Sustentabilidade
Exportações de soja no Brasil devem alcançar quase 16 milhões de toneladas em junho

O Brasil deverá exportar 15,821 milhões de toneladas de soja em grão durante o mês de junho, segundo levantamento do line-up portuário realizado pela Safras & Mercado. O volume programado representa um avanço em relação ao mesmo período de 2025, quando os embarques somaram 13,931 milhões de toneladas.
A programação também indica a continuidade dos embarques nos próximos meses. Para julho de 2026, estão previstas exportações de 2,857 milhões de toneladas. Já em maio deste ano, o line-up apontava embarques de 15,304 milhões de toneladas.
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O forte ritmo das exportações reflete a ampla disponibilidade da safra brasileira e a manutenção da demanda internacional pela oleaginosa, especialmente por parte dos principais compradores globais.
No acumulado de janeiro a julho de 2026, a previsão é de que os portos brasileiros embarquem 77,264 milhões de toneladas de soja. Para efeito de comparação, dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que, entre janeiro e junho de 2025, o país exportou 64,947 milhões de toneladas.
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Sustentabilidade
Cepea: Avanço da colheita e retração dos produtores sustentam alta dos preços do milho em julho – MAIS SOJA

Milho: Apesar de a colheita estar avançando na maior parte das regiões produtoras de segunda safra em julho, o volume disponível para negócios segue limitado no mercado interno. Além de a média nacional da área já colhida estar inferior à das temporadas anteriores, produtores se mantiveram retraídos das negociações, atentos às altas nos preços internacionais, o que pode elevar a paridade de exportação.
Além disso, no início de julho, agricultores estavam atentos às condições climáticas adversas, como as chuvas e geadas. Com isso, os preços do cereal subiram em boa parte das praças acompanhadas pelo Cepea.
No entanto, a alta é limitada, pois os consumidores priorizaram na maior parte do período o consumo dos estoques em detrimento das novas efetivações. Esses consumidores acreditam que os preços podem voltar a cair assim que o volume colhido aumentar e houver necessidade de novas vendas, devido às limitações da capacidade dos armazéns à necessidade de caixa.
PREÇOS – Assim, no acumulado de julho, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa avançou 2,6%, fechando a R$ 65,25/saca de 60 kg no dia 31. A média mensal de julho também subiu 2%. Na média das regiões pesquisadas pelo Cepea, o cereal se valorizou 6,4% no mercado de balcão (ao produtor) e 2,4% no de lotes (negociação entre empresas), também no acumulado do mês.
No mesmo sentido, os contratos negociados na B3 subiram em julho, impulsionados pelo forte avanço dos preços internacionais e pela manutenção do dólar acima dos R$ 5. Deste modo, os vencimentos Set/26 e Nov/26 avançaram 2% e 4%, fechando a R$ 69,25 e R$ 673,95/sc de 60 kg no dia 31, respectivamente.
ESTIMATIVAS – Segundo dados divulgados pela Conab em julho, a segunda safra 2025/26 agora está estimada em 109,43 milhões de toneladas, 3% inferior à da temporada anterior, mas 1,5% acima do relatório divulgado em junho, refletindo principalmente os aumentos na produção do Paraná e de Mato Grosso. Para a safra verão, cuja colheita está no final, os aumentos são de 1% no mês e de 18,7% frente à temporada anterior, a 29,6 milhões de toneladas.
Já para a terceira temporada, que tinha estimativa de melhora na produção até junho, os dados foram ajustados, devido à falta de chuvas na maior parte das regiões produtoras no Norte e Nordeste do País. Agora, a produção está estimada em 2,69 milhões de toneladas, 17% inferior na comparação mensal e 10% menor entre as safras 2024/25 e 2025/26.
No agregado das três safras, a oferta no País deve ser de 141,72 milhões de toneladas, leve aumento de 0,4% em relação à temporada anterior, o que, se concretizado, pode ser recorde. O consumo interno deve ser de 94,88 milhões de toneladas, e a Conab estima que as exportações possam chegar a 46,5 milhões de toneladas. Caso esse cenário se confirme, os estoques finais em janeiro/27 ficariam em 14,50 milhões de toneladas, 70% superior à média dos últimos cinco anos.
