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18 de outubro de 2026

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Com R$ 2 bilhões, Governo de MT tira 28 cidades da estrada de chão e interliga regiões

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Mais de 20 rodovias estaduais foram asfaltadas desde 2019. Secretário destaca novos polos econômicos, mas alerta para gargalo em rodovia federal

O Governo de Mato Grosso passou a integrar 28 municípios à malha rodoviária asfaltada, desde 2019, após a conclusão de obras de asfaltamento em rodovias estaduais. Os investimentos na infraestrutura de acesso a essas cidades, que somam mais de R$ 2 bilhões, criaram novos polos de oportunidades econômicas em diferentes regiões do Estado.

Essas cidades, que antes estavam isoladas e dependentes de estradas de terra, entraram no mapa logístico e passaram a contar com acesso permanente durante todo o ano. Com isso, moradores ganharam mais facilidade para se deslocar, enquanto produtores rurais passaram a ter condições mais seguras e eficientes para escoar a produção.

As rodovias asfaltadas também reduziram o isolamento de municípios localizados em diferentes regiões de Mato Grosso e fortaleceram a integração econômica desses locais com o restante do Estado. O acesso por asfalto facilita a chegada de mercadorias, amplia o acesso a serviços públicos e cria condições para a atração de novos investimentos e oportunidades de desenvolvimento.

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“Durante décadas, esses municípios conviveram com dificuldades de acesso, especialmente durante o período chuvoso. Mas essa realidade mudou e os investimentos do Estado garantiram ligações asfaltadas, reduzindo distâncias e trazendo mais segurança para quem depende das estradas”, afirma o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira.

Com a ampliação da malha rodoviária asfaltada e a construção de novas pontes, Mato Grosso fortaleceu sua integração territorial e criou condições para um desenvolvimento mais equilibrado entre as diferentes regiões do Estado.

Entre os municípios cuja conexão depende exclusivamente de rodovias estaduais asfaltadas, resta apenas a conclusão de um trecho da MT-170, em Colniza.

Veja a lista das obras realizadas:

  • MT-100, com 68 km interligando os municípios de Araguainha, Ponte Branca, Ribeirãozinho e Torixoréu até Barra do Garças e Alto Araguaia. Investimento de R$ 76,1 milhões;
  • MT-326, com 112 km ligando Cocalinho a Nova Nazaré. Investimento de R$ 177,8 milhões;
  • MT-270/110, com 41 km ligando Tesouro até Guiratinga. Investimento de R$ 56,7 milhões;
  • MT-110, com 52 km ligando Novo São Joaquim e Campinápolis até Nova Xavantina. Investimento de R$ 47,3 milhões;
  • MT-140 com 91,13 km ligando Nova Brasilândia e Planalto da Serra até Campo Verde. Investimento de R$ 122,1 milhões;
  • MT-343 com 142 km ligando Porto Estrela até Cáceres e Barra do Bugres. Investimento de R$ 114,7 milhões;
  • MT-175, com 19 km ligando Reserva do Cabaçal até Araputanga. Investimento de R$ 13,1 milhões;
  • MT-423, finalizando a ligação União do Sul até Cláudia. Investimento de R$ 4,4 milhões;
  • MT-320 finalizando a ligação de Marcelândia até Nova Santa Helena. Investimento de R$ 16,3 milhões;
  • MT-410 com 35 km ligando Tabaporã até a MT-220. Investimento de R$ 38,4 milhões;
  • MT-208, com 59 km ligando Nova Bandeirantes e Nova Monte Verde até Alta Floresta. Investimento de R$ 70,5 milhões;
  • MT-249/492 com 81 km ligando Nova Maringá até São José do Rio Claro. Investimento de R$ 47,1 milhões;
  • MT-313 com 23 km ligando Rondolândia até a divisa com Rondônia. Investimento de R$ 30,6 milhões;
  • MT-413 com 94 km ligando Santa Terezinha até a BR-158. Investimento de R$ 49 milhões;
  • MT-322 com 56 km ligando Novo Santo Antônio até Serra Nova Dourada. Investimento de R$ 66,8 milhões;
  • MT-322 com 36,6 km ligando Bom Jesus do Araguaia até a BR-158. Investimento de R$ 74,3 milhões.
  • MT-206 ligando Apiacás até Paranaíta. Investimento de R$ 160 milhões.
  • MT-129 ligando Gaúcha do Norte até Paranatinga. Investimento de R$ 143 milhões.
  • MT-322 e 340 ligando São José do Xingu até a BR-158. Investimento de R$ 116,2 milhões.
  • MTs-170/208/418, garantindo ligações para Aripuanã, Colniza, Cotriguaçu e Juruena em um investimento de mais de R$ 600 milhões.

