Sustentabilidade
Embrapa lança primeiro trigo tropical para a indústria de biscoitos – MAIS SOJA

A Embrapa lança a primeira cultivar de trigo destinada à indústria de biscoitos e adaptada às condições tropicais. A BRS Cracker chega ao mercado com segurança para o produtor e matéria-prima de qualidade para o setor de alimentos. As sementes estarão disponíveis na safra 2026.
A BRS Cracker (BRS TR 013) foi desenvolvida para o mercado do Brasil Central, visando à produção de trigo em sistema irrigado na região quente e seca do Cerrado (RHACT 4), que abrange os estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Bahia, Minas Gerais, Goiás e Distrito Federal.
Quais são os diferenciais da nova variedade?
O biscoito do tipo cracker é usualmente reconhecido pela indústria como um produto de panificação seco, fino e crocante, feito à base de farinha de trigo e água. O nome da cultivar BRS Cracker é uma referência a um dos usos possíveis dos grãos, que também são indicados para a fabricação de biscoitos doces e salgados.
De acordo com o pesquisador da Embrapa Trigo (RS) Eduardo Caierão, para atender a indústria de biscoitos, a cultivar BRS Cracker foi desenvolvida com atributos específicos, como: força de glúten de 132, grão semi-mole (IDG 20), capacidade de retenção de solventes (água, carbonato de sódio, sacarose e ácido lático), além de parâmetros de qualidade como coloração branca da farinha e estabilidade média da farinografia de 5,9 minutos. “A nossa produção de grãos com perfil biscoito no Cerrado atende a esse segmento da indústria localizado na região, oferecendo vantagens econômicas quando comparado à compra do produto da Região Sul”, avalia Caierão.
Testes na indústria mostram bom desempenho
Na Vilma Alimentos, a cultivar BRS Cracker foi avaliada e surpreendeu o setor de qualidade da indústria. “Os testes, realizados no ano passado, mostraram resultados muito positivos para aplicação em biscoitos do tipo wafer e doces, tanto em indicadores de qualidade, quanto nos processos industriais. Um exemplo é a menor absorção de água na farinha, o que demanda menos energia no forno e mais qualidade final no biscoito”, conta Cristina Rocha Vieira Abucater, gerente do controle de qualidade da Vilma Alimentos. “O trigo mostrou melhor comportamento para a produção de biscoito wafer. Nossa sugestão é batizar BRS Wafer, um mercado muito exigente e difícil de atender, onde a cultivar da Embrapa apresentou bons resultados”, brinca. O Brasil está entre os 15 maiores exportadores mundiais de wafers, um mercado que deverá crescer cerca de 5% até 2031.
No mercado de biscoitos desde 2014, o moinho da Vilma Alimentos sempre buscou trigo para biscoitos wafer e doces na Região Sul, mas a expectativa é suprir a demanda, que poderá chegar a 20 mil toneladas, com a produção de trigo no Cerrado Mineiro. “O BRS Cracker mostrou resultados qualitativos superiores ao trigo biscoito trazido do Sul. Estamos calibrando os equipamentos com a expectativa de alcançar resultados ainda melhores. Vamos aguardar os primeiros grãos que chegarão dos nossos produtores entre os meses de setembro e outubro, quando se encerra a colheita na região, para fazer novas análises”, explica Cristina.
Segmento de biscoitos e a sua importância para a economia brasileira
O Brasil ocupa a 4ª posição mundial em volume de vendas de biscoitos (mercado interno e externo). Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi), a indústria brasileira produziu 1,48 milhão de toneladas de biscoitos em 2025, gerando uma receita de 34 bilhões de reais.
O segmento de biscoitos é um dos mais relevantes no setor de industrializados de trigo no País, seguido pelo setor de massas alimentícias (1,3 milhão de toneladas) e pães e bolos industrializados (600 toneladas). O consumo brasileiro é estimado em 7 quilos (kg) de biscoitos por habitante ao ano, onde o valor gasto ficou, na média de 2024, em R$ 160 por pessoa/ano. A preferência no consumo são biscoitos recheados (23%), seguidos dos biscoitos cracker e água e sal, com 12,4% da preferência (Abimapi).
Fonte: Abitrigo, 2026
Performance no campo
No campo, a BRS Cracker também apresenta atributos que agradam o setor produtivo. Com ciclo precoce (55 dias até o espigamento e 110 para maturação), o trigo fica menos tempo na lavoura, exposto a pragas e doenças, além de reduzir o consumo de água e energia na irrigação. O alto potencial produtivo, com rendimento de grãos de 133 a 150 sacos por hectare sob irrigação, também torna a cultivar competitiva entre os trigos em uso no ambiente tropical.
