Connect with us
28 de agosto de 2026

Business

Soja Brasil convida produtores a votarem sobre prioridades para a próxima safra

Published

on


Foto: Pixabay

No programa Soja Brasil desta sexta-feira (28), o convite é para os produtores de soja participarem de uma nova enquete no YouTube e ajudarem a definir quais devem ser as principais prioridades para a próxima safra.

A pergunta lançada aos produtores é: para a próxima safra de soja, qual deve ser a principal prioridade no campo?

As opções são:

  • Aumentar a produtividade
  • Investir em tecnologia
  • Reduzir os riscos na lavoura

A participação é simples. Basta acessar a enquete no canal do Soja Brasil no YouTube, escolher uma das alternativas e registrar o voto.

As respostas da enquete serão apresentadas a cada 15 dias aqui no site.

O post Soja Brasil convida produtores a votarem sobre prioridades para a próxima safra apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Business

Soja: alta em Chicago e dólar firme elevam preços e movimentam negócios no Brasil

Published

on


Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja registrou forte movimentação nesta sexta-feira (28), com indicações firmes e os melhores preços do ano. O analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, destaca que a forte alta na Bolsa de Chicago, acompanhando o movimento do óleo de soja, e o avanço do dólar deram sustentação adicional às ofertas.

Nos vencimentos mais curtos, as cotações em Chicago se aproximaram de US$ 13,00 por bushel, enquanto os contratos mais distantes já romperam esse patamar. Os prêmios, por sua vez, apresentaram apenas pequenas quedas.

“No físico, houve uma disparada dos preços. Nos portos, as indicações spot estão entre R$ 160,00 e R$ 162,00 por saca, ainda dentro da paridade”, destaca Silveira. No mercado interno, há ofertas em diferentes níveis, com cotações bem acima da paridade.

Segundo o analista, os compradores estão pagando preços elevados, enquanto os vendedores mantêm postura firme. Ainda assim, as ofertas estimularam os negócios, com reporte de fortes volumes negociados. Goiás, Minas Gerais e Paraná registraram boa movimentação, com produtores animados diante das cotações.

No mercado físico, as cotações registraram as seguintes movimentações:

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 150,00 para R$ 152,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 151,00 para R$ 153,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 146,00 para R$ 149,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 141,00 para R$ 143,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 137,00 para R$ 140,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 142,00 para R$ 145,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 157,00 para R$ 160,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 158,00 para R$ 160,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), nesta quinta-feira, ampliando a valorização semanal da commodity. A demanda aquecida pelo produto americano garantiu mais um dia positivo. Na semana, a valorização dos principais contratos se aproximou de 4%.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 182.000 toneladas de soja à China, que serão entregues na temporada 2026/27. Foram mais 226 mil toneladas recebidas para destinos não revelados. Também houve duas vendas de farelo de soja que somaram 200 mil toneladas.

A Sinograin, empresa estatal chinesa responsável pela gestão de estoques, realizou na quarta-feira seu quinto leilão de soja em menos de um mês, com o objetivo de liberar espaço de armazenamento para a chegada de cargas dos Estados Unidos.

Os mercados de milho e soja também receberam suporte de informações de que o governo dos Estados Unidos pretende proteger o setor agrícola de isenções às regras sobre biocombustíveis. O milho e o óleo de soja são amplamente utilizados na produção de biocombustíveis.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 20,00 centavos de dólar, ou 1,57%, a US$ 12,88 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 13,02 3/4 por bushel, com elevação de 19,75 centavos de dólar ou 1,53%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 8,00 ou 2,34% a US$ 348,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 71,06 centavos de dólar, com ganho de 2,55 centavos ou 3,72%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,63%, sendo negociado a R$ 5,1961 para venda e a R$ 5,1941 para venda. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1575 e a máxima de R$ 5,2300. Na semana, a moeda teve valorização de 1,05%.

O post Soja: alta em Chicago e dólar firme elevam preços e movimentam negócios no Brasil apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Business

Yara amplia presença em bioinsumos e foliares para aumentar potencial produtivo e resiliência das plantas

Published

on


Foto: Getty Images

A busca por maior produtividade aliada ao uso mais eficiente dos recursos naturais tem impulsionado o crescimento do mercado de bioinsumos e fertilizantes foliares. Além de elevar a eficiência da nutrição das plantas, essas tecnologias contribuem para reduzir perdas, aumentar a resiliência das lavouras diante de estresses climáticos e fortalecer práticas ligadas à agricultura regenerativa.

