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7 de maio de 2026

Sustentabilidade

Brasil deve embarcar até 11,420 mi de t de soja em fevereiro, aponta ANEC – MAIS SOJA

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As exportações brasileiras de soja em grão deverão ficar em 11,420 milhões de toneladas em fevereiro, conforme levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). Em fevereiro do ano passado, as exportações ficaram em 9,726 milhões de toneladas. Em janeiro de 2026, as exportações somaram 2,444 milhões de toneladas.

Na semana encerrada dia 31 de janeiro, o Brasil embarcou 1,160 milhão de toneladas. Para o período entre 1 e 7 de fevereiro, a ANEC indica a exportação de 2,633 milhões de toneladas.

Para o farelo de soja, a previsão é de embarques de 1,631 milhão de toneladas em fevereiro. No mesmo mês do ano passado, o total exportado foi de 1,502 milhão de toneladas. Em janeiro, somaram 1,708 milhão de toneladas. Na semana passada, as exportações ficaram em 433,229 mil toneladas e a previsão para esta semana é de 522,633 mil toneladas.

TRIGO

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O Brasil deve exportar 139,320 mil toneladas de trigo em fevereiro. Segundo a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC), em fevereiro do ano passado, as exportações ficaram em 559,704 mil toneladas. Em janeiro, foram 279,699 mil toneladas.

Na semana encerrada em 31 de janeiro, não houve embarques. Para a semana encerrada em 7 de fevereiro, estão previstos embarques de 55,320 mil toneladas.

Veja mais sobre o mercado de trigo:

Autor/Fonte: Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Agência Safras News

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Sustentabilidade

Arrecadação extra do governo federal com alta do petróleo pode resolver o endividamento rural no Brasil

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Parte das receitas extraordinárias arrecadadas pela União em decorrência da subida do petróleo poderão ser destinadas às renegociações de dívidas rurais. O Projeto de Lei Complementar (PLP) 114/2026 trata dos recursos obtidos com royalties, participações especiais da União, dividendos de empresas do setor de óleo e gás e tributos federais, e o instrumento para ajudar os produtores pode ser incluído no substitutivo da proposta.

O texto foi um dos pontos discutidos na reunião-almoço da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) desta terça-feira (5). Segundo o presidente da bancada, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), esse superávit extraordinário pode ser bem empregado não apenas para mitigar os efeitos da elevação dos combustíveis, mas em outras necessidades, como das renegociações.

“O ganho bruto da União com a alta do petróleo, com royalties, dividendos da Petrobras, tributos federais e o imposto de exportação, dá exatamente R$ 128,7 bilhões”, comentou Pedro Lupion, ao falar sobre levantamento feito pela FPA sobre o assunto. Ainda conforme os dados, mesmo descontando as renúncias fiscais com o diesel e com os demais combustíveis, sobrariam para a União R$ 41,2 bilhões até o final do ano.

A vice-presidente da Região Centro-Oeste da FPA, deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO), está com a relatoria do PLP 114/26. Ela explicou que a ideia não seria impor a destinação, mas abrir a possibilidade de que parte desse recurso tenha a finalidade de abarcar as dívidas rurais. Ainda conforme a parlamentar, isso traria mais uma alternativa ao Projeto de Lei 5.122/2023, em discussão no Senado e que aborda o tema.

“A senadora Tereza trouxe a sugestão para que a gente pudesse utilizar esses recursos extraordinários em paralelo ao projeto que está tramitando lá no Senado, relatado pelo senador Renan Calheiros. Vou apresentar esta possibilidade no nosso texto, além de incluir  o Seguro Rural”, acrescentou Boldrin.

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A deputada complementou indicando que outros pontos também devem estar presentes no relatório final, ainda sem uma previsão para ser apreciado no Plenário da Câmara dos Deputados. Entre eles está um dispositivo para garantir que os biocombustíveis continuem com benefícios fiscais mais favoráveis em relação aos combustíveis fósseis. Na prática, a medida será para garantir que a renúncia fiscal dada na gasolina e no diesel seja aplicada também, de forma proporcional, ao etanol e ao biodiesel, mantendo esses produtos renováveis mais atrativos.

Projeto do endividamento segue em negociação

No encontro desta terça, a vice-presidente da FPA no Senado, senadora Tereza Cristina (PP-MS), atualizou a bancada sobre o andamento das articulações sobre o PL 5.122/2023. As equipes técnicas da senadora e do relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL) , se reuniram com integrantes do Ministério da Fazenda na última quinta-feira (30) para tratar do assunto. No entanto, ainda não há um consenso entre o governo e os parlamentares sobre a origem dos recursos para a renegociação da dívida.

