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6 de junho de 2026

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Frente fria deve levar chuva ao Rio Grande do Sul na próxima semana

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A passagem de uma frente fria deve trazer de volta as chuvas ao Rio Grande do Sul na próxima semana, segundo o Boletim Integrado Agrometeorológico nº 23/2026, divulgado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). O material foi elaborado em parceria com a Associação Rio-grandense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS-Ascar) e o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). A previsão indica instabilidade em praticamente todo o estado entre domingo (7) e terça-feira (9).

De acordo com o boletim, até sábado (6), o tempo ainda deve permanecer estável em praticamente todo o território gaúcho. Nesse período, não há previsão de chuva significativa na maior parte das regiões, enquanto as temperaturas tendem a subir.

A mudança no padrão climático é esperada entre domingo (7) e terça-feira (9), com o deslocamento de um sistema de baixa pressão que, depois, deve evoluir para uma frente fria. Esse avanço deve provocar chuva em praticamente todas as regiões do Rio Grande do Sul.

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Os acumulados previstos ao longo da semana variam entre 0 milímetro e 50 milímetros, conforme a região. O boletim aponta ainda que pontos isolados da metade sul podem superar esse volume.

Para quarta-feira (10), a tendência é de afastamento gradual do sistema. Com isso, a influência sobre o estado deve diminuir, sem previsão de chuva significativa, e as temperaturas devem apresentar leve declínio.

A informação tem relevância para o setor agropecuário porque chuva, temperatura e distribuição regional das precipitações são fatores diretamente ligados ao manejo no campo. Nesta divulgação, porém, o boletim apresentado não detalha efeitos específicos por cultura ou por sistema de criação animal.

Segundo a Seapi, o boletim agrometeorológico é publicado semanalmente e atualiza a situação de diferentes culturas e criações no estado.

No cenário indicado até o momento, a principal sinalização técnica é o retorno da instabilidade ao Rio Grande do Sul entre o início e a metade da próxima semana. Como o boletim divulgado não apresenta, neste recorte, impactos produtivos por atividade, o acompanhamento das próximas atualizações será necessário para avaliar efeitos mais específicos no campo.

Fonte: agricultura.rs.gov.br

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Radar Rural: agro salva o PIB, leite bate recorde e El Niño acende alerta

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Radar Rural analisa o desempenho do agro na economia, os riscos climáticos, o avanço da produção de leite e o futuro da irrigação no Brasil

O agronegócio voltou a ser um dos principais motores da economia brasileira no primeiro trimestre de 2026. Dados divulgados pelo IBGE mostram que o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu 1,1% no período, enquanto o setor agropecuário avançou 2%, impulsionado principalmente pela colheita da safra de soja.

O tema foi um dos destaques do novo episódio do Radar Rural, que também abordou as previsões para um possível El Niño de forte intensidade, os recordes da pecuária leiteira e o potencial de expansão da irrigação no Brasil.

Assista ao episódio completo:

Apesar da contribuição expressiva para a economia, especialistas alertam que a alta produtividade não tem se traduzido necessariamente em maior rentabilidade para o produtor rural. Juros elevados, custos de produção pressionados e fatores geopolíticos que impactam insumos como fertilizantes e diesel continuam desafiando o setor.

El Niño exige atenção, mas sem alarmismo

Outro assunto que ganhou espaço no programa foi a possibilidade de um evento de El Niño mais intenso nos próximos meses.

Embora o termo “super El Niño” tenha ganhado força nas redes sociais e em parte da imprensa, especialistas ressaltam que a classificação oficial utilizada por órgãos meteorológicos, como a agência norte-americana NOAA, considera eventos fortes ou muito fortes.

As projeções indicam aumento das chuvas na região Sul, o que pode trazer novos desafios para a próxima safra de verão, especialmente no Rio Grande do Sul, estado que acumula perdas em ciclos recentes.

A recomendação é que produtores acompanhem previsões baseadas em dados técnicos e atualizações frequentes dos modelos climáticos, evitando decisões fundamentadas em especulações ou projeções de longo prazo.

Além do volume de precipitação, especialistas destacam que a distribuição das chuvas é um fator decisivo para o desempenho das lavouras. Eventos concentrados, conhecidos no campo como “chuvas de balde”, podem causar encharcamento e prejuízos ao desenvolvimento das culturas.

Produção de leite alcança novos recordes

O programa também destacou o avanço da pecuária leiteira brasileira. Segundo dados do IBGE, a produção nacional atingiu cerca de 27 bilhões de litros em 2025, crescimento de 8,5% em relação ao ano anterior.

Um levantamento apresentado durante encontro que reuniu os maiores produtores do país mostrou que as duas propriedades líderes do ranking já superam a marca de 100 mil litros de leite por dia.

