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Sustentabilidade

Atento ao USDA, mercado brasileiro de milho deve manter movimento calmo nos negócios – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de milho deve seguir com uma movimentação lenta nos negócios nesta terça-feira, atento ao relatório de oferta e demanda de agosto do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, que será divulgado à tarde. Os compradores seguem no aguardo de preços mais baixos para o cereal no cenário doméstico, enquanto os produtores se mostram mais reticentes em ofertar o milho para venda nesse momento. No cenário internacional, a Bolsa de Chicago realiza lucros e opera em queda.

Ontem (11), o mercado brasileiro de milho esteve travado, com produtores mais retraídos na fixação de oferta. Consumidores estão buscando lotes pontuais, mostrando tranquilidade. O clima está favorecendo colheitas no momento.

Segundo a Safras Consultoria, atenções estão voltadas para a evolução dos futuros do milho, para o dólar com noticiário político e econômico, para a paridade de exportação e para questões relacionadas à logística. Preços dos fretes seguem firmes em grande parte do país.

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 67,00/70,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 68,00/70,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 58,00/60,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 58,00/61,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 64,00/65,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 69,00/71,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 58,00/60,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 52,50/55,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 55,00/58,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

* Os contratos com entrega em dezembro de 2025 estão cotados a US$ 4,04 1/2 por bushel, baixa de 3,25 centavos de dólar, ou 0,79%, em relação ao fechamento anterior.

* O mercado devolve os ganhos do dia anterior, operando em compasso de espera por dados que confirmem a ampla oferta global. A expectativa é de que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) eleve, no relatório de oferta e demanda de agosto, que será divulgado hoje, as estimativas de produção e estoques finais de soja para 2025/26.

* Além disso, o USDA divulgou dados sobre as condições das lavouras americanas de milho. Segundo o USDA, até 10 de agosto, 72% estavam entre boas e excelentes condições, 21% em situação regular e 7% em condições ruins e muito ruins. Na semana anterior, os números eram de 73%, 20% e 7%, respectivamente.

* Analistas consultados pelas agências internacionais apostam em uma produção de 15,991 bilhões de bushels de milho em 2025/26, frente ao volume indicado em julho, de 15,705 bilhões de bushels. Os números da produção na safra 2024/25 apontaram para 14,867 bilhões de bushels.

* A produtividade média da safra 2025/26 estadunidense deve ser indicada em 184,3 bushels por acre, frente aos 181 bushels por acre apontados em julho e aos 179,3 bushels por acre registrados na safra 2024/25.

* Os estoques finais de passagem da safra 2025/26 norte-americanos devem ser indicados em 1,916 bilhão de bushels, frente aos 1,66 bilhão de bushels indicados no mês passado. Para a safra 2024/25, os estoques finais de passagem devem ir de 1,340 bilhão de bushels para 1,318 bilhão de bushels.

* Ontem (11), os contratos com entrega em setembro de 2025 fecharam com alta de 0,55%, ou 2,25 centavos, cotados a US$ 4,07 3/4 por bushel. Os contratos com entrega em dezembro de 2025 fecharam com avanço de 2,25 centavo, ou 0,53%, cotados a US$ 4,25 1/4 por bushel.

CÂMBIO

* O dólar comercial registra baixa de 0,06% a R$ 5,4392. O Dollar Index registra alta de 0,04% a 98,568 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas da Ásia encerraram em alta. Xangai, +0,50%. Japão, +2,15%.

* As principais bolsas na Europa operam mistas. Paris, +0,11%. Frankfurt, -0,40%. Londres, +0,07%.

* O petróleo opera em baixa. Setembro do WTI em NY: US$ 63,58 o barril (-0,59%)

AGENDA

– EUA: O índice de preços ao consumidor de julho será publicado às 9h30 pelo Departamento do Trabalho.

– Dados sobre as lavouras do Paraná – Deral, na parte da manhã.

– Relatório de oferta e demanda para grãos dos Estados Unidos e mundial USDA/Wasde, 13h.

– Japão: O índice de preços ao produtor de julho será publicado às 20h50 pelo BOJ.

