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Politica

Maysa Leão cobra celeridade para cassar vereadores acusados de propina: “Câmara deve agir”

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 Conteúdo/ODOC – Vereadora Maysa Leão (Republicanos), 2ª secretária da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Cuiabá, disse em entrevista à rádio Capital FM que a Casa de Leis aguarda acesso ao processo da Polícia Civil que afastou os vereadores Chico 2000 (PL) e Sargento Joelson (PSB), por suspeita de receber propina, para abrir uma comissão processante.

Segundo Maysa Leão, a “Câmara pode e deve agir” neste caso envolvendo os dois parlamentares. “A Câmara não é Judiciário, mas a Câmara pode e deve agir, já cassou vereadores antes de processo judicial concreto, mas a gente precisa ter materialidade. Não somos justiceiras”, disse a parlamentar.

“A gente não pode pegar algo sem materialidade, abrir e cassar uma pessoa com base num print de WhatsApp”, disse sobre os dois vereadores em tela.

Conforme a vereadora, a Câmara só pode agir neste caso depois de ter o processo físico e concluso. “O processo corre em sigilo. Eu poderia pedir para um jornalista amigo me enviar o processo e a gente abrir uma comissão processante em cima de um documento que foi enviado de forma extraoficial. Para os jornalistas, tudo bem, vocês não incorrem em ilícito nenhum. Mas nós, enquanto Casa Legislativa, só podemos abrir algo quando esse documento nos é formalmente entregue”, declarou.

Maysa Leão informou ainda que a Câmara de Vereadores já pediu acesso ao inquérito da Polícia Civil, mas a solicitação – segundo ela – foi negada. “Se a delegacia enviar para gente antes, podemos abrir a processante antes. Mas quando se trata de Justiça e de polícia, só nos cabe obedecer”, completou.

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Agro Mato Grosso

Governador atende setor e prorroga Proalmat até 2032 I MT

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Medida vai beneficiar mais de 2.100 produtores e dezenas de milhares de trabalhadores

O governador Mauro Mendes decidiu, nesta quarta-feira (20.8), prorrogar o Programa de Incentivo à Cultura do Algodão de Mato Grosso (Proalmat) até 2032.

A decisão foi tomada durante reunião com a diretoria da Associação Mato-grossense de Produtores de Algodão (AMPA), e outras entidades do setor.

De acordo com o governador Mauro Mendes, o Proalmat tem beneficiado mais de 2.100 produtores cadastrados, que empregam dezenas de milhares de trabalhadores e fazem desse Mato Grosso o maior produtor de algodão do país.

“Em consideração a essa bela história e contribuição que o setor têm construído ao longo desses mais de 20 anos, o Governo de Mato Grosso vai fazer essa prorrogação do Proalmat até 2032”, anunciou Mauro

O diretor-presidente da Ampa, Orcival Gouveia, destacou a importância dos produtores de algodão em Mato Grosso, cuja safra 2024/2025 está prevista para alcançar 2,85 milhões de toneladas da pluma.

“Esse projeto beneficia principalmente o pequeno e médio produtor, e a indústria nacional. Estamos muito felizes com mais essa parceria”, relatou.

Também participaram da reunião: o vice-governador Otaviano Pivetta; o diretor- executivo da Ampa Décio Tocantins; o deputado estadual Carlos Avallone; os secretários de Estado Fabio Garcia (Casa Civil) e Rogério Gallo (Fazenda); além de integrantes da diretoria da Ampa e de outras entidades do setor.

Retorno ao Estado

De acordo com o dados da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), as políticas de incentivo fiscal como o Proalmat garantiram um retorno de mais de 230% ao Estado.

A cada R$ 1 renunciado em impostos, o Estado recebeu R$ 3,28 em investimento.

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Business

Moratória da soja é suspensa pelo CADE após denúncia da deputada Coronel Fernanda

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O CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) determinou nesta segunda (18) a suspensão imediata dos efeitos da Moratória da Soja. A decisão atendeu a representações feitas pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT), por meio da Câmara Federal, pela Aprosoja-MT e pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que denunciaram indícios de cartel de compra praticado por grandes tradings internacionais, organizadas por meio da ABIOVE (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais) e da ANEC (Associação Nacional dos Exportadores de Cereais).

A deputada comemorou o que considera ser uma vitória histórica para o agronegócio brasileiro. Defensora do fim da Moratória desde o início do seu mandato, Coronel Fernanda destacou que a medida garante “respeito aos produtores que sempre atuaram com responsabilidade ambiental, fortalecendo a livre concorrência, a dignidade do campo e a justiça para todos”.

Entenda – O CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) instaurou processo administrativo contra as associações e mais de 30 tradings signatárias da Moratória da Soja, entre elas ADM, Bunge, Cargill, Louis Dreyfus e Amaggi, entendendo haver fortes indícios de cartel de compra, prática considerada a mais grave infração à ordem econômica.

Além da abertura do processo, determinou medida preventiva que impede a continuidade das condutas concertadas no âmbito da Moratória, sob pena de multa diária de R$ 250 mil em caso de descumprimento .

Segundo a decisão, as empresas terão 30 dias para apresentar defesa e indicar provas, ficando sujeitas a sanções administrativas, civis e até criminais caso confirmada a infração.

Para Coronel Fernanda, a decisão é um divisor de águas. “É uma vitória da legalidade e da segurança jurídica. A moratória era um mecanismo ilegal que impunha restrições além do Código Florestal e prejudicava o produtor brasileiro. Agora, reafirmamos que o Brasil já possui uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo e que não cabe a cartéis internacionais ditarem as regras do nosso agro”.’

A deputada, que integra a Comissão de Agricultura da Câmara Federal, reforçou que seguirá atuando em defesa da soberania nacional e do campo.

“Esse resultado mostra que quando o Parlamento, as entidades do setor e os produtores se unem, conseguimos enfrentar interesses poderosos e garantir justiça para quem trabalha de sol a sol para alimentar o Brasil e o mundo”, concluiu.

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Governador envia projeto à AL para redução de 30% sobre o “Fethab da vaca”

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Proposta foi articulada junto à Assembleia Legislativa e entidades do setor

O governador Mauro Mendes vai enviar à Assembleia Legislativa, nesta semana, um projeto de lei que visa reduzir em 30% o valor pago pelos pecuaristas no chamado “Fethab da Vaca”, que é a contribuição do Fundo Estadual de Transporte e Habitação relativa ao abate das vacas.

A decisão foi tomada na tarde desta segunda-feira (18/8), após reunião do governador Mauro Mendes com deputados estaduais e representantes do setor pecuário. O projeto foi articulado pelo líder do Governo na Assembleia, Dilmar Dal Bosco, e será votado por todos os deputados.

“Essa proposta é um reconhecimento ao estudo técnico que comprovou a diferença de mercado entre os bois e as vacas. Não era justo que o pecuarista pagasse o mesmo valor do Fethab para os dois e, por isso, estamos propondo um abatimento de 30%, desde que o abate tenha sido feito dentro do estado”, relatou o governador.

O deputado Dilmar Dal Bosco explicou que a medida faz justiça à realidade vivida pelo setor, pois as fêmeas costumam ter cerca de 30% menos pesos de carcaça, o que reduz o valor de venda.

“O macho e a fêmea tinham o mesmo preço de mercado na hora de cobrar o Fethab. Agora acabamos com essa desigualdade. É uma conquista histórica para todo o setor e para Mato Grosso, já que temos o maior rebanho do país”, pontuou.

Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Vilmondes Tomain lembrou que essa é uma demanda antiga da pecuária mato-grossense.

“Essa proposta corrige uma distorção de duas décadas que a gente vinha mostrando a outros governos. Tivemos agora a sensibilidade do governador Mauro Mendes em fazer essa redução, que está promovendo justiça com o setor”, declarou.

Também participaram da reunião: o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi; os deputados estaduais Valmir Moretto, Julio Campos, Eduardo Botelho e Carlos Avallone; o secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia; o presidente da Acrimat, Oswaldo Pereira Junior; o 2ª vice-presidente da Famato, Amarildo Merotti; o diretor-executivo do Fórum Agro, Xisto Bueno; e o diretor-executivo do Sindifrigo, Jovenino da Cruz.

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