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7 de maio de 2026

Sustentabilidade

Inseticida para tratamento de sementes Dermacor® da Corteva Agriscience recebe registro para o controle da lagarta-do-cartucho no arroz – MAIS SOJA

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A Corteva Agriscience anuncia que seu inseticida para tratamento de sementes Dermacor® foi registrado para o controle da lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda), uma das principais pragas que afetam a cultura do arroz. Embora a produção de arroz no Brasil apresente resultados positivos, a pressão de pragas continua sendo um desafio significativo para os produtores.

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), na safra 2024/25, a produção de arroz atingiu 2,8 milhões de toneladas, um aumento de 20,6% em comparação com 2023/24, configurando a 4ª maior safra de arroz já registrada no país. Por essa razão, a adoção de tecnologias que reduzam perdas no campo é essencial para garantir a rentabilidade do setor.

“Para evitar pragas que podem reduzir o potencial produtivo do arroz, é necessário realizar manejo em todas as etapas da cultura”, explica Cristiane Da Roz Delic, Líder de Portfólio de Arroz, Trigo e Algodão para a Corteva Agriscience no Brasil e Paraguai. “A lagarta-do-cartucho impacta severamente a produção de arroz, e por isso o tratamento de sementes é fundamental para prevenir a infestação.”

Dermacor® oferece controle residual, excelente manutenção de estande e maximiza a produtividade. Delic destaca que tratar as sementes com esse inseticida reduz a necessidade de aplicações foliares precoces, o que é especialmente vantajoso em áreas extensas ou de difícil acesso. O tratamento de sementes reduz a pressão inicial de pragas, permitindo que medidas complementares (monitoramento, biológicos e aplicações foliares) sejam feitas de forma mais eficiente e seletiva.

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Além disso, o inseticida oferece proteção desde o plantio, garantindo maior uniformidade de emergência, menor necessidade de replantio e redução de custos com defensivos ao longo do ciclo, conforme estudos conduzidos pelo pesquisador Juliano Farias em Restinga Seca (Rio Grande do Sul) durante a safra 2020/21, reforçados por dados da safra 2023/24 no mesmo local. Farias é especialista em manejo de insetos em culturas como soja, milho, arroz e cereais de inverno, e professor do curso de Agronomia da Universidade Regional Integrada (URI), campus Santo Ângelo (RS).

Praga pode afetar 100% da lavoura de arroz

O tratamento de sementes com Dermacor® reduz a necessidade de aplicações foliares precoces e protege a lavoura contra pragas que podem comprometer até 100% da produtividade. Foto: Assessoria

A lagarta-do-cartucho é mais comum no arroz de terras altas, mas também pode ocorrer no arroz irrigado, especialmente nos estágios iniciais. Os danos incluem corte na base do colmo, consumo de folhas, destruição total de áreas recém-emergidas, desfolha durante a fase vegetativa e redução da área fotossintética. Se o inseto infestar a planta no período reprodutivo, pode atacar panículas em formação, comprometendo diretamente a produtividade e a qualidade dos grãos. Segundo pesquisas de Juliano Farias, as perdas podem chegar a 100% da lavoura.

Dermacor® é referência no controle de pragas no arroz e em outras culturas

No arroz, Dermacor® já é referência no tratamento de sementes para controle do bicheiro-do-arroz (Oryzophagus oryzae), que pode reduzir a produtividade em até 20%. “Como a praga ataca nos estágios iniciais de desenvolvimento da planta, o tratamento de sementes com inseticida forma uma barreira inicial, protegendo o sistema radicular em formação. Dermacor® oferece proteção interna à planta, atingindo o inseto durante a alimentação”, afirma Delic.

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A solução foi lançada há cerca de uma década, inicialmente para a cultura da soja, e hoje também está disponível para milho, algodão, sorgo, trigo, triticale e feijão. Dermacor® controla importantes pragas de solo e de fase inicial, como Elasmopalpus lignosellus e a lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda), garantindo excelente estabelecimento de estande e rápido desenvolvimento da cultura, maximizando o potencial produtivo das sementes tratadas.