Outro destaque da BRS Cracker é a resistência à brusone, causada pelo fungo Pyricularia oryzae, que é a principal doença do trigo que ocorre no Cerrado. A cultivar foi avaliada em experimentos de campo nos últimos cinco anos, no Cerrado brasileiro, demonstrando resistência à doença em condições naturais de ocorrência. Os estudos também foram realizados em ambiente controlado, em câmara de inoculação com umidade e temperatura favoráveis ao desenvolvimento da brusone. “A BRS Cracker se destacou entre as cultivares mais resistentes utilizadas nas lavouras do Cerrado. Mesmo sob alta pressão do fungo, a cultivar apresentou excelente tolerância à brusone”, conta o também pesquisador da Embrapa Trigo, João Leodato Maciel.
No campo de multiplicação da Valiosa Sementes, em Nazareno (MG), o trigo BRS Cracker foi semeado num talhão de alto potencial produtivo, visando à entrega de bons rendimentos com qualidade industrial e sanidade das sementes. “O BRS Cracker abre uma nova oportunidade de comercialização de trigo para o produtor da região, agregando valor à cultura com melhor rentabilidade dentro da fazenda”, explica o engenheiro agrônomo Rafael Marçal.
De acordo com o analista da Embrapa Trigo Bruno Lemos, as sementes do trigo BRS Cracker estarão à disposição do produtor de grãos a partir da safra 2026: “Estamos na fase de multiplicação que, no primeiro momento, deve suprir parte da atual demanda de produção de trigo para biscoito no Cerrado”. Informações sobre como adquirir sementes da cultivar BRS Cracker estão disponíveis no espaço de tecnologias no site da Embrapa Trigo.
Fonte: Embrapa

Autor:Joseani M. Antunes (MTb 9693/RS) Embrapa Trigo
Site: Embrapa
Sustentabilidade
Excesso de chuva e doenças prejudicam o avanço da colheita de trigo no RS – MAIS SOJA

A colheita de trigo avançou para 9% da área plantada, de forma irregular e com interrupções em função das chuvas. A dessecação para a uniformização da maturação foi utilizada para antecipar a colheita das lavouras e para a manutenção da qualidade dos grãos, embora estes tenham sido colhidos com maior umidade eleve os custos operacionais nas unidades de beneficiamento e secagem.
As estimativas regionais de produtividade apresentam variações, mas há indicativo de redução em diversas áreas. Já as lavouras com melhor manejo ou não afetadas por eventos climáticos, ainda mantêm potencial produtivo satisfatório.
Nas áreas em fase reprodutiva (50%), o excesso de chuva, a manutenção da umidade do ar e a baixa disponibilidade de radiação solar têm prejudicado o enchimento de grãos, com reflexos negativos sobre o rendimento e a qualidade do produto. Em lavouras próximas à colheita (40%), são observados descoloração da palha e enrugamento dos grãos, o que aumenta os riscos de redução do peso hectolitro (PH) e de outros parâmetros comerciais.
Para áreas mais tardias, ocorre restrição das operações de controle fitossanitário e aumento de sintomas de doenças, como giberela, brusone e bacterioses. Os temporais com granizo e ventos fortes provocaram acamamento, quebra de espigas e debulha principalmente no Noroeste. Os triticultores afetados vêm acionando o Proagro e outros seguros agrícolas, e as vistorias estão em andamento para dimensionar os prejuízos.
A área projetada pela Emater/RS-Ascar para a Safra 2026 é de 814.220 hectares, e a produtividade média de 2.701 kg/ha Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, na Fronteira Oeste, a colheita avança em pequenas porções, com resultados bastante variáveis. Em Itaqui, as produtividades variam entre 1.200 e 1.500 kg/ha, abaixo das estimativas iniciais em decorrência da baixa radiação solar ao longo do ciclo e do excesso de umidade, que também favoreceu a incidência de brusone. Em São Borja, foram colhidos 5% dos 16.000 hectares cultivados.
As primeiras avaliações indicam produtividade dentro da expectativa e PH satisfatório, embora persista o risco de perdas produtivas e qualitativas nas áreas ainda expostas às precipitações. Na de Caxias do Sul, nos Campos de Cima da Serra, as lavouras estão ingressando na fase reprodutiva sob condições ambientais favoráveis à ocorrência de giberela. O tempo chuvoso restringe o acesso das máquinas e dificulta as aplicações preventivas de fungicidas.
A perspectiva de rendimento continua dentro da normalidade, condicionada às condições meteorológicas do restante de outubro e do início de novembro. Na de Frederico Westphalen, 40% dos cultivos estão em enchimento de grãos, 50% em maturação e 10% colhidos. O excesso de chuva e a incidência de giberela e de brusone comprometem a produtividade e a qualidade. A estimativa de rendimento é de 2.500 kg/ha.
