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16 de setembro de 2026

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Esculpindo com propósito: a cirurgiã que devolve autoestima com técnica e humanidade

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E o que vem por aí promete ainda mais: uma clínica que une corpo, mente e alma – e reafirma, com cada história transformada, que beleza de verdade é aquela esculpida com propósito

Em uma sala cirúrgica de alta tecnologia no coração de Cuiabá, bisturi em punho e propósito no olhar, a Dra. Beatriz Formighieri transforma histórias. Muito além de procedimentos estéticos, sua missão é devolver autoestima, confiança e bem-estar a quem procura mais do que beleza: um recomeço.

Reconhecida nacional e internacionalmente, Dra. Beatriz é uma das maiores referências em lipoescultura de alta definição (lipo HD 4D) – sendo a primeira mulher brasileira a conquistar o título Total Definer Grand Master, conferido pelo renomado Dr. Alfredo Hoyos, criador da técnica. A médica integra hoje o seleto grupo que compartilha conhecimento e forma profissionais pelo mundo, sem jamais esquecer suas raízes no interior do Mato Grosso.
E é aqui, em solo mato-grossense, que ela quer continuar escrevendo sua história.

Um novo capítulo: a clínica que nasce do cuidado

Em breve, Dra. Beatriz inaugura um espaço próprio em Cuiabá com um objetivo claro: integrar todos os atendimentos pré e pós-operatórios em um só lugar, com qualidade, conforto e acolhimento. O novo centro terá estrutura completa para garantir que cada etapa da jornada da paciente – da primeira consulta à recuperação – seja conduzida com excelência, ciência e empatia.
“Não se trata apenas de operar. É sobre cuidar de pessoas. O pós-operatório é um momento delicado, e queremos facilitar a vida das nossas pacientes com um ambiente pensado para elas, com tudo que precisam em um só lugar”, afirma.

Raízes fortes, visão de futuro
Desde a infância, Beatriz respirou medicina dentro de casa. Filha de médico e criada entre corredores de hospital no interior de Mato Grosso, ela entendeu desde cedo que a verdadeira medicina é feita com dedicação, estudo e, principalmente, humanidade.

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“Com 10 anos, eu já sabia que queria ser médica. Via meu pai se doar pelos pacientes, com preocupação, cuidado e muita atenção. Esse cuidado virou parte do que eu sou”, relembra.

Sua formação é sólida: são 12 anos de estudo entre medicina, cirurgia geral e cirurgia plástica, além de especializações em medicina hiperbárica, dermatocosmiatria, gestão hospitalar e diversas formações internacionais e está há mais de 15 anos no mercado. Hoje, além de atuar em cirurgia estética e reparadora, também ministra aulas para outros cirurgiões, contribuindo para a evolução técnica da especialidade.

Técnica, coragem e pioneirismo
Dra. Beatriz é pioneira no Brasil em técnicas avançadas de remodelamento corporal com abordagem tridimensional e óssea, como o remodelamento de costelas, considerado uma das maiores inovações da cirurgia plástica atual. Também desenvolveu protocolos completos de reabilitação que encurtam o tempo de recuperação de grandes cirurgias, utilizando recursos como a oxigenoterapia hiperbárica.

E não foram poucos os desafios. Em uma especialidade ainda majoritariamente masculina, Beatriz enfrentou barreiras desde o início. “Já ouvi de pacientes que não confiavam em uma cirurgiã mulher, como se delicadeza e força fossem opostos. Mas sigo provando que técnica refinada, precisão e sensibilidade andam juntas – e fazem toda a diferença.”

Resgatando histórias, reconstruindo vidas

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Ao longo da carreira, Dra. Beatriz viu de perto o impacto transformador da cirurgia plástica – tanto na estética quanto na reparadora. Um dos casos que mais a marcou foi o de uma jovem de Tangará da Serra, vítima de um grave acidente que quase resultou na amputação da perna. “Foram várias cirurgias, reconstrução com enxertos e muito cuidado. Hoje ela anda, é mãe, e ainda me manda fotos. Isso é gratificante demais.”