Sobre a Corteva

A Corteva, Inc. (NYSE: CTVA) é uma empresa global agrícola que combina inovação e liderança do setor, elevado envolvimento com o cliente e execução operacional para fornecer soluções lucrativas para os principais desafios agrícolas do mundo. A Corteva gera preferência de mercado vantajosa por meio de sua estratégia de distribuição, junto com seu mix equilibrado e globalmente diversificado de sementes, proteção de cultivos, produtos digitais e serviços. Com algumas das marcas mais reconhecidas na agricultura e um pipeline de tecnologia bem posicionado para impulsionar o crescimento, a empresa está comprometida em maximizar a produtividade dos agricultores, enquanto trabalha com stakeholders em todo o sistema alimentar, cumprindo sua promessa de enriquecer a vida daqueles que produzem e consomem, garantindo o progresso das próximas gerações. Mais informações disponíveis em www.corteva.com

Fonte: Assessoria de imprensa Corteva



 

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Sustentabilidade

Bacilo de uso inédito no agro brasileiro amplia o combate biológico aos nematóides – MAIS SOJA

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Foto de capa: Assessoria

O Brasil consolidou-se como a referência global no controle biológico de nematóides, mas o manejo da praga em diferentes culturas como soja, milho e cana-de-açúcar ainda segue desafiando os agricultores. Conhecidos como o “inimigo invisível” do solo, esses parasitas geram prejuízos anuais estimados entre US$ 5,5 e 12 bilhões no agro brasileiro. Em um cenário no qual a erradicação é inviável e os nematicidas químicos perdem efetividade, o Grupo Santa Clara inova ao introduzir o Bacillus inaquosorum em seus bionematicidas, um microrganismo inédito no mercado nacional.

A solução foi 100% desenvolvida nos laboratórios da Inflora Biociência, unidade de biológicos da Santa Clara, focada em microrganismos de alta performance, transformando P&D de ponta em soluções práticas e sustentáveis para o produtor

O grande diferencial da utilização do Bacillus inaquosorum nos bionematicidas do Grupo Santa Clara reside no domínio dos processos fermentativos para a produção de endósporos de alta qualidade — estruturas de resistência que garantem que a bactéria sobreviva a condições adversas e germine com vigor máximo no solo.

A Inflora Biociência foi pioneira em introduzir o Bacillus inaquosorum no mercado, recentemente, voltado à cultura de cana, e a empresa agora prepara outros lançamentos que contaram com o bacilo em sua composição. O modo de ação destas soluções biológicas é multifatorial: os bacilos formam um biofilme protetor nas raízes, emitem compostos orgânicos voláteis (VOCs) e lipopeptídeos que paralisam e eliminam os nematóides, além de induzir a resistência sistêmica da planta, oferecer maior cobertura e persistência no solo, e um shelf-life (tempo de prateleira) de 24 meses, diferencial competitivo para o armazenamento e logística do produtor.

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O desafio tropical do controle biológico dos nematóides

O clima tropical brasileiro e o sistema de sucessão de safras (com até três safras por ano) criaram o ambiente ideal para a proliferação de novas espécies de nematóides. Na cultura da soja, mais de 95% das áreas analisadas já apresentam a ocorrência desses organismos, gerando perdas de até US$ 5 bilhões.

“A ciência só faz sentido quando se transforma em inovação de valor. Diante de um desafio que os métodos tradicionais já não conseguem conter, nossos investimentos em P&D focam em oferecer o que há de mais avançado em biotecnologia aplicada. Colocamos o cliente no centro da estratégia para garantir que a produtividade avance junto com a sustentabilidade”, destaca Giuliano Pauli, Diretor de Inovação e Marketing da Santa Clara.

O executivo destaca que o mercado de bionematicidas no Brasil cresce a taxas de 15% a 20% ao ano, superando largamente os defensivos convencionais. A adoção dessas soluções no campo saltou de 27% para mais de 40% em apenas três anos. A Santa Clara e a Inflora Biociência contribuem para vanguarda deste movimento com o desenvolvimento de produtos e soluções eficazes e sustentáveis, como os bionematicidas que utilizam o exclusivo Bacillus inaquosorum em seu mix sinérgico.

“A experiência brasileira ensina ao mundo que o caminho é o Manejo Integrado de Nematoides (MIN), combinando rotação de culturas, cultivares resistentes e agentes biológicos de alta performance. A introdução de um bacilo inédito no mercado brasileiro pelo Grupo Santa Clara não é apenas um lançamento comercial, mas um avanço biológico que oferece um caminho prático e validado para enfrentar um dos maiores desafios fitossanitários da agricultura”, afirma Pauli.

Mix com o Bacillus inaquosorum nos bionematicidadas

O bionematicida que conta com a presença do Bacillus inaquosorum foi 100% desenvolvido nos laboratórios da Inflora Biociência. É composto por três cepas, duas delas já conhecidas e utilizadas com alta eficiência no controle e manejo de pragas – o Bacillus licheniformis e Bacillus velezensis, e pelo exclusivo Bacillus inaquosorum. Juntos, eles agem em sinergia no combate aos nematóides em todas as culturas que registram a ocorrência da praga.

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Os bacilos são atraídos naturalmente pelas raízes das plantas, criando uma barreira biológica inteligente, um biofilme protetor que blinda o sistema radicular. Mais do que uma proteção física, as bactérias atuam na raiz do problema, eliminando os nematoides em diferentes estágios, interrompendo seu ciclo reprodutivo e garantindo que as pragas não encontrem o caminho para as raízes.

