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9 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Ceema/Unijuí: Primeira semana de junho é marcada por forte recuo nas cotações da soja em Chicago – MAIS SOJA

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As cotações da soja, em Chicago, despencaram nesta primeira semana de junho. O bushel da oleaginosa, para o primeiro mês cotado, fechou a quinta-feira (04) em US$ 11,28, a mais baixa cotação desde o dia 11/02/2026. Uma semana antes o bushel esteve cotado em US$ 11,94, ou seja, em cinco dias úteis o valor da soja, naquela bolsa, recuou 5,5%. A notar igualmente o forte recuo do farelo, que veio a US$ 313,50/tonelada curta no dia 04/06, contra US$ 334,10 uma semana antes (-6,2%).

O próprio óleo de soja, mesmo com a continuidade do conflito no Oriente Médio, após bater em um recorde para o presente ano, ao atingir 79,09 centavos de dólar por librapeso, no  dia 1º de junho, recuou para 76,41 três dias depois (-3,4%). Lembrando que a média de maio ficou em US$ 11,94/bushel, para o grão, com aumento de 2,3% sobre a média de abril. Para comparação, em maio/25 a média havia sido de US$ 10,51/bushel.

Dito isso, até o dia 31/05 os produtores estadunidenses de soja haviam semeado 87% da área prevista, contra 80% na média histórica. Do total semeado, 65% haviam germinado, contra 57% na média histórica para a data. Por outro lado, 66% das lavouras estavam entre boas a excelentes. É exatamente este bom avanço do plantio, somado à qualidade das atuais lavouras e a continuidade do clima favorável nos EUA que levou as cotações ao forte recuo na semana.

Isso confirma que o mercado estava altamente especulativo, tentando usar os efeitos da guerra no Oriente Médio para sustentar cotações elevadas, contrariando os fundamentos do mercado. Ora, isso sempre tem um limite e parece que o mesmo chegou. Porém, não se pode ignorar que a guerra continua mantendo o petróleo em níveis de preço elevados, o que sustenta os preços do óleo de soja, os quais seguram os preços do grão, embora nesta semana tenha havido um forte ajuste para baixo nos mesmos.

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Por sua vez, na semana encerrada em 28/05 os EUA exportaram 277.000 toneladas de soja, tendo a China como principal compradora. Aliás, rumores de que a China possa não cumprir com a importação dos volumes acertados na última reunião com os EUA, devido a um novo tarifaço de Trump, ajudou a derrubar a cotação da soja na semana.

Vale ainda destacar que no dia 30/06 teremos o relatório que indicará a área efetiva semeada com soja nos EUA. O mesmo deverá confirmar um aumento percentual já apontado na intenção de plantio no final de março.

E no Brasil, diante da forte queda em Chicago e um câmbio que pouco oscilou, ficando ao redor de R$ 5,06 durante a semana, os preços da soja voltaram a recuar. As principais praças gaúchas registraram R$ 113,00/saco, enquanto no restante do país o produto oscilou entre R$ 101,00 e R$ 115,00/saco.

Os negócios continuam muito travados, com prêmios pressionados para baixo, o que ajuda a manter os preços em baixa. Os produtores seguram ao máximo o produto, esperando por preços melhores futuramente, o que está longe de ser uma certeza diante do atual quadro de mercado. Mas, não se pode esquecer que o mercado do clima ainda irá pesar por um bom tempo sobre Chicago, pois a colheita nos EUA somente começa de forma intensa em outubro.

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

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1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).


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FONTE

Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ

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Site: Ceema/Unijuí

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Sustentabilidade

Fim do vazio sanitário se aproxima e produtor de MS se prepara para nova safra – MAIS SOJA

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O vazio sanitário da soja entra na reta final em Mato Grosso do Sul. Iniciado em 15 de junho, o período segue até 15 de setembro e tem como objetivo reduzir a sobrevivência e a multiplicação do fungo causador da ferrugem-asiática, uma das principais doenças que afetam a cultura da soja.

Durante o vazio sanitário, não é permitida a manutenção de plantas vivas de soja nas propriedades, incluindo as chamadas plantas voluntárias, conhecidas como guaxas ou tigueras. A eliminação dessas plantas é fundamental para interromper o ciclo do fungo e reduzir a pressão da doença sobre a próxima safra.

Com o fim do período se aproximando, a atenção do produtor se volta também para o planejamento da safra 2026/2027. Em Mato Grosso do Sul, a semeadura da soja está autorizada a partir de 16 de setembro, e segue até 31 de dezembro.

Para o analista técnico da Aprosoja/MS, Lucas Santana, os últimos dias antes da semeadura são importantes para revisar as condições das áreas e organizar as operações.

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“Com a aproximação do fim do vazio sanitário, o produtor entra em uma fase importante de preparação para a nova safra. É o momento de avaliar as condições do solo, conferir os resultados das análises e planejar a adubação de acordo com a necessidade de cada área. Também é importante verificar a qualidade e a procedência dos fertilizantes que serão utilizados. Esse planejamento antecipado permite corrigir possíveis limitações, organizar a compra dos insumos e entrar no plantio com uma estratégia mais adequada para cada talhão”, orienta.

O diretor da Aprosoja/MS e produtor rural em São Gabriel do Oeste, Sérgio Marcon, relata que a programação começa após a distribuição dos fertilizantes e a entrada com a dessecação.  “A gente espera a normalização das chuvas, porque nós até podemos plantar, mas se não tiver uma boa perspectiva de chuvas no decorrer, a gente retarda um pouquinho para iniciar com tranquilidade, sem botar em risco a semente e os tratos culturais que a gente faz com antecedência. Mas é um ano diferente, vieram chuvas, teoricamente em data boa”, reflete.

Manejo começa antes da semeadura

Para o vice-presidente da Aprosoja/MS e produtor rural no sul do Estado, Andre Dobashi,  além da preparação do solo e dos insumos, o produtor deve manter atenção às condições fitossanitárias da propriedade.  “Há algumas coisas que eu acho extremamente importantes deixar claro para o produtor. Em primeiro lugar, o vazio sanitário, quando ele começa lá em 15 de junho, a gente já tem que ter as plantas voluntárias de soja há muito tempo. Isso porque, quando você finaliza a colheita, né — e vamos falar aqui uma máquina, uma colheitadeira bem regulada, ela deve perder em torno de 20, 25 quilos de soja por hectare, né, um pouco menos de meio saco por hectare é uma perda tolerável de soja —, se a gente pensar que a gente tá deixando 25 quilos de grãos de soja espalhados no campo, é uma quantidade muito grande de plantas de soja que vão emergir e que a gente precisa controlá-las, né? Quando essas plantas emergem ali, então, ao final da colheita — vamos falar uma colheita que se deu ali em fevereiro, março —, elas, no final de março, já estão emergindo. E essa é justamente a melhor hora de controlar essas plantas de soja, porque elas estão com um residual de umidade alto, ainda tá quente, o herbicida ainda vai fazer um efeito muito rápido, com uma dose baixa você consegue controlar essas plantas daninhas no campo”, orienta.

O  manejo da ferrugem-asiática continua sendo uma preocupação ao longo de todo o ciclo da cultura. O cumprimento do vazio sanitário é uma das estratégias utilizadas para reduzir a quantidade de inóculo do fungo no ambiente. A interrupção do ciclo da soja durante a entressafra contribui para retardar o aparecimento da doença e pode favorecer o manejo durante a safra.

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A recomendação é que o produtor utilize esse período de transição para revisar máquinas e equipamentos, organizar a aquisição dos insumos, avaliar as condições do solo e planejar as operações de plantio e manejo da lavoura.

“Com a proximidade do plantio, o produtor também deve estar atento às operações de dessecação pré-plantio, principalmente nas áreas que vêm da colheita do milho segunda safra. A buva, do gênero Conyza, tem ganhado destaque e exige atenção no manejo. O ideal é fazer o monitoramento antecipado da área e realizar o controle das plantas daninhas antes da semeadura, considerando as espécies presentes, o estádio de desenvolvimento e as características de cada talhão. Entrar com a área limpa no plantio é fundamental para evitar a competição com a soja desde o início da cultura”, relata Lucas.

Clima

A previsão climática para Mato Grosso do Sul no trimestre de setembro a novembro indica chuvas próximas ou acima da média, mas com possibilidade de irregularidade na distribuição das precipitações, principalmente no início do período de transição entre a estação seca e a chuvosa.

Ao mesmo tempo, os modelos apontam para temperaturas acima da média e risco de períodos de calor intenso e ondas de calor. A previsão do Cemtec/Semadesc também indica a permanência do El Niño, que pode influenciar as condições climáticas no Estado.