Histórias como essa coexistem com outras, de mulheres que, após a maternidade, buscam se reencontrar com seus corpos. “Cada paciente chega com uma dor emocional, uma insatisfação profunda. A cirurgia, quando bem indicada, devolve confiança, dignidade e alegria de viver.”

Um olhar para o futuro – sem sair de Mato Grosso
Mesmo com uma carreira de alcance global, Dra. Beatriz mantém seus pés firmes no chão onde tudo começou. “É possível oferecer medicina de ponta em Mato Grosso. Temos tecnologia, equipe qualificada e resultados comparáveis – ou até superiores – aos grandes centros do Brasil e do mundo. Não precisamos sair do estado para ter o melhor.”

Com uma equipe de 17 profissionais diretos e indiretos, e uma agenda controlada para garantir a qualidade do atendimento, ela reforça: “Faço no máximo 11 cirurgias por mês. Prefiro qualidade a volume. Cada paciente merece tempo, atenção e entrega total.”

Mais do que estética: propósito

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O compromisso de Dra. Beatriz Formighieri é claro: entregar um trabalho cada vez melhor, mais humano e mais eficaz. “Quero que minha clínica seja referência não apenas pela técnica, mas pelo cuidado. Nossa missão é devolver autoestima, mas também devolver fé – em si mesma, no próprio corpo e no futuro.”

Em um estado muitas vezes esquecido pelos holofotes da medicina estética, a Dra. Beatriz brilha como exemplo de que excelência, inovação e empatia também têm CEP mato-grossense.

E o que vem por aí promete ainda mais: uma clínica que une corpo, mente e alma – e reafirma, com cada história transformada, que beleza de verdade é aquela esculpida com propósito.

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Agro Mato Grosso

Semente Forte orienta produtores sobre cuidados para garantir boa implantação da soja

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Aprosoja MT reforça a importância de planejar cada etapa do plantio, desde o armazenamento das sementes até a regulagem dos equipamentos e as condições do solo

Com a liberação do plantio em Mato Grosso, o produtor rural intensifica os preparativos para garantir uma boa implantação da lavoura. Antes mesmo de colocar a semente no solo, uma série de cuidados precisa ser observada, desde a escolha e o armazenamento do material até as condições de umidade e a operação de semeadura. Pequenas falhas nessas etapas podem comprometer o estande de plantas e impactar o desenvolvimento da lavoura ao longo da safra.

Por isso, a qualidade da semente é um dos primeiros pontos que devem ser observados pelo produtor. Por meio do programa Semente Forte, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) acompanha a qualidade das sementes adquiridas pelos produtores. A amostragem das sementes adquiridas comercialmente é realizada por técnicos habilitados pelo Registro Nacional de Sementes e Mudas (RENASEM), e as amostras são encaminhadas a laboratórios credenciados junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), onde passam por análises para verificar sua qualidade.

Para o vice-presidente Oeste da Aprosoja MT, Gilson Antunes de Melo, o primeiro cuidado deve começar ainda na aquisição da semente. Ele orienta que o produtor procure empresas com experiência e procedência no mercado e confira os índices de germinação e vigor antes de realizar o plantio.

“O ideal é que o produtor compre uma semente de boa qualidade, de empresas idôneas que estão a tempo no mercado, né, que se certifique que essa sementa que ele adquiriu esteja com germinação boa e com vigor excelente para que ela possa já chegar com nível alto de qualidade e germinar bem na lavoura”, disse.

Depois de receber o material na propriedade, os cuidados precisam continuar. Gilson explica que a avaliação da qualidade antes do plantio, aliada ao tratamento adequado das sementes e à observação da umidade do solo, ajuda o produtor a reduzir os riscos de falhas na germinação e garantir uma melhor formação do estande.

