Sustentabilidade
CentroAGRO Pesquisa respalda nova mistura pronta de clomazone e flumioxazin – MAIS SOJA

Empresa de pesquisa & desenvolvimento científico focada no sistema produtivo do Cerrado, a CentroAGRO, criada há seis anos na cidade goiana de Rio Verde, foi uma das primeiras em seu setor a avaliar a nova mistura pronta de clomazone e flumioxazin. A solução, única do gênero no país, chega ao mercado no mês que vem e tem aplicação recomendada em pré-semeadura da soja, para controle de plantas daninhas resistentes e tolerantes ao glifosato.
“Essa mistura agregará ao sistema de manejo de plantas daninhas de difícil controle”, adianta o pesquisador Fellipe Goulart Machado, fundador da CentroAGRO, doutor em agronomia e especialista em plantas daninhas.
Segundo ele, a nova solução mostrou eficácia mínima de 80% no manejo de invasoras como capim-pé-de-galinha, trapoeraba, capim-amargoso e corda-de-viola. Apresentou também, em média, em algumas espécies como o picão-preto, aumento de controle de 60% em relação a herbicidas que contêm somente um ingrediente ativo utilizado como pré-emergente.
“Houve casos em que após 27 dias da aplicação, o controle de invasoras se situou na faixa de 80%, sinalizando um efeito residual prolongado, facilitando o controle em pós-emergência da soja”, frisa Machado.
De acordo com o pesquisador, algumas plantas daninhas que estão no espectro de controle da mistura de clomazone e flumioxazin, entre estas capim-pé-de-galinha, em convivência com a cultura, podem até mesmo inviabilizar a colheita da lavoura de soja se não forem manejadas.
“Já tivemos situações, aqui na região de Rio Verde, em que produtores optaram por não colher bordaduras, porque a presença da planta daninha inviabilizou a colheita. A lavoura, em resumo, ‘virou’ pé-de-galinha”, exemplifica Machado.
“Para capim-pé-de-galinha, a mistura de clomazone e flumioxazin deverá ser empregada. Ela age também frente a outras daninhas de difícil controle, tolerantes e que em outros estados, como no Sul, são resistentes ao glifosato, caso do picão-preto”, ele reforça.
“Além do efeito em pré-emergência, a mistura pronta também mostrou nos estudos resultados favoráveis no processo de dessecação de plantas daninhas”, continua Fellipe Machado. “Uma vez no mercado, será uma ferramenta importante a integrar o sistema de manejo, principalmente quando se trata de plantas daninhas resistentes e tolerantes ao glifosato”, conclui.
Segundo informa a Sipcam Nichino Brasil, desenvolvedora da mistura pronta de clomazone e flumioxazin, a nova solução será lançada oficialmente no Brasil no período de 3 a 6 de agosto, durante o Congresso Brasileiro de Plantas Daninhas, na paranaense Foz do Iguaçu.
“Trata-se de um herbicida composto por dois ativos que, em sinergia, evitam a matocompetiçao inicial e agem com elevado grau de eficácia no manejo de ervas de folhas largas e estreitas de difícil controle”, resume Eric Ono, gerente de portfólio de produtos e cultivos da Sipcam Nichino.
Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade
IMEA e Aprosoja MT apresentam resultados da safra de milho 2025/26 após avaliações em campo – MAIS SOJA