Ao mesmo tempo, o setor enfrenta desafios relacionados aos custos de produção e às importações de leite em pó, principalmente da Argentina e do Uruguai. Entidades ligadas à cadeia produtiva defendem medidas de proteção comercial para reduzir os impactos sobre os produtores brasileiros.

Especialistas avaliam que a tecnologia e a gestão serão cada vez mais determinantes para a permanência dos produtores na atividade. Casos de propriedades que multiplicaram a produção após investimentos em manejo, genética e eficiência operacional foram apresentados como exemplos do potencial de crescimento do setor.

Irrigação pode transformar o agro brasileiro

A expansão da irrigação apareceu como uma das principais apostas para aumentar a estabilidade produtiva das lavouras nos próximos anos.

Segundo especialistas ouvidos pelo Canal Rural, o Brasil tem potencial para se tornar o maior mercado de irrigação do mundo em um horizonte de 10 a 15 anos.

Atualmente, o país possui pouco mais de 35 mil pivôs centrais instalados. Para efeito de comparação, apenas o estado de Nebraska, nos Estados Unidos, concentra cerca de 75 mil equipamentos.

Dados atualizados do setor indicam que o Brasil já ultrapassou 11 milhões de hectares irrigados, superando antes do previsto uma marca que, segundo projeções anteriores, só seria alcançada em 2030.

As estimativas apontam que a área irrigada pode chegar a 55 milhões de hectares no futuro. Entre os desafios para alcançar esse potencial estão o alto custo de implantação dos sistemas, questões regulatórias relacionadas ao uso da água, limitações na infraestrutura energética e a necessidade de ampliar a cultura de prevenção climática no campo.

Para especialistas, a irrigação tende a ganhar importância à medida que eventos climáticos extremos se tornam mais frequentes, oferecendo maior segurança produtiva ao agricultor brasileiro.

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Boi gordo registra negócios acima da referência após feriado

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O mercado físico do boi gordo retomou os negócios após o feriado com negociações ocorrendo acima da referência média em diversas regiões do país. De acordo com a consultoria Safras & Mercado, os frigoríficos ainda enfrentam dificuldades para compor suas escalas de abate, movimento observado de forma generalizada, que tem contribuído para a sustentação dos preços da arroba.

Mercado externo

No mercado externo, as exportações brasileiras seguem em ritmo acelerado. As semanas que antecedem o preenchimento da cota chinesa têm sido marcadas por forte volume de embarques. A expectativa é de que as indústrias ajustem suas estratégias comerciais quando a China emitir o alerta de que 80% da cota brasileira foi utilizada.

Além da demanda chinesa, os Estados Unidos continuam apresentando forte interesse pela carne bovina. O mercado acompanha com atenção as preocupações sanitárias relacionadas ao primeiro caso de parasita da mosca-da-berne registrado no país em décadas. Diante desse cenário, o mercado futuro norte-americano acumula dois pregões consecutivos de alta, refletindo os possíveis impactos da questão sanitária sobre a oferta de carne.

Atacado

No atacado, os preços voltaram a subir ao longo da primeira semana de junho. O movimento é atribuído à boa reposição entre atacado e varejo durante a primeira quinzena do mês. Também contribui para o cenário positivo a expectativa de aumento do consumo em função dos jogos da seleção brasileira, especialmente nas vésperas das partidas.

Apesar da melhora da demanda, a carne bovina segue perdendo competitividade frente a proteínas concorrentes, principalmente a carne de frango. O quarto traseiro permanece cotado a R$ 27,00 por quilo. O quarto dianteiro avançou para R$ 21,70 por quilo, alta de R$ 0,20, enquanto a ponta de agulha foi precificada em R$ 19,70 por quilo, também com valorização de R$ 0,20.

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Café: exportações caem em maio na comparação com o mesmo mês de 2025

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Foto: Pixabay

A exportação brasileira de café apresentou retração em maio de 2026. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), os embarques totais de café verde e solúvel somaram aproximadamente 2,760 milhões de sacas de 60 quilos no período, volume 8,4% inferior ao registrado em maio de 2025, quando foram exportadas 3,004 milhões de sacas.

Em receita cambial, o desempenho também foi menor. As exportações renderam US$ 1,022 bilhão em maio deste ano, contra US$ 1,343 bilhão no mesmo mês do ano passado, representando uma queda de 24%.

No acumulado dos cinco primeiros meses de 2026, o Brasil exportou cerca de 13,433 milhões de sacas de café, volume 21% abaixo das 17,052 milhões de sacas embarcadas no mesmo período de 2025.

A receita obtida com as exportações entre janeiro e maio também registrou retração. O valor arrecadado somou US$ 5,527 bilhões, frente aos US$ 6,801 bilhões obtidos nos primeiros cinco meses do ano passado, o que representa uma redução de 19%.

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