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18 de outubro de 2026

Agro Mato Grosso

Programa Soja Legal promove uma produção mais sustentável e reforça confiança no agro de MT

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Ao atender às demandas ligadas a sustentabilidade, os produtores não só seguem exigências globais, mas também posicionam o setor com credibilidade

O agronegócio brasileiro tem se consolidado como uma referência mundial quando o assunto é produção sustentável, especialmente em estados como Mato Grosso, onde produtividade e preservação caminham lado a lado.

Diferente de grandes concorrentes internacionais, o Brasil opera sob uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo e ainda consegue alcançar altos índices de eficiência no campo, demonstrando que é possível produzir mais alimentos sem ampliar áreas de cultivo.

De acordo com o vice-presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), Luiz Pedro Bier, o país possui vantagens competitivas únicas, como o clima tropical, que permite até duas safras por ano e, em áreas irrigadas, até três.

“Toda a tecnologia e técnica que foi necessária para que a gente fosse o maior produtor de soja, um dos maiores de milho, excelentes produtores de algodão, de carne de gado, ela foi desenvolvida por quem está aqui, porque não existe lugar nenhum do mundo com essa eficiência em clima tropical. Então nós temos a grande vantagem de produzir duas safras por ano”, destacou.

Ele também reforça que o Código Florestal brasileiro é um dos mais exigentes do mundo, o que coloca o país à frente em termos de sustentabilidade. Nesse cenário, Bier enfatiza que o produtor rural tem papel fundamental na preservação ambiental, inclusive dentro de áreas privadas.

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“Nós temos um código florestal extremamente rígido, é o mais rigoroso que existe no mundo. A grande maioria dos países nem tem código florestal. E o Brasil é um exemplo disso. Ele tem um ativo que são as florestas que realmente são uma riqueza nacional. E nós agricultores, todo o agro brasileiro faz parte dessa paisagem, protegendo, cuidando das florestas mesmo em área privada”, afirma Bier.

Nesse contexto, iniciativas como o programa Soja Legal, da Aprosoja MT, surgem como ferramentas importantes para fortalecer ainda mais as boas práticas no campo. Segundo Luiz Pedro Bier, o programa atua diretamente nas propriedades, realizando diagnósticos e orientando os produtores sobre melhorias necessárias. A proposta é promover avanços nas áreas ambiental, social e econômica.

“O programa Soja Legal vem, neste caminho, tentando melhorar as práticas do produtor mato-grossense, fazendo diagnósticos e apontando onde são possíveis melhorias, tanto na questão trabalhista, na questão de segurança, sugestionando ao produtor o que ele pode fazer, o que ele pode melhorar e quais são as melhorias mais urgentes que precisam ser feitas na propriedade. É um programa que tem a intenção de guiar o produtor para que cada vez ele se torne mais profissional. A gente trabalha na sustentabilidade como um todo, na parte ambiental, protegendo e cuidando das nossas florestas, na parte social, cuidando dos nossos funcionários e, na parte econômica, valorizando o produto e a produção do estado”, explicou.

Na prática, produtores mato-grossenses já incorporam essas diretrizes no dia a dia. Em Lucas do Rio Verde, a produtora Denise Hasse destaca que a sustentabilidade começa com a responsabilidade sobre a própria terra. Ela afirma que adota manejo adequado de fertilizantes e defensivos, além de trabalhar com plantio direto e rotação de culturas.

“Hoje, nós só fazemos plantio direto, além de rotação de culturas. Nós atuamos com soja e milho dentro da propriedade, e o manejo é totalmente sustentável. Também temos 82% de preservação ambiental dentro dessa área. Então, o que era um solo pobre, virou um solo rico, através do manejo adequado de todos esses anos”, pontuou.

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Denise também ressalta o investimento em energia solar, o respeito às Áreas de Preservação Permanente (APPs) e o cuidado com o bem-estar dos colaboradores. “Hoje, nós temos todas as APPs respeitadas, dentro de todas as normas ambientais, seguindo todos os critérios de sustentabilidade. Temos um cuidado social com todos os nossos funcionários, onde a gente leva treinamento, desenvolvimento, cuida das famílias que estão envolvidas dentro da propriedade rural. Temos energia solar que ajuda a cuidar do meio ambiente, para deixar um ambiente mais sustentável para as próximas gerações. E na lavoura a gente faz todo o treinamento para que não tenha desperdício de produtos, que os produtos sejam aplicados somente quando necessário”, comenta a produtora.

A produtora Stephane Anção, de Nova Mutum, reforça que a sustentabilidade no campo vai além da lavoura e envolve uma gestão integrada que considera aspectos ambientais, econômicos e sociais. Ela destaca que a adoção de tecnologias, como a agricultura de precisão, trouxe mais eficiência à produção, aliada a práticas como o plantio direto e a rotação de culturas, mas pondera que o conceito precisa ser mais amplo dentro das propriedades.