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Para o produtor, o cenário reforça a importância de acompanhar a evolução das chuvas e das temperaturas durante o plantio. A própria previsão destaca que, apesar da tendência de maior volume de chuva no trimestre, a distribuição ao longo do período pode ser irregular.

Expectativa de Produtividade

De acordo com estimativa do Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc, a expectativa de produtividade para a primeira safra 2026/2027 é de 52,4 sacas por hectare, uma redução de 13,2% em relação à safra anterior.

Fonte: Aprosoja/MS



FONTE
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Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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Sustentabilidade

Oeste da Bahia será o próximo destino da maior expedição de tratores do mundo – MAIS SOJA

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Foto de capa: Assessoria

A Valtra, marca reconhecida por sua inovação e por soluções voltadas ao produtor rural, anunciou o destino da 5ª edição do projeto Viajando com V de Valtra, que acontece entre os dias 18 e 20 de setembro de 2026. A expedição desembarcará no Oeste da Bahia, região reconhecida globalmente como uma das principais fronteiras agrícolas do país e referência em índices de produtividade em culturas como algodão, soja e banana, além do uso intensivo de tecnologia. Realizada em parceria com a concessionária NOSSA, uma das representantes da Valtra na Bahia, a edição Caminhos do Oeste Baiano reunirá 14 tratores em um percurso de 206 quilômetros por uma das áreas mais dinâmicas do agronegócio brasileiro, na região de influência de Luís Eduardo Magalhães, em um trajeto que liga os municípios de Correntina e Bom Jesus da Lapa.

Com mais de 2,2 milhões de hectares cultivados com soja, o Oeste da Bahia responde pela maior parte da produção de grãos do Estado e figura entre os principais motores do agronegócio nacional. O elevado nível de mecanização, a ampla adoção da agricultura de precisão, o uso intensivo de irrigação e as condições favoráveis de solo e clima transformaram a região em referência de produtividade e sustentabilidade.

O analista de mercado agrícola Carlos Cogo destaca a Bahia como um dos estados com maior potencial de crescimento dentro da região do Matopiba (polo produtivo formado pelos Estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), impulsionada pela incorporação de tecnologia, correção de solos, agricultura de precisão e profissionalização da gestão das propriedades.

Vale destacar que na safra 2025/26, o Oeste da Bahia registrou um recorde histórico ao alcançar produtividade média de 71 sacas de soja por hectare, uma das mais altas do País. Além da soja, o milho apresenta rendimentos expressivos, com médias superiores a 180 sacas por hectare. O desempenho reafirma a região como a locomotiva econômica da Bahia, liderando não apenas em volume de produção, mas também em eficiência por área cultivada. “O Oeste da Bahia foi escolhido por ser uma referência nacional em agricultura de precisão, produtividade e inovação. É o cenário ideal para demonstrar como a Valtra se traduz em mais eficiência, tecnologia, rentabilidade e sustentabilidade para o produtor”, destaca Claudio Esteves, diretor de vendas da Valtra.

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Viajando com V de Valtra

O Viajando com V de Valtra é a maior expedição de tratores do mundo a cruzar as principais regiões produtoras do Brasil. O evento reúne agricultores, comunicadores e admiradores da marca para uma imersão no dia a dia do campo. O comboio é formado por tratores de diversas gerações e tecnologias, desde os modelos clássicos da Valmet até os mais modernos equipamentos da Valtra. O propósito é valorizar o agronegócio nacional, destacando a cultura regional, a história, as paisagens e a riqueza dos diferentes biomas brasileiros. Nesta edição, os tratores irão cruzar estradas, rios, fazendas e paisagens que retratam a força do agro no Oeste baiano.

O roteiro, com 206 quilômetros de extensão, será percorrido por estradas vicinais e caminhos de terra, passando por áreas de cultivo de algodão e soja, além de regiões dedicadas à pecuária e à fruticultura. A jornada de três dias parte do município de Correntina (região das Sete Ilhas) e passa pela cidade de Santa Maria da Vitória e por pequenos vilarejos, com parada especial na Fazenda Busato, referência em produtividade e tecnologia no agronegócio brasileiro e pioneira na adoção da irrigação por pivô central para a cultura do algodão na região. O encerramento acontece com a travessia da imponente Ponte Gercino Coelho, sobre o Rio São Francisco, finalizando a expedição no tradicional Santuário do Bom Jesus da Lapa.

