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24 de outubro de 2026

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Cerrado em foco: desafios de solo e estratégias para altas produtividades

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Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

Produzir soja no Cerrado exige atenção crescente ao manejo desde os primeiros momentos da safra. Em um sistema intensivo, que em muitas regiões permite até três cultivos ao longo do ano, doenças de solo, pragas e nematóides representam desafios constantes para a manutenção da produtividade.

Nesse ambiente, o estabelecimento inicial da cultura se tornou uma das etapas mais importantes da produção. Problemas nas fases iniciais podem comprometer o desenvolvimento das plantas e limitar o potencial produtivo antes mesmo do fechamento da lavoura.

Por isso, estratégias adotadas ainda no planejamento da safra ganharam espaço entre os produtores. O tratamento de sementes passou a ser visto não apenas como uma ferramenta de proteção, mas também como um aliado para o desenvolvimento fisiológico das plantas.

De acordo com Felipe Gutheil, gerente de marketing de tratamento de sementes da Basf, a evolução genética das variedades elevou também a necessidade de tecnologias capazes de ajudá-las a expressar todo o potencial produtivo.

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Arranque inicial exige proteção

As cultivares atuais carregam características que permitem maiores produtividades, mas exigem um ambiente mais protegido para responder ao investimento realizado pelo produtor.

“O tratamento de sementes ao longo dos anos vem ganhando maior relevância, porque hoje as variedades são mais produtivas, elas têm toda uma tecnologia embutida na semente, consequentemente, aumenta a exigência tecnológica para fazer essa variedade responder”, explica ao Canal Rural Mato Grosso.

Segundo Gutheil, o conceito de tratamento de sementes evoluiu nos últimos anos. Em vez da aplicação isolada de um produto, as recomendações passaram a combinar diferentes tecnologias em uma única receita, buscando proteção e estímulo ao desenvolvimento das plantas.

“Hoje, quando se oferta uma solução em tratamento de sementes, não se oferta um único produto, se oferta uma composição de produtos que formam a receita para proteger como um todo aquela semente. E, também, tratamentos que confiram um efeito fisiológico superior às plantas”.

O especialista frisa que as inovações no segmento têm permitido a construção de receitas mais completas, capazes de atender desafios específicos encontrados nas áreas de produção, especialmente no manejo de doenças e nematóides.

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soja tratamento de sementes foto pedro silvestre canal rural mato grosso
Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

Receitas para reforço no manejo de doenças

Entre as alternativas voltadas para áreas com necessidade de reforço no controle de doenças, Gutheil destaca a receita formada por Standak® Prime Sistiva®. Conforme ele, a solução reúne o Standak® Top, o Votivo® Prime e o Sistiva®, formando uma combinação destinada à proteção das plantas logo no início do ciclo.

“O tratamento de semente vem inovando em receitas que trazem alta performance, seja para o manejo de doenças, seja para o manejo de nematoides”, pontua.

Ao explicar a composição da tecnologia, o gerente ressalta a integração entre diferentes ferramentas de proteção.

“Por exemplo, onde se há necessidade de se fazer um reforço para doenças no tratamento de sementes, a Basf trouxe a receita do Standak® Prime Sistiva®, ou seja, Standak® Prime é a combinação de dois produtos, o Standak® Top com o Votivo® Prime, um nematicida, associado também ao Sistiva®, que você tem toda uma combinação muito potente para proteger contra pragas, o reforço para proteger contra doenças, podridões, associado a um biológico nessa receita”.

Ainda de acordo com o especialista da Basf, a associação entre produtos químicos e biológicos contribui para melhorar o desenvolvimento radicular das plantas, favorecendo a absorção de água e nutrientes.

“Você cria uma sinergia entre químicos e biológicos, trazendo aquele resultado de maior enraizamento, raízes mais sadias, raízes com maior eficácia na absorção de água, nutrientes, consequentemente plantas mais protegidas e mais resilientes, consequentemente plantas mais produtivas”, diz à reportagem do Canal Rural Mato Grosso.

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Estratégias para áreas com alta pressão de nematóides

O manejo de nematoides também exige atenção especial no Cerrado, principalmente em áreas onde a pressão da praga já está consolidada e afeta o desempenho das lavouras.

Nessas situações, Gutheil explica que a Basf desenvolveu uma segunda receita voltada especificamente para ampliar o controle desses organismos. A recomendação reúne o Standak® Prime, formado pela associação entre Standak® Top e Votivo® Prime, com o acréscimo de Ilevo®.

“E aí, se há necessidade de reforçar para o manejo controle de nematoides em área onde há alta pressão de nematóides, a Basf lançou uma segunda receita que é o Standak® Prime, como já mencionado, associação do Standak® Top com o Votivo® Prime, com o acréscimo de Ilevo®, uma carboxamida, um nematicida químico para uso em áreas de alta pressão de nematoide”.

Segundo o gerente, a evolução do tratamento de sementes passa justamente pela capacidade de desenvolver recomendações específicas para diferentes realidades encontradas no campo.

Manejo mais direcionado

A personalização das recomendações é apontada como uma das principais evoluções do tratamento de sementes. Em vez de uma única estratégia para toda a propriedade, as soluções podem ser ajustadas conforme os desafios presentes em cada área de produção.

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“Então aqui tem duas receitas customizadas, aplicadas no Cerrado, seja para o reforço de doença, seja para o reforço de nematoide. Então, a importância também de se criar receitas customizadas que atendam a demanda do agricultor”.

Conforme Gutheil, essa adaptação pode ocorrer tanto em nível de fazenda quanto em talhões específicos, permitindo respostas mais alinhadas às necessidades de cada ambiente produtivo. “Isso pode ser para uma fazenda, isso pode ser para um talhão dentro de uma fazenda”.

Para o especialista, a evolução das tecnologias disponíveis tem contribuído para tornar o manejo mais eficiente e previsível ao longo da safra.

“Então o tratamento de sementes ele evolui muito trazendo soluções, ofertas que atendam a necessidade do agricultor, que atendam a demanda daquela variedade escolhida e que mitiguem problemas que possam acontecer. E isso deixa as coisas um pouco menos complexas durante o manejo da cultura como um todo”.


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Show Rural 2027 selecionará 120 expositores para a Feira Sabores; inscreva-se

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Encerra no dia 30 de outubro o período de inscrições para a Feira Sabores da edição 2027 do Show Rural Coopavel, que disponibilizará apenas 120 vagas para expositores. Podem participar produtores de alimentos ou artesanato rural de todo o estado.

As inscrições devem ser feitas por meio deste formulário. Todos os participantes devem apresentar o Cadastro da Agricultura Familiar (CAF).

A Feira Sabores é resultado da parceria entre o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Estado do Paraná (Fetaep), Itaipu Binacional e Coopavel. O evento se destaca por integrar comércio, identidade cultural e agricultura familiar em um mesmo espaço dentro do Show Rural.

“A feira funciona como vitrine para os produtos paranaenses, permitindo que o público conheça o trabalho feito pelas mãos da agricultura familiar, que é tão importante para o nosso estado”, comenta a assessora estadual de Agroindústria do IDR-Paraná, Karolline da Silva.

Os interessados em participar devem estar atentos aos critérios de participação definidos no Regulamento. A divulgação dos produtores classificados será no dia 06 de novembro e o resultado final no dia 13 de novembro de 2026

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Agroindústrias

Apenas na região Oeste, com destaque para Cascavel e Toledo, são mais de 170 agroindústrias assistidas pelo IDR-Paraná. Entre os principais insumos produzidos na região estão biscoitos, geleias, conservas, melado, vinho, cachaça, salame, queijo, mel, frutas desidratadas, chips, polpa de fruta, antepastos, temperos e chás, que poderão ser encontrados na feira.

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Domingo de eleição terá tempestades no Sul e Sudeste; veja a previsão para o Brasil

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O domingo de eleições será marcado por chuva e instabilidade em boa parte do Brasil. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as precipitações devem se concentrar principalmente nas regiões Sul e Sudeste, além de atingir áreas do Centro-Oeste. No Norte e Nordeste, o predomínio será de tempo seco e temperaturas elevadas, embora haja possibilidade de pancadas isoladas.

O Inmet alerta para o risco de tempestades em diferentes estados. No Sul, as instabilidades devem se concentrar no oeste e norte do Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná. Há aviso vermelho de grande perigo para tempestades em áreas da região.

A previsão também indica chuva em Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, além do sul de Mato Grosso e do Distrito Federal. Em parte dessas localidades, as precipitações podem vir acompanhadas de trovoadas.

De acordo com o instituto, o cenário é provocado por áreas de baixa pressão entre o norte da Argentina, o Paraguai e o sul da Bolívia, além da formação de um novo ciclone extratropical na costa da Região Sul. O sistema deve organizar uma frente fria ao longo do fim de semana, ampliando as condições para chuva no centro-sul do país.

Sudeste tem previsão de chuva e temperaturas mais baixas

Em São Paulo, a previsão é de tempo fechado, com temperatura mínima de 16°C e máxima de 21°C. O Inmet emitiu aviso de perigo potencial para tempestades para todo o estado, além do Rio de Janeiro e do Espírito Santo e grande parte de Minas Gerais.

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No Rio de Janeiro, são esperadas chuvas com trovoadas ao longo do dia. Também há previsão de pancadas isoladas no Triângulo Mineiro, na região central de Minas Gerais e em áreas do oeste e sul do Espírito Santo.

Nas capitais, as máximas devem chegar a 30°C em Belo Horizonte (MG) e Vitória (ES).

Sul concentra áreas de maior risco

A Região Sul deve registrar chuva, com destaque para o Paraná, onde são esperadas trovoadas ao longo do dia. Também há previsão de pancadas isoladas na Serra de Santa Catarina e no norte e nordeste do Rio Grande do Sul.

O Inmet emitiu aviso amarelo de perigo potencial para tempestades no norte e leste do Paraná, no leste de Santa Catarina e no nordeste do Rio Grande do Sul. Para algumas áreas da região, há também alerta vermelho de grande perigo.

Em Curitiba (PR), a temperatura varia entre 11°C e 20°C. Em Florianópolis (SC), os termômetros devem marcar entre 15°C e 19°C. Já em Porto Alegre (RS), a máxima não deve passar de 18°C.

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Centro-Oeste terá instabilidade e calor

No Centro-Oeste, a previsão é de tempo instável e aumento da nebulosidade. Há aviso amarelo de perigo potencial para tempestades no sul de Mato Grosso, no centro-sul de Goiás e em Mato Grosso do Sul, abrangendo as capitais Cuiabá, Goiânia e Campo Grande.

Nas demais áreas da região, incluindo o Distrito Federal, também podem ocorrer chuvas isoladas.

Apesar da instabilidade, o calor permanece em parte do Centro-Oeste. A máxima prevista é de 39°C em Cuiabá (MT), 35°C em Goiânia (GO) e 33°C em Brasília (DF). Em Campo Grande (MS), os termômetros não devem passar de 27°C.

Norte e Nordeste terão calor de até 40°C

No Norte, a previsão indica chuva com trovoadas no oeste e noroeste do Amazonas. Também podem ocorrer precipitações isoladas no Acre, em Rondônia, em outras áreas do Amazonas, no centro-sul do Pará e no Tocantins. Em Roraima, há possibilidade de chuva isolada.

As temperaturas seguem elevadas, com máximas de 36°C em Belém (PA) e Porto Velho (RO), e de 37°C em Boa Vista (RR) e Palmas (TO).

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No Nordeste, o tempo seco e o calor predominam. Há previsão de chuva no sudoeste do Maranhão, no oeste do Piauí e no oeste e sul da Bahia. Em Teixeira de Freitas (BA), o Inmet emitiu aviso amarelo de perigo potencial para tempestades.

Teresina (PI) deve registrar a maior temperatura entre as capitais brasileiras no domingo, com máxima de 40°C. Em Salvador (BA) e João Pessoa (PB), a mínima prevista é de 23°C.

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USP descobre como reduzir em 60% os sintomas de fungo no trigo

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Um estudo conduzido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e pela Universidade de São Paulo (USP) reforça uma nova abordagem para o controle biológico de doenças do trigo. Em experimentos realizados em condições controladas, bactérias benéficas reduziram em aproximadamente 60% a severidade de doenças causadas pelo fungo Bipolaris sorokiniana.

A solução foi baseada no manejo da comunidade de microrganismos associada às raízes. Se a descoberta for viabilizada comercialmente, tem potencial para diminuir a dependência de fungicidas químicos no cultivo de trigo.

A Embrapa destaca que o diferencial da pesquisa está em como esse controle ocorre. Em vez de eliminar diretamente o fungo causador da doença, os microrganismos reorganizam a comunidade microbiana que vive ao redor das raízes, restaurando funções ecológicas do solo que favorecem a resistência natural das plantas.

Coordenado pelo pesquisador Rodrigo Mendes, da Embrapa Meio Ambiente, o estudo investigou como três bactérias interferem na interação entre o trigo e o Bipolaris sorokiniana, causador de doenças como mancha-marrom, podridão radicular, podridão da coroa, queima de plântulas e black point (ponto preto). O patógeno é um dos de maior importância econômica para a cultura, especialmente em regiões de clima quente ou sujeitas à deficiência hídrica.

Controle biológico vai além do combate direto ao fungo

Caroline Nishisaka, pesquisadora do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena-USP), explica mais: “os inoculantes bacterianos remodelam as comunidades microbianas do solo, restauram funções ecológicas importantes e reforçam os mecanismos naturais de resistência das plantas”.

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Todas as tês bactérias estudadas apresentaram características importantes para uso agrícola, como capacidade de estimular o crescimento das plantas, aumentar a disponibilidade de fósforo e atuar contra o Bipolaris sorokiniana.

Para testar o efeito das bactérias, os pesquisadores compararam plantas expostas apenas ao fungo com outras que, além do fungo, receberam as bactérias benéficas. Nesse segundo grupo, a severidade da doença foi menor.

Um dos resultados mais relevantes foi a redução da doença mesmo quando a população do fungo permaneceu estável e, em alguns tratamentos, até aumentou.

Segundo Hélio Quevedo, doutor em Microbiologia Agrícola pela Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq-USP), isso demonstra que o sucesso do controle biológico não depende necessariamente da eliminação do patógeno.

“O estudo mostra que um patógeno pode permanecer presente no solo sem causar grandes danos quando o microbioma mantém funções ecológicas capazes de limitar sua ação”, afirma.

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Pesquisa amplia visão sobre o controle biológico

Além de eliminar o agente causador da doença, a nova abordagem busca fortalecer o equilíbrio da comunidade microbiana que protege naturalmente as plantas.

Entre as bactérias avaliadas, Pseudomonas inefficax apresentou os resultados mais expressivos. Não só reduziu a severidade da doença, como se destacou pela capacidade de aumentar a disponibilidade de fósforo para as plantas e de promover maior desenvolvimento do sistema radicular.

As análises mostraram que essa bactéria reorganizou profundamente a comunidade microbiana da raiz. Embora representasse menos de 2,5% dos microrganismos detectados ao final dos experimentos, sua introdução foi suficiente para desencadear uma ampla reestruturação do microbioma do solo, o que beneficiou grupos associados à proteção vegetal.

Os pesquisadores observaram ainda que as bactérias exerceram mais influência sobre a organização do microbioma do que a própria presença do fungo patogênico, atuando como verdadeiros reguladores ecológicos da comunidade microbiana.

A infecção pelo fungo reduz a presença de genes associados ao crescimento vegetal e afeta processos importantes para a defesa natural das plantas. Por outro lado, os tratamentos com as bactérias Streptomyces virginiae e Pseudomonas inefficax restauraram essas funções, com aumento de genes associados à resistência a condições de estresse e à produção de substâncias envolvidas na proteção das plantas.

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Para Mendes, coordenador do estudo, essa abordagem pode contribuir para o desenvolvimento de inoculantes biológicos mais eficientes e sustentáveis, reduzindo a dependência de fungicidas químicos e fortalecendo sistemas agrícolas mais resilientes.

O artigo Bacterial inoculation drives microbiome-mediated resistance to a soil-borne pathogen in wheat é assinado por Caroline Nishisaka (Cena-USP), Hélio Quevedo (bolsista da Embrapa Meio Ambiente), Thierry Pellegrinetti (Cena-USP), Fernanda Godoy (USP), Maike Rossmann (Cena-USP), Lucas Mendes (Cena-USP) e Rodrigo Mendes (Embrapa Meio Ambiente) e foi publicado na revista npj Biofilms and Microbiomes, do grupo Nature.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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