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19 de junho de 2026

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Vídeo mostra Pivetta tocando sanfona em comemoração ao aniversário de 96 anos do pai

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Vice-governador compartilhou homenagem nas redes sociais durante viagem ao Rio Grande do Sul.

Licenciado do cargo de governador de Mato Grosso por três dias, o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) esteve no Rio Grande do Sul para participar do aniversário de 96 anos de seu pai, Tilídio. A comemoração foi compartilhada nas redes sociais nesta quarta-feira (18), com um vídeo em que os dois aparecem juntos durante a celebração.

Na publicação, Pivetta destacou a importância do pai em sua trajetória pessoal e profissional. Segundo ele, os ensinamentos recebidos ao longo da vida serviram de base para sua formação e seguem como referência.

“Meu pai, Tilídio, hoje completa 96 anos de vida. Um homem que me ensinou, pelo exemplo, o valor do trabalho, da honestidade e de nunca desistir. É minha maior inspiração”, escreveu.

O afastamento temporário foi solicitado para o cumprimento de compromissos familiares. Durante a licença, o comando do Executivo estadual ficou sob responsabilidade do presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargador José Zuquim Nogueira.

A expectativa é que Pivetta retorne às atividades no Palácio Paiaguás nesta sexta-feira (20).

Veja vídeo



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Procurando emprego? Grupo Pereira oferece 300 vagas de emprego em Cuiabá e Várzea Grande

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Oportunidades são para unidades do Fort Atacadista, Comper e Trudy’s Restaurante

O Grupo Pereira, sétimo maior varejista do país, está com 300 vagas de emprego abertas em Cuiabá e Várzea Grande. As oportunidades são destinadas às lojas do Fort Atacadista, Supermercados Comper e Trudy’s Restaurantes.

As vagas disponíveis são para os cargos de operador(a) de caixa, operador(a) de loja, repositor(a), auxiliar de perecíveis, atendente de restaurante, auxiliar de cozinha e auxiliar de serviços gerais.

O processo seletivo ocorre na Central de Vagas do Grupo Pereira, localizada na Avenida Tenente Coronel Duarte, nº 1517, no bairro Dom Aquino (Comper da Prainha), em Cuiabá. Os candidatos devem comparecer ao local de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h, munidos de documentos pessoais, como RG e CPF, além do currículo atualizado.

Não é necessário ter experiência profissional prévia. O Grupo Pereira procura candidatos comprometidos, organizados e interessados em desenvolver novas habilidades no ambiente de trabalho.

Fort Atacadista Cáceres

O Fort Atacadista também está com vagas abertas para contratação imediata na nova unidade da rede em Cáceres, que será inaugurada nos próximos meses. As oportunidades são para encarregado de mercearia, encarregado de perecíveis, encarregado de açougue, gerenciador(a) de frente de caixa, supervisor(a) de depósito, gerenciador(a) de mercadoria, gerenciador(a) de frios, gerenciador(a) de padaria e auxiliar de suporte de T.I. Para a vaga na área de tecnologia, é necessário ter ensino médio completo e curso técnico em T.I.

Os interessados podem obter mais informações e esclarecer dúvidas pelo WhatsApp (65) 3362-6812. As vagas disponíveis também podem ser consultadas no site do Grupo Pereira: grupopereira.pandape.com.br

Benefícios

Além do salário, da ajuda de custo e do adicional por assiduidade, os contratados têm acesso a um pacote de benefícios que inclui seguro de vida, vale-transporte e alimentação na empresa, com café da manhã, almoço ou jantar. Também são oferecidos convênios com o Sesc e empresas parceiras nas áreas de lazer, educação e saúde, descontos por meio do Vuon Card, cartão de crédito exclusivo para compras nas empresas do Grupo Pereira, plano odontológico, kit nascimento e o Programa Acolhe GP, que disponibiliza suporte social gratuito e atendimento especializado aos colaboradores.

O grupo também investe na qualificação profissional por meio da Universidade Corporativa Grupo Pereira (UGP), que oferece treinamentos voltados ao desenvolvimento técnico, comportamental e à inclusão social. Os colaboradores ainda contam com oportunidades de crescimento interno por meio de plano de carreira.

