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Flávio Dino anula emendas parlamentares indicadas por dirigentes sem mandato e ex-parlamentares

Decisão do STF atinge presidentes de partidos e figuras sem cargo eletivo que atuavam na destinação de recursos. Cúpula do Congresso foi notificada para bloquear o uso dessas indicações no Orçamento
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino determinou neste domingo (23) a nulidade de emendas parlamentares indicadas por dirigentes partidários sem mandato no Congresso e por ex-parlamentares. A decisão estabelece que essas indicações não podem ser utilizadas como fundamento para a execução de despesas públicas.
Dino determinou que os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, comuniquem imediatamente as áreas técnicas das duas Casas sobre a decisão.
A determinação alcança presidentes de partidos que não sejam deputados ou senadores e também pessoas que exerceram mandato parlamentar, mas não ocupam atualmente cargo eletivo.
Indicações sem validade
Segundo Dino, dirigentes partidários sem mandato não têm competência para indicar, distribuir ou alocar emendas parlamentares. O ministro também determinou que eventuais indicações feitas por essas pessoas não sejam consideradas nos procedimentos administrativos de execução do Orçamento.
A decisão estabelece ainda que documentos que atribuam a presidentes de partidos ou ex-parlamentares a autoria, titularidade ou poder de indicação sobre emendas sejam considerados juridicamente inválidos.
A determinação inclui documentos como ofícios, planilhas, tabelas, expedientes, comunicações e solicitações encaminhadas às áreas responsáveis pela execução das despesas.
O ministro afirmou que eventual descumprimento da ordem deverá resultar na apuração de responsabilidade disciplinar, sem prejuízo de possíveis consequências nas esferas civil e penal.
Controle sobre emendas
A decisão faz parte de uma série de medidas adotadas por Dino para ampliar o controle sobre a indicação e a execução de emendas parlamentares. O tema ganhou destaque no STF diante de questionamentos sobre a transparência na destinação de recursos públicos e sobre a participação de pessoas sem mandato nos processos de indicação.
Em julho, o ministro criticou o que classificou como “terceirização de emendas” e determinou que o Congresso apresentasse esclarecimentos sobre possíveis irregularidades na distribuição de recursos do Orçamento federal.
Na avaliação do magistrado, a indicação de emendas deve estar vinculada aos parlamentares que efetivamente possuem mandato e competência constitucional para participar do processo orçamentário.
Bloqueios de patrimônio
A nova decisão ocorre poucos dias após Dino determinar o bloqueio de R$ 119 milhões em bens do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e de R$ 6 milhões do ex-deputado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha.
As medidas estão relacionadas a investigações sobre a indicação e a destinação de emendas parlamentares por pessoas que não ocupam mandato eletivo.
O caso de Cunha chamou atenção porque, embora não exerça atualmente cargo parlamentar, ele é acusado de ter participado da indicação de recursos. Já Valdemar Costa Neto preside o PL, mas também não tem mandato no Congresso.
Decisão atinge Congresso
Com a determinação, as áreas técnicas da Câmara e do Senado deverão desconsiderar eventuais indicações de dirigentes partidários sem mandato e de ex-parlamentares nos procedimentos relacionados à execução de despesas públicas.
A decisão reforça a necessidade de que a identificação do autor e do responsável pela indicação das emendas corresponda a um parlamentar com mandato e respeite as regras estabelecidas para a execução do Orçamento da União.
A ordem de Dino passa a orientar os procedimentos das duas Casas do Congresso e estabelece que eventuais atos praticados em desacordo com a determinação poderão ser submetidos à apuração de responsabilidade.
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Polícia Militar atende denúncia de invasão, apreende arma raspada e prende dupla com cocaína e pés de maconha

Operação conjunta do 6º Batalhão, Força Tática e Rotam no bairro Lobo acabou com duas mulheres detidas por porte ilegal e tráfico
Equipes da Polícia Militar prenderam duas mulheres, 34 e 22 anos, por porte ilegal de arma, tráfico e cultivo ilícito de drogas, na noite desta quarta-feira (7.10), em Cáceres. Com a dupla, a PM apreendeu um revólver carregado com sete munições, porções de cocaína e dois pés de maconha.
Conforme o boletim de ocorrência, os policiais receberam denúncias sobre uma suposta invasão a uma residência, no bairro Lobo. De acordo com as informações, os suspeitos seriam membros de uma facção criminosa e estavam armados.
As equipes do 6º Batalhão, Força Tática e Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) foram ao endereço e não encontraram os supostos invasores. Na verificação ao imóvel, os policiais localizaram dois pés de maconha e um revólver de calibre 38 de numeração raspada com sete munições.
Ainda na casa, os militares encontraram as duas suspeitas. Uma delas afirmou ser moradora da residência e confirmou uma situação de tentativa de invasão anterior. Ela ainda disse que, após o fato, solicitou uma arma de fogo para sua defesa, que foi trazida pela segunda mulher detida.
Na abordagem, policiais femininas fizeram revista pessoal nas suspeitas e encontraram também 14 porções de cocaína que seriam vendidas por elas.
Diante do flagrante com os materiais ilícitos, a dupla recebeu voz de prisão e foi conduzida para a delegacia de Cáceres e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais providências.
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Vereador Kleberson Feitoza é internado no HMC após sofrer queimaduras de 2º e 3º graus em acidente rural

O vereador Kleberson Feitoza (PSB) deu entrada no Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) após sofrer um acidente com fogo e ter queimaduras de 2º e 3º graus pelo corpo.
Segundo as informações preliminares, o incidente ocorreu em uma propriedade rural localizada na região do Lago do Manso. As causas e a dinâmica exata do acidente ainda estão sendo apuradas.
Estado de Saúde e Atendimento Especializado
Apesar da gravidade e da extensão dos ferimentos, fontes médicas e assessoria informaram que o quadro de saúde do parlamentar é estável até o momento.
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Urgente: Corpo de professor desaparecido é encontrado em Várzea Grande após prisão de suspeito

Breno Antonio Humberto de Moraes, de 25 anos, foi localizado no bairro Novo Mato Grosso; um suspeito já havia sido preso
O corpo do professor Breno Antonio Humberto de Moraes, de 25 anos, foi encontrado na tarde desta quinta-feira (8), no bairro Novo Mato Grosso, em Várzea Grande. A região era conhecida anteriormente como Três de Setembro.
Segundo informações divulgadas pelo site Lapada Lapada, a polícia localizou o corpo durante as apurações sobre o desaparecimento do jovem.
A Polícia Civil já havia prendido um homem suspeito de envolvimento no caso. Com a localização do professor, a investigação deverá esclarecer as circunstâncias da morte e apurar se outras pessoas tiveram participação.
As informações disponíveis até o momento não detalham como o corpo foi encontrado nem a causa da morte.
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