Sobre o Grupo Santa Clara

Com sede em Ribeirão Preto (SP) e ampla experiência no agronegócio, o Grupo Santa Clara (www.santaclaragrupo.com.br) é uma das companhias líderes em inovação nos setores de Nutrição e Proteção Vegetal, com uma presença significativa no mercado nacional e internacional, com parcerias firmadas e em desenvolvimento em mais de 30 países. O Grupo é composto pela Santa Clara Agrociência, especializada em fertilizantes especiais e adjuvantes; Hydromol, voltada para fabricação de fertilizantes especiais em parcerias B2B; Linax, Centro de Inovação e Pesquisa; e Inflora Biociência, orientada para a produção e comercialização de tecnologias exclusivas na área de biodefensivos.

Todas estas empresas trabalham em sinergia para proporcionar soluções eficientes e sustentáveis para a agricultura moderna e contam com equipes qualificadas com profissionais das mais diversas áreas do agronegócio, incluindo agrônomos, químicos, biólogos, mestres, doutores e PhDs. Todos atuam lado a lado com o produtor rural, desenvolvendo alternativas eficazes para maximizar o potencial produtivo das lavouras.

No segundo semestre de 2025, o Grupo Santa Clara anunciou a entrada da BNDESPAR, empresa de participações do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, como novo sócio da companhia. Na operação, o BNDES realizou investimentos de R$ 114 milhões e passo a contar com 19,9% de participação societária do Grupo.

Fonte: Assessoria de imprensa

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Sustentabilidade

Exportações de grãos acumuladas no primeiro trimestre de 2026 superam ano anterior e fretes acompanham crescimento – MAIS SOJA

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As exportações de soja avançaram no último mês nas principais rotas de escoamento brasileiras. Com aproximadamente 88,1% da área colhida para a oleaginosa, os volumes embarcados no acumulado do primeiro trimestre de 2026 já superam em cerca de 5,92% o valor apurado entre janeiro e março de 2025. O cenário é semelhante para o milho, que registrou um acumulado em torno de 15,25% acima do verificado para as exportações no mesmo período do ano anterior. Para a primeira safra do cereal, a colheita já ultrapassou metade da área plantada, como mostra o Boletim Logístico de abril, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quarta-feira (29).

O balanço também aponta que as regiões Centro-Oeste e Sul foram as que mais enviaram grãos para o mercado externo, com predomínio do estado de Mato Grosso. Para a oleaginosa, os embarques pelo Arco Norte chegaram a 39% no trimestre, seguido pelo porto de Santos (SP), com 36,2%, e pelo porto de Paranaguá (PR), com 18,3%. Já para o cereal, o escoamento pelo Arco Norte também predominou, correspondendo a 34,9% do acumulado trimestral. Na sequência, o porto de Santos abarcou 29,1% das vendas para o exterior, seguido pelo porto de Rio Grande (RS), com 16%.

O movimento das safras foi acompanhado pelo aumento no preço dos fretes nas principais rotas monitoradas pela Companhia. No Centro-Oeste, os valores mais altos foram identificados em Goiás, que registrou fretes até 35% mais caros em comparação ao mês anterior nas rotas saindo de Cristalina, no leste do estado. “Apesar das oscilações nos preços dos combustíveis, é preciso considerar o bom desempenho produtivo da soja e o volume de carga no contexto da pressão logística”, avalia o superintendente de Logística Operacional da Conab, Thomé Guth.

Em Mato Grosso, o avanço da colheita da soja no Vale do Araguaia manteve a alta do transporte, que ficou até 10% mais caro, taxa máxima também apurada no vizinho Mato Grosso do Sul. Já no Distrito Federal, as variações positivas chegaram a 12%, acompanhando a movimentação sazonal com a colheita da soja na maior região produtora do país.

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Os custos dos combustíveis e gargalos operacionais também impactaram os fretes no Paraná, com incremento de até 11% na região de Ponta Grossa. Nas praças do Sudeste, São Paulo registrou os maiores valores, com fretes até 30% mais elevados em referência ao mês de março. Minas Gerais acompanhou a tendência crescente, mas os valores não ultrapassaram 10% na avaliação mensal. No caso específico do café, os fretes voltaram a ficar aquecidos para as rotas com destino ao sul do estado.

Com o direcionamento dos transportadores para o Centro-Oeste, o Nordeste também apresentou aquecimento logístico, com destaque para a região produtora de soja no oeste baiano, onde os valores aumentaram até 19%. O Maranhão foi o estado com maior variação percentual positiva, alcançando tarifas até 23% mais elevadas, com ênfase no escoamento da soja no sul do estado. No Piauí, as cotações tenderam a uma maior estabilidade, com máxima de 8%.

