Sustentabilidade
Dependência de fertilizantes importados, alta nos custos e incertezas globais impulsionam manejo biológico, fisiológico e nutricional no campo – MAIS SOJA

Foto de capa: Assessoria
Em meio à alta global dos fertilizantes e às incertezas que continuam pressionando o abastecimento mundial desses insumos, produtores brasileiros iniciam o planejamento da próxima safra diante de um cenário de custos elevados e maior volatilidade do mercado. Atualmente, cerca de 88% dos fertilizantes utilizados no Brasil são importados, cenário agravado nos últimos meses pelo fechamento do Estreito de Ormuz, corredor marítimo por onde passa aproximadamente um terço do comércio mundial desses produtos, e pelas restrições chinesas às exportações de fosfatados, em um mercado ainda impactado pelos desdobramentos da guerra entre Rússia e Ucrânia.
Embora o Estreito de Ormuz esteja em processo de reabertura, a expectativa é de que os impactos sobre preços, oferta e logística dos fertilizantes persistam pelos próximos meses, mantendo o mercado sob pressão. Diante desse contexto, cresce no campo a adoção de manejos voltados ao melhor aproveitamento nutricional das plantas, incluindo tecnologias ligadas à fixação biológica de nitrogênio (FBN), solubilização de fósforo, estímulo ao desenvolvimento radicular e fisiologia vegetal
O avanço dessas soluções ganhou projeção internacional nos últimos anos por meio dos trabalhos da pesquisadora brasileira Mariangela Hungria, da Embrapa, premiada em 2025 com o World Food Prize, considerado o “Nobel da Agricultura”, pelas pesquisas relacionadas à FBN e ao uso de microrganismos na agricultura tropical. No Brasil, tecnologias como inoculantes biológicos já são utilizadas em mais de 40 milhões de hectares, gerando economia estimada entre US$ 25 bilhões e US$ 40 bilhões anuais aos produtores rurais, além de reduzir significativamente a dependência de fertilizantes nitrogenados minerais.
“Esse reconhecimento reforça o potencial agronômico de manejos capazes de ampliar a eficiência nutricional das plantas e aumentar a resiliência produtiva das lavouras em um cenário de custos elevados e instabilidade global. Hoje, o produtor precisa olhar para a eficiência do sistema produtivo como um todo, combinando ferramentas biológicas, nutricionais e fisiológicas para melhorar o aproveitamento dos nutrientes disponíveis e aumentar a segurança produtiva da lavoura”, explica Andrea de Figueiredo Giroldo, diretora de Marketing e Desenvolvimento Técnico da Agrocete, multinacional brasileira especializada em fisiologia vegetal, biológicos e eficiência nutricional.
Manejo integrado e Construção da Produtividade — É dentro dessa premissa que a Agrocete desenvolveu o conceito da Construção da Produtividade, fruto de mais de 330 estudos científicos conduzidos em parceria com cerca de 90 instituições de pesquisa, estruturado em três pilares: Plantio, Vigor e Enraizamento; Arranque e Força no Crescimento; e Tecnologia de Aplicação. No contexto da crise de fertilizantes, o conceito ganha dimensão econômica direta: uma planta bem nutrida desde a germinação, com microrganismos ativos na rizosfera e sistema radicular capaz de explorar o perfil do solo em profundidade, absorve e aproveita mais os insumos aplicados.
A proposta é sustentada por um portfólio de mais de 70 produtos voltados a diferentes etapas do ciclo produtivo, posicionados de acordo com cada fase do desenvolvimento das culturas e das demandas específicas do campo. Além das tecnologias ligadas à fisiologia vegetal, nutrição e biológicos, a empresa também atua na eficiência das aplicações, com soluções voltadas à qualidade da pulverização que auxiliam na melhor deposição, espalhamento, absorção e aproveitamento de defensivos agrícolas e fertilizantes foliares, reduzindo perdas por deriva, evaporação e escorrimento e potencializando a eficiência das aplicações ao longo de todo o ciclo produtivo.
