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13 de julho de 2026

Sustentabilidade

Prêmio Mulheres do Agro abre votação para reconhecer cientistas que impulsionam o agronegócio

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Divulgação

Estão abertas, até o dia 22 de julho, as votações da categoria Ciência e Pesquisa da 9ª edição do Prêmio Mulheres do Agro, promovido pela Bayer em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag). Você pode votar de forma online e definir a pesquisadora vencedora entre três finalistas que desenvolvem projetos voltados à inovação, sustentabilidade e aumento da produtividade no agronegócio.

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As candidatas foram indicadas por integrantes da comunidade acadêmica e do setor, como alunos, pesquisadores e instituições de ensino. Em seguida, passaram por uma avaliação técnica conduzida por uma banca de especialistas, que definiu as três finalistas da edição.

As pesquisadoras que disputam a premiação são:

  • Ana Paula Oliveira Nogueira, professora da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), que coordena pesquisas em melhoramento genético da soja, com foco no desenvolvimento de cultivares mais produtivas, resistentes a doenças e adaptadas às diferentes condições de cultivo.
  • Erika Valente de Medeiros, professora da Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (UFAPE), responsável por estudos sobre microbiologia do solo, bioinsumos, recuperação de áreas degradadas e soluções voltadas à agricultura sustentável no semiárido.
  • Maria Carolina Quecine Verdi, professora da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), que desenvolve pesquisas sobre a interação entre microrganismos e plantas para o controle biológico de doenças e a promoção do crescimento vegetal.

A vencedora será anunciada em agosto, durante cerimônia realizada em São Paulo.

Criado para reconhecer a atuação feminina no agronegócio, o Prêmio Mulheres do Agro também destaca iniciativas que aproximam a pesquisa científica das demandas do campo, incentivando o desenvolvimento de soluções para aumentar a produtividade e promover a sustentabilidade no setor.

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Sustentabilidade

IMEA e Aprosoja MT apresentam resultados da safra de milho 2025/26 após avaliações em campo – MAIS SOJA

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Aumento da produtividade, boas condições das lavouras e maior segurança nos dados foram alguns dos destaques apresentados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), em parceria com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) e o Instituto Mato-grossense do Agronegócio (Iagro MT), durante a divulgação dos resultados do IMEA em Campo da safra de milho 2025/26. Após 64 dias de trabalho e mais de 30,8 mil quilômetros percorridos por Mato Grosso, as instituições apresentaram, na manhã desta segunda-feira (13.07), o levantamento das avaliações realizadas nas lavouras do estado.

Os resultados foram coletados durante os meses de maio, junho e julho e divididos em indicadores quantitativos, como número de plantas por hectare, número de espigas por planta, quantidade de grãos por espiga, peso dos grãos e umidade, e qualitativos, que avaliaram a presença de plantas daninhas, doenças, pragas, condições das lavouras e incidência de grãos avariados.

A produtividade média do milho em Mato Grosso passou de 127 sacas por hectare na safra 2024/25 para 128 sacas por hectare na safra 2025/26, evidenciando o bom desempenho das lavouras mato-grossenses. O superintendente do IMEA, Cleiton Gauer, destacou a importância do projeto para ampliar a precisão das informações sobre a produção agrícola do estado.

“Esse projeto surgiu de uma demanda por parte dos produtores, principalmente para conseguir retratar cada vez melhor a realidade do campo aqui em Mato Grosso. Nos últimos dois anos, o estado tem alcançado tetos produtivos cada vez mais elevados. Conseguir ir in loco, checar essas informações e trazer mais segurança aos dados é o grande resultado que obtivemos, não só nesta temporada, mas ao longo dos últimos anos. Para esta safra, o principal resultado foi a atualização da produtividade média para 128 sacas por hectare, superando o índice produtivo do ano passado em pouco mais de uma saca”, afirmou.

Um dos participantes do IMEA em Campo, Henrique Eggers, ressaltou que o levantamento é fundamental para identificar e retratar a realidade das lavouras mato-grossenses. Segundo ele, o trabalho permitiu observar que as chuvas se estenderam ao longo da safra 2025/26, diferentemente dos ciclos anteriores, marcados por períodos mais secos.