 

BR-158

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Doze municípios também dependem de obras do Governo Federal em um trecho de aproximadamente 200 km da BR-158, que contorna a Terra Indígena Marãiwatsédé.

Alto Boa Vista, Serra Nova Dourada, Canabrava do Norte, Porto Alegre do Norte, Santa Cruz do Xingu, São Félix do Araguaia, Vila Rica, Confresa, Santa Terezinha, Novo Santo Antônio, São José do Xingu e Luciara só estarão totalmente conectados por asfalto quando as obras da BR-158 forem concluídas.

Desses municípios, Alto Boa Vista e Serra Nova Dourada dependem exclusivamente da BR-158 para contar com ligação asfaltada. Já Luciara depende de outras obras, mas esbarra em questões ambientais, uma vez que a cidade é cercada por territórios indígenas.

No caso de São Félix do Araguaia, a cidade também depende de obras federais na BR-242. No entanto, o Governo do Estado está asfaltando a MT-100 entre São Félix do Araguaia e Novo Santo Antônio para garantir uma alternativa de ligação por asfalto.

Com Assessoria 

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TSE altera local de votação de mais de 4,3 mil seções no 2º turno; veja como consultar

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Mudanças ocorreram por obras, acessibilidade ou danos causados por chuvas; eleitor deve conferir o endereço atualizado pelo celular ou internet

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) alterou o local de votação de 4.352 seções eleitorais neste 2º turno. Isso corresponde a apenas 0,87% das seções do país. 

Mesmo assim, o TSE alerta os eleitores para que confiram com antecedência se a sua seção está entre as que mudaram de endereço.

A consulta pode ser feita no aplicativo e-título ou no portal do TSE, no menu “autoatendimento eleitoral”.

De acordo com o TSE, as mudanças ocorreram por motivos práticos, como reforma de última hora em locais de votação e melhoria de acessibilidade em algumas seções. Houve também casos em que o local de votação sofreu danos por causa das fortes chuvas e ventos.

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A maior parte das alterações de endereço de seções foram nos estados de São Paulo (982 seções), Minas Gerais (514), Rio de Janeiro (431) e Bahia (312).

Primeiro turno

Segundo dados do TSE, no 1º turno das eleições, 1.904 urnas foram substituídas, o que corresponde a 0,35% das urna. Em nenhum local foi necessário fazer votação manual.

O 2º turno das eleições ocorre no próximo dia 25 de 8h às 17h.

Desta vez os eleitores votam apenas para presidente da República. No Distrito Federal e a mais cinco estados também terão disputa para governador: Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins.

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Agro Mato Grosso

VÍDEO: ariranhas ‘expulsam’ onça-pintada durante encontro em rio no Pantanal de MT

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Um grupo de ariranhas reagiu à tentativa de ataque de uma onça-pintada e fez o felino sair do rio na região de Porto Jofre, em Poconé, no Pantanal mato-grossense. O vídeo foi gravado na quarta-feira (14) pelo guia de turismo e fotógrafo de vida selvagem Mateus Rauber, durante um passeio com turistas estrangeiros (assista abaixo).

Nas imagens, a onça-pintada macho conhecido como Makala se aproxima do grupo. Segundo Rauber, o felino avistou os animais enquanto subia o rio e deu a volta para persegui-los. As ariranhas, que desciam pelo curso d’água, ainda não haviam percebido sua presença.