Nos anos anteriores, as edições do Viajando com V de Valtra percorreram trajetos históricos e simbólicos para o agronegócio brasileiro. Em 2022, a caravana cruzou parte do Caminho da Fé, rumo ao Santuário Nacional de Aparecida. Já em 2023, a jornada aconteceu nos Caminhos de Caravaggio, no Rio Grande do Sul. Em 2024, o percurso foi pela Estrada Real, em Minas Gerais, e, em 2025, a caravana, com dezenas de tratores, percorreu os Caminhos dos Engenhos, em Pernambuco.

Valtra

A linha de produtos Valtra inclui tratores de 57 a 425 cavalos, colheitadeiras, plantadeiras e pulverizadores. No Brasil desde 1960, foi a primeira empresa do setor a se instalar no País. A Valtra conta hoje com uma rede de mais de 220 pontos de venda e assistência técnica na América Latina, dos quais 156 estão no Brasil. A Valtra é uma das principais marcas pertencentes ao grupo AGCO. Para saber mais sobre a Valtra: visite o site.

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Sobre a AGCO

A AGCO (NYSE: AGCO) é líder global em máquinas agrícolas e tecnologias de agricultura de precisão. Guiada por uma estratégia que prioriza o agricultor, a AGCO entrega valor por meio de suas marcas líderes e diferenciadas, como Fendt™, Massey Ferguson™, PTx™ e Valtra™. Seus equipamentos de alto desempenho e soluções inteligentes para o campo — incluindo tecnologias de retrofit independentes de marca e ofertas autônomas — capacitam os produtores a aumentar a produtividade, enquanto alimentam o mundo de forma sustentável. Para mais informações, visite www.agcocorp.com.

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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Sustentabilidade

Trigo fecha em alta em Chicago com falta de avanços nas negociações de paz – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta terça-feira (8) em alta. A falta de avanços nas negociações para encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia deu suporte adicional às cotações, enquanto o dólar mais fraco também favoreceu o cereal.

Os enviados de paz dos Estados Unidos Jared Kushner e Steve Witkoff se reuniram com o presidente russo, Vladimir Putin, em Moscou, e com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, em Kiev, no fim de semana. Os encontros, porém, não resultaram em avanços para o fim do conflito, mantendo as preocupações com os embarques de grãos pelo Mar Negro.

Nesta terça-feira, Zelenskiy afirmou que os negociadores de paz dos Estados Unidos apresentaram algumas propostas durante as conversas. Apesar disso, os esforços diplomáticos não resultaram em um avanço que permitisse a retomada em maior escala das exportações de grãos russas e ucranianas.

Os ataques entre Rússia e Ucrânia contra portos e embarcações de ambos os países levaram as exportações pelo Mar Negro a uma situação de quase paralisação, levando compradores a buscar outras origens. As interrupções fizeram importadores asiáticos adquirirem pelo menos 500 mil toneladas de trigo da Austrália e da Argentina em negócios recentes, segundo fontes citadas pela Reuters.

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Os agentes também direcionam as atenções para o próximo relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para sexta-feira (11), que deverá trazer novas estimativas para a produção norte-americana. O mercado acompanha os impactos do clima quente e seco e da baixa precipitação sobre as lavouras dos Estados Unidos ao longo do verão.

As inspeções de exportação norte-americanas de trigo chegaram a 342.733 toneladas na semana encerrada em 3 de setembro, conforme relatório semanal divulgado pelo USDA. Na semana anterior, as inspeções haviam atingido 431.977 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 429.116 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de junho de 2026, as inspeções somam 5.130.290 toneladas, contra 7.100.413 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

Na Ucrânia, a colheita de trigo de 2026 está praticamente concluída, com produção de 24,91 milhões de toneladas e produtividade média de 4,94 toneladas por hectare, segundo o Ministério da Agricultura do país.

Os contratos com entrega em dezembro fecharam cotados a US$ 7,47 por bushel, com alta de 13,00 centavos de dólar, ou 1,77%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em março encerraram a US$ 7,61 1/2 por bushel, com avanço de 12,25 centavos de dólar, ou 1,63%.

Fonte: Agência Safras

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FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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