Pelo USDA, a oferta mundial em 2026/27 pode totalizar 1,29 bilhão de toneladas, 2,3% inferior à da temporada anterior. O consumo é previsto em 1,32 bilhão de toneladas, 1% maior que em 2025/26. As transações internacionais devem se reduzir 4,9% no mesmo comparativo. Porém, com a redução dos estoques finais mundiais em 8%, a relação estoque/consumo passará para 20,9%, a menor desde 2012/13.
CAMPO – A colheita da segunda safra vem avançando na maior parte das regiões, com destaque para Mato Grosso, que tem obtido bons resultados, favorecidos pelo clima. Em São Paulo e em Minas Gerais, porém, a umidade elevada das lavouras limita os avanços no campo. Até o dia 31 de julho, a média nacional chegou à 69,1%, abaixo dos 74,5% registrados na média das últimas cinco safras, segundo a Conab.
Em Mato Grosso, os trabalhos de colheita atingiram 96,77% da área cultivada até o dia 31, segundo dados do Imea (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária). Em Mato Grosso do Sul, também até o dia 24, 24% do total foi colhido, segundo a Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul). Em Goiás, a colheita chegou a 35% no mesmo período, segundo a Conab.
No Paraná, até o dia 03 de agosto, 52% da área havia sido colhida, segundo a Seab/Deral, que também informou que a produção do milho de segunda safra deve recuar 5% frente ao ano passado, a 17 milhões de toneladas, devido aos efeitos da estiagem. Em Minas Gerais e em São Paulo, a Conab indicou que as áreas colhidas estavam em 32% e 15%, respectivamente, até o final do mês.
Quanto à safra verão, a colheita somava 99,3% da área nacional até o dia 31, segundo a Conab, abaixo dos 99,5% da média dos últimos cinco anos.
INTERNACIONAL – Na Bolsa de Chicago (CME Group), os contratos do milho avançaram durante a maior parte de julho, devido principalmente às preocupações climáticas com a produção nos Estados Unidos e na França, por conta do clima seco e quente. Apenas no final do mês, com o retorno das chuvas em Iowa e Nebraska, os vencimentos voltaram a ceder. Com isso, os contratos Set/26 e Dez/26, avançaram 5,8% e 6,4% entre 30 de junho e 31 de julho, ao fecharem no dia 31 cotados a US$ 4,4075/bushel (US$ 173,51/t) e a US$ 4,64/bushel (US$ 182,67/t), respectivamente.
De acordo com o relatório semanal Crop Progress divulgado pelo USDA, até o dia 03 de agosto, 61% da safra de milho estava em condição entre boa e excelente, recuo de 3 p.p. no comparativo anual. Na Argentina, a colheita alcançou 69,8% da área nacional até o dia 30, segundo dados da Bolsa de Cereales.
Fonte: Cepea

Agro Mato Grosso
Pesquisa aponta linhagens de soja tolerantes a percevejos

Materiais podem contribuir para cultivares mais resistentes e para o manejo integrado de pragas
Por meio de um programa de melhoramento genético, pesquisadores brasileiros identificaram quatro linhagens de sementes de soja tolerantes à infestação por percevejos. A descoberta abre caminho para o desenvolvimento de uma cultivar capaz de reduzir a necessidade do uso de produtos químicos para controle dos insetos nas lavouras.
O grupo de trabalho, composto por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus Botucatu, da Universidade de São Paulo (Esalq-USP), da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), focou em duas linhagens parentais, uma tolerante e outra não tolerante a percevejos, além de 12 linhagens recombinantes – híbridos gerados a partir dos parentais, que se comportam ora tolerantes, ora suscetíveis à praga (doi.org/10.1002/ps.70904).
O experimento foi feito em duas regiões produtoras de soja, em cenários de manejo com e sem aplicação de inseticidas. Um dos campos de teste foi a Fazenda Lageado, da Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA) da Unesp, em Botucatu. O outro foi a Estação Experimental do Departamento de Genética e Melhoramento de Plantas da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP em Anhumas, no município de Piracicaba.
“Tentamos trabalhar em dois ambientes que têm certo contraste. Botucatu tem altitude mais elevada e clima mais ameno. Anhumas [Piracicaba], altitude mais baixa e ambiente mais quente. Tentamos representar um pouco da diferença de ambientes em que se cultiva soja no país”, explica Larissa Chamma, coautora do trabalho realizado durante seu doutorado no Departamento de Produção Agrícola da FCA-Unesp.
Ela ressalta que ainda se estuda muito pouco a qualidade das sementes sob ataque de pragas considerando a forma como a genética da planta reage a diferentes condições de clima e solo – embora a tolerância natural da soja seja um componente central para o manejo integrado de pragas. Essa estratégia agrícola sustentável combina diferentes métodos de controle, utilizando os agrotóxicos apenas como último recurso.
“O estudo conecta melhoramento genético a manejo de pragas e seu impacto está em não tratar apenas a tolerância ao percevejo, no sentido de aplicar ou não inseticida. Ele mostra que a resposta dos genótipos depende do ambiente e do regime de manejo. Começamos pensando sob a perspectiva do melhoramento genético e depois o artigo foi enquadrando também a questão do manejo e isso foi muito importante para que fosse publicado na PMS. A pergunta deixa de ser ‘qual linhagem é a melhor?’, e passa a ser ‘qual linhagem é mais estável e útil sob diferentes condições reais de cultivo?’”, sublinha o biólogo Rômulo Pedro Macêdo Lima, também autor do trabalho.
O professor da FCA-Unesp Edvaldo Aparecido Amaral da Silva, orientador de Chamma, ressalta que a estratégia não exclui a necessidade de fazer o manejo integrado de pragas. “A seleção e o melhoramento de sementes são parte de uma série de estratégias que podem ajudar o ambiente. Não vão eliminar completamente os inseticidas químicos, mas vão facilitar a vida do agricultor, reduzir os custos e os problemas ambientais.”
Segundo o pesquisador, 30% das lavouras de grãos – de todos os tipos, não apenas a soja – podem ser perdidas por conta de percevejos.
Quatro cenários
A equipe partiu de um estudo anterior do Programa de Melhoramento de Soja do Departamento de Genética da Esalq-USP, liderado pelo professor José Baldin Pinheiro, que abarcava inicialmente 180 linhagens endogâmicas (formadas a partir do cruzamento repetido entre indivíduos geneticamente semelhantes).
“Fizemos uma fenotipagem inicial, selecionando os materiais que continham as características que nos interessavam: resistência ao percevejo, alta produtividade e alta qualidade fisiológica de sementes. A partir dessa seleção, desenhamos um experimento para saber como esse material se comportaria em ambientes com o controle químico de percevejos e sem ele”, conta Chamma.
Em ambas as áreas experimentais foram realizadas, antes da semeadura, a calagem (adição de calcário na terra para diminuir a acidez e melhorar a absorção de nutrientes pelas raízes) e a adubação mineral de acordo com a análise do solo. O controle de plantas daninhas foi feito com herbicida e houve aplicação de fungicida quando necessário.
As sementes destinadas à exposição aos produtos químicos foram tratadas conforme as recomendações do fabricante, com fungicida, inseticida e inoculantes. As aplicações de inseticida foram realizadas com base no monitoramento de pragas: semanalmente, ou sempre que o método de “batida com pano” detectasse pelo menos um percevejo por metro quadrado.
“Nas lavouras comerciais, sabe-se quando aplicar o inseticida pelo seguinte método: eles colocam um pano no meio das plantas de soja e batem as plantas para ver quantos percevejos caíram. Se tem um percevejo por metro quadrado em uma lavoura direcionada ao cultivo de sementes, eles já sabem que têm de aplicar”, conta Chamma.
Ela lembra que as regiões de Anhumas e Botucatu apresentaram populações de percevejos acima desse limite, considerado o máximo tolerável para a produção de sementes de soja. Na região de Anhumas, a população atingiu um pico de cinco percevejos por metro quadrado, enquanto em Botucatu chegou a aproximadamente três percevejos por metro quadrado. As espécies detectadas em ambas as regiões foram Nezara viridula, Piezodorus guildinii, Diceraeus melacanthus e Euschistus heros.