“Foram 64 dias em campo avaliando lavouras em todo o estado, e isso é o que nos permite ter grande segurança nos dados apresentados hoje pelo IMEA. Enfrentamos dias de sol e também dias de chuva, algo que não é comum para o mês de junho. Essa condição climática fora do padrão foi acompanhada de perto pela equipe, que registrou e divulgou essas informações ao longo do trabalho de campo”, destacou.

Os resultados do IMEA, Aprosoja MT e Iagro reforçam a importância do acompanhamento técnico das lavouras para a geração de informações cada vez mais precisas sobre a produção agrícola. Além de contribuir para o planejamento dos produtores, o levantamento auxilia o setor na tomada de decisões estratégicas e no monitoramento das condições das lavouras em Mato Grosso.

Fonte: Aprosoja/MT



 

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Sustentabilidade

Frente fria avança e risco de enchentes preocupa parte do país; veja como fica o tempo na 2ª quinzena de julho

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A frente fria que provocou a queda das temperaturas no país avança sobre áreas produtores de soja e leva mais nebulosidade para a região Sudeste. Apesar disso, a previsão para os próximos cinco a dez dias indica tempo firme na maior parte das áreas produtoras do país, favorecendo o andamento das atividades no campo.

As condições são positivas para a colheita do café, do milho segunda safra, do algodão e da cana-de-açúcar, além das operações de manejo do solo e dos tratamentos fitossanitários em grande parte das regiões Centro-Oeste, Norte e Matopiba. A ausência de chuvas volumosas deve permitir o avanço dos trabalhos.

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A exceção é a região Sul. No Rio Grande do Sul, a previsão indica volumes elevados de chuva, com risco de enchentes, especialmente na porção norte do estado.

Em relação às temperaturas, o risco de geada permanece restrito às áreas mais elevadas da região Sul. Nesta terça-feira (14), também há possibilidade de geada na Serra da Mantiqueira, incluindo municípios como Campos do Jordão.

As temperaturas mínimas devem ficar abaixo de 10°C em áreas de Mato Grosso do Sul, interior de São Paulo e sul de Minas Gerais, mas sem previsão de geadas nessas regiões.

A partir da segunda quinzena de julho, a tendência é de elevação gradual das temperaturas. No Centro-Oeste e no Matopiba, cidades como Corumbá (MS), Primavera do Leste (MT) e Rondonópolis (MT) devem registrar máximas entre 37°C e 38°C. No fim de julho e início de agosto, os termômetros podem se aproximar dos 40°C em algumas localidades, intensificando o calor nessas regiões.

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Sustentabilidade

Zarc do milho é atualizado com nova classificação de solos e séries climáticas – MAIS SOJA

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O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura do milho grão foi atualizado. As portarias com os novos zoneamentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (10).

A atualização contempla revisão da classificação dos solos por capacidade de água disponível e atualização das séries históricas do clima. As alterações refletem, sobretudo, a crescente variabilidade climática e o aumento da frequência de ocorrência de eventos extremos nos últimos anos, como secas e excesso de chuvas. 

Para o cálculo do risco são utilizadas séries de 30 anos de dados meteorológicos, incluindo temperaturas máxima, mínima e média, precipitação e evapotranspiração de referência. Também são considerados parâmetros relacionados à cultura e às características dos solos.

Classes de águas disponíveis 

O estudo passa a utilizar seis classes de água disponível no solo, que variam de AD1 (baixa retenção) a AD6 (alta retenção de água), substituindo a classificação anteriormente baseada em três grupos de solos.

Segundo pesquisadores da Embrapa responsáveis pelos estudos do Zarc, a classificação por água disponível permite caracterizar de forma mais detalhada as condições dos diferentes ambientes de produção. A capacidade de armazenamento de água depende das características físicas do solo e não apenas de sua textura.

Base climática

A atualização também incorpora novos dados meteorológicos às séries históricas utilizadas nos estudos, incluindo informações de chuva e temperatura provenientes de um número ampliado de estações meteorológicas.

As informações são utilizadas na definição das épocas de semeadura com menor risco climático para a cultura, considerando as condições observadas nas diferentes regiões produtoras do país.

Fonte: MAPA



 

FONTE

Autor:MAPA

Site: MAPA

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