De acordo com o guia, as ariranhas surpreenderam a onça ao reagir coletivamente. Antes do confronto, ele já havia alertado aos turistas sobre a dificuldade que o animal poderia enfrentar.

“Ele deu a volta e foi atrás delas. Mal sabia ele que as ariranhas são conhecidas como as [outras] onças da água e ele que estava no habitat delas. Foi uma surpresa enorme ver que ele teve a coragem de seguir em frente”, contou.

 

🦦🐾Vida em grupo favorece espécie

A presidente do Projeto Ariranhas, a bióloga Caroline Leuchtenberger, explicou que a vida em grupo é uma estratégia de defesa das ariranhas contra predadores, incluindo a onça-pintada.

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“A onça-pintada é o principal predador natural das ariranhas e pode predar inclusive indivíduos adultos. Uma das grandes vantagens das ariranhas é justamente o fato de viverem em grupo, o que permite que elas se defendam melhor”, disse.

Quando percebem a aproximação de uma onça e têm condições de reagir, as ariranhas podem se organizar para tentar afastar o predador e defender o território. No episódio registrado, a reação do grupo fez a onça Makala sair da água.

O desfecho mostra que a defesa coletiva funcionou naquela situação, embora não garanta o mesmo resultado em todos os encontros.

🦦🛡️ Proteção dos filhotes é coletiva

 

A cooperação entre as ariranhas vai além da defesa contra predadores. Segundo Caroline, integrantes do grupo compartilham tarefas relacionadas ao cuidado com os filhotes, como proteção e alimentação, o que favorece o desenvolvimento dos animais nos primeiros meses de vida.

“Os indivíduos se revezam em diferentes atividades, como cuidar, proteger e alimentar os filhotes. De maneira geral, grupos maiores tendem a ter mais sucesso na criação dos filhotes, justamente porque contam com mais indivíduos para compartilhar essas tarefas”, destacou.

A organização coletiva também ajuda a defender o território e a manter o acesso a recursos importantes para a sobrevivência e a reprodução da família.

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🔊🚨 Vocalizações alertam sobre ameaças

Segundo Caroline, a espécie emite cerca de 15 sons distintos, que variam conforme o contexto e ajudam na comunicação entre os integrantes do grupo.

“Nesse episódio com a onça-pintada, por exemplo, elas emitiram vocalizações de alerta e alarme, que ajudaram a organizar o grupo para enfrentar aquela ameaça”, explicou.

Embora encontros entre onças-pintadas e ariranhas ocorram com certa frequência no Pantanal mato-grossense, para Caroline, esses registros de situações em que o grupo consegue afugentar o felino são raros.

No encontro registrado em Porto Jofre, os sons também contribuíram para organizar a reação coletiva do grupo diante da aproximação da onça-pintada, que deixou a água após avançar contra os animais.

*Sob supervisão de Jardes Johnson.

VEJA;

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Mato Grosso é sexto Estado menos dependente de receitas da União para sobreviver

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Ranking do CLP aponta que menos de um quarto receita de Mato Grosso em 2025 veio de transferências do governo federal

Mato Grosso está dentre os Estados brasileiros com menor dependência fiscal da União. Um ranking divulgado pelo Centro de Liderança Pública (CLP) o aponta em sexto lugar em autonomia fiscal. 

O CLP disse que compilou dos dados com base em números do Tesouro Nacional. A independência financeira dos Estados indicaria solidez fiscal e competitividade econômica para atrair empresas. 

Conforme o ranking, a receita de Mato Grosso em 2025 teve participação de 21,9% de transferência de dinheiro pelo governo federal. A dependência é semelhante à de Estados com pujança econômica, como Minas Gerais, que ficou em quinto lugar com 20,8%, e Santa Catarina, que teve 22% de sua receita vinda do governo federal em 2025 e ficou em sétimo lugar. 

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Rio de Janeiro e São Paulo são os Estados com as menores taxa de dependência fiscal. Rio de Janeiro lidera o ranking nacional com 10%, e São Paulo o acompanha de perto com 12,7%. 

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