Nas parcelas tratadas com inseticida, foram aplicados os compostos tiametoxam + lambda-cialotrina, clorantraniliprole + bifentrina, imidaclopride + beta-ciflutrina, deltametrina e imidaclopride + bifentrina. No tratamento sem inseticida, nenhum deles foi usado, mas o preparo do solo e o controle com herbicida e fungicida foram feitos.
“Nas duas áreas experimentais, tínhamos o grupo-controle, sem inseticida, e o outro grupo, com inseticida. Foram dois ambientes, mas tratamos como se fossem quatro, e isso foi importante, pois havia duas diferenças a considerar: a climática e a do grupo-controle. Percebemos que o ambiente em que não foi feita a aplicação de inseticida funciona melhor para filtrar os genótipos mais tolerantes à praga de percevejos, pois tem maior pressão de seleção”, detalha Lima.
Oito características fisiológicas das sementes relacionadas à germinação, ao vigor e à longevidade foram avaliadas para determinar as respostas da planta sob exposição aos percevejos. “Lançamos mão de um método robusto, com análises de interação genótipo-ambiente que incluem o uso de modelos estatísticos. Descobrimos que o fator genético tem forte influência na longevidade das sementes sob diferentes níveis de infestação por percevejos. Já o peso dos efeitos ambientais foi predominante para as características de vigor inicial da semente”, descreve Lima.
Longevidade
Em resumo, o estudo revelou que a longevidade é mais afetada pela genética do que pelos aspectos ambientais. Os cientistas, inclusive, sugerem que ela pode servir como um indicador para antecipar o desempenho geral das sementes sob estresse de pragas.
“A longevidade das sementes apresentou um controle genético comparativamente mais forte que o ambiental. Trata-se de uma característica associada à qualidade fisiológica da semente e que pode, quem sabe, um dia, ser adicionada aos programas de melhoramento genético”, estima Chamma.
“Atualmente, pouco se faz melhoramento com o objetivo de aprimorar a qualidade das sementes. Há uma demanda por outras coisas, como a tolerância da planta a doenças, ao estresse, à falta ou ao excesso de água, e a qualidade de sementes vai ficando para depois”, esclarece Amaral.
Segundo ele, a longevidade é importante porque uma semente mais longeva preserva o seu vigor, que é um componente de qualidade fisiológica. “Longevidade é tempo de prateleira, mas com vigor. Não basta a semente estar viva. Tem de estar viva e em boas condições. Quanto maior o vigor, mais capacidade de enfrentar as adversidades, germinar mais rápido, emergir, formar planta rapidamente e começar a fazer fotossíntese. É isso que o agricultor quer, porque isso traz ganhos.”
“Usar somente o manejo químico nessas grandes lavouras que temos no Brasil é insustentável, pois favorece a seleção de populações resistentes de insetos, e cria-se muita resistência. O ideal é o manejo integrado de pragas, uma combinação entre prática de melhoramento, que é o que estamos fazendo, com aplicação de inseticida, controle biológico e outras ferramentas. Assim, é possível só aplicar o inseticida químico quando realmente for necessário”, pondera Chamma.
Agro Mato Grosso
Syngenta fortalece aliança com distribuidores no 15º Congresso ANDAV e apresenta biológico AVAKITT® NEO

Com o lançamento voltado à eficiência nutricional e hídrica, companhia investe no segmento de bioinsumos e reafirma o papel estratégico de distribuidores e cooperativas para o agronegócio
São Paulo (SP), 12 de agosto de 2026 — A Syngenta, empresa líder em tecnologia e inovação agrícola, participa do 15º Congresso ANDAV, realizado de 11 a 13 de agosto, em São Paulo (SP). Para sustentar sua posição de liderança, reforçar a longevidade das parcerias com a distribuição e reafirmar o compromisso com o movimento “Botina no Campo”, a companhia apresenta um portfólio focado em produtividade, eficiência operacional e sustentabilidade. Além de consolidar a relação com a rede de distribuidores, a empresa marca a apresentação do AVAKITT® NEO, novo biológico desenvolvido para ampliar a eficiência nutricional e hídrica das lavouras.