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Aprosoja alerta que nova lei de frete vai encarecer o transporte de cargas no país

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Entidade diz que a Medida Provisória do Frete possibilita maior intervenção do Estado em assuntos econômicos e gera insegurança jurídica

A Associação de Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) disse que o frete para transporte de commodities deve ficar mais caro com a conversão da Medida Provisória (MP) do Frete em lei. A nova regra permite maior intervenção do Estado no serviço e pode aumentar os riscos. 

“A Aprosoja reforça sua preocupação com os impactos que as medidas previstas poderão gerar para o setor produtivo, a logística nacional e a economia brasileira. As alterações propostas afetam diretamente produtores rurais, cooperativas, indústrias, transportadores e demais contratantes de frete”, disse. 

A Câmara dos Deputados aprovou esta semana a Medida Provisória nº 1.343/2026. Ela estabelece um valor mínimo de cobrança de frete para o transporte de cargas no país.  

A Aprosoja diz que a alteração deve encarecer o serviço de logística e reduzir a competividade do agronegócio, com a criação de “dificuldades no escoamento da produção, insegurança jurídica nas relações contratuais e potenciais efeitos inflacionários ao longo da cadeia econômica”.   

O agora projeto de lei também estabelece pesada multa caso a regra seja descumprida. A quantia corresponderá a duas vezes do valor do frete mínimo estabelecido. A Aprosoja Mato Grosso diz que o valor pode variar entre R$ 100 mil e R$ 1 milhão. 

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Agro Mato Grosso

Aprosoja MT alerta para impactos da MP 1.343 sobre logística e competitividade

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A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) manifesta preocupação com a aprovação do Projeto de Lei de Conversão da Medida Provisória nº 1.343/2026 pela Comissão Mista do Congresso Nacional e pelo Plenário da Câmara dos Deputados. A entidade avalia que o texto amplia a intervenção estatal nas relações de transporte de cargas e impõe novos custos e riscos regulatórios em um momento especialmente delicado para o setor produtivo, marcado pela elevação dos custos de produção, preços pressionados das commodities agrícolas e instabilidades geopolíticas que afetam o acesso e o custo de insumos essenciais para a atividade agropecuária.

As alterações propostas afetam diretamente produtores rurais, cooperativas, indústrias, transportadores e demais contratantes de frete. Entre os principais reflexos apontados estão o aumento dos custos logísticos, a redução da competitividade do agronegócio, dificuldades no escoamento da produção, insegurança jurídica nas relações contratuais e potenciais efeitos inflacionários ao longo da cadeia econômica.

Um dos dispositivos mais preocupantes do texto é a previsão de indenização equivalente a duas vezes o valor correspondente ao Piso Mínimo aplicável à operação. A medida cria uma penalidade excessiva, com valores significativamente superiores ao montante originalmente discutido entre as partes, gerando insegurança para todos os agentes envolvidos na contratação do transporte. Igualmente grave é o endurecimento do regime sancionatório previsto na proposta. O texto estabelece multas que podem variar de R$ 100 mil a R$ 1 milhão nos casos de reincidência.

Para o setor, além da desproporcionalidade dos valores, a sistemática adotada amplia significativamente o risco regulatório, uma vez que uma nova autuação ocorrida dentro de 12 meses após decisão administrativa definitiva anterior já pode resultar na aplicação das penalidades agravadas previstas na legislação. Além desses pontos, o texto aprovado contém dispositivos que demandam correção, entre eles a metodologia de cálculo do piso mínimo fixada em lei, a multa vinculada ao CIOT, a extensão das regras ao TAC-Agregado e a criação de um piso salarial nacional para motoristas dentro da mesma proposição.

Com a aprovação da matéria pela Câmara dos Deputados, a Aprosoja MT reforça sua preocupação com os impactos que as medidas previstas poderão gerar para o setor produtivo, a logística nacional e a economia brasileira. A entidade alerta que a manutenção de dispositivos que ampliam custos, penalidades e insegurança jurídica pode comprometer ainda mais a competitividade da produção nacional em um cenário já marcado por elevados custos de produção, preços pressionados das commodities agrícolas e incertezas no mercado internacional.

A Aprosoja MT faz um apelo à sua base parlamentar para que atue com sensibilidade e responsabilidade na análise da matéria, especialmente na apresentação e defesa dos destaques necessários para corrigir os pontos mais prejudiciais do texto aprovado. A entidade seguirá acompanhando a tramitação da proposta no Senado Federal e atuando em defesa da segurança jurídica, da livre iniciativa, da eficiência logística e da competitividade do agronegócio brasileiro.

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