Na de Ijuí, o período prolongado de alta umidade e de baixa luminosidade prejudicou o enchimento de grãos e a maturação, limitando a formação de reservas e reduzindo o peso final dos grãos. A produtividade estimada está ligeiramente superior a 2.400 kg/ha, mas persiste o risco de novas perdas de peso e qualidade. Também aumentaram os registros de
plantas com sintomas de bacteriose e morte prematura antes da conclusão da fase de enchimento.
Na de Santa Maria, 50% das lavouras estão em enchimento de grãos e 40% em maturação fisiológica. As chuvas intensas acompanhadas de vento e granizo, registradas no final de setembro e início de outubro, deverão reduzir o rendimento. A estimativa atual é de aproximadamente 2.500 kg/ha.
Na de Santa Rosa, está 1% em floração, 33% em enchimento de grãos, 53% maduras e 13% colhidos. Os temporais com granizo e ventos fortes provocaram acamamento, quebra de espigas e debulha, sobretudo em lavouras maduras ou próximas da colheita. Os produtores seguem muito preocupados com a redução do PH e com os custos de secagem.
Nas áreas atingidas, eles acionaram o Proagro e os seguros privados, e seguem as vistorias para a avaliação dos danos. Na de Soledade, a maior parte dos cultivos está na fase de enchimento de grãos (65%), e 35% iniciam a maturação fisiológica. O manejo fitossanitário está em finalização nas áreas mais tardias. O potencial produtivo está variável: nas lavouras conduzidas com maior nível tecnológico, há boas perspectivas, e nas áreas com manejo menos intensivo, os patamares produtivos estão inferiores.
Comercialização (saca de 60 quilos)
O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, reduziu 0,43%, passando de R$ 74,47 para R$ 74,15 com PH padrão 78. Na Bolsa de Cereais de Cruz Alta, é de R$ 85,00 para produto disponível.
Fonte: Emater/RS
Sustentabilidade
Cascudinho-da-soja exige atenção no início da safra de soja 2026/2027 – MAIS SOJA

“Isso incomoda muito todo mundo, há alguns anos. Se não cuidar, destrói tudo, e é muito difícil seu controle”. O relato é do diretor da Aprosoja/MS e produtor rural da região Norte do Estado, Eduardo Introvini, sobre a presença do cascudinho-da-soja (Myochrous armatus).
A praga tem gerado preocupação nas últimas safras e pode provocar danos ainda nos estádios iniciais de desenvolvimento da cultura.
De acordo com o Informativo Técnico 05/2026 da Aprosoja/MS, a ocorrência do cascudinho-da-soja é relatada principalmente na região Centro-Norte do estado, com registros também na região sul. Detectada em Mato Grosso do Sul na safra 2017/2018, a praga pode atacar as primeiras folhas e o caule da soja, danificando as plantas ainda jovens.
Segundo o analista técnico da Aprosoja/MS, Lucas Santana, a atenção deve começar logo após a emergência das plantas, quando a cultura está mais vulnerável aos danos provocados pelo inseto.
“Os primeiros dias de desenvolvimento da soja são fundamentais para a formação de um estande adequado. Por isso, o produtor precisa monitorar a lavoura desde a emergência, identificando possíveis sinais de ataque e buscando orientação técnica para definir as medidas de manejo”, destaca.
Os danos causados pelo cascudinho-da-soja são provocados pelos insetos adultos, que se alimentam de partes da planta. Os ataques mais intensos ocorrem entre a emergência e aproximadamente 25 dias após esse estágio, período que compreende as fases iniciais do desenvolvimento vegetativo.
Em situações de ataque severo, a planta pode tombar e morrer, tornando necessário o replantio de áreas afetadas.
Outro desafio é a localização do inseto na lavoura. Os adultos podem permanecer nas folhas e na palhada, o que dificulta sua identificação e o manejo.
A Aprosoja/MS recomenda o monitoramento constante das áreas cultivadas, seguindo os princípios do Manejo Integrado de Pragas (MIP). Após a emergência, o uso do pano de batida pode auxiliar na identificação precoce do inseto.
O manejo também pode envolver o tratamento de sementes com inseticidas registrados para a praga e, conforme a necessidade identificada no monitoramento, aplicações foliares. O manejo das plantas hospedeiras também merece atenção. Entre as espécies relatadas estão o amendoim-bravo, a braquiária e o milho tiguera. Por isso, a dessecação pré-semeadura realizada de forma eficiente pode contribuir para reduzir as populações iniciais do inseto.
