Business
Cotações da soja: mercado físico não resiste à nova queda expressiva de Chicago

O mercado brasileiro de soja ficou praticamente paralisado nesta quarta-feira (6), com poucos negócios reportados ao longo do dia.
De acordo com o analista da Safras & Mercado Thiago Oleto, os players permaneceram afastados diante da queda em Chicago e das poucas oportunidades geradas pelo câmbio.
“O produtor segue retraído, aguardando melhores condições de comercialização”, afirma. Segundo ele, mesmo com uma leve melhora nos prêmios dos portos, o cenário não foi suficiente para destravar o mercado. “O spread ainda elevado limitou a formação de negócios”, comenta.
Preços médios da saca de soja
- Passo Fundo (RS): recuou de R$ 124 para R$ 122,50
- Santa Rosa (RS): caiu de R$ 125 para R$ 123,50
- Cascavel (PR): passou de R$ 120 para R$ 118,50
- Rondonópolis (MT): reduziu de R$ 109 para R$ 107,50
- Dourados (MS): foi de R$ 112 para R$ 110,50
- Rio Verde (GO): diminuiu de R$ 111 para R$ 109,50
- Porto de Paranaguá (PR): recuou de R$ 130 para R$ 128,50
- Porto de Rio Grande (RS): passou de R$ 130 para R$ 128,50
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja fecharam em baixa acentuada nesta quarta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado acompanhou a forte desvalorização dos preços do petróleo diante da possibilidade de Estados Unidos e Irã chegarem a um acordo para por fim ao conflito no Oriente Médio.Segundo Oleto, os agentes voltam as suas atenções também para outro dois pontos. O primeiro deles é o encontro entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, nas próximas semanas.
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“A aposta é de um acordo que envolva a compra de soja estadunisense pela China, mas também pairam dúvidas sobre as discussões comerciais”, ressalta o analista.
Segundo a Reuters, a Associação Americana de Soja afirmou estar preocupada que a China possa voltar a impor tarifas mais altas sobre a soja norte-americana em resposta a uma investigação comercial dos Estados Unidos.
Outro foco do mercado está no relatório de oferta e demanda de maio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que trará os primeiros números para a temporada 2026/27. Com isso, os traders já começam a posicionar suas carteira.
Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 16,75 centavos de dólar, ou 1,38%, a US$ 11,94 3/4 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 11,89 por bushel, com retração de 16,00 centavos de dólar ou 1,32%.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 3,10 ou 0,96% a US$ 317,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 75,02 centavos de dólar, com perda de 1,89 centavo ou 2,45%.Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,14%, sendo negociado a R$ 4,9195 para venda e a R$ 4,9175 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,8877 e a máxima de R$ 4,9347.O post Cotações da soja: mercado físico não resiste à nova queda expressiva de Chicago apareceu primeiro em Canal Rural.
Business
Soja: veja como ficaram as cotações no fechamento de hoje

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com pouco reporte de negócios, mantendo o ritmo observado nos últimos dias. De acordo com o analista da Safras & Mercado Rafael Silveira, as cotações oscilaram entre estáveis e mais altas no mercado físico, sustentadas pela demanda local em algumas regiões.
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Silveira destaca que o basis favoreceu a alta das cotações em algumas praças, como Minas Gerais, movimento também observado em outras regiões.
Em Chicago, a sessão foi marcada por oscilações contidas, enquanto o dólar recuou e os prêmios permaneceram firmes, praticamente nos mesmos níveis registrados ao longo da semana.
“Sem muitas novidades, com o relatório da próxima semana pela frente, ninguém quis fazer grandes movimentos”, resume o analista.
Preço da saca de soja hoje
- Passo Fundo (RS): caiu de R$ 139 para R$ 138
- Santa Rosa (RS): passou de R$ 140 para R$ 139
- Cascavel (PR): permaneceu em R$ 134,00
- Rondonópolis (MT): subiu de R$ 127 para R$ 129
- Dourados (MS): caiu de R$ 129 para R$ 128
- Rio Verde (GO): subiu de R$ 127 para R$ 129
- Porto de Paranaguá (PR): permaneceu em R$ 145
- Porto de Rio Grande (RS): seguiu em R$ 145
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta sexta-feira, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), ampliando as perdas semanais – a posição novembro teve queda semanal de 0,95%. Em dia volátil, a previsão de clima favorável para o cinturão produtor dos Estados Unidos acabou preponderando e pressionou as cotações.
As perdas foram limitadas pela recuperação do petróleo e pela boa demanda chinesa pela soja americana, o que colocou os contratos boa parte do dia no território positivo.
Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 238.000 toneladas de soja à China, que serão entregues na temporada 2026/27.
As importações de soja em grão pela China no mês de julho somaram 11,48 milhões de toneladas, 1,6% inferior ao mesmo mês de 2025. No acumulado de 2026, as importações chinesas somaram 60,51 milhões de toneladas, ante 61,05 milhões em igual momento de 2025, o que representa um aumento de 0,7%.
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 1,50 centavo de dólar, ou 0,12%, a US$ 11,76 1/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 11,91 1/4 por bushel, com retração de 1,50 centavo de dólar ou 0,12%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 3,20 ou 1,01% a US$ 313,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,88 centavos de dólar, com ganho de 0,51 centavo ou 0,75%.
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Chuvas dificultam manejo, mas trigo avança bem no Rio Grande do Sul

As lavouras de trigo no Rio Grande do Sul apresentam bom desenvolvimento, segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater). Na semana, as chuvas mantiveram o solo úmido e dificultaram o tráfego de máquinas, as adubações nitrogenadas em cobertura e as aplicações fitossanitárias nas áreas cultivadas.
De acordo com a Emater, nas lavouras mais desenvolvidas, o aumento da radiação solar no fim do período favoreceu a retomada do crescimento e o avanço para as fases reprodutivas iniciais, que já representam 3% da área. As áreas implantadas mais tardiamente, que somam 97%, seguem em desenvolvimento vegetativo e perfilhamento.
O quadro indica evolução da cultura em diferentes estágios no Estado, com predominância de lavouras ainda em fase vegetativa. Nas áreas em estágio mais avançado, a melhora das condições de radiação contribuiu para o desenvolvimento das plantas após o período de maior umidade no solo.
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Na região de Santa Rosa, 6% das lavouras de trigo ingressaram na fase de floração. Em Santo Antônio das Missões, um episódio de granizo provocou o acamamento das plantas. Ainda assim, a Emater registra expectativa de recuperação da maior parte do potencial produtivo.
O cenário da semana no Rio Grande do Sul combina bom desenvolvimento das lavouras de trigo com limitações operacionais provocadas pelas chuvas, enquanto parte das áreas mais avançadas já inicia fases reprodutivas e de floração.
Fonte: Estadão Conteúdo
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Agro Mato Grosso
Recorde na safra de milho e cana reduz valor do biocombustível no varejo de MT

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