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8 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Plantas de cobertura: uma estratégia para o manejo sustentável do potássio – MAIS SOJA

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Considerando que o potássio (K) é o segundo nutriente mais exigido pela cultura da soja e que são necessários mais de 30 kg de K para a produção de uma tonelada de grãos (Nutrição de Safras, 2019), a adubação potássica constitui uma prática recorrente e indispensável nos sistemas produtivos, desempenhando papel fundamental na manutenção do potencial produtivo da cultura.

Entretanto, os elevados custos associados aos fertilizantes potássicos, somados às dificuldades de aquisição decorrentes de conflitos geopolíticos e da elevada dependência brasileira de fontes importadas, reforçam a necessidade da adoção de estratégias de manejo que favoreçam a manutenção da fertilidade do solo e a ciclagem do potássio nos sistemas agrícolas, contribuindo para maior eficiência no uso desse nutriente e para a sustentabilidade da produção.

Uma das alternativas mais sustentáveis para isso é a inserção de espécies com capacidade de ciclar e acumular o potássio das camadas mais profundas do solo. O potássio ciclado passa a ficar disponível para a culturas sucessora após a decomposição e mineralização dos resíduos vegetais. De acordo com Wolschick et al. (2016), dependendo da espécie cultivada, o acúmulo de potássio na biomassa pode chegar a 358,4 kg ha-1 como ocorre com a parte aérea da ervilhaca.

Vale destacar que a capacidade das espécies em acumular não só o potássio, mas demais nutrientes em sua biomassa, tais como nitrogênio (N), fósforo (P), cálcio (Ca) e magnésio (Mg) varia de acordo com a espécie e condições de cultivo e ambiente. Sobretudo, espécies forrageiras como braquiária, capim sudão e aveia branca, podem ultrapassar os 200 kg de potássio acumulado na parte aérea (tabela 1).

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Tabela 1. Produção de biomassa, matéria seca e conteúdo de macronutrientes da parte aérea de plantas de cobertura e de culturas comerciais.
Adaptado de Carvalho et al. (2022), citado por Oliveira et al. (2024)

Em contrapartida, nem sempre o potássio acumulado nos resíduos vegetais esta prontamente disponível para a cultura sucessora. Conforme observado por  Bertolini et al. (2019) e Anjos (2019), a liberação do potássio acumulado nos resíduos vegetais varia em função de características como relação carbono/nitrogênio (C/N) da biomassa bem como condições de clima e ambiente que possam influenciar a decomposição e mineralização dos resíduos culturais, sendo consenso que plantas com menor relação C/N, a exemplo das plantas da família Fabaceae, mostram-se mais eficiente na liberação dos nutrientes dos resíduos culturais para o solo.

Figura 1. Acúmulo, decomposição e tempo de meia-vida de potássio de culturas anuais e de cobertura nas safras 2016/17 em Rondonópolis – MT.
Fonte: Anjos (2019)

Nesse contexto, quando o objetivo é promover a ciclagem do potássio e aumentar a disponibilidade desse nutriente para a cultura sucessora, torna-se fundamental selecionar e posicionar adequadamente as plantas de cobertura, considerando não apenas sua adaptação ao sistema de cultivo, mas também características como capacidade de absorção e reciclagem de nutrientes, produção e persistência da palhada e potencial de exportação de nutrientes. Embora culturas produtoras de grãos também contribuam para a reciclagem de nutrientes do solo, uma parcela significativa dos nutrientes absorvidos é removida da área por meio da colheita dos grãos, reduzindo o retorno desses elementos ao sistema. Dessa forma, com foco na ciclagem de nutrientes, especialmente do potássio, o cultivo de plantas de cobertura tende a ser uma alternativa mais eficiente, uma vez que favorece o acúmulo de nutrientes na fitomassa e sua posterior liberação durante o processo de decomposição dos resíduos vegetais.

Além da contribuição para a ciclagem de nutrientes, as plantas de cobertura, quando adequadamente posicionadas no sistema de produção, desempenham papel fundamental na manutenção e melhoria da fertilidade do solo, podendo refletir positivamente na produtividade da cultura sucessora. Esse benefício foi evidenciado por Pengo et al. (2025), que observaram incrementos superiores a 20 sc/ha na produtividade da soja em determinados sistemas de rotação de culturas, quando comparados ao pousio durante a entressafra.