“O que o governo está trazendo para a gente é o que sobrou do dinheiro que não conseguiram aplicar do Plano Safra passado, R$ 82 bilhões. Esse é o montante, mas também não é suficiente. Que esse volume venha, mas nós precisamos no mínimo de R$ 180 bilhões”, disse a senadora.

Agora, as equipes tentam encontrar fontes para suprir a necessidade. O Fundo Social do Pré-sal, o Fundo Garantidor de Investimentos (FGI) e também os recursos extras da alta do petróleo — tratados no PLP 114/26 — estão entre as possibilidades em estudo. A intenção é colocar o projeto 5.122/23 em votação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) na próxima semana, informou Tereza Cristina.

Conflito no Oriente Médio já soma mais de R$ 7 bilhões em custos para o agro brasileiro

Uma temática relacionada ao aumento dos preços dos combustíveis é a alta nos custos operacionais do agro no Brasil. Segundo dados da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), o custo extra com a subida do diesel nos últimos meses chega a R$ 7,2 bilhões, sem contar gastos com logística.

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“Nós observamos que a cada R$ 0,25 que o preço do diesel aumenta o custo para o produtor rural lá na ponta é de R$ 1,3 bilhão”,apontou o economista-chefe da Farsul, Antônio da Luz, que participou da reunião-almoço e apresentou o estudo.

Além disso, o especialista lembrou que esse cenário tende a agravar a realidade do produtor rural, que já está impactado com dívidas. “Nós tivemos um aumento de 23% no preço do diesel. Isso traz uma preocupação não só para a colheita da primeira safra, como o plantio e a colheita da segunda safra e no plantio da primeira safra de 2026/2027”, completou.

Apesar do quadro grave, o economista também apontou que a situação traz oportunidades para o Brasil. A principal é o aumento das misturas obrigatórias — de 32% do etanol na gasolina e de 16% de biodiesel no diesel. Ele explicou que um impulsionamento das misturas pode, por exemplo, aumentar o esmagamento de soja no Brasil e agregar valor à soja, fazendo com que a commodity brasileira fique mais valorizada também no mercado internacional de exportação.

Veja o que disseram outros integrantes da FPA:

Sérgio Souza“O agro hoje é símbolo de segurança energética. E aqui nos dá garantia de perenidade na produção de grãos, porque se não fosse a produção de energia estaríamos comercializando soja a R$ 90, a saca de milho a R$ 25 no Mato Grosso. Então trouxe um novo mercado”, acrescentou o coordenador da Comissão Tributária da FPA, deputado Sérgio Souza (MDB-PR).

Jaime Bagattoli“Esse projeto [PLP 114/2026] é muito importante. O governo tem que entender que nós precisamos, praticamente, quase zerar os impostos para ser competitivo nas condições que está o petróleo hoje”, destacou o 2º vice-presidente da FPA no Senado, senador Jaime Bagattoli (PL-RO).

“Nós temos que superar os problemas burocráticos e ambientais. Na minha cidade, Cruz Alta (RS), nós temos três cooperativas que se uniram para fazer uma empresa de biocombustível, e não há jeito de conseguir a licença ambiental. No momento em que se agoniza com esse conflito no Irã, ter esses obstáculos é incompreensível e inaceitável”, disse o deputado Pedro Westphalen (PP-RS).

Fonte: FPA


 

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Sustentabilidade

Bacilo de uso inédito no agro brasileiro amplia o combate biológico aos nematóides

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O Brasil consolidou-se como a referência global no controle biológico de nematóides, mas o manejo da praga em diferentes culturas como soja, milho e cana-de-açúcar ainda segue desafiando os agricultores. Conhecidos como o “inimigo invisível” do solo, esses parasitas geram prejuízos anuais estimados entre US$ 5,5 e 12 bilhões no agro brasileiro. Em um cenário no qual a erradicação é inviável e os nematicidas químicos perdem efetividade, o Grupo Santa Clara inova ao introduzir o Bacillus inaquosorum em seus bionematicidas, um microrganismo inédito no mercado nacional.