“Sustentabilidade não gira só em torno do campo. É uma construção que envolve o ambiental, o econômico e o social dentro da fazenda, evoluindo ano após ano. Hoje, além do manejo no campo, a gente precisa de uma gestão eficiente também no escritório, organizando recursos financeiros e documentos, porque isso traz retorno econômico e também sustentabilidade para o negócio”, explicou.

Stephane também chama atenção para iniciativas voltadas à redução da pegada de carbono e para a importância das parcerias no setor. Segundo ela, o produtor rural também exerce um papel importante para a sociedade ao participar de projetos e testes que contribuem para o desenvolvimento de práticas mais sustentáveis.

“A gente participa de projetos voltados à redução da pegada de carbono e aprende muito com essas parcerias. Isso fortalece não só a propriedade, mas todo o sistema produtivo, porque é um crescimento conjunto”, afirmou.

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No campo social, a produtora destaca o investimento no desenvolvimento humano dentro das fazendas, com capacitação e valorização dos colaboradores. “Hoje as propriedades buscam cada vez mais oferecer condições dignas de trabalho e desenvolvimento. Lá na fazenda, por exemplo, trabalhamos inteligência emocional há anos, o que trouxe pertencimento e crescimento profissional para os colaboradores. Isso também é sustentabilidade”, pontuou.

Outro ponto central, segundo Stephane, é a governança e a sucessão familiar, fundamentais para garantir a continuidade da produção ao longo das gerações. “Se o agricultor focar só na terra, ele perde outras áreas importantes. A sustentabilidade também está na governança, em como passar esse bastão. Nós vivemos uma sucessão intergeracional, com diferentes idades trabalhando juntas, e isso precisa estar alinhado com valores e propósito”, disse.

Ela resume o conceito como um equilíbrio entre diferentes frentes dentro da propriedade. “Sustentabilidade é cuidar das pessoas, da terra e da parte econômica do processo. É entender que o agro não é só lavoura, mas um conjunto de responsabilidades. Quando a gente cuida disso, constrói um legado para as próximas gerações”, concluiu.

Combinando tecnologia, responsabilidade ambiental e gestão eficiente, Mato Grosso se consolida como um modelo de produção agrícola sustentável. A experiência dos produtores e o apoio de programas como o Soja Legal mostram que o agro brasileiro não apenas atende às exigências globais, mas também pode servir de referência internacional na construção de um sistema produtivo mais equilibrado e duradouro.

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Agro Mato Grosso

VÍDEO: ariranhas ‘expulsam’ onça-pintada durante encontro em rio no Pantanal de MT

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Um grupo de ariranhas reagiu à tentativa de ataque de uma onça-pintada e fez o felino sair do rio na região de Porto Jofre, em Poconé, no Pantanal mato-grossense. O vídeo foi gravado na quarta-feira (14) pelo guia de turismo e fotógrafo de vida selvagem Mateus Rauber, durante um passeio com turistas estrangeiros (assista abaixo).

Nas imagens, a onça-pintada macho conhecido como Makala se aproxima do grupo. Segundo Rauber, o felino avistou os animais enquanto subia o rio e deu a volta para persegui-los. As ariranhas, que desciam pelo curso d’água, ainda não haviam percebido sua presença.

De acordo com o guia, as ariranhas surpreenderam a onça ao reagir coletivamente. Antes do confronto, ele já havia alertado aos turistas sobre a dificuldade que o animal poderia enfrentar.

“Ele deu a volta e foi atrás delas. Mal sabia ele que as ariranhas são conhecidas como as [outras] onças da água e ele que estava no habitat delas. Foi uma surpresa enorme ver que ele teve a coragem de seguir em frente”, contou.

 

🦦🐾Vida em grupo favorece espécie

A presidente do Projeto Ariranhas, a bióloga Caroline Leuchtenberger, explicou que a vida em grupo é uma estratégia de defesa das ariranhas contra predadores, incluindo a onça-pintada.

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“A onça-pintada é o principal predador natural das ariranhas e pode predar inclusive indivíduos adultos. Uma das grandes vantagens das ariranhas é justamente o fato de viverem em grupo, o que permite que elas se defendam melhor”, disse.

Quando percebem a aproximação de uma onça e têm condições de reagir, as ariranhas podem se organizar para tentar afastar o predador e defender o território. No episódio registrado, a reação do grupo fez a onça Makala sair da água.

O desfecho mostra que a defesa coletiva funcionou naquela situação, embora não garanta o mesmo resultado em todos os encontros.

