Sustentabilidade
Fazenda campeã do CESB no Sudeste aposta em biológicos para superar 122 sc/ha – MAIS SOJA

As tecnologias microbiológicas da Simbiose ajudaram a Fazenda Floresta, da Agropecuária Três Irmãos, a conquistar o título de campeã da região Sudeste na categoria sequeiro no Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja do Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB). Localizada em Cambuquira (MG), a propriedade alcançou produtividade de 122,66 sacas por hectare na safra 2024/25, índice 87% superior à média da região Sudeste, estimada em 65,5 sacas por hectare pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O resultado foi divulgado durante o 18º Fórum Nacional de Máxima Produtividade de Soja do CESB, em Indaiatuba/SP.
O manejo campeão no Sudeste conta com algumas das soluções mais inovadoras da Simbiose, empresa integrante do ecossistema Cogny, referência em biociência para o agro. Foram utilizados pela Fazenda Floresta o StimuControl e o StimuControl Evolution, fungicidas microbiológicos com alta eficiência no controle de doenças de solo, além do FrontierControl, fungicida com grande efetividade sobre o controle de doenças foliares.
O consultor da Fazenda Floresta, Túlio Madureira da Costa Xavier, revela que o manejo microbiológico foi estruturado para acompanhar a lavoura desde os primeiros estágios de desenvolvimento. Segundo o engenheiro agrônomo, o StimuControl foi aplicado diretamente no sulco de plantio, com foco na proteção do sistema radicular e no manejo preventivo de doenças de solo. Na sequência, a propriedade utilizou o StimuControl Evolution em área total para reforçar a proteção da lavoura contra o mofo-branco, uma das principais ameaças à sojicultura do Sul de Minas Gerais. A estratégia foi finalizada com aplicações de FrontierControl para preservar a sanidade foliar e prolongar a atividade fotossintética das plantas durante fases decisivas para a formação e enchimento dos grãos.
Na avaliação do produtor rural Edinaldo Pereira Dias, um dos proprietários da Fazenda Floresta, o resultado obtido no CESB é consequência de uma estratégia construída ao longo dos últimos anos com foco em busca contínua por eficiência. Parceira da Simbiose há cerca de cinco anos, a fazenda incorporou as tecnologias microbiológicas ao manejo após sucessivos testes de campo e ganhos comprovados de produtividade.
Para o produtor, em um cenário marcado pela volatilidade dos preços dos fertilizantes, reflexos das tensões geopolíticas globais, e por desafios climáticos cada vez mais frequentes, tecnologias capazes de aumentar a eficiência agronômica das lavouras tendem a ganhar ainda mais relevância. “Estamos prevendo um cenário mais desafiador para a safra de 2026/2027”, projeta o produtor. “Por isso, não podemos deixar de usar as tecnologias para manter os índices de produtividade, principalmente neste ano ainda mais desafiador”, completa.
Na análise técnica do CESB, a integração de soluções biológicas ao manejo foi apontada como um dos fatores que contribuíram para o desempenho da área campeã. O reconhecimento reforça o espaço cada vez maior ocupado pelos microbiológicos nas estratégias de produtores que buscam elevar produtividade, eficiência e rentabilidade no campo.
“O resultado da Fazenda Floresta mostra que os biológicos já são parte essencial dos sistemas de alta performance da agricultura brasileira”, avalia Derik Chamberlain, diretor executivo comercial da Cogny. “Quando corretamente posicionadas dentro do manejo, essas soluções ajudam o produtor a construir lavouras capazes de expressar seu máximo potencial produtivo”, reforça.
Sobre a Simbiose
A Simbiose possui o maior portfólio de insumos microbiológicos da América Latina. Com mais de 15 anos de experiência no mercado e uma fábrica na cidade de Cruz Alta (RS), a companhia se consolidou como referência na produção de biodefensivos agrícolas e inoculantes feitos à base de microrganismos. Investindo em ciência e desenvolvimento, possui ainda parceria com a Embrapa e diversos centros universitários pelo país para levar ao campo a mais alta tecnologia em insumos biológicos.
Sobre a Cogny
A Cogny é o maior ecossistema de insumos biológicos do mundo, que reúne as empresas Simbiose, Bioma, Biagro, Biograss e Biojet. Com DNA em tecnologia e inovação, possui um amplo portfólio de produtos no País e a maior capacidade produtiva mundial de inoculantes. A companhia tem seis plantas industriais, localizadas nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Goiás, além de 17 centros de distribuição no Brasil com atuação também na Argentina. A Cogny também integra a Orygen Research, o maior centro privado de Pesquisa e Desenvolvimento de microbiológicos do Brasil focado no agronegócio.
Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade
ARROZ/CEPEA: Exportações e expectativas de compras públicas sustentam preços – MAIS SOJA

A concorrência entre os mercados interno e externo, somada à expectativa de compras governamentais, mantém os preços do arroz em casca firmes no Rio Grande do Sul.
De acordo com o Cepea, negócios voltados ao fechamento de navios aconteceram a valores próximos de R$ 90/sc de 50 kg, no Porto do Rio Grande (RS), nos últimos dias, levando produtores a ampliar a oferta, especialmente nas regiões próximas ao terminal. Ao mesmo tempo, parte das indústrias domésticas reduziu a atuação diante da dificuldade em acompanhar os valores da exportação.
Segundo o Centro de Pesquisas, a disputa ocorre em um contexto de maior demanda das indústrias por matéria-prima. Em agosto, o beneficiamento de arroz no estado avançou, e os preços ao consumidor também registraram alta.
Fonte: Cepea
Autor:Cepea
Site: Cepea
Sustentabilidade
Depois de meses de alta, inadimplência dá primeiro sinal de trégua em MT e Cuiabá – MAIS SOJA

Mato Grosso encerrou agosto de 2026 com uma leve queda na inadimplência dos consumidores no estado, 2,23% na comparação entre julho e agosto. Os números apurados pelo SPC Brasil para a Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL Cuiabá) mostram que o mês trouxe o primeiro sinal de redução no ano entre quase 1,5 milhão de consumidores mato-grossenses em idade adulta que estão com restrição de crédito.
O mesmo recuo apareceu na quantidade de dívidas em atraso, que caiu 2,38% no mês, mesmo acumulando alta de 8,90% em 12 meses.
Entre os mato-grossenses inadimplentes, o perfil é majoritariamente masculino (53,42% ante 46,56% de mulheres) e concentrado na faixa entre 30 e 49 anos.
O valor médio das dívidas no estado é de R$ 6.119,63, somando-se todos os débitos por consumidor, com tempo médio de atraso de 29,5 meses. Em torno de 35,70% das dívidas estão em aberto entre um e três anos e outras 40,13% ultrapassam os três anos.
Os bancos concentram a maior fatia dos débitos, com 54,81%, seguidos por comércio, com 21,94%, outros segmentos (10,91%), água e luz (8,17%) e comunicação (4,17%).
Cuiabá
Na capital, aproximadamente 258 mil consumidores adultos apresentaram restrição de crédito em agosto. Na comparação mês a mês, o SPC Brasil apontou queda de 2,52% no total de inadimplentes cuiabanos. Em relação à quantidade de dívidas em atraso, a redução foi de 2,95% no mês.
O perfil dos inadimplentes cuiabanos também é predominantemente masculino (52,10% ante 47,90% de mulheres), com idade média de 45,4 anos — ligeiramente acima da média estadual — e concentração também entre 30 e 49 anos.
Em Cuiabá, o valor médio das dívidas é de R$ 6.631,99, acima da média estadual, com tempo médio de atraso de 30,2 meses. Mais da metade das dívidas da capital, 58,28%, está em aberto há mais de um ano, distribuídas entre as faixas de um a três anos (34,93%), três a quatro anos (17,48%) e quatro a cinco anos (24,35%).
Os bancos também lideram entre os credores na capital, com 61,09% das dívidas registradas, seguidos por comércio, 14,85%, água e luz (8,76%), outros segmentos (12,33%) e comunicação (2,97%).
“Os números mostram que a inadimplência ainda é uma realidade que pesa no bolso do consumidor cuiabano e mato-grossense, mas o recuo mensal é um indício importante de que as famílias estão conseguindo se reorganizar. Do lado do comércio, isso significa reforçar o diálogo com o cliente, oferecer condições de negociação viáveis e ajudar quem quer voltar a comprar e a pagar em dia. A CDL Cuiabá segue acompanhando esses indicadores para orientar o lojista sobre a melhor forma de negociar com o consumidor”, observou o presidente da CDL Cuiabá, Júnior Macagnam.
CDL Cuiabá – Com 53 anos de história e cerca de 10 mil empresas associadas, a CDL Cuiabá tem como missão transformar a Capital em um dos melhores lugares para empreender e morar. Com origem no comércio varejista, hoje a entidade representa empresários e empresárias de diferentes setores, oferecendo facilidades como economia operacional, certificação digital, inteligência para concessão de crédito, telefonia móvel, redução de custos com energia e proteção de crédito em parceria com o SPC Brasil.
Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade
A importância do trigo tropical e os desafios do manejo da brusone – MAIS SOJA

Angelo Aparecido Barbosa Sussel, pesquisador da Embrapa Cerrados
Jorge Henrique Chagas, pesquisador da Embrapa Trigo
O trigo ocupa posição estratégica na agricultura brasileira, tanto pela importância econômica quanto pelo papel que pode desempenhar na diversificação dos sistemas de produção, na segurança alimentar e na utilização mais eficiente das áreas agrícolas durante diferentes épocas do ano. Historicamente, a produção brasileira de trigo esteve concentrada nas regiões Sul e Sudeste, onde as condições climáticas favorecem o desenvolvimento da cultura. Entretanto, os avanços no melhoramento genético, no conhecimento dos ambientes de produção e no desenvolvimento de sistemas de manejo adaptados às condições tropicais vêm permitindo a expansão da cultura para regiões anteriormente consideradas marginais ao cultivo de trigo.
Nesse contexto, o trigo tropical representa uma das principais oportunidades de expansão da triticultura brasileira. A região Centro-Oeste e determinadas áreas do Sudeste, especialmente de Minas Gerais, Goiás e Distrito Federal, apresentam condições que permitem a produção de trigo com elevado potencial produtivo, desde que sejam utilizadas cultivares adaptadas, épocas de semeadura adequadas e estratégias de manejo compatíveis com as condições climáticas locais. A própria Embrapa destaca o potencial do trigo de sequeiro no Brasil Central, associando a expansão da cultura ao desenvolvimento de cultivares com maior tolerância à deficiência hídrica e resistência à brusone, principal doença que acomete os trigais da região.
A expansão do trigo para o ambiente tropical não deve, entretanto, ser entendida como uma simples transferência do modelo de produção utilizado no Sul do Brasil. O ambiente tropical apresenta características próprias, especialmente relacionadas à temperatura, à disponibilidade hídrica e à ocorrência de doenças. Por isso, o sucesso da cultura depende de uma combinação entre genética, época de semeadura, disponibilidade de água, fertilidade do solo e manejo fitossanitário.
Uma das principais ferramentas para mitigar riscos é o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc). Mais do que uma tabela de datas, o Zarc é um guia estratégico que cruza dados de clima, solo, ciclo da cultivar e probabilidade de eventos adversos. A indicação das janelas de plantio, atualizadas periodicamente pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), ajuda a proteger a lavoura nas fases mais sensíveis: espigamento, florescimento e enchimento de grãos.
O produtor deve considerar que não existe uma única época ideal de semeadura. A janela recomendada depende do município, do sistema de cultivo, do tipo de solo, da cultivar e, em muitos casos, do sistema irrigado ou de sequeiro. A documentação técnica do Mapa destaca que, no ambiente tropical, deficiência hídrica e excesso de calor estão entre os principais fatores limitantes e que, do ponto de vista fitossanitário, a brusone constitui um dos principais problemas para a produção de trigo no Centro do Brasil, tanto em sistemas de sequeiro quanto irrigado. Não basta escolher uma cultivar produtiva. É necessário posicioná-la em uma época em que as condições climáticas sejam menos favoráveis aos principais estresses da cultura.
Entre as doenças que podem comprometer a produção de trigo no ambiente tropical, a brusone ocupa posição de destaque. A brusone pode ocorrer nas folhas, causando lesões que reduzem a área fotossinteticamente ativa, mas seu impacto econômico mais grave está associado à infecção das espigas (Figura 1). Quando a doença atinge o ráquis (eixo da espiga) ou regiões próximas ao ponto de inserção das espiguetas, pode ocorrer interrupção do fluxo de água e fotoassimilados (nutrientes gerados na fotossíntese) para a parte superior da espiga. Como consequência, as espiguetas podem apresentar grãos chochos ou ausência de formação de grãos. Outra condição que tem sido observada é a infecção na base do colmo, matando a planta, principalmente na cultivares com maior suscetibilidade (Figura 2).
O manejo da brusone precise ser pensado em duas dimensões complementares: proteção da parte aérea e proteção da espiga. A proteção durante o período vegetativo tanto protege o trigo de manchas foliares como reduz o potencial de inóculo da brusone para o período de espigamento. A proteção durante o período de espigamento e florescimento deve ser considerada uma das principais prioridades do manejo, especialmente quando as condições ambientais favorecem a infecção da doença.
No trigo de sequeiro, a ocorrência de chuvas durante fases críticas da cultura pode criar períodos de molhamento foliar e elevar a umidade dentro do dossel (massa foliar), favorecendo a infecção e a disseminação do patógeno. Por essa razão, a escolha da época de semeadura é uma ferramenta de controle de doenças tão importante quanto a aplicação de fungicidas. A estratégia é procurar evitar que o período de maior suscetibilidade da cultura coincida com condições ambientais altamente favoráveis ao desenvolvimento da doença.
No trigo irrigado, por outro lado, o produtor consegue controlar melhor a disponibilidade de água e evitar situações de deficiência hídrica severa. Isso reduz um dos principais riscos do trigo tropical e normalmente permite maior estabilidade produtiva. Entretanto, irrigação não significa ausência de risco de brusone. A irrigação pode, inclusive, aumentar a duração dos períodos de molhamento quando manejada de maneira inadequada. Assim, o sistema irrigado exige planejamento cuidadoso do momento e da quantidade de água aplicada, evitando excesso de umidade.
A safra de 2026 merece atenção especial. No acompanhamento das lavouras de trigo tropical realizado neste ano, tem sido observada maior ocorrência de brusone inclusive em áreas irrigadas, situação que chama a atenção porque, normalmente, o sistema irrigado apresenta menor risco da doença quando comparado ao trigo de sequeiro.
Contudo, dados das estações meteorológicas do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), localizadas no Distrito Federal e em Cristalina (GO), registraram os menores somatórios de horas de temperatura mínima abaixo de 15 °C para o período de maio a agosto de 2026 dos últimos oito anos, o que indica um final de outono e início de inverno mais quente que a média do mesmo período (Figura 3). As temperaturas máximas deste ano também estão se comportando com valores superiores às médias do período (Figura 4), da mesma forma que a quantidade de horas com chuva (Figura 5). Essa condição de maior calor, associada à elevação da umidade relativa provocada pela irrigação por aspersão, permite gerar as condições favoráveis à manutenção do patógeno e à ocorrência de epidemias de brusone em trigo irrigado, principalmente nas cultivares de maior suscetibilidade, reduzindo a vantagem fitossanitária normalmente associada ao cultivo nesse sistema.
É importante, contudo, interpretar essa observação com cautela. A relação entre clima e brusone não depende exclusivamente da precipitação acumulada ou da temperatura média. O desenvolvimento da doença é resultado da interação entre temperatura, umidade, duração do molhamento, chuva, estádio fenológico (fase de desenvolvimento da planta), suscetibilidade da cultivar e presença de inóculo. Assim, o comportamento observado em 2026 deve ser considerado um importante sinal de alerta, e não simplesmente atribuído à irrigação. A documentação do Zarc para o Distrito Federal já reconhece que a brusone é um dos principais problemas fitossanitários do trigo no ambiente tropical, tanto no cultivo irrigado quanto no de sequeiro.
Também é fundamental a compreensão de que o controle da brusone não deve depender exclusivamente de fungicidas. O manejo mais eficiente começa antes da semeadura e envolve uma sequência de decisões. A primeira é a escolha da cultivar. Cultivares com maior resistência ou menor suscetibilidade à brusone podem apresentar vantagem significativa em ambientes de maior risco. Entretanto, resistência genética não deve ser considerada uma proteção absoluta, pois o desempenho das cultivares pode variar conforme o ambiente e a pressão da doença.
A segunda é a época de semeadura. O posicionamento da cultura dentro da janela recomendada pelo Zarc deve procurar reduzir a coincidência entre os estádios críticos do trigo e os períodos de maior risco climático. Em publicações técnicas da Embrapa para trigo irrigado no Cerrado, por exemplo, recomenda-se atenção à época de semeadura e destaca-se a importância de evitar períodos que aumentem a probabilidade de ocorrência de brusone.
A terceira é o monitoramento da lavoura. O produtor deve acompanhar especialmente as condições ambientais e a evolução da doença nas folhas antes do espigamento. A presença de sintomas foliares próximos à entrada no período reprodutivo deve aumentar o nível de atenção para a proteção das espigas.
A quarta é o manejo racional da irrigação. A água deve ser utilizada para atender às necessidades da cultura, mas evitando criar condições desnecessariamente favoráveis ao desenvolvimento de doenças. O momento, a lâmina e a frequência das irrigações devem ser definidos considerando o solo, a evapotranspiração, o estádio da cultura e a previsão meteorológica.
Finalmente, o controle químico deve ser integrado às demais medidas. A eficiência dos fungicidas depende do produto, da dose, da tecnologia de aplicação, do momento da aplicação, da cobertura das plantas e da sensibilidade do patógeno. No caso da brusone da espiga, o posicionamento da aplicação é especialmente importante, pois uma aplicação muito antecipada ou muito tardia pode apresentar eficiência inferior à desejada.
A experiência de 2026 reforça uma mensagem fundamental: mesmo quando o produtor dispõe de irrigação e reduz o risco de deficiência hídrica, o ambiente continua determinando a ocorrência das doenças. A produção de trigo tropical, portanto, deve ser encarada como um sistema em que clima, planta, patógeno e manejo estão permanentemente interligados.
Fonte: Embrapa
Autor:Núcleo de Comunicação Organizacional (NCO) Embrapa Cerrados
Site: Embrapa
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