Na última safra (2024/2025), a Agrocete realizou 89 estudos em dez estados brasileiros, em diferentes sistemas produtivos e condições de cultivo, para validar a aplicação dos três pilares em condições reais de campo. Os resultados demonstraram ganhos médios de produtividade de até 13,2% nas áreas que adotaram o tratamento com o portfólio integrado, frente às áreas sob manejo padrão. Na soja, os incrementos chegaram a 5,4 sc/ha; no milho, a 18,9 sc/ha; e, na cana-de-açúcar, a 14 t/ha.
“Diante do cenário atual, em que cada real investido em fertilizante precisa se converter em produtividade real, o produtor deve olhar para o manejo como algo a ser construído ao longo de todo o ciclo. Cada bactéria, cada nutriente e cada ferramenta têm uma função específica e um momento certo de atuar”, afirma a diretora.
Os produtos em campo — Entre as soluções posicionadas dentro desse manejo integrado, destaca-se o GRAP NOD PHOS, biológico multifuncional voltado para soja e milho que combina solubilização de fósforo, fixação biológica de nitrogênio complementar e promoção de crescimento. A formulação reúne estirpes de Pseudomonas fluorescens, responsável pela solubilização do fósforo retido no solo, e Azospirillum brasilense, ligado à fixação complementar de nitrogênio e à produção de fitohormônios que estimulam o enraizamento.
No milho, os ensaios registraram ganhos médios de 18,3 sacas por hectare (+23%), aumento de 40% na massa seca de raízes e elevação dos teores foliares de fósforo e nitrogênio em 22% e 15%, com adubação fosfatada reduzida em 50% e produtividade equivalente à das áreas com 100% do fertilizante. Na soja, os resultados apontaram incrementos médios de 8,6 sacas por hectare na mesma condição, com aumento de 32% no número de nódulos por planta e elevação de 59% no teor foliar de fósforo.
Dentro do manejo integrado, o NOD PHOS é recomendado em coinoculação com o GRAP NOD L+, inoculante líquido à base de Bradyrhizobium japonicum e Bradyrhizobium diazoefficiens responsável pela FBN principal na soja. Enquanto o NOD L+ atua no fornecimento biológico de nitrogênio via nodulação, o NOD PHOS complementa o processo ao estimular o sistema radicular e ampliar a disponibilidade de fósforo no solo.
O GRAP STPRO completa a base do manejo na soja, no milho e demais culturas, atuando no suporte fisiológico ao estabelecimento inicial da lavoura e à própria FBN. Formulado com cobalto e molibdênio, micronutrientes essenciais para a formação da leghemoglobina e para as enzimas ligadas à assimilação do nitrogênio, contribui para uniformização do stand, vigor desde a germinação e formação de raízes mais profundas.
“Quando falamos em produtividade, não estamos falando apenas de aumentar a produção, mas de construir sistemas agrícolas mais eficientes e menos dependentes das oscilações externas. Em um ambiente de incertezas globais, a capacidade de utilizar melhor os recursos disponíveis e tomar decisões baseadas em ciência passa a ser um diferencial competitivo para o produtor rural. É por isso que investimos no desenvolvimento de soluções que atuam de forma complementar, desde o estabelecimento inicial da lavoura até o melhor aproveitamento dos nutrientes disponíveis, contribuindo para que o produtor alcance resultados mais consistentes e sustentáveis”, conclui Andrea de Figueiredo Giroldo, diretora de marketing e desenvolvimento da Agrocete.
Sobre a Agrocete:
Fundada em 1980, a Agrocete é uma multinacional brasileira, com sede em Ponta Grossa (PR) e unidades nos Estados Unidos, México e Paraguai, com referência internacional na área de adjuvantes, fisiológicos, biológicos e nutrição.
A Agrocete tem uma das maiores e mais avançadas plantas fabris de inoculantes biológicos do mundo e é certificada pela ISO 9001, de gestão e qualidade, e pela ISO 14001, de gestão ambiental. Também é reconhecida pelo selo Together for Sustainability, iniciativa global que certifica empresas com uma indústria química segura e comprometida com o meio ambiente.
A empresa é pioneira na produção de fertilizantes especiais e inoculantes no Brasil e se destaca pela inovação e modernidade tecnológica, do laboratório ao campo. Prova disso, é a implantação de uma unidade para o desenvolvimento, validação e testagem de produtos inovadores, como os biológicos de controle e biofertilizantes, e da Universidade Agrocete, para capacitação dos colaboradores da empresa.