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“Na hora que a semente chega na fazenda, o ideal é que chame o supervisor da Aprosoja MT da região para que colete essa semente. Se tiver dúvidas, mande para o laboratório antes de realizar o plantio. Com o resultado de qualidade em mãos, o produtor pode tomar decisão em relação ao tratamento do material, e também, decidir qual o melhor momento para plantar levando em consideração a umidade do solo, fator que contribui para uma boa germinação”, completou.

Em Jaciara, o produtor rural Alberto Chiapinotto também destaca que os cuidados realizados antes da semeadura são fundamentais para evitar problemas durante a implantação da lavoura. Segundo ele, testar a qualidade das sementes e armazená-las adequadamente são medidas que ajudam o produtor a identificar possíveis problemas antes de iniciar o plantio.

“Receber a semente e armazenar em câmara fria, realizar os testes em laboratório e também em canteiros antes do plantio para confirmar a qualidade são cuidados essenciais. Ao cuidar da qualidade da semente, o produtor está evitando que ocorra um erro no plantio. A qualidade da semente é essencial, pois é o início de toda sua safra, não apenas da soja, mas da segunda safra também. Pois se houver a necessidade do replantio, afetará todo o ciclo da produção da safra agrícola, comprometendo a rentabilidade do produtor”, salienta.

Além da qualidade da semente, Alberto chama atenção para as condições no momento da semeadura. A recomendação é que o produtor observe as condições do solo e ajuste a operação de acordo com a capacidade do equipamento, evitando comprometer a distribuição e a emergência das plantas.

“Tenha o máximo de capricho, faça o plantio nas condições ideais, velocidade adequada de acordo com a capacidade do equipamento e do solo para garantir um bom estande de plantas e ter uma colheita farta”, recomenda.

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Os cuidados com a semente e com a operação de plantio são importantes para garantir que a lavoura comece o ciclo produtivo com boas condições de desenvolvimento. Além de reduzir o risco de falhas e da necessidade de replantio, uma boa implantação contribui para o aproveitamento do potencial produtivo da cultura e para a rentabilidade do produtor.

Com a nova safra se aproximando, a Aprosoja MT reforça a importância de que o produtor planeje cada etapa do plantio, desde a escolha e o armazenamento das sementes até a regulagem dos equipamentos e as condições do solo. A atenção aos detalhes antes e durante a semeadura pode fazer a diferença para alcançar um bom estande e iniciar a safra com mais segurança e produtividade.

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Agro Mato Grosso

Javalis avançam em áreas rurais e preocupam produtores em MT

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A presença de javalis e porcos selvagens em áreas rurais em todo o país, principalmente em Mato Grosso, foi tema de um fórum realizado nesta terça-feira (15). O evento focou a preocupação de produtores pelos danos que os animais podem provocar nas lavouras. Lucas do Rio Verde e Sorriso estão entre as cidades prejudicadas pela presença dos animais. Além dos prejuízos diretos à produção, a presença da espécie também representa um desafio para o manejo e a segurança sanitária das propriedades.

A preocupação com os impactos provocados pelos javalis foi tema do Fórum Javali – Impactos, Estratégias e Ação Coordenada de Sanidade, Produção, Meio Ambiente e Manejo em uma Estratégia Integrada, realizado nesta semana com a participação da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), especialistas, pesquisadores e entidades do setor.

O avanço dos animais sobre áreas agrícolas pode resultar em perdas de plantas, danos ao solo e destruição de áreas cultivadas, especialmente quando os grupos invadem lavouras em busca de alimento. Em regiões de forte produção agrícola, como o médio-norte de Mato Grosso, o problema ganha dimensão ainda maior devido à extensão das áreas cultivadas e à dificuldade de monitoramento.

Um levantamento realizado pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), com 76 Sindicatos Rurais, mostra a dimensão do problema em outras regiões produtoras do país. Entre as entidades que participaram da pesquisa, 85,5% das regiões representadas registraram a presença de javalis nas lavouras.