—–Quarta-feira (13/08)

– Alemanha: A leitura revisada do índice de preços ao consumidor de julho será publicada às 3h pelo Destatis.

– AIE: O relatório mensal de petróleo será publicado às 5h pela AIE.

– Abates trimestrais no Brasil – IBGE, 9h.

– EUA: A posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada será publicada às 11h30 pelo Departamento de Energia (DoE).

– Resultados financeiros do JBS, Raizen e SLC.

—–Quinta-feira (14/08)

– Reino Unido: A leitura preliminar do PIB do segundo trimestre será publicada às 3h pelo departamento de estatísticas.

– Reino Unido: A produção industrial de junho será publicada às 3h pelo departamento de estatísticas.

– Reino Unido: O saldo da balança comercial de junho será publicado às 3h pelo departamento de estatísticas.

– Eurozona: A leitura preliminar do PIB do segundo trimestre será publicada às 6h pelo Eurostat.

– Eurozona: A produção industrial de junho será publicada às 6h pelo Eurostat.

– O IBGE divulga, às 9h, o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola referente a julho.

– Atualização da estimativa para a safras brasileira de grãos em 2024/25 Conab, 9h.

– EUA: O índice de preços ao produtor de julho será publicado às 9h30 pelo Departamento do Trabalho.

– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 9h30.

– Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da tarde.

– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.

– Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– Resultados financeiros da 3Tentos, BRF, Cosan e Marfrig.

– Japão: A leitura preliminar do PIB do segundo trimestre será publicada às 20h50 pelo gabinete do governo.

– China: A produção industrial de julho será publicada às 23h pelo departamento de estatísticas.

– China: A taxa de desemprego de julho será publicada às 23h pelo departamento de estatísticas.

—–Sexta-feira (15/08)

– Japão: A leitura revisada da produção industrial de junho será publicada à 1h30 pelo ministério da Economia, Comércio e Indústria.

– A produção industrial e capacidade utilizada de julho serão publicadas às 10h15 pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).

– Esmagamento de soja dos EUA em julho NOPA, 13h.

– Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.

– Custos de produção de milho, soja e algodão no MT Imea, 16h.

Fonte: Arno Baasch / Safras News



 

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Sustentabilidade

Projeto ensina receitas com bebida de soja para comunidades do MT

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Foto: Mateus Dias / Aprosoja MT

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), realizou no dia 12 de março a primeira edição da Cozinha Experimental do Programa Agrosolidário. A estreia reuniu voluntários do Projeto Banco de Leite e da Pastoral da Criança da Diocese de Diamantino, que receberam a bebida de soja para um momento de aprendizado, troca de experiências e o preparo de diversas receitas. O evento de cozinha experimental ocorreu no núcleo de Nova Mutum.

A atividade teve o intuito mostrar as diferentes formas de utilizar a bebida de soja no dia a dia e instruir sobre o potencial nutritivo da oleaginosa. A ideia é que as famílias que participaram do preparo com orientação, possam levar para dentro de casa o aprendizado e espalhar para outras pessoas da comunidade.

Para a delegada coordenadora do núcleo da Aprosoja MT, Daiana Costa Beber, a iniciativa tem importância no lado social e de defesa dos produtores da soja. “Além de atuar na defesa dos produtores de soja e milho, a entidade também tem esse braço social próximo das comunidades.”.

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Além disso, Daiana também comentou a relevância desses ensinamentos para a nutrição das crianças nas comunidades, visto que juntos, os projetos voluntários que participaram, hoje atendem cerca de 1.300 crianças.

O evento também contou com a nutricionista Jaqueline Oliveira, que apresentou quatro receitas diferentes com a bebida: pão de queijo de frigideira, almôndega saborizada com maracujá, pudim de chocolate e massa ao molho branco. A profissional destacou a função da soja na alimentação diária do brasileiro, já que o alimento é rico em nutrientes importantes para o corpo.