Segundo levantamento da CropLife Brasil em parceria com a FGV, o mercado global de bioinsumos pode atingir US$ 45 bilhões até 2032. No Brasil, a utilização dessas tecnologias cresceu 13% na safra 2024/25, acumulando taxa média anual de expansão de 22% nos últimos três anos.

Nesse cenário, a Yara vem ampliando sua atuação no segmento por meio de investimentos em pesquisa, desenvolvimento, infraestrutura e expansão do portfólio. A empresa ingressou nesse mercado em 2006, com a aquisição da Phosyn, empresa britânica fundada em 1967 e pioneira em nutrição foliar e bioinsumos.

“Os desafios climáticos e a demanda por práticas agrícolas mais sustentáveis têm impulsionado o mercado de bioinsumos e foliares. A transição global para fertilizantes cada vez mais tecnológicos, capazes de explorar todo o potencial da planta e do solo, não é apenas desejável, mas essencial. E poucas nações estão tão bem-posicionadas quanto o Brasil para liderar essa transformação”, afirma Raphael Martins, diretor de Desenvolvimento de Mercado da Yara.

Em 2023, a companhia lançou globalmente a marca YaraAmplix, dedicada ao portfólio de bioinsumos, que chegou ao mercado brasileiro em 2024. A estratégia complementa a linha YaraVita, de fertilizantes foliares para o fornecimento de macro e micronutrientes, ampliando a oferta de soluções para diferentes sistemas de produção.

Segundo Martins, a tendência é de que a adoção dos bioinsumos seja crescente no segmento de nutrição dos cultivos. “Os bioinsumos serão cada vez mais integrados à nutrição de plantas e a outras tecnologias agrícolas, contribuindo para uma agricultura mais eficiente, sustentável e resiliente”, aponta.

Na prática, essas soluções complementam a adubação convencional, fornecendo nutrientes essenciais de forma imediata, potencializando o seu aproveitamento pelas plantas, favorecendo a rápida correção de deficiências nutricionais, aumentando a resiliência das plantas em períodos de estresse e, como resultado de tudo isso, proporcionando aumento de produtividade.

Os resultados também são percebidos por produtores que utilizam essas tecnologias no campo. Em Jaboticaba (RS), o sojicultor Douglas Rossato Dalla Nora afirma que a adoção das soluções da Yara trouxe ganhos desde o início do ciclo da cultura.

“Hoje utilizamos 100% do portfólio da Yara no tratamento de sementes. Desde que começamos a trabalhar com a linha YaraAmplix, observamos sementes com mais vigor e qualidade, o que refletiu diretamente na implantação da lavoura. O custo-benefício é muito bom e os resultados têm sido surpreendentes. Recomendo para quem busca mais desempenho no campo”, garante.

Pesquisa e desenvolvimento

Um dos pilares dessa estratégia é o investimento em ciência. A Yara possui mais de 30 produtos em desenvolvimento para culturas como soja, milho, trigo, algodão, arroz e cana-de-açúcar. O trabalho é conduzido por cerca de 50 pesquisadores, distribuídos entre centros de pesquisa na Alemanha, Inglaterra e Brasil.

Na Alemanha, o centro de pesquisa de Hanninghof foi ampliado para acelerar o desenvolvimento de soluções nas linhas de bioinsumos. A estrutura reúne laboratórios especializados em microbiologia, análise de metabólitos e formulações, permitindo validar tecnologias e desenvolver novos produtos com maior precisão.

Além da estrutura própria, a empresa mantém parcerias com mais de 50 instituições no mundo, incluindo universidades de Copenhague, Pretória e Atenas. No Brasil, os projetos são desenvolvidos em conjunto com o Instituto Agronômico de Campinas (IAC), a ESALQ/USP e outras renomadas instituições.

Estrutura global

No Reino Unido, a unidade de Pocklington funciona como centro global de desenvolvimento e produção da linha YaraVita, além de concentrar pesquisas, consultoria agronômica e análises de solo e plantas. O laboratório da unidade foi modernizado e terá capacidade para processar mais de 600 mil amostras por ano até 2030.

Também no país, a empresa constrói uma nova fábrica em Howden, com início das operações previsto para 2026. A unidade terá capacidade superior a 76 milhões de unidades por ano e será uma das maiores do mundo voltadas à produção de bioinsumos e foliares.

No Brasil, a segunda planta mundial de bioinsumos da companhia foi inaugurada em 2018, em Sumaré (SP), após investimento de R$ 100 milhões. A unidade tem capacidade para produzir cerca de 50 milhões de litros por ano de fertilizantes foliares e micronutrientes, abastecendo o mercado brasileiro, estratégico para a companhia, e também países vizinhos.