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Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade
Excesso de chuva e doenças prejudicam o avanço da colheita de trigo no RS – MAIS SOJA

A colheita de trigo avançou para 9% da área plantada, de forma irregular e com interrupções em função das chuvas. A dessecação para a uniformização da maturação foi utilizada para antecipar a colheita das lavouras e para a manutenção da qualidade dos grãos, embora estes tenham sido colhidos com maior umidade eleve os custos operacionais nas unidades de beneficiamento e secagem.
As estimativas regionais de produtividade apresentam variações, mas há indicativo de redução em diversas áreas. Já as lavouras com melhor manejo ou não afetadas por eventos climáticos, ainda mantêm potencial produtivo satisfatório.
Nas áreas em fase reprodutiva (50%), o excesso de chuva, a manutenção da umidade do ar e a baixa disponibilidade de radiação solar têm prejudicado o enchimento de grãos, com reflexos negativos sobre o rendimento e a qualidade do produto. Em lavouras próximas à colheita (40%), são observados descoloração da palha e enrugamento dos grãos, o que aumenta os riscos de redução do peso hectolitro (PH) e de outros parâmetros comerciais.
Para áreas mais tardias, ocorre restrição das operações de controle fitossanitário e aumento de sintomas de doenças, como giberela, brusone e bacterioses. Os temporais com granizo e ventos fortes provocaram acamamento, quebra de espigas e debulha principalmente no Noroeste. Os triticultores afetados vêm acionando o Proagro e outros seguros agrícolas, e as vistorias estão em andamento para dimensionar os prejuízos.
A área projetada pela Emater/RS-Ascar para a Safra 2026 é de 814.220 hectares, e a produtividade média de 2.701 kg/ha Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, na Fronteira Oeste, a colheita avança em pequenas porções, com resultados bastante variáveis. Em Itaqui, as produtividades variam entre 1.200 e 1.500 kg/ha, abaixo das estimativas iniciais em decorrência da baixa radiação solar ao longo do ciclo e do excesso de umidade, que também favoreceu a incidência de brusone. Em São Borja, foram colhidos 5% dos 16.000 hectares cultivados.
As primeiras avaliações indicam produtividade dentro da expectativa e PH satisfatório, embora persista o risco de perdas produtivas e qualitativas nas áreas ainda expostas às precipitações. Na de Caxias do Sul, nos Campos de Cima da Serra, as lavouras estão ingressando na fase reprodutiva sob condições ambientais favoráveis à ocorrência de giberela. O tempo chuvoso restringe o acesso das máquinas e dificulta as aplicações preventivas de fungicidas.
A perspectiva de rendimento continua dentro da normalidade, condicionada às condições meteorológicas do restante de outubro e do início de novembro. Na de Frederico Westphalen, 40% dos cultivos estão em enchimento de grãos, 50% em maturação e 10% colhidos. O excesso de chuva e a incidência de giberela e de brusone comprometem a produtividade e a qualidade. A estimativa de rendimento é de 2.500 kg/ha.
Na de Ijuí, o período prolongado de alta umidade e de baixa luminosidade prejudicou o enchimento de grãos e a maturação, limitando a formação de reservas e reduzindo o peso final dos grãos. A produtividade estimada está ligeiramente superior a 2.400 kg/ha, mas persiste o risco de novas perdas de peso e qualidade. Também aumentaram os registros de
plantas com sintomas de bacteriose e morte prematura antes da conclusão da fase de enchimento.
Na de Santa Maria, 50% das lavouras estão em enchimento de grãos e 40% em maturação fisiológica. As chuvas intensas acompanhadas de vento e granizo, registradas no final de setembro e início de outubro, deverão reduzir o rendimento. A estimativa atual é de aproximadamente 2.500 kg/ha.
Na de Santa Rosa, está 1% em floração, 33% em enchimento de grãos, 53% maduras e 13% colhidos. Os temporais com granizo e ventos fortes provocaram acamamento, quebra de espigas e debulha, sobretudo em lavouras maduras ou próximas da colheita. Os produtores seguem muito preocupados com a redução do PH e com os custos de secagem.