A solução foi 100% desenvolvida nos laboratórios da Inflora Biociência, unidade de biológicos da Santa Clara, focada em microrganismos de alta performance, transformando P&D de ponta em soluções práticas e sustentáveis para o produtor

O grande diferencial da utilização do Bacillus inaquosorum nos bionematicidas do Grupo Santa Clara reside no domínio dos processos fermentativos para a produção de endósporos de alta qualidade — estruturas de resistência que garantem que a bactéria sobreviva a condições adversas e germine com vigor máximo no solo.

A Inflora Biociência foi pioneira em introduzir o Bacillus inaquosorum no mercado, recentemente, voltado à cultura de cana, e a empresa agora prepara outros lançamentos que contaram com o bacilo em sua composição. O modo de ação destas soluções biológicas é multifatorial: os bacilos formam um biofilme protetor nas raízes, emitem compostos orgânicos voláteis (VOCs) e lipopeptídeos que paralisam e eliminam os nematóides, além de induzir a resistência sistêmica da planta, oferecer maior cobertura e persistência no solo, e um shelf-life (tempo de prateleira) de 24 meses, diferencial competitivo para o armazenamento e logística do produtor.

O desafio tropical do controle biológico dos nematóides

O clima tropical brasileiro e o sistema de sucessão de safras (com até três safras por ano) criaram o ambiente ideal para a proliferação de novas espécies de nematóides. Na cultura da soja, mais de 95% das áreas analisadas já apresentam a ocorrência desses organismos, gerando perdas de até US$ 5 bilhões.

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“A ciência só faz sentido quando se transforma em inovação de valor. Diante de um desafio que os métodos tradicionais já não conseguem conter, nossos investimentos em P&D focam em oferecer o que há de mais avançado em biotecnologia aplicada. Colocamos o cliente no centro da estratégia para garantir que a produtividade avance junto com a sustentabilidade”, destaca Giuliano Pauli, Diretor de Inovação e Marketing da Santa Clara.

O executivo destaca que o mercado de bionematicidas no Brasil cresce a taxas de 15% a 20% ao ano, superando largamente os defensivos convencionais. A adoção dessas soluções no campo saltou de 27% para mais de 40% em apenas três anos. A Santa Clara e a Inflora Biociência contribuem para vanguarda deste movimento com o desenvolvimento de produtos e soluções eficazes e sustentáveis, como os bionematicidas que utilizam o exclusivo Bacillus inaquosorum em seu mix sinérgico.

“A experiência brasileira ensina ao mundo que o caminho é o Manejo Integrado de Nematoides (MIN), combinando rotação de culturas, cultivares resistentes e agentes biológicos de alta performance. A introdução de um bacilo inédito no mercado brasileiro pelo Grupo Santa Clara não é apenas um lançamento comercial, mas um avanço biológico que oferece um caminho prático e validado para enfrentar um dos maiores desafios fitossanitários da agricultura”, afirma Pauli.

Mix com o Bacillus inaquosorum nos bionematicidadas

O bionematicida que conta com a presença do Bacillus inaquosorum foi 100% desenvolvido nos laboratórios da Inflora Biociência. É composto por três cepas, duas delas já conhecidas e utilizadas com alta eficiência no controle e manejo de pragas – o Bacillus licheniformis e Bacillus velezensis, e pelo exclusivo Bacillus inaquosorum. Juntos, eles agem em sinergia no combate aos nematóides em todas as culturas que registram a ocorrência da praga.

Os bacilos são atraídos naturalmente pelas raízes das plantas, criando uma barreira biológica inteligente, um biofilme protetor que blinda o sistema radicular. Mais do que uma proteção física, as bactérias atuam na raiz do problema, eliminando os nematoides em diferentes estágios, interrompendo seu ciclo reprodutivo e garantindo que as pragas não encontrem o caminho para as raízes.

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Sobre o Grupo Santa Clara

Com sede em Ribeirão Preto (SP) e ampla experiência no agronegócio, o Grupo Santa Clara (www.santaclaragrupo.com.br) é uma das companhias líderes em inovação nos setores de Nutrição e Proteção Vegetal, com uma presença significativa no mercado nacional e internacional, com parcerias firmadas e em desenvolvimento em mais de 30 países. O Grupo é composto pela Santa Clara Agrociência, especializada em fertilizantes especiais e adjuvantes; Hydromol, voltada para fabricação de fertilizantes especiais em parcerias B2B; Linax, Centro de Inovação e Pesquisa; e Inflora Biociência, orientada para a produção e comercialização de tecnologias exclusivas na área de biodefensivos.