Em síntese, a adoção de plantas de cobertura na entressafra representa uma importante ferramenta para o manejo sustentável do potássio nos sistemas agrícolas. Ao favorecer a ciclagem de nutrientes e a manutenção da fertilidade do solo, essa estratégia contribui para aumentar a eficiência de utilização do potássio e reduzir a necessidade de reposições frequentes via fertilização, podendo inclusive, resultar na redução dos custos de produção, sem comprometer a produtividade da soja.


Veja mais: Rotação de culturas e manejo das plantas de cobertura influenciam na produtividade da soja


Referências:

ANJOS, V. G. ACÚMULO E LIBERAÇÃO DE POTÁSSIO EM SISTEMA DE PRODUÇÃO SOB PLANTIO DIRETO NO CERRADO MATOGROSSENSE. Monografia, Universidade Federal de Mato Grosso, 2019. Disponível em: < https://bdm.ufmt.br/bitstream/1/1064/1/TCC_2019_Vinicius%20Gr%C3%ADcolo%20dos%20Anjos.pdf >, acesso em: 08/06/2026.

BERTOLINI, A. et al. COBERTURA DE SOLO E TAXA DE CICLAGEM DE NUTRIENTES EM PLANTAS DE COBERTURA DE VERÃO NO OESTE DE SANTA CATARINA. Unoesc & Ciência – ACET Joaçaba, v. 10, n. 2, p. 83-92, jul./dez. 2019. Disponível em: < https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/acet/article/view/20767/14466 >, acesso em: 08/06/2026.

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NUTRIÇÃO DE SAFRAS. TABELA DE EXTRAÇÃO E EXPORTAÇÃO DOS NUTRIENTES NA CULTURA DA SOJA. 2019. Disponível em: < https://nutricaodesafras.com.br/tabela-de-extracao-e-exportacao-dos-nutrientes-na-cultura-do-soja/ >, acesso em: 08/06/2026.

OLIVEIRA, F. A. et al. POTASSIO NOS SISTEMS DE PRODUÇÃO DE SOJA. Embrapa Soja, Documentos, n. 465, 2024. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1169544 >, acesso em: 08/06/2026.

PENGO, R.   et al.   MANEJO DE PLANTAS DE COBERTURA NA SEGUNDA SAFRA: SAFRA 2024/25. Fundação Rio Verde, Resultados de Soja e Milho Ao longo de 10 safras, 2025. Disponível em: < https://fundacaorioverde.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Manejo-de-Plantas-de-Cobertura.pdf >, acesso em: 08/06/2026.

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Sustentabilidade

Oeste da Bahia será o próximo destino da maior expedição de tratores do mundo – MAIS SOJA

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Foto de capa: Assessoria

A Valtra, marca reconhecida por sua inovação e por soluções voltadas ao produtor rural, anunciou o destino da 5ª edição do projeto Viajando com V de Valtra, que acontece entre os dias 18 e 20 de setembro de 2026. A expedição desembarcará no Oeste da Bahia, região reconhecida globalmente como uma das principais fronteiras agrícolas do país e referência em índices de produtividade em culturas como algodão, soja e banana, além do uso intensivo de tecnologia. Realizada em parceria com a concessionária NOSSA, uma das representantes da Valtra na Bahia, a edição Caminhos do Oeste Baiano reunirá 14 tratores em um percurso de 206 quilômetros por uma das áreas mais dinâmicas do agronegócio brasileiro, na região de influência de Luís Eduardo Magalhães, em um trajeto que liga os municípios de Correntina e Bom Jesus da Lapa.

Com mais de 2,2 milhões de hectares cultivados com soja, o Oeste da Bahia responde pela maior parte da produção de grãos do Estado e figura entre os principais motores do agronegócio nacional. O elevado nível de mecanização, a ampla adoção da agricultura de precisão, o uso intensivo de irrigação e as condições favoráveis de solo e clima transformaram a região em referência de produtividade e sustentabilidade.

O analista de mercado agrícola Carlos Cogo destaca a Bahia como um dos estados com maior potencial de crescimento dentro da região do Matopiba (polo produtivo formado pelos Estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), impulsionada pela incorporação de tecnologia, correção de solos, agricultura de precisão e profissionalização da gestão das propriedades.

Vale destacar que na safra 2025/26, o Oeste da Bahia registrou um recorde histórico ao alcançar produtividade média de 71 sacas de soja por hectare, uma das mais altas do País. Além da soja, o milho apresenta rendimentos expressivos, com médias superiores a 180 sacas por hectare. O desempenho reafirma a região como a locomotiva econômica da Bahia, liderando não apenas em volume de produção, mas também em eficiência por área cultivada. “O Oeste da Bahia foi escolhido por ser uma referência nacional em agricultura de precisão, produtividade e inovação. É o cenário ideal para demonstrar como a Valtra se traduz em mais eficiência, tecnologia, rentabilidade e sustentabilidade para o produtor”, destaca Claudio Esteves, diretor de vendas da Valtra.

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Viajando com V de Valtra

O Viajando com V de Valtra é a maior expedição de tratores do mundo a cruzar as principais regiões produtoras do Brasil. O evento reúne agricultores, comunicadores e admiradores da marca para uma imersão no dia a dia do campo. O comboio é formado por tratores de diversas gerações e tecnologias, desde os modelos clássicos da Valmet até os mais modernos equipamentos da Valtra. O propósito é valorizar o agronegócio nacional, destacando a cultura regional, a história, as paisagens e a riqueza dos diferentes biomas brasileiros. Nesta edição, os tratores irão cruzar estradas, rios, fazendas e paisagens que retratam a força do agro no Oeste baiano.

O roteiro, com 206 quilômetros de extensão, será percorrido por estradas vicinais e caminhos de terra, passando por áreas de cultivo de algodão e soja, além de regiões dedicadas à pecuária e à fruticultura. A jornada de três dias parte do município de Correntina (região das Sete Ilhas) e passa pela cidade de Santa Maria da Vitória e por pequenos vilarejos, com parada especial na Fazenda Busato, referência em produtividade e tecnologia no agronegócio brasileiro e pioneira na adoção da irrigação por pivô central para a cultura do algodão na região. O encerramento acontece com a travessia da imponente Ponte Gercino Coelho, sobre o Rio São Francisco, finalizando a expedição no tradicional Santuário do Bom Jesus da Lapa.

Nos anos anteriores, as edições do Viajando com V de Valtra percorreram trajetos históricos e simbólicos para o agronegócio brasileiro. Em 2022, a caravana cruzou parte do Caminho da Fé, rumo ao Santuário Nacional de Aparecida. Já em 2023, a jornada aconteceu nos Caminhos de Caravaggio, no Rio Grande do Sul. Em 2024, o percurso foi pela Estrada Real, em Minas Gerais, e, em 2025, a caravana, com dezenas de tratores, percorreu os Caminhos dos Engenhos, em Pernambuco.

Valtra

A linha de produtos Valtra inclui tratores de 57 a 425 cavalos, colheitadeiras, plantadeiras e pulverizadores. No Brasil desde 1960, foi a primeira empresa do setor a se instalar no País. A Valtra conta hoje com uma rede de mais de 220 pontos de venda e assistência técnica na América Latina, dos quais 156 estão no Brasil. A Valtra é uma das principais marcas pertencentes ao grupo AGCO. Para saber mais sobre a Valtra: visite o site.

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Sobre a AGCO

A AGCO (NYSE: AGCO) é líder global em máquinas agrícolas e tecnologias de agricultura de precisão. Guiada por uma estratégia que prioriza o agricultor, a AGCO entrega valor por meio de suas marcas líderes e diferenciadas, como Fendt™, Massey Ferguson™, PTx™ e Valtra™. Seus equipamentos de alto desempenho e soluções inteligentes para o campo — incluindo tecnologias de retrofit independentes de marca e ofertas autônomas — capacitam os produtores a aumentar a produtividade, enquanto alimentam o mundo de forma sustentável. Para mais informações, visite www.agcocorp.com.

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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Sustentabilidade

Trigo fecha em alta em Chicago com falta de avanços nas negociações de paz – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta terça-feira (8) em alta. A falta de avanços nas negociações para encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia deu suporte adicional às cotações, enquanto o dólar mais fraco também favoreceu o cereal.

Os enviados de paz dos Estados Unidos Jared Kushner e Steve Witkoff se reuniram com o presidente russo, Vladimir Putin, em Moscou, e com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, em Kiev, no fim de semana. Os encontros, porém, não resultaram em avanços para o fim do conflito, mantendo as preocupações com os embarques de grãos pelo Mar Negro.

Nesta terça-feira, Zelenskiy afirmou que os negociadores de paz dos Estados Unidos apresentaram algumas propostas durante as conversas. Apesar disso, os esforços diplomáticos não resultaram em um avanço que permitisse a retomada em maior escala das exportações de grãos russas e ucranianas.

Os ataques entre Rússia e Ucrânia contra portos e embarcações de ambos os países levaram as exportações pelo Mar Negro a uma situação de quase paralisação, levando compradores a buscar outras origens. As interrupções fizeram importadores asiáticos adquirirem pelo menos 500 mil toneladas de trigo da Austrália e da Argentina em negócios recentes, segundo fontes citadas pela Reuters.

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Os agentes também direcionam as atenções para o próximo relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para sexta-feira (11), que deverá trazer novas estimativas para a produção norte-americana. O mercado acompanha os impactos do clima quente e seco e da baixa precipitação sobre as lavouras dos Estados Unidos ao longo do verão.

As inspeções de exportação norte-americanas de trigo chegaram a 342.733 toneladas na semana encerrada em 3 de setembro, conforme relatório semanal divulgado pelo USDA. Na semana anterior, as inspeções haviam atingido 431.977 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 429.116 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de junho de 2026, as inspeções somam 5.130.290 toneladas, contra 7.100.413 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

Na Ucrânia, a colheita de trigo de 2026 está praticamente concluída, com produção de 24,91 milhões de toneladas e produtividade média de 4,94 toneladas por hectare, segundo o Ministério da Agricultura do país.

Os contratos com entrega em dezembro fecharam cotados a US$ 7,47 por bushel, com alta de 13,00 centavos de dólar, ou 1,77%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em março encerraram a US$ 7,61 1/2 por bushel, com avanço de 12,25 centavos de dólar, ou 1,63%.

Fonte: Agência Safras

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FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Como ficaram as cotações de soja após o feriado? Confira os preços da oleaginosa

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Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja retomou as negociações após os feriados sem grandes novidades, com poucos players e ofertas escassas nesta terça-feira (8). O analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, destaca que os produtores preferiram ficar de fora das negociações e aguardar novos movimentos.

Em Chicago, a sessão foi marcada por volatilidade, mas dentro de um pequeno intervalo de oscilações. O dólar registrou fortes quedas, enquanto os prêmios permaneceram praticamente estáveis. Com isso, os preços no mercado físico apresentaram comportamento misto.

“Houve muitas ofertas nominais, sem sinal de volumes fortes indicados pelos produtores”, destaca Silveira. Segundo o analista, os vendedores preferiram aguardar novos movimentos antes de retornar às negociações.

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No mercado físico, os preços apresentaram alterações em diferentes praças brasileiras:

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 155,00 para R$ 153,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 156,00 para R$ 154,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 150,50 para R$ 149,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 144,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 143,00 para R$ 145,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 144,00 para R$ 145,00

Nos portos, em Paranaguá (PR), a saca recuou de R$ 161,50 para R$ 160,00. Em Rio Grande (RS), as referências caíram de R$ 163,00 para R$ 161,00.

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), nesta terça-feira. Em dia de muita volatilidade, os agentes estão buscando um posicionamento frente ao relatório de setembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na sexta.

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Ao final da sessão, o cenário fundamental predominou, combinando boa demanda por parte dos chineses pela soja americana e a expectativa de clima seco e temperaturas elevadas no Meio Oeste dos Estados Unidos. A alta do petróleo e a queda do dólar completaram o cenário positivo para os preços.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 6,50 centavos de dólar ou 0,49%, a US$ 13,16 1/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 13,32 por bushel, com elevação de 7,00 centavos de dólar ou 0,52%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 5,30 ou 1,49% a US$ 349,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 70,70 centavos de dólar, com ganho de 1,43 centavo ou 2,06%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,76%, sendo negociado a R$ 5,0894 para venda e a R$ 5,0874 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0706 e a máxima de R$ 5,1276.

O post Como ficaram as cotações de soja após o feriado? Confira os preços da oleaginosa apareceu primeiro em Canal Rural.

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