🦦🛡️ Proteção dos filhotes é coletiva

 

A cooperação entre as ariranhas vai além da defesa contra predadores. Segundo Caroline, integrantes do grupo compartilham tarefas relacionadas ao cuidado com os filhotes, como proteção e alimentação, o que favorece o desenvolvimento dos animais nos primeiros meses de vida.

“Os indivíduos se revezam em diferentes atividades, como cuidar, proteger e alimentar os filhotes. De maneira geral, grupos maiores tendem a ter mais sucesso na criação dos filhotes, justamente porque contam com mais indivíduos para compartilhar essas tarefas”, destacou.

A organização coletiva também ajuda a defender o território e a manter o acesso a recursos importantes para a sobrevivência e a reprodução da família.

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🔊🚨 Vocalizações alertam sobre ameaças

Segundo Caroline, a espécie emite cerca de 15 sons distintos, que variam conforme o contexto e ajudam na comunicação entre os integrantes do grupo.

“Nesse episódio com a onça-pintada, por exemplo, elas emitiram vocalizações de alerta e alarme, que ajudaram a organizar o grupo para enfrentar aquela ameaça”, explicou.

Embora encontros entre onças-pintadas e ariranhas ocorram com certa frequência no Pantanal mato-grossense, para Caroline, esses registros de situações em que o grupo consegue afugentar o felino são raros.

No encontro registrado em Porto Jofre, os sons também contribuíram para organizar a reação coletiva do grupo diante da aproximação da onça-pintada, que deixou a água após avançar contra os animais.

*Sob supervisão de Jardes Johnson.

VEJA;

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Agro Mato Grosso

VÍDEO: Caminhão se envolve acidente com ônibus de estudantes na BR-163 em MT

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Um acidente envolvendo um caminhão e dois ônibus, um deles com estudantes, deixou o motorista do caminhão ferido na noite desta sexta-feira (16), na BR-163, entre Sorriso e Vera, em Mato Grosso. Ele ficou preso às ferragens, foi resgatado e encaminhado ao Hospital Regional de Sorriso.

Imagens registradas no local mostram os dois ônibus lado a lado e o caminhão com a parte dianteira destruída após a batida com um dos veículos (veja abaixo).

Segundo informações da concessionária Nova Rota do Oeste e do Corpo de Bombeiros, um dos ônibus freou e o veículo que vinha logo atrás desviou para evitar uma batida traseira. Durante a manobra, o ônibus invadiu a pista contrária e bateu contra o caminhão.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o acidente ocorreu cerca de 15 quilômetros após o trevo de Vera, em um trecho de transição entre a pista simples e o início da duplicação da rodovia.

Equipes de resgate da Nova Rota do Oeste e do Corpo de Bombeiros foram acionadas para atender a ocorrência. O motorista do caminhão foi retirado das ferragens e encaminhado pela concessionária ao Hospital Regional de Sorriso.

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Os passageiros dos ônibus não ficaram feridos, mas alguns ficaram assustados com o acidente e tiveram a pressão arterial aferida pelas equipes de atendimento.

Em um dos ônibus, havia 15 pessoas; no outro, 16. Todos estavam ilesos e assinaram o termo de recusa de encaminhamento médico disponibilizado pela concessionária.

VEJA:

 

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Agro Mato Grosso

Jovem de 24 anos morre durante cirurgia plástica em hospital de Cuiabá

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Uma mulher identificada como Lourdes Maria de Lima Pessoa Padilha, de 24 anos, durante a realização de cirurgias plásticas no Hospital Geral e Maternidade, em Cuiabá, nesta sexta-feira (16). A vítima sofreu uma parada cardiorrespiratória durante os procedimentos e não resistiu, apesar das tentativas de reanimação por cerca de duas horas.

Em nota, o médico Euller Gustavo Preza, responsável pelo procedimento, lamentou a morte e afirmou que a equipe identificou uma intercorrência súbita, interrompeu a cirurgia e iniciou as manobras de reanimação. Segundo o comunicado, a causa da morte deverá ser esclarecida pelos órgãos oficiais competentes.

Entre os procedimentos previstos estavam a colocação de próteses mamárias e a lipoescultura. Até o momento, não há informações confirmadas que permitam atribuir o óbito a um eventual erro médico. Lurdes era mãe de duas crianças.

Além disso, o médico informou que registrou um boletim de ocorrência após relatar ter sido agredido e ameaçado de morte. Segundo a assessoria jurídica, o registro foi feito para preservar a integridade física dele.

Por fim, ele declarou estar à disposição das autoridades e informou que não divulgará detalhes do atendimento em respeito à família e ao sigilo médico.

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A Polícia Civil deve investigar as circunstâncias da morte.

Veja nota na íntegra:

 

O Dr. Euller Gustavo Preza e sua assessoria jurídica lamentam profundamente o falecimento da paciente, ocorrido nesta sexta-feira (16), e se solidarizam com a família e os amigos neste momento de dor.