Por parte das instituições, a cozinha experimental fortaleceu o trabalho que é realizado junto às comunidades. “É de extrema importância ter esse tipo de capacitação, porque lidamos diretamente com as famílias e com as crianças. Muitas vezes há restrições alimentares ou dificuldades na alimentação, e com esse conhecimento conseguimos orientar melhor e levar essas informações para as famílias”, destacou a líder da Pastoral da Criança, Thais Nicknig.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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Sustentabilidade

Retração vendedora e escoamento externo sustentam cotações do arroz – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de arroz segue operando em ritmo lento, porém com cotações sustentadas, refletindo um equilíbrio delicado entre oferta crescente e mecanismos de escoamento relativamente ativos. A constatação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Evandro Oliveira.

Do lado da safra 2025/26, o avanço da colheita em março foi decisivo. O tempo firme permitiu melhor drenagem das áreas e redução da umidade do grão, diminuindo custos de secagem e favorecendo a eficiência operacional, conforme apontado pela Emater/RS.

“No campo comercial, um dos principais fatores de sustentação vem das exportações”, explica o analista. O volume embarcado em março, de 161,4 mil toneladas (base casca), “cumpre papel essencial ao retirar excedentes do mercado interno”.

O destaque é o forte fluxo de arroz em casca para México e Venezuela (85,9 mil toneladas), diretamente ligado à sustentação dos preços ao produtor. “Além disso, também foi registrado o escoamento de 51,3 mil toneladas de quebrados para África”, relata Oliveira.

Por outro lado, o varejo já sinaliza um ambiente mais pressionado. A queda de preços em diversas capitais indica expectativa de maior oferta e consumo mais cauteloso, o que limita a capacidade da indústria de pagar mais pela matéria-prima. “Esse fator explica, em parte, o ritmo demasiado lento dos negócios”, acrescenta.

Por fim, os riscos logísticos seguem no radar. “Possíveis problemas com combustíveis, transporte ou paralisações podem impactar diretamente o fluxo da cadeia e alterar rapidamente o comportamento dos preços”, pondera o consultor.

Em relação aos preços, a média da saca de 50 quilos de arroz no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou a quinta-feira cotada a R$ 59,86, alta de 3,19% em relação à semana anterior. Na comparação com o mesmo período do mês passado, o avanço era de 8,97%, enquanto, em relação a 2025, a desvalorização atingia 25,90%.

Fonte: Agência Safras



FONTE

Autor:Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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Mercado de soja segue lento e com preços recuando no Brasil; Chicago e dólar caem – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de soja teve uma semana predominantemente travada, com registro de movimentos pontuais e sem volumes relevantes. Os prêmios apresentaram poucas mudanças, enquanto câmbio e Chicago acumularam perdas na semana, afastando os negociadores.

De modo geral, o movimento foi de preços mistos, sem direção clara. O analista de Safras & Mercado, Rafael Silveira, destaca que o produtor segue fora do mercado, assim como as tradings, o que limita a liquidez. “O quadro da semana, como um todo, foi de poucos movimentos”, resume.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 125,00 para R$ 124,00 na semana. Em Cascavel (PR), a cotação baixou de R$ 120,00 para R$ 119,00. Em Rondonópolis (MT), o preço caiu de R$ 110,00 para R$ 107,00. No Porto de Paranaguá, a saca passou de R$ 131,00 para R$ 130,00.

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos com vencimento em maio acumularam desvalorização de 4,55%, encerrando a semana a US$ 11,69 1/2 por bushel. Após atingir na semana passada o maior patamar em dois anos, o mercado iniciou a semana no limite diário de baixa, sessão responsável pela queda semanal.

O motivo da queda foi a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de adiar seu esperado encontro com o presidente chinês Xi Jinping. A reunião estava prevista para o final de março, mas as últimas informações é de que o encontro ficará para um período daqui 30 a 45 dias.

Por conta do conflito no Oriente Médio, Trump decidiu postergar o encontro. O atraso no encontro significa também adiamento de um possível acordo comercial. O mercado vive a expectativa de um acerto de compra de soja americana por parte dos chineses.

A semana também não foi das melhores em termos de câmbio. No balanço, o dólar comercial recuou 1,47%, sendo cotado na manhã da sexta a R$ 5,2387. O recuo tira competitividade da soja brasileira.

Fonte: Agência Safras



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