Nas áreas atingidas, eles acionaram o Proagro e os seguros privados, e seguem as vistorias para a avaliação dos danos. Na de Soledade, a maior parte dos cultivos está na fase de enchimento de grãos (65%), e 35% iniciam a maturação fisiológica. O manejo fitossanitário está em finalização nas áreas mais tardias. O potencial produtivo está variável: nas lavouras conduzidas com maior nível tecnológico, há boas perspectivas, e nas áreas com manejo menos intensivo, os patamares produtivos estão inferiores.
Comercialização (saca de 60 quilos)
O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, reduziu 0,43%, passando de R$ 74,47 para R$ 74,15 com PH padrão 78. Na Bolsa de Cereais de Cruz Alta, é de R$ 85,00 para produto disponível.
Fonte: Emater/RS
Sustentabilidade
Cascudinho-da-soja exige atenção no início da safra de soja 2026/2027 – MAIS SOJA

“Isso incomoda muito todo mundo, há alguns anos. Se não cuidar, destrói tudo, e é muito difícil seu controle”. O relato é do diretor da Aprosoja/MS e produtor rural da região Norte do Estado, Eduardo Introvini, sobre a presença do cascudinho-da-soja (Myochrous armatus).
A praga tem gerado preocupação nas últimas safras e pode provocar danos ainda nos estádios iniciais de desenvolvimento da cultura.
De acordo com o Informativo Técnico 05/2026 da Aprosoja/MS, a ocorrência do cascudinho-da-soja é relatada principalmente na região Centro-Norte do estado, com registros também na região sul. Detectada em Mato Grosso do Sul na safra 2017/2018, a praga pode atacar as primeiras folhas e o caule da soja, danificando as plantas ainda jovens.
Segundo o analista técnico da Aprosoja/MS, Lucas Santana, a atenção deve começar logo após a emergência das plantas, quando a cultura está mais vulnerável aos danos provocados pelo inseto.
“Os primeiros dias de desenvolvimento da soja são fundamentais para a formação de um estande adequado. Por isso, o produtor precisa monitorar a lavoura desde a emergência, identificando possíveis sinais de ataque e buscando orientação técnica para definir as medidas de manejo”, destaca.
Os danos causados pelo cascudinho-da-soja são provocados pelos insetos adultos, que se alimentam de partes da planta. Os ataques mais intensos ocorrem entre a emergência e aproximadamente 25 dias após esse estágio, período que compreende as fases iniciais do desenvolvimento vegetativo.
Em situações de ataque severo, a planta pode tombar e morrer, tornando necessário o replantio de áreas afetadas.
Outro desafio é a localização do inseto na lavoura. Os adultos podem permanecer nas folhas e na palhada, o que dificulta sua identificação e o manejo.
A Aprosoja/MS recomenda o monitoramento constante das áreas cultivadas, seguindo os princípios do Manejo Integrado de Pragas (MIP). Após a emergência, o uso do pano de batida pode auxiliar na identificação precoce do inseto.
O manejo também pode envolver o tratamento de sementes com inseticidas registrados para a praga e, conforme a necessidade identificada no monitoramento, aplicações foliares. O manejo das plantas hospedeiras também merece atenção. Entre as espécies relatadas estão o amendoim-bravo, a braquiária e o milho tiguera. Por isso, a dessecação pré-semeadura realizada de forma eficiente pode contribuir para reduzir as populações iniciais do inseto.
Fonte: Aprosoja/MS
Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)
Site: Aprosoja MS
Sustentabilidade
Quando e por que fracionar a adubação nitrogenada no milho? – MAIS SOJA

A adubação nitrogenada é uma das principais práticas de manejo da cultura do milho, pois visa suprir a demanda de nitrogênio (N) das plantas e contribuir para o alcance de elevadas produtividades. Entretanto, a dose de fertilizante nitrogenado a ser utilizada deve ser ajustada de acordo com fatores como o sistema de produção, a cultura antecessora, a expectativa de produtividade e a capacidade de resposta do híbrido cultivado.
