Sul do Brasi


Referências:

CASELA, C. R.; FERREIRA, A. S.; PINTO, N. F. J. A. DOENÇAS NA CULTURA DO MILHO. Embrapa, Circular Técnica, n. 83, 2006. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/490415/1/Circ83.pdf >, acesso em:> 23/03/2026.

COSTA, R. V. et al. RECOMENDAÇÕES PARA O CONTROLE QUÍMICO DA MANCHA BRANCA DO MILHO. Embrapa, Circular Técnica, n. 167, 2011. Disponível em: < https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/50969/1/circ-167.pdf >, acesso em: 23/03/2026.

CUSTÓDIO, A. A. P. et al. EFICIÊNCIA DE FUNGICIDAS NO CONTROLE DA MANCHA BRANCA DO MILHO: SEGUNDA SAFRA 2020. IDR-PARANÁ, Boletim Técnico n. 96. 2020. Disponível em: < http://www.idrparana.pr.gov.br/sites/iapar/arquivos_restritos/files/documento/2021-01/bt96_-_idr-parana_-_29-01-2021.pdf >, acesso em: 23/03/2026.

GODOY, C. V. et al. ALTERAÇÕES NA FOTOSINTESE E NA TRANSPIRAÇÃO DE FOLHAS DE M ILHO INFECTADAS POR Phaeosphaeria maydis. Fitopatologia brasileira 26 (2), 2001. Disponível em: < https://www.scielo.br/j/fb/a/QS37wLdvDNHhDyPrB78wTnM/?format=pdf&lang=pt >, acesso em: 23/03/2026.

WORDELL FILHO, J. A. et al. PRAGAS E DOENÇAS DO MILHO: DIOAGNOSE, DANOS E ESTRATÉGIAS DE MANEJO. Epagri, Boletim Técnico, n. 170, 2016. Disponível em: < https://ciram.epagri.sc.gov.br/ciram_arquivos/agroconnect/boletins/BT_PragasDoencasMilho.pdf >, acesso em: 23/03/2026.

 

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Clima no Brasil é ponto de atenção para soja; oleaginosa enfrenta volatilidade global

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O mercado da soja apresentou comportamento pressionado ao longo da última semana, especialmente nos prêmios de exportação nos portos brasileiros. Mesmo com o dólar em patamar elevado, o encarecimento dos fretes marítimos e dos seguros de guerra no cenário internacional levou as tradings a ajustarem os preços, reduzindo a competitividade.

Lentidão na colheita

No campo, a colheita da safra 2025/26 segue avançando, ainda que em ritmo mais lento que a média histórica, impactada por condições climáticas adversas em importantes regiões produtoras. Esse atraso tem aumentado a oferta imediata de grãos, favorecendo a liquidez no mercado spot.

No ambiente doméstico, a valorização do dólar, que superou R$ 5,30 em meio à aversão global ao risco, ajudou a sustentar os preços em reais na porta da fazenda, funcionando como um piso para o mercado interno.

Contratos futuros de soja

De acordo com a plataforma Grainsights, da plataforma Grão Direto, os contratos futuros em Chicago registraram queda, refletindo o cenário de pressão internacional. O contrato maio/26 recuou 4,98%, encerrando a US$ 11,63 por bushel, enquanto o março/27 caiu 1,29%.

No Brasil, esse movimento resultou em desvalorização no mercado físico, com destaque para o Noroeste de Minas Gerais, onde os preços caíram, em média, 1,80%, próximos de R$ 106,20 por saca.

O que vem por aí?

Para os próximos dias, o mercado deve permanecer altamente volátil, influenciado por fatores geopolíticos e econômicos. O bloqueio do Estreito de Ormuz tem elevado significativamente os custos logísticos globais, enquanto sinais de possível redução das tensões entre Irã e Estados Unidos podem alterar rapidamente o humor dos investidores.

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Outro ponto de atenção é o relatório Prospective Plantings, do USDA, previsto para 31 de março. A expectativa é de aumento da área de soja nos Estados Unidos na safra 2026/27, o que pode influenciar diretamente a formação de preços.

Além disso, o mercado acompanha a possível reunião entre Donald Trump e Xi Jinping, que pode resultar em novos acordos comerciais envolvendo a compra de soja americana, embora o histórico de tensões entre as duas potências mantenha o cenário de cautela.

No Brasil, clima segue no radar

No Brasil, o clima segue no radar. A previsão indica chuvas frequentes no Sul, que podem atrasar a colheita, enquanto o Centro-Oeste enfrenta irregularidade nas precipitações. Já no Sudeste, o calor predomina com pancadas isoladas, e no Norte e Nordeste as chuvas continuam mais intensas, mantendo atenção sobre os impactos na qualidade das lavouras e no andamento dos trabalhos em campo.

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Aumento no embarque de arroz é insuficiente para conter perdas de exportação em fevereiro – MAIS SOJA

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A Farsul divulgou, nesta sexta-feira (20/03), os resultados das exportações gaúchas de fevereiro de 2026. Na comparação com o mesmo período de 2025, houve uma queda de 14,4% no valor exportado (um total de US$ 881,7 milhões em comparação com US$ 1,03 bilhão no mesmo período de 2025) e de 19,5% no volume, um total de 1,55 milhões de toneladas. Em fevereiro de 2025, o estado havia exportado 1,92 milhões de toneladas.

Este resultado é um reflexo principalmente da menor oferta de grãos no mercado, principalmente da soja, além de uma base elevada do trigo em comparação com 2025. O valor total exportado pelo Estado no período foi de US$ 1,26 bilhões, com o agronegócio sendo responsável por 69,8% deste montante (US$ 881,7 milhões). Em termos de volume, o agronegócio representou 88,3% do total estadual no período.

Arroz tem desempenho excepcional para o período e freia quedas maiores

O arroz teve aumentos na casa dos três dígitos na comparação com 2025, com crescimento de 106,7% no valor e 284,2% no volume, com embarques para o México, Senegal, Venezuela e Costa Rica. Em contrapartida, o ambiente do mercado para o grão é de baixa liquidez e insatisfação dos produtores com o mercado interno, o que reforça a importância das exportações para absorver a oferta.

As quedas de valor se detiveram principalmente na soja em grão, no trigo e no fumo manufaturado, sendo que os dois primeiros também tiveram grande responsabilidade da queda no volume exportado.

No setor de proteína, houve aumento de 23,4% no valor e 24,2% no volume das vendas de boi vivo na comparação com o ano anterior, com a Turquia ainda sendo o principal mercado, mas entrada também do Egito. Na carne bovina, também houve alta, de 31,3% no valor e 8,5% no volume, com a China sendo o principal mercado, e avanços na Rússia e na Jordânia, o que compensou recuos no mercado americano.

Já a carne de frango teve queda de 5,8% no valor e 12,4% no volume, com dificuldade nos mercados do Oriente Médio e Norte da África. O desempenho da proteína no Estado foi forte, mas questões logísticas e comerciais nas regiões prejudicaram o resultado. As Filipinas reforçaram sua importância no mercado da carne suína, principal destino do produto, que teve alta de 21,1% em valor e 22,4% em volume.

O trigo teve queda no volume, apesar da demanda pelo produto não se alterar. É um sinal de que o trigo gaúcho tem perdido espaço no mercado internacional. Já a soja teve recuo forte, com baixa disponibilidade do grão no final da entressafra e ausência de embarques para o Irã. O fumo e derivados teve uma queda de 20,3% no valor, mas de apenas 0,7% no volume, o que indica uma deterioração de preços médios e indica que houve uma combinação menos favorável de produto e mercados em fevereiro.

Os produtos florestais, tiveram queda de 11,6% no valor e 5,5% no volume, concentrados em celulose e madeira serrada. Sobre a guerra comercial com os Estados Unidos, as exportações do RS recuaram 4,6% em valor, de US$ 65,0 milhões para US$ 62,0 milhões, mas cresceram 15,7% em volume, de 47,8 mil para 55,3 mil toneladas.

Os principais parceiros comerciais do estado em fevereiro foram a Ásia (exceto Oriente Médio) manteve-se como o principal destino das exportações do agronegócio gaúcho, totalizando US$ 367,7 milhões e 690 mil toneladas. Em segundo lugar aparece a Europa, com exportações de US$ 151,7 milhões, sendo US$ 119,0 milhões destinados à União Europeia. O Oriente Médio ocupou a terceira posição, com US$ 95,3 milhões.

Quanto aos países, a China permanece como principal destino, com US$ 103,5 milhões, representando 11,7% do valor exportado pelo agronegócio gaúcho. Na sequência destacam-se Vietnã (7,9%), Estados Unidos (7,0%), Indonésia (6,8%) e Filipinas (6,6%), evidenciando a importância da diversificação de mercados, especialmente no continente asiático.

Fonte: Farsul



 

FONTE

Autor:Farsul

Site: Farsul

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