Aumento da produtividade, boas condições das lavouras e maior segurança nos dados foram alguns dos destaques apresentados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), em parceria com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) e o Instituto Mato-grossense do Agronegócio (Iagro MT), durante a divulgação dos resultados do IMEA em Campo da safra de milho 2025/26. Após 64 dias de trabalho e mais de 30,8 mil quilômetros percorridos por Mato Grosso, as instituições apresentaram, na manhã desta segunda-feira (13.07), o levantamento das avaliações realizadas nas lavouras do estado.
Os resultados foram coletados durante os meses de maio, junho e julho e divididos em indicadores quantitativos, como número de plantas por hectare, número de espigas por planta, quantidade de grãos por espiga, peso dos grãos e umidade, e qualitativos, que avaliaram a presença de plantas daninhas, doenças, pragas, condições das lavouras e incidência de grãos avariados.
A produtividade média do milho em Mato Grosso passou de 127 sacas por hectare na safra 2024/25 para 128 sacas por hectare na safra 2025/26, evidenciando o bom desempenho das lavouras mato-grossenses. O superintendente do IMEA, Cleiton Gauer, destacou a importância do projeto para ampliar a precisão das informações sobre a produção agrícola do estado.
“Esse projeto surgiu de uma demanda por parte dos produtores, principalmente para conseguir retratar cada vez melhor a realidade do campo aqui em Mato Grosso. Nos últimos dois anos, o estado tem alcançado tetos produtivos cada vez mais elevados. Conseguir ir in loco, checar essas informações e trazer mais segurança aos dados é o grande resultado que obtivemos, não só nesta temporada, mas ao longo dos últimos anos. Para esta safra, o principal resultado foi a atualização da produtividade média para 128 sacas por hectare, superando o índice produtivo do ano passado em pouco mais de uma saca”, afirmou.
Um dos participantes do IMEA em Campo, Henrique Eggers, ressaltou que o levantamento é fundamental para identificar e retratar a realidade das lavouras mato-grossenses. Segundo ele, o trabalho permitiu observar que as chuvas se estenderam ao longo da safra 2025/26, diferentemente dos ciclos anteriores, marcados por períodos mais secos.
“Foram 64 dias em campo avaliando lavouras em todo o estado, e isso é o que nos permite ter grande segurança nos dados apresentados hoje pelo IMEA. Enfrentamos dias de sol e também dias de chuva, algo que não é comum para o mês de junho. Essa condição climática fora do padrão foi acompanhada de perto pela equipe, que registrou e divulgou essas informações ao longo do trabalho de campo”, destacou.
Os resultados do IMEA, Aprosoja MT e Iagro reforçam a importância do acompanhamento técnico das lavouras para a geração de informações cada vez mais precisas sobre a produção agrícola. Além de contribuir para o planejamento dos produtores, o levantamento auxilia o setor na tomada de decisões estratégicas e no monitoramento das condições das lavouras em Mato Grosso.
Fonte: Aprosoja/MT
Sustentabilidade
Frente fria avança e risco de enchentes preocupa parte do país; veja como fica o tempo na 2ª quinzena de julho

A frente fria que provocou a queda das temperaturas no país avança sobre áreas produtores de soja e leva mais nebulosidade para a região Sudeste. Apesar disso, a previsão para os próximos cinco a dez dias indica tempo firme na maior parte das áreas produtoras do país, favorecendo o andamento das atividades no campo.
As condições são positivas para a colheita do café, do milho segunda safra, do algodão e da cana-de-açúcar, além das operações de manejo do solo e dos tratamentos fitossanitários em grande parte das regiões Centro-Oeste, Norte e Matopiba. A ausência de chuvas volumosas deve permitir o avanço dos trabalhos.
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A exceção é a região Sul. No Rio Grande do Sul, a previsão indica volumes elevados de chuva, com risco de enchentes, especialmente na porção norte do estado.
Em relação às temperaturas, o risco de geada permanece restrito às áreas mais elevadas da região Sul. Nesta terça-feira (14), também há possibilidade de geada na Serra da Mantiqueira, incluindo municípios como Campos do Jordão.
As temperaturas mínimas devem ficar abaixo de 10°C em áreas de Mato Grosso do Sul, interior de São Paulo e sul de Minas Gerais, mas sem previsão de geadas nessas regiões.
A partir da segunda quinzena de julho, a tendência é de elevação gradual das temperaturas. No Centro-Oeste e no Matopiba, cidades como Corumbá (MS), Primavera do Leste (MT) e Rondonópolis (MT) devem registrar máximas entre 37°C e 38°C. No fim de julho e início de agosto, os termômetros podem se aproximar dos 40°C em algumas localidades, intensificando o calor nessas regiões.
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Sustentabilidade
Zarc do milho é atualizado com nova classificação de solos e séries climáticas – MAIS SOJA

O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura do milho grão foi atualizado. As portarias com os novos zoneamentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (10).
A atualização contempla revisão da classificação dos solos por capacidade de água disponível e atualização das séries históricas do clima. As alterações refletem, sobretudo, a crescente variabilidade climática e o aumento da frequência de ocorrência de eventos extremos nos últimos anos, como secas e excesso de chuvas.
Para o cálculo do risco são utilizadas séries de 30 anos de dados meteorológicos, incluindo temperaturas máxima, mínima e média, precipitação e evapotranspiração de referência. Também são considerados parâmetros relacionados à cultura e às características dos solos.
Classes de águas disponíveis
O estudo passa a utilizar seis classes de água disponível no solo, que variam de AD1 (baixa retenção) a AD6 (alta retenção de água), substituindo a classificação anteriormente baseada em três grupos de solos.
Segundo pesquisadores da Embrapa responsáveis pelos estudos do Zarc, a classificação por água disponível permite caracterizar de forma mais detalhada as condições dos diferentes ambientes de produção. A capacidade de armazenamento de água depende das características físicas do solo e não apenas de sua textura.
Base climática
A atualização também incorpora novos dados meteorológicos às séries históricas utilizadas nos estudos, incluindo informações de chuva e temperatura provenientes de um número ampliado de estações meteorológicas.
As informações são utilizadas na definição das épocas de semeadura com menor risco climático para a cultura, considerando as condições observadas nas diferentes regiões produtoras do país.
Fonte: MAPA
Autor:MAPA
Site: MAPA
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