O procedimento foi realizado em ambiente hospitalar adequado, por profissionais plenamente habilitados, após as avaliações pré-operatórias exigidas. Durante a cirurgia, a equipe identificou uma intercorrência súbita, interrompeu imediatamente o procedimento e manteve as manobras de reanimação por cerca de duas horas, infelizmente sem sucesso.

Tudo indica tratar-se de uma complicação súbita, descrita na literatura médica. A causa, contudo, será esclarecida pelos órgãos oficiais competentes.

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O Dr. Euller tem longa trajetória e vasta experiência neste tipo de procedimento ao longo de mais de 25 anos de trabalho.

Esclarecemos que o médico regularmente inscrito no Conselho Regional de Medicina está legalmente habilitado à prática de atos médicos, inclusive cirúrgicos, nos termos da Lei nº 3.268/1957. E repudiamos veementemente quaisquer tentativas de desqualificar sua habilitação, visto que o Registro de Qualificação de Especialista (RQE) não é requisito para essa prática.

Sobre a notícia que divulga uma possível agressão ao médico, esta assessoria jurídica esclarece que tanto a agressão quanto ameaça de morte foram registradas pelo médico em um Boletim de Ocorrência, no intuito de preservar sua integridade física.

Em respeito à família e ao sigilo médico, não serão divulgadas informações do atendimento. Por isso repudiamos a divulgação indevida de imagens, de dados de prontuário ou de qualquer informação que não corresponda aos fatos.

Seguimos à inteira disposição das autoridades.

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Assessoria Jurídica
Alex Cardoso, OAB-MT 11.393

Uma mulher identificada como Lourdes Maria de Lima Pessoa Padilha, de 24 anos, durante a realização de cirurgias plásticas no Hospital Geral e Maternidade, em Cuiabá, nesta sexta-feira (16). A vítima sofreu uma parada cardiorrespiratória durante os procedimentos e não resistiu, apesar das tentativas de reanimação por cerca de duas horas.

Em nota, o médico Euller Gustavo Preza, responsável pelo procedimento, lamentou a morte e afirmou que a equipe identificou uma intercorrência súbita, interrompeu a cirurgia e iniciou as manobras de reanimação. Segundo o comunicado, a causa da morte deverá ser esclarecida pelos órgãos oficiais competentes.

Entre os procedimentos previstos estavam a colocação de próteses mamárias e a lipoescultura. Até o momento, não há informações confirmadas que permitam atribuir o óbito a um eventual erro médico. Lurdes era mãe de duas crianças.

Além disso, o médico informou que registrou um boletim de ocorrência após relatar ter sido agredido e ameaçado de morte. Segundo a assessoria jurídica, o registro foi feito para preservar a integridade física dele.

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Por fim, ele declarou estar à disposição das autoridades e informou que não divulgará detalhes do atendimento em respeito à família e ao sigilo médico.

A Polícia Civil deve investigar as circunstâncias da morte.

Veja nota na íntegra:

O Dr. Euller Gustavo Preza e sua assessoria jurídica lamentam profundamente o falecimento da paciente, ocorrido nesta sexta-feira (16), e se solidarizam com a família e os amigos neste momento de dor.

O procedimento foi realizado em ambiente hospitalar adequado, por profissionais plenamente habilitados, após as avaliações pré-operatórias exigidas. Durante a cirurgia, a equipe identificou uma intercorrência súbita, interrompeu imediatamente o procedimento e manteve as manobras de reanimação por cerca de duas horas, infelizmente sem sucesso.

Tudo indica tratar-se de uma complicação súbita, descrita na literatura médica. A causa, contudo, será esclarecida pelos órgãos oficiais competentes.

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O Dr. Euller tem longa trajetória e vasta experiência neste tipo de procedimento ao longo de mais de 25 anos de trabalho.

Esclarecemos que o médico regularmente inscrito no Conselho Regional de Medicina está legalmente habilitado à prática de atos médicos, inclusive cirúrgicos, nos termos da Lei nº 3.268/1957. E repudiamos veementemente quaisquer tentativas de desqualificar sua habilitação, visto que o Registro de Qualificação de Especialista (RQE) não é requisito para essa prática.

Sobre a notícia que divulga uma possível agressão ao médico, esta assessoria jurídica esclarece que tanto a agressão quanto ameaça de morte foram registradas pelo médico em um Boletim de Ocorrência, no intuito de preservar sua integridade física.

Em respeito à família e ao sigilo médico, não serão divulgadas informações do atendimento. Por isso repudiamos a divulgação indevida de imagens, de dados de prontuário ou de qualquer informação que não corresponda aos fatos.

Seguimos à inteira disposição das autoridades.

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Assessoria Jurídica
Alex Cardoso, OAB-MT 11.393

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