O complexo abriga ainda o Yara Knowledge Grows Center, que reúne casa de vegetação, laboratórios e áreas destinadas ao desenvolvimento, validação e demonstração de produtos. No local, são realizados testes de desempenho, segurança de aplicação e curvas de dose para validação de benefícios e de incremento em produtividade nas principais culturas do Brasil.

Recentemente, a unidade passou a operar também no modelo B2B, produzindo soluções sob encomenda para ampliar a eficiência operacional e fortalecer o portfólio da empresa.

Investimentos e perspectivas

Somente em 2024, a Yara investiu R$ 90 milhões na ampliação das atividades de pesquisa e desenvolvimento, fortalecimento do portfólio e expansão das equipes especializadas. Globalmente, foram destinados US$ 42 milhões nos últimos dois anos para ampliar a capacidade técnica e comercial da empresa, sendo quase metade desse valor direcionada ao Brasil.

Atualmente, a companhia possui dez produtos registrados no mundo, incluindo soluções já disponíveis no mercado brasileiro, como YaraAmplix BIOTRAC, YaraAmplix NRHIZO, YaraAmplix SEEDLIFT, YaraAmplix OPTINUE e YaraAmplix OPTIFRESH.

A expectativa é que, até 2030, o Brasil responda por pouco mais de 50% da margem global da companhia nas vendas do segmento de bioinsumos e foliares, reforçando o papel estratégico do país na expansão da companhia.

“A Yara já está entre as cinco maiores empresas globais no segmento e segue ampliando investimentos em pesquisa, desenvolvimento e capacidade produtiva para acelerar a inovação. O Brasil terá um papel central nessa estratégia e reúne todas as condições para liderar essa transformação”, conclui Raphael Martins.

O post Yara amplia presença em bioinsumos e foliares para aumentar potencial produtivo e resiliência das plantas apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Business

Yara amplia presença em bioinsumos e foliares para aumentar potencial produtivo e resiliência das plantas

Published

on


Foto: Getty Images

A busca por maior produtividade aliada ao uso mais eficiente dos recursos naturais tem impulsionado o crescimento do mercado de bioinsumos e fertilizantes foliares. Além de elevar a eficiência da nutrição das plantas, essas tecnologias contribuem para reduzir perdas, aumentar a resiliência das lavouras diante de estresses climáticos e fortalecer práticas ligadas à agricultura regenerativa.

Segundo levantamento da CropLife Brasil em parceria com a FGV, o mercado global de bioinsumos pode atingir US$ 45 bilhões até 2032. No Brasil, a utilização dessas tecnologias cresceu 13% na safra 2024/25, acumulando taxa média anual de expansão de 22% nos últimos três anos.

Nesse cenário, a Yara vem ampliando sua atuação no segmento por meio de investimentos em pesquisa, desenvolvimento, infraestrutura e expansão do portfólio. A empresa ingressou nesse mercado em 2006, com a aquisição da Phosyn, empresa britânica fundada em 1967 e pioneira em nutrição foliar e bioinsumos.

“Os desafios climáticos e a demanda por práticas agrícolas mais sustentáveis têm impulsionado o mercado de bioinsumos e foliares. A transição global para fertilizantes cada vez mais tecnológicos, capazes de explorar todo o potencial da planta e do solo, não é apenas desejável, mas essencial. E poucas nações estão tão bem-posicionadas quanto o Brasil para liderar essa transformação”, afirma Raphael Martins, diretor de Desenvolvimento de Mercado da Yara.

Em 2023, a companhia lançou globalmente a marca YaraAmplix, dedicada ao portfólio de bioinsumos, que chegou ao mercado brasileiro em 2024. A estratégia complementa a linha YaraVita, de fertilizantes foliares para o fornecimento de macro e micronutrientes, ampliando a oferta de soluções para diferentes sistemas de produção.

Segundo Martins, a tendência é de que a adoção dos bioinsumos seja crescente no segmento de nutrição dos cultivos. “Os bioinsumos serão cada vez mais integrados à nutrição de plantas e a outras tecnologias agrícolas, contribuindo para uma agricultura mais eficiente, sustentável e resiliente”, aponta.

Na prática, essas soluções complementam a adubação convencional, fornecendo nutrientes essenciais de forma imediata, potencializando o seu aproveitamento pelas plantas, favorecendo a rápida correção de deficiências nutricionais, aumentando a resiliência das plantas em períodos de estresse e, como resultado de tudo isso, proporcionando aumento de produtividade.