Durante o fórum, o presidente da Faesp, Tirso Meirelles, destacou que o controle da espécie precisa envolver diferentes setores e ser realizado de maneira contínua. Entre as medidas apontadas estão a simplificação de normas, capacitação para o manejo, treinamento em biossegurança e saúde animal, rastreabilidade, monitoramento e utilização de novas tecnologias.

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“O javali é uma ameaça à segurança do produtor rural e à produção. Precisamos investir nesse processo de manejo e controle de forma coletiva, com esforços reunidos em torno da sanidade animal e vegetal”, afirmou Meirelles.

Para o especialista da CNA Julio Daniel do Vale, o enfrentamento do problema não pode depender apenas da caça. Segundo ele, é necessário estabelecer estratégias de acordo com a realidade de cada região, levando em consideração a presença e a concentração dos animais, os impactos provocados e a capacidade de controle.

A orientação apresentada durante o encontro é que regiões onde a espécie ainda não está presente priorizem ações de prevenção. Em locais onde existem populações em baixa densidade, o objetivo deve ser a erradicação, enquanto áreas com maior concentração exigem medidas de contenção, monitoramento e avaliação dos prejuízos.

A preocupação também está relacionada à sanidade animal. A circulação de javalis entre propriedades pode ampliar riscos sanitários e exige atenção às medidas de biossegurança, principalmente em regiões onde há criação de animais e intensa movimentação de pessoas, máquinas e veículos entre propriedades rurais.

Em Mato Grosso, onde a agricultura ocupa extensas áreas e a produção de soja, milho e outras culturas tem forte participação na economia regional, o controle dos animais representa um desafio adicional para os produtores.

Javalis avançam em áreas rurais e preocupam produtores

Imagens aéreas mostram estrago feito pelos animais em lavoura de milho (Reprodução)

A proposta defendida no fórum é a construção de uma estratégia nacional de controle, combinando prevenção, monitoramento, manejo, tecnologia e rastreabilidade.

Para regiões produtoras como Lucas do Rio Verde e Sorriso, a discussão ganha importância justamente pela necessidade de evitar que a expansão da população de javalis resulte em novos prejuízos às lavouras e aumente os custos de produção para quem vive da atividade rural.

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Anvisa proíbe caneta emagrecedora importada ilegalmente do Paraguai

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Medida impede comercialização, distribuição, fabricação, divulgação e uso do produto no Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a importação, o armazenamento, a distribuição, a comercialização, a propaganda e o uso do medicamento T36, da classe de agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.

 

A resolução da Anvisa foi publicada nesta quarta-feira (16) no Diário Oficial da União. Em nota, a agência informou que o medicamento não possui registro sanitário e não teve segurança e eficácia avaliadas no Brasil.

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Site de vendas

No último dia 8, a Anvisa proibiu a comercialização de canetas emagrecedoras por meio do site www.gopharma.shop. Segundo a agência, o site anunciava medicamentos sem registro no Brasil à base de tirzepatida ou que alegavam ter como princípio ativo a retatrutida, substância ainda sem registro em nenhum país do mundo.

 

Alguns dos produtos anunciados, como T.G. 15 miligramas (mg), Tirzec 15 mg e Lipoless MD 15 mg, já possuíam proibição expressa de ingresso no Brasil. Além de proibir a comercialização, a distribuição, a importação, a propaganda e o uso dos produtos anunciados pelo site, a Anvisa determinou ainda que eles sejam apreendidos.

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“É importante esclarecer que sites em geral não podem vender medicamentos para qualquer indicação, em nenhuma hipótese. Isso não é novidade: a comercialização de medicamentos no Brasil é privativa de farmácias e drogarias regularizadas, por meio de suas lojas físicas ou sites e canais digitais oficiais”, reforçou a agência no comunicado.

 

“Além da comercialização de medicamentos ser proibida fora dos ambientes e canais oficiais de farmácias e drogarias, o risco é grande: qualquer produto adquirido fora desses ambientes não tem qualquer garantia de procedência, composição ou conservação, o que compromete a qualidade, a segurança e a própria eficácia dos medicamentos”, concluiu.

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