Fonte: Aprosoja/MS
Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)
Site: Aprosoja MS
Sustentabilidade
Quando e por que fracionar a adubação nitrogenada no milho? – MAIS SOJA

A adubação nitrogenada é uma das principais práticas de manejo da cultura do milho, pois visa suprir a demanda de nitrogênio (N) das plantas e contribuir para o alcance de elevadas produtividades. Entretanto, a dose de fertilizante nitrogenado a ser utilizada deve ser ajustada de acordo com fatores como o sistema de produção, a cultura antecessora, a expectativa de produtividade e a capacidade de resposta do híbrido cultivado.
Sendo assim, definir o período de aplicação do fertilizante bem como a necessidade de fracionar ou não a adubação é crucial para assegurar a manutenção do potencial produtivo do milho e potencializar a formação dos componentes de produtividade. No sistema plantio direto, recomenda-se aplicar entre 20 e 40 kg/ha de N na semeadura, quando esta for feita sobre resíduos de gramíneas, e entre 10 e 20 kg/ha de N, quando a semeadura for sobre resíduos de leguminosas (Eicholz et al., 2024). Quando a adubação em cobertura for realizada em dose única na pós-emergência do milho, recomenda-se que a aplicação dos fertilizantes nitrogenados ocorra entre os estádios de três a cinco folhas (V3 a V6).
Quando fracionar a adubação nitrogenada no milho?
O fracionamento da adubação nitrogenada é recomendado quando a dose do nutriente a aplicar é elevada, podendo-se aplicar 50% da dose quando as plantas estiverem nos estádios fenológicos V4 a V6 e os 50% restantes, nos estádios V8 a V9 (Eicholz et al., 2024). O fracionamento da adubação nitrogenada no milho deve ser realizado quando a dose a ser aplicada de nitrogênio na cultura for maior que 120 kg/ha, e/ou em solos de textura arenosa ou áreas sujeitas a chuva de alta intensidade (Cruz et al., 2011).
Por que fracionar a adubação nitrogenada de cobertura?
Embora exija uma operação agrícola adicional, o parcelamento da adubação nitrogenada no milho busca reduzir as perdas de nitrogênio por lixiviação e aumentar o aproveitamento do nutriente pelas plantas, disponibilizando-o em períodos estratégicos para a formação dos componentes de produtividade da cultura.
Durante os estádios vegetativos iniciais, o milho passa por etapas decisivas para a definição do potencial produtivo. Em V3, ocorre a formação das estruturas que darão origem às folhas e espigas, influenciando o número potencial de grãos (Magalhães & Durães, 2006). Em V4, o desenvolvimento foliar torna a fase estratégica para o manejo da adubação nitrogenada, enquanto em V6 começa a definição do número de fileiras por espiga. Entre V8 e V10, ocorre a diferenciação dos óvulos e, após V10, intensificam-se o crescimento, o acúmulo de nutrientes e a formação de massa seca, preparando a planta para a fase reprodutiva (Ribeiro et al., 2020).
Figura 1. À esquerda, planta de milho em estádio de seis folhas completamente desenvolvidas. À direita, planta no estádio V6, mostrando o ponto de crescimento acima da superfície do solo. Imagem com qualidade otimizada pelo uso de IA.
Sendo assim, o fracionamento da adubação nitrogenada, nas fases supracitadas, especialmente se tratando de altas doses de N, contribui não só para reduzir as perdas do nutriente no sistema de produção, como também para otimizar a formação de componentes de produtividade do milho, e aumentar o rendimento da cultura.
Referências:
CRUZ, J. C. et al. BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS: MILHO. Embrapa Milho e Sorgo, Documentos, n. 119, 2011. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/908225/1/doc119.pdf >, acesso em: 16/10/2026.
EICHOLZ, E. D. et al. INFORMAÇÕES TÉCNICAS PARA O CULTIVO DE MILHO E SORGO NA REGIÃO SUBTROPICAL DO BRASIL: SAFRAS 2023/24 E 2024/25. Associação Brasileira de Milho e Sorgo: MISOSUL, Reunião Técnica Sul-Brasileira de Pesquisa de Milho e Sorgo, 2024. Disponível em: < https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/bitstream/doc/1168111/1/Reuniao-tecnica-sul-brasileira-de-pesquisa-de-milho-e-sorgo-Eberson-Diedrich-Eicholz.pdf >, acesso em: 16/10/226.
MAGALHÃES, P. C.; DURÃES, F. O. M. FISIOLOGIA DA PRODUÇÃO DE MILHO. Embrapa, Circular Técnica, n. 76, 2006. Disponível em: < https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/CNPMS/19620/1/Circ_76.pdf >, acesso em: 16/10/2026.
RIBEIRO, B. S. M. R. et al. ECOFISIOLOGIA DO MILHO: VISANDO ALTAS PRODUTIVIDADES. Santa Maria, ed. 1, 2020.

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