Adubos e fertilizantes

As importações de fertilizantes cresceram no primeiro trimestre de 2026, chegando a 8,61 milhões de toneladas. O valor é cerca de 9,13% superior ao acumulado no mesmo período do ano passado, o que assegura estabilidade para os próximos plantios.

A pesquisa analisou as principais rotas de escoamento do país, abrangendo dez estados. Os dados estão disponíveis no Boletim Logístico – Abril/2026.

Fonte: Conab

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FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Manejo da resistência de fungos a fungicidas – MAIS SOJA

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O manejo da resistência de patógenos, especialmente de origem fúngica, é um dos principais desafios relacionados ao controle de doenças em culturas como a soja. Embora medidas integradas possam ser empregadas para manejo das doenças em soja, os fungicidas químicos continuam sendo as ferramentas mais utilizadas para o controle de doenças em escala comercial.

Nesse contexto, estratégias de manejo necessitam ser adotadas visando “frear” a evolução dos casos de resistência das doenças aos fungicidas. Considerando a dificuldade em desenvolver e registrar novas moléculas, assegurar a manutenção da eficácia dos fungicidas atuais é crucial para a sustentabilidade do sistema de produção.

Uma das grandes preocupações relacionadas a isso é o desenvolvimento das resistências cruzadas. De acordo com o Comitê de Ação a Resistência a Fungicidas, a resistência cruzada é o fenômeno em que uma população de patógenos que se torna resistente a um fungicida também passa a apresentar resistência a outros produtos que possuem o mesmo modo de ação ou compartilham o mesmo sítio-alvo bioquímico (figura 1).

Figura 1. Representação gráfica de como ocorre a resistência cruzada a fungicidas.
Fonte: FRAC-BR (2026)

Isso ocorre porque, mesmo sendo moléculas diferentes, esses fungicidas atuam sobre o mesmo processo metabólico, de modo que uma única mutação gênica pode conferir resistência a vários compostos simultaneamente. Esse risco é maior em fungicidas de sítio específico, que atuam em um único alvo, enquanto fungicidas multissítio apresentam menor probabilidade de seleção de resistência, tornando fundamental o conhecimento do modo de ação para estratégias eficazes de manejo (FRAC-BR, 2026).

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Estratégias de manejo

De forma prática, o uso dos fungicidas multissítios associada a rotação de modos de ação, é a estratégia mais eficaz de prevenção da resistência aos fungicidas, no entanto, algumas estratégias associadas podem contribuir de forma significativa para reduzir a pressão de seleção sobre indivíduos, bem evolução dos casos de resistência.

 Dentre essas estratégias, o FRAC-BR destaca para a cultura da soja, a rotação de moléculas de fungicidas dentro do mesmo grupo químico; a adoção de boas práticas agronômicas como evitar semeaduras tardias, dar preferências por variedades de ciclo precoce, respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas voluntárias, evitando a exposição desnecessária dos produtos a altas populações dos patógenos.

Não menos importante, deve-se evitar programas de manejo que priorizem a aplicações curativas, uma vez que favorecem a pressão de seleção contínua e aceleram o desenvolvimento de populações menos sensíveis do patógeno. Além das estratégias supracitadas, a utilização de produtos biológicos também contribui para o manejo da resistência das doenças a fungicidas, considerando que esses compostos apresentam múltiplos modos de ação. No entanto, para maior performance, recomenda-se que os produtos biológicos sejam utilizados preferencialmente de forma associada a fungicidas sítios específicos e multissítios (FRAC-BR, s. d.).

Vale ressaltar que o manejo da resistência de doenças a fungicidas vai além das perdas quantitativas de produtividade, impactando diretamente a viabilidade econômica e a longevidade do sistema produtivo. Diante da elevada complexidade, do custo e do tempo necessários para o desenvolvimento de novas moléculas, preservar a eficácia dos fungicidas disponíveis torna-se uma estratégia indispensável para garantir a sustentabilidade da cultura da soja a médio e longo prazo.

Clique aqui e confira as novas recomendações para o manejo de doenças em soja.

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Referências:

FRAC. NOVAS RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE DOENÇAS EM SOJA. FRAC-Brasil, s.d. Disponível em: < https://3f2c8573-584c-4b16-985f-14dc48f9ab81.filesusr.com/ugd/6c1e70_f591d8b1a2934a109259af440b049052.pdf >, acesso em: 06/05/2026.

FRAC. O QUE É RESISTÊNCIA CRUZADA? Comitê de Ação a Resistência a Fungicidas: FRAC-Brasil, 2026. Disponível em: < https://www.frac-br.org/post/o-que-e-resistencia-cruzada >, acesso em: 06/05/2026.

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