Considerado um dos principais encontros do setor de distribuição de insumos agrícolas no Brasil, o evento reúne empresas, distribuidores e cooperativas para debater o futuro do agronegócio. Para a Syngenta, o Congresso ANDAV é o palco ideal para valorizar a atuação conjunta com a rede na entrega de conhecimento técnico e suporte especializado diretamente aos produtores rurais em todas as regiões brasileiras
Atuação no campo e longevidade da rede de distribuição
O compromisso da Syngenta com o desenvolvimento do setor ganha vida por meio do movimento “Botina no Campo”, uma iniciativa estratégica que reforça o propósito da companhia: impulsionar uma agricultura mais inovadora, produtiva e sustentável. Mais do que estar presente no dia a dia do agricultor, a atuação “Botina no Campo” simboliza a sinergia entre inteligência técnica, tecnologia e a força da rede de distribuição. Com presença constante nas lavouras brasileiras, a empresa e seus parceiros garantem atendimento especializado de ponta a ponta, assegurando que a inovação se converta em rentabilidade e resultados no campo.
Inovação contínua: AVAKITT® NEO amplia a eficiência nutricional e hídrica
Um dos principais lançamentos da Syngenta neste ano, o AVAKITT® NEO é baseado em fungos micorrízicos e foi formulado para aplicação no sulco de plantio em culturas como soja, milho, algodão e cana-de-açúcar.
Os fungos estabelecem uma relação simbiótica com as raízes, formando hifas fúngicas que expandem a área de exploração do solo. A tecnologia otimiza o aproveitamento de água e de nutrientes essenciais, como fósforo e nitrogênio, além de favorecer a estruturação e a saúde do solo.
Em testes de campo realizados no Brasil, a solução indicou ganho médio de até 15% em produtividade, com resultados superiores a cinco sacas de soja por hectare em avaliações específicas. O lançamento inaugura uma frente focada no aumento da eficiência nutricional e hídrica (NUE, na sigla em inglês para Nutrient Use Efficiency).
Portfólio reúne soluções químicas de alta performance para diferentes desafios do campo
Além do avanço na linha de biológicos, a Syngenta leva ao evento inovações tecnológicas que redefinem o manejo de proteção de cultivos no Brasil. Entre os destaques está a família PLINAZOLIN® technology, uma nova molécula pertencente ao Grupo 30 do IRAC (isocrazolinas) desenvolvida para o controle de pragas de difícil manejo.
Dentro dessa plataforma, a companhia apresenta o FRONDEO®, formulado para o combate à broca-da-cana com um período de controle residual de até 90 dias, reduzindo a necessidade de reentradas de máquinas na lavoura e otimizando os custos operacionais do produtor. A tecnologia também integra o VERDAVIS®, voltado ao manejo do complexo de percevejos e lagartas nas culturas de soja e milho, combinando alto efeito de choque e proteção estendida. Um dos lançamentos mais recentes com a tecnologia é o INVENCIS® – inseticida de última geração que combina PLINAZOLIN® e CLORFENAPIR e redefine o manejo de pragas no algodão. Com um novo modo de ação, ele estabelece um elevado patamar de controle contra bicudo, lagartas, ácaros e tripes, pragas que comprometem o potencial produtivo.
A sanidade de solo e o tratamento de sementes ganham protagonismo com a plataforma TYMIRIUM® technology, que dá vida ao VICTRATO®. Voltada para as culturas de soja, milho e algodão, a solução nematicida e fungicida blinda o sistema radicular desde o início do desenvolvimento da planta contra o ataque de nematoides e patógenos de solo complexos, como Fusarium spp., Macrophomina spp. e Sclerotinia spp., assegurando um arranque inicial vigoroso e o estabelecimento uniforme do estande.
Completando a estratégia de proteção radicular, a empresa destaca o VANIVA®, tecnologia nematicida e fungicida desenvolvida especificamente para o manejo da sanidade do solo e raízes em cultivos perenes e de alta intensidade operacional, com foco em cana-de-açúcar, café e hortifrúti.
Manejo integrado
A presença da Syngenta no evento reforça seu portfólio integrado, no qual soluções químicas e biológicas atuam de forma complementar: enquanto defensivos como VICTRATO® e a linha PLINAZOLIN® blindam a planta contra pragas e doenças, o bioestimulante AVAKITT® NEO potencializa a absorção de nutrientes do solo.
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