Todas estas empresas trabalham em sinergia para proporcionar soluções eficientes e sustentáveis para a agricultura moderna e contam com equipes qualificadas com profissionais das mais diversas áreas do agronegócio, incluindo agrônomos, químicos, biólogos, mestres, doutores e PhDs. Todos atuam lado a lado com o produtor rural, desenvolvendo alternativas eficazes para maximizar o potencial produtivo das lavouras.

No segundo semestre de 2025, o Grupo Santa Clara anunciou a entrada da BNDESPAR, empresa de participações do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, como novo sócio da companhia. Na operação, o BNDES realizou investimentos de R$ 114 milhões e passo a contar com 19,9% de participação societária do Grupo.

Fonte: Assessoria de imprensa

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Sustentabilidade

Exportações de grãos acumuladas no primeiro trimestre de 2026 superam ano anterior

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As exportações de soja avançaram no último mês nas principais rotas de escoamento brasileiras. Com aproximadamente 88,1% da área colhida para a oleaginosa, os volumes embarcados no acumulado do primeiro trimestre de 2026 já superam em cerca de 5,92% o valor apurado entre janeiro e março de 2025. O cenário é semelhante para o milho, que registrou um acumulado em torno de 15,25% acima do verificado para as exportações no mesmo período do ano anterior. Para a primeira safra do cereal, a colheita já ultrapassou metade da área plantada, como mostra o Boletim Logístico de abril, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quarta-feira (29).

O balanço também aponta que as regiões Centro-Oeste e Sul foram as que mais enviaram grãos para o mercado externo, com predomínio do estado de Mato Grosso. Para a oleaginosa, os embarques pelo Arco Norte chegaram a 39% no trimestre, seguido pelo porto de Santos (SP), com 36,2%, e pelo porto de Paranaguá (PR), com 18,3%. Já para o cereal, o escoamento pelo Arco Norte também predominou, correspondendo a 34,9% do acumulado trimestral. Na sequência, o porto de Santos abarcou 29,1% das vendas para o exterior, seguido pelo porto de Rio Grande (RS), com 16%.

O movimento das safras foi acompanhado pelo aumento no preço dos fretes nas principais rotas monitoradas pela Companhia. No Centro-Oeste, os valores mais altos foram identificados em Goiás, que registrou fretes até 35% mais caros em comparação ao mês anterior nas rotas saindo de Cristalina, no leste do estado. “Apesar das oscilações nos preços dos combustíveis, é preciso considerar o bom desempenho produtivo da soja e o volume de carga no contexto da pressão logística”, avalia o superintendente de Logística Operacional da Conab, Thomé Guth.

Em Mato Grosso, o avanço da colheita da soja no Vale do Araguaia manteve a alta do transporte, que ficou até 10% mais caro, taxa máxima também apurada no vizinho Mato Grosso do Sul. Já no Distrito Federal, as variações positivas chegaram a 12%, acompanhando a movimentação sazonal com a colheita da soja na maior região produtora do país.

Os custos dos combustíveis e gargalos operacionais também impactaram os fretes no Paraná, com incremento de até 11% na região de Ponta Grossa. Nas praças do Sudeste, São Paulo registrou os maiores valores, com fretes até 30% mais elevados em referência ao mês de março. Minas Gerais acompanhou a tendência crescente, mas os valores não ultrapassaram 10% na avaliação mensal. No caso específico do café, os fretes voltaram a ficar aquecidos para as rotas com destino ao sul do estado.

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Com o direcionamento dos transportadores para o Centro-Oeste, o Nordeste também apresentou aquecimento logístico, com destaque para a região produtora de soja no oeste baiano, onde os valores aumentaram até 19%. O Maranhão foi o estado com maior variação percentual positiva, alcançando tarifas até 23% mais elevadas, com ênfase no escoamento da soja no sul do estado. No Piauí, as cotações tenderam a uma maior estabilidade, com máxima de 8%.

Adubos e fertilizantes

As importações de fertilizantes cresceram no primeiro trimestre de 2026, chegando a 8,61 milhões de toneladas. O valor é cerca de 9,13% superior ao acumulado no mesmo período do ano passado, o que assegura estabilidade para os próximos plantios.

A pesquisa analisou as principais rotas de escoamento do país, abrangendo dez estados. Os dados estão disponíveis no Boletim Logístico – Abril/2026.

Fonte: Conab

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