Sendo assim, definir o período de aplicação do fertilizante bem como a necessidade de fracionar ou não a adubação é crucial para assegurar a manutenção do potencial produtivo do milho e potencializar a formação dos componentes de produtividade. No sistema plantio direto, recomenda-se aplicar entre 20 e 40 kg/ha de N na semeadura, quando esta for feita sobre resíduos de gramíneas, e entre 10 e 20 kg/ha de N, quando a semeadura for sobre resíduos de leguminosas (Eicholz et al., 2024). Quando a adubação em cobertura for realizada em dose única na pós-emergência do milho, recomenda-se que a aplicação dos fertilizantes nitrogenados ocorra entre os estádios de três a cinco folhas (V3 a V6).
Quando fracionar a adubação nitrogenada no milho?
O fracionamento da adubação nitrogenada é recomendado quando a dose do nutriente a aplicar é elevada, podendo-se aplicar 50% da dose quando as plantas estiverem nos estádios fenológicos V4 a V6 e os 50% restantes, nos estádios V8 a V9 (Eicholz et al., 2024). O fracionamento da adubação nitrogenada no milho deve ser realizado quando a dose a ser aplicada de nitrogênio na cultura for maior que 120 kg/ha, e/ou em solos de textura arenosa ou áreas sujeitas a chuva de alta intensidade (Cruz et al., 2011).
Por que fracionar a adubação nitrogenada de cobertura?
Embora exija uma operação agrícola adicional, o parcelamento da adubação nitrogenada no milho busca reduzir as perdas de nitrogênio por lixiviação e aumentar o aproveitamento do nutriente pelas plantas, disponibilizando-o em períodos estratégicos para a formação dos componentes de produtividade da cultura.
Durante os estádios vegetativos iniciais, o milho passa por etapas decisivas para a definição do potencial produtivo. Em V3, ocorre a formação das estruturas que darão origem às folhas e espigas, influenciando o número potencial de grãos (Magalhães & Durães, 2006). Em V4, o desenvolvimento foliar torna a fase estratégica para o manejo da adubação nitrogenada, enquanto em V6 começa a definição do número de fileiras por espiga. Entre V8 e V10, ocorre a diferenciação dos óvulos e, após V10, intensificam-se o crescimento, o acúmulo de nutrientes e a formação de massa seca, preparando a planta para a fase reprodutiva (Ribeiro et al., 2020).
Figura 1. À esquerda, planta de milho em estádio de seis folhas completamente desenvolvidas. À direita, planta no estádio V6, mostrando o ponto de crescimento acima da superfície do solo. Imagem com qualidade otimizada pelo uso de IA.
Sendo assim, o fracionamento da adubação nitrogenada, nas fases supracitadas, especialmente se tratando de altas doses de N, contribui não só para reduzir as perdas do nutriente no sistema de produção, como também para otimizar a formação de componentes de produtividade do milho, e aumentar o rendimento da cultura.
Referências:
CRUZ, J. C. et al. BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS: MILHO. Embrapa Milho e Sorgo, Documentos, n. 119, 2011. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/908225/1/doc119.pdf >, acesso em: 16/10/2026.
EICHOLZ, E. D. et al. INFORMAÇÕES TÉCNICAS PARA O CULTIVO DE MILHO E SORGO NA REGIÃO SUBTROPICAL DO BRASIL: SAFRAS 2023/24 E 2024/25. Associação Brasileira de Milho e Sorgo: MISOSUL, Reunião Técnica Sul-Brasileira de Pesquisa de Milho e Sorgo, 2024. Disponível em: < https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/bitstream/doc/1168111/1/Reuniao-tecnica-sul-brasileira-de-pesquisa-de-milho-e-sorgo-Eberson-Diedrich-Eicholz.pdf >, acesso em: 16/10/226.
MAGALHÃES, P. C.; DURÃES, F. O. M. FISIOLOGIA DA PRODUÇÃO DE MILHO. Embrapa, Circular Técnica, n. 76, 2006. Disponível em: < https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/CNPMS/19620/1/Circ_76.pdf >, acesso em: 16/10/2026.
RIBEIRO, B. S. M. R. et al. ECOFISIOLOGIA DO MILHO: VISANDO ALTAS PRODUTIVIDADES. Santa Maria, ed. 1, 2020.

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