Os resultados também são percebidos por produtores que utilizam essas tecnologias no campo. Em Jaboticaba (RS), o sojicultor Douglas Rossato Dalla Nora afirma que a adoção das soluções da Yara trouxe ganhos desde o início do ciclo da cultura.

“Hoje utilizamos 100% do portfólio da Yara no tratamento de sementes. Desde que começamos a trabalhar com a linha YaraAmplix, observamos sementes com mais vigor e qualidade, o que refletiu diretamente na implantação da lavoura. O custo-benefício é muito bom e os resultados têm sido surpreendentes. Recomendo para quem busca mais desempenho no campo”, garante.

Pesquisa e desenvolvimento

Um dos pilares dessa estratégia é o investimento em ciência. A Yara possui mais de 30 produtos em desenvolvimento para culturas como soja, milho, trigo, algodão, arroz e cana-de-açúcar. O trabalho é conduzido por cerca de 50 pesquisadores, distribuídos entre centros de pesquisa na Alemanha, Inglaterra e Brasil.

Na Alemanha, o centro de pesquisa de Hanninghof foi ampliado para acelerar o desenvolvimento de soluções nas linhas de bioinsumos. A estrutura reúne laboratórios especializados em microbiologia, análise de metabólitos e formulações, permitindo validar tecnologias e desenvolver novos produtos com maior precisão.

Além da estrutura própria, a empresa mantém parcerias com mais de 50 instituições no mundo, incluindo universidades de Copenhague, Pretória e Atenas. No Brasil, os projetos são desenvolvidos em conjunto com o Instituto Agronômico de Campinas (IAC), a ESALQ/USP e outras renomadas instituições.

Estrutura global

No Reino Unido, a unidade de Pocklington funciona como centro global de desenvolvimento e produção da linha YaraVita, além de concentrar pesquisas, consultoria agronômica e análises de solo e plantas. O laboratório da unidade foi modernizado e terá capacidade para processar mais de 600 mil amostras por ano até 2030.

Também no país, a empresa constrói uma nova fábrica em Howden, com início das operações previsto para 2026. A unidade terá capacidade superior a 76 milhões de unidades por ano e será uma das maiores do mundo voltadas à produção de bioinsumos e foliares.

No Brasil, a segunda planta mundial de bioinsumos da companhia foi inaugurada em 2018, em Sumaré (SP), após investimento de R$ 100 milhões. A unidade tem capacidade para produzir cerca de 50 milhões de litros por ano de fertilizantes foliares e micronutrientes, abastecendo o mercado brasileiro, estratégico para a companhia, e também países vizinhos.

O complexo abriga ainda o Yara Knowledge Grows Center, que reúne casa de vegetação, laboratórios e áreas destinadas ao desenvolvimento, validação e demonstração de produtos. No local, são realizados testes de desempenho, segurança de aplicação e curvas de dose para validação de benefícios e de incremento em produtividade nas principais culturas do Brasil.

Recentemente, a unidade passou a operar também no modelo B2B, produzindo soluções sob encomenda para ampliar a eficiência operacional e fortalecer o portfólio da empresa.

Investimentos e perspectivas

Somente em 2024, a Yara investiu R$ 90 milhões na ampliação das atividades de pesquisa e desenvolvimento, fortalecimento do portfólio e expansão das equipes especializadas. Globalmente, foram destinados US$ 42 milhões nos últimos dois anos para ampliar a capacidade técnica e comercial da empresa, sendo quase metade desse valor direcionada ao Brasil.

Atualmente, a companhia possui dez produtos registrados no mundo, incluindo soluções já disponíveis no mercado brasileiro, como YaraAmplix BIOTRAC, YaraAmplix NRHIZO, YaraAmplix SEEDLIFT, YaraAmplix OPTINUE e YaraAmplix OPTIFRESH.

A expectativa é que, até 2030, o Brasil responda por pouco mais de 50% da margem global da companhia nas vendas do segmento de bioinsumos e foliares, reforçando o papel estratégico do país na expansão da companhia.

“A Yara já está entre as cinco maiores empresas globais no segmento e segue ampliando investimentos em pesquisa, desenvolvimento e capacidade produtiva para acelerar a inovação. O Brasil terá um papel central nessa estratégia e reúne todas as condições para liderar essa transformação”, conclui Raphael Martins.

O post Yara amplia presença em bioinsumos e foliares para aumentar potencial produtivo e resiliência das plantas apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT