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1 de junho de 2026

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Brasil tende a ser o maior mercado de irrigação do mundo, mas ainda enfrenta 3 desafios

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Foto: Wenderson Araujo/CNA

A agricultura brasileira possui cerca de 11 milhões de hectares irrigados, mas o potencial é de quintuplicar essa área, chegando a 55 milhões de hectares, conforme análise da Rede Nacional da Agricultura Irrigada (Renai).

Os números atualizam o último levantamento do Atlas de Irrigação da Agência Nacional de Águas (ANA), publicado em 2021 e que projetava que o país atingiria 10 milhões de hectares apenas em 2030.

Tal expansão antecipada tende a transformar o país em líder global de mercado nos próximos dez anos. A aposta é do CEO da Lindsay no Brasil, Claudio Lima. A empresa que comercializa em todos os continentes já enxerga o país como o seu principal polo de vendas do mundo em um futuro não tão distante por conta da ainda pequena quantidade de propriedades com pivôs e demais sistemas de irrigação de Norte a Sul.

“No estado do Paraná, por exemplo, grande produtor de soja, apenas 0,2% das lavouras são irrigadas. Já em Mato Grosso, líder do agronegócio nacional, esse percentual é de somente 2%, então existem possibilidades de enorme crescimento. A irrigação no Brasil ainda está engatinhando, mas certamente será a maior do mundo, algo que também ouvimos dos nossos concorrentes”, destaca.

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Segundo ele, estudos da empresa mostram que o Brasil conta com, aproximadamente, 35 mil pivôs instalados, sendo que apenas no estado de Nebraska, nos Estados Unidos, berço da Lindsay e o terceiro maior produtor de milho daquele país, existem em torno de 75 mil.

Lima ressalta que, por enquanto, a principal operação da empresa é justamente o mercado norte-americano, responsável por cerca de 50% das receitas da companