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17 de julho de 2026

Agro Mato Grosso

Academia de Liderança da Aprosoja MT encerra edição com cerimônia de formatura em SP

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Cerca de 30 produtores se formaram na edição de 2026, somando 141 acadêmicos na atual gestão

A edição de 2026 da Academia de Liderança da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) foi encerrada na última quinta-feira (02.07), após uma semana de atividades no estado de São Paulo voltadas ao aprofundamento dos conhecimentos sobre a logística de exportação da produção agrícola brasileira.

O quarto e último módulo da formação proporcionou aos participantes uma imersão prática nos principais elos da cadeia logística, permitindo que os produtores compreendessem como a produção cultivada em Mato Grosso percorre o caminho até os mercados internacionais.

Nos últimos dias da programação, os acadêmicos visitaram o Terminal 39, um dos principais terminais especializados na movimentação de farelo de soja, soja em grão e milho no Porto de Santos. Em seguida, conheceram as operações do Terminal Exportador de Santos (TES) e a estrutura da Praticagem de São Paulo, responsável por garantir a segurança da navegação e das manobras de entrada e saída das embarcações no complexo portuário.

Durante a visita ao Terminal 39, os produtores acompanharam de perto as etapas de recebimento, armazenagem e embarque dos grãos destinados à exportação, compreendendo como a integração entre os modais ferroviário e rodoviário garante eficiência ao escoamento da produção. O gerente geral do Terminal 39, Gustavo Ota, destacou que aproximar os produtores da realidade portuária fortalece a compreensão sobre a importância da logística para o agronegócio brasileiro.

“É um prazer receber os produtores da Aprosoja MT. Nosso propósito é ser o elo entre o agronegócio brasileiro e o mundo. Recebemos aqui a produção que vem das fazendas, principalmente por ferrovia e rodovia, e fazemos a conexão dessa carga com o mercado internacional. Conhecer essa estrutura permite ao produtor entender todo o caminho percorrido pelos grãos até chegarem aos consumidores de diversos países.”

Segundo Ota, o Terminal 39 é referência na exportação de farelo de soja e desempenha papel estratégico para o Porto de Santos. “Hoje somos responsáveis por cerca de 70% da exportação de farelo de soja realizada pelo Porto de Santos. O porto representa aproximadamente um terço da balança comercial brasileira, o que demonstra sua importância para o agronegócio e para a economia do país.”

Para o produtor rural Adriano Eloi, do núcleo Vale do Teles Pires, a experiência proporcionou uma visão que normalmente o produtor não tem sobre o destino da produção após deixar a propriedade.

“Esse módulo foi muito importante porque conseguimos entender como o grão sai da nossa região, chega ao porto e segue para exportação. O produtor conhece muito bem a produção dentro da fazenda, mas muitas vezes não conhece toda a logística que acontece depois. Vivenciar esse processo nos permite compreender melhor como funciona o escoamento da produção brasileira.”

Adriano também destacou que a Academia de Liderança proporcionou aprendizados que vão muito além da logística. “Participar da Academia agregou muito conhecimento. Ao longo dos módulos tivemos conteúdos sobre comunicação, liderança, representação institucional, política e logística. Foi uma experiência muito enriquecedora e que levarei para outros produtores, compartilhando tudo o que aprendi durante essa formação.”

No último dia da programação, os participantes seguiram para a capital paulista, onde conheceram a sede do Canal Rural. Durante a visita, acompanharam uma apresentação sobre a atuação da emissora na cobertura do agronegócio brasileiro, conheceram os bastidores da produção jornalística e participaram de uma palestra sobre as perspectivas climáticas para Mato Grosso, com foco na próxima safra.

A diretora de TV do Canal Rural, Jaqueline Silva, ressaltou a importância de aproximar os veículos especializados dos produtores rurais. “Receber os produtores da Aprosoja MT é uma grande satisfação. Há 30 anos fazemos o Canal Rural pensando no produtor, levando informação de qualidade e aproximando o campo da cidade. Nosso objetivo é mostrar a força do agronegócio brasileiro e conectar os produtores aos especialistas e aos temas que impactam diretamente sua atividade.”

Segundo Jaqueline, a visita também permitiu apresentar aos participantes a diversidade de conteúdos produzidos pela emissora e a importância das informações meteorológicas para o planejamento das atividades no campo.

“Apresentamos um pouco de tudo o que fazemos no Canal Rural, desde o jornalismo diário até os programas especializados nas diferentes cadeias produtivas. Também trouxemos uma palestra sobre as perspectivas climáticas para Mato Grosso, porque sabemos que o clima é um dos principais fatores para o planejamento da produção. Nosso objetivo foi compartilhar informações que auxiliem os produtores na tomada de decisões para a próxima safra.”

A programação foi encerrada na noite de quinta-feira, em São Paulo, com a cerimônia de formatura da turma. O evento reuniu os participantes, dirigentes da Aprosoja MT e convidados para a entrega das placas de conclusão da formação, marcando o encerramento de um ciclo de aprendizado desenvolvido ao longo dos quatro módulos.

A produtora rural Simone Botan, do núcleo de Lucas do Rio Verde, destacou que a Academia de Liderança proporcionou uma transformação pessoal e profissional, ampliando sua visão sobre o agronegócio e o papel do produtor dentro da cadeia produtiva.

“Foi uma experiência completa. Começamos conhecendo melhor a nós mesmos, aprimoramos nossa comunicação e entendemos temas que impactam diretamente nosso trabalho, como a política e o funcionamento das instituições. No último módulo, pudemos conhecer toda a logística de exportação e compreender como funciona o Porto de Santos. Além disso, a convivência com produtores de diferentes regiões de Mato Grosso foi extremamente enriquecedora. A Simone que entrou na Academia não é a mesma que está saindo. Hoje encerro essa formação com uma visão muito mais ampla, tanto como produtora rural quanto como profissional do agronegócio.”

Representando a diretoria da entidade, o vice-presidente norte da Aprosoja MT, Ilson José Redivo, participou da cerimônia de encerramento e ressaltou a importância da Academia de Liderança para fortalecer a atuação dos delegados e preparar novas lideranças para representar os produtores rurais.

“Encerramos mais uma turma da Academia de Liderança com a certeza de que esse trabalho transforma pessoas e fortalece a nossa entidade. Ao longo desta gestão, qualificamos 141 dos 201 delegados eleitos, o que representa mais de 70% dos nossos representantes. Isso demonstra o compromisso da Aprosoja MT em preparar lideranças capazes de atuar nas bases, levar informações aos produtores e trazer para a entidade as demandas do campo. Esse é o caminho para construirmos uma entidade cada vez mais forte, consciente e preparada para defender os interesses dos produtores rurais.”

Ao longo da Academia de Liderança, os participantes aprofundaram conhecimentos em desenvolvimento pessoal, comunicação, liderança, representação institucional, relações governamentais e logística, vivenciando experiências práticas que ampliaram a compreensão sobre os desafios e oportunidades do agronegócio brasileiro.

Mais do que uma formação técnica, a iniciativa consolida o compromisso da Aprosoja MT em preparar produtores rurais para atuarem como lideranças em suas propriedades, em seus núcleos e na defesa dos interesses do setor, fortalecendo a representatividade da entidade e contribuindo para o desenvolvimento do agronegócio mato-grossense.

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Agro Mato Grosso

Syngenta Biologicals vem se tornando referência no mercado de biológicos MT

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Em todo planejamento de safra, o produtor olha para os custos de insumos, revisa o histórico de pragas e doenças e confere a previsão climática que já sinaliza outro período de estresse hídrico. Em algum momento dessa análise, uma pergunta começa a se impor: o que mais posso fazer para proteger o que eu plantei e melhorar a produtividade e qualidade?

Essa pergunta é a mesma que milhares de produtores no Brasil têm respondido com o uso de biológicos. O uso de bioinsumos no Brasil vem crescendo safra após safra e atingiu 194 milhões de hectares na safra 2025/26, um crescimento de 28% segundo o último levantamento da CropLife.

Quando integrados com estratégia, os produtos biológicos protegem a produtividade e qualidade da safra, controlam pragas, doenças e nematoides e tornam a lavoura mais resiliente ao longo dos ciclos. A questão, então, deixou de ser se vale a pena usar biológicos. Virou outra: quem tem, de fato, o portfólio para cobrir todos os desafios do campo?

Neste conteúdo você vai entender o que diferencia a Syngenta Biologicals no mercado de biológicos: a base científica construída sobre décadas de pesquisa e as quatro categorias de produtos biológicos que transformam os resultados da safra. Continue lendo e descubra por que, quando o assunto é biológico, a escolha mais lógica é também a mais completa!

A ciência traz para o produtor o que a natureza levou milênios para desenvolver

Para compreender por que os biológicos funcionam, é preciso olhar para o que o manejo convencional não consegue replicar: o funcionamento de um agroecossistema vivo.

Um solo em equilíbrio microbiológico disponibiliza nutrientes, controla agentes patogênicos e cria as condições para que a raiz se desenvolva. Uma planta que responde ao estresse climático sem perder produtividade. Uma lavoura com inimigos naturais que controlam pragas, doenças e nematoides. Isso é o campo funcionando como um sistema vivo, e os biológicos são a base que apoia essa fundação.

Porém, o desafio histórico foi transformar esses mecanismos naturais em soluções previsíveis, com desempenho consistente, modo de ação compreendido e replicabilidade. Resolver esse desafio exigiu décadas de pesquisa e foi exatamente sobre essa base científica que a Syngenta Biologicals foi construída.

Plântula de soja jovem sob o por do sol em lavoura.

Syngenta Biologicals: uma empresa construída sobre décadas de ciência

Syngenta Biologicals foi estruturada em 2024, mas sua trajetória de sucesso no mercado de biológicos começa muito antes. A empresa estruturou suas bases em referências globais do segmento para criar algo que o mercado de biológicos brasileiro ainda não havia visto: um portfólio com profundidade técnica real em cada categoria.

O ponto central dessa construção é a plataforma de tecnologia exclusiva GeaPower®para selecionar e combinar as melhores matérias-primas que a natureza oferece.

O resultado são produtos biológicos com modo de ação definido, janela de aplicação precisa e desempenho validado em condições reais de lavoura.

Cientista em laboratório distribuindo amostra líquida sobre uma placa de Petri em uma capela, ilustrando a qualidade do processo de produção de biológicos da Syngenta Biologicals

Um portfólio completo para todos os desafios do campo

Syngenta Biologicals tem o portfólio de biológicos mais completo, confiável e inovadores mercado, com presença nas quatro categorias que formam um manejo biológico integral: biocontrole, bioativação, uso eficiente dos nutrientes e nutrição.

Cada categoria responde a um tipo específico de desafio encontrado no campo, e é a combinação delas em um único portfólio, desenvolvido sob a mesma plataforma tecnológica e com o mesmo rigor científico, que torna o manejo do produtor verdadeiramente completo e integrado.

Biocontrole

linha de biocontrole da Syngenta Biologicals atua na proteção da lavoura contra pragas, doenças e nematoides, a partir da ação de microrganismos benéficos, compostos bioquímicos e semioquímicos.

Eles promovem e contribuem para a resistência sistêmica das plantas e reduzem a pressão de pragas, doenças e nematoides de maneira sustentável.

Bioativadores

linha de bioativadores da Syngenta Biologicals ativam o metabolismo vegetal, fortalecem o crescimento, melhoram a eficiência da planta e ampliam a tolerância a condições adversas, preparando a planta antes que o estresse aconteça e acelerando sua recuperação quando ele já ocorreu.

Em safras marcadas pela imprevisibilidade climática, são eles que sustentam a consistência produtiva quando o ambiente não coopera.

Eficiência no Uso de Nutrientes (NUE)

linha de produtos biológicos com foco na Eficiência no Uso de Nutrientes (NUE) da Syngenta Biologicals tem como foco a melhoria disponibilidade e a absorção de macro e micronutrientes pelas plantas, ampliando o aproveitamento dos fertilizantes já aplicados.

Antes de colocar mais no solo, é preciso aproveitar o que já está lá e em todo o ambiente, como capturar o nitrogênio que está no ar: essa é a lógica da categoria.

Nutrição

linha de nutrição da Syngenta Biologicals reúne produtos biológicos voltados para a saúde do solo que estimulam a fixação biológica de nitrogênio, a solubilização e mobilização de nutrientes, como também contribuem para própria atividade dos microrganismos benéficos do solo.

Assim, eles elevam o aproveitamento de todos os investimentos em fertilizantes e insumos ao longo da safra.

A escolha é uma só. É Syngenta Bio. Lógico!

Biocontrole, bioativação, eficiência nutricional e nutrição em um único portfólio, com uma plataforma tecnológica inovadora validada em campo e com suporte especializado em cada fase do ciclo: isso é o que o campo exige. Isso é o que a Syngenta Biologicals entrega, com a confiança Syngenta que todo produtor já conhece.

A Syngenta está ao lado do produtor rural em todos os momentos, oferecendo as soluções necessárias para construirmos, juntos, um agro cada vez mais inovador, rentável e sustentável.

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Mato Grosso supera 239 mil sistemas de energia solar

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Mato Grosso ultrapassou a marca de 239 mil sistemas de energia solar em operação e aparece entre os estados brasileiros que mais ampliaram a geração distribuída no último ano. De acordo com levantamento da Solfácil, com base em dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), aproximadamente 48 mil novos sistemas foram instalados nos últimos 12 meses, colocando o estado na sexta posição do ranking nacional.

O crescimento acompanha a expansão da energia solar em todo o país. Até maio de 2026, o Brasil contabilizava 4,439 milhões de sistemas de geração distribuída em funcionamento. Somente nos cinco primeiros meses deste ano, foram registradas 297 mil novas conexões, reforçando o avanço da tecnologia entre consumidores que buscam reduzir os gastos com energia elétrica.

Segundo o levantamento, os imóveis residenciais concentram a maior parte das instalações no país. Eles representam 84% de todos os sistemas de geração distribuída, o maior percentual já registrado. Na sequência aparecem os consumidores rurais, com 6%, o setor comercial, com 5%, enquanto os segmentos industrial e de poder público respondem, juntos, pelos 5% restantes.

Para o CEO e fundador da Solfácil, Fabio Carrara, a energia solar já se consolidou como uma alternativa acessível para milhões de brasileiros. Segundo ele, o próximo passo do setor será ampliar o uso de sistemas de armazenamento, como baterias, além de facilitar o acesso ao crédito para que mais famílias e empresas possam investir na geração da própria energia.

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Agro Mato Grosso

Pecuária de MT quase dobra produção de carne por hectare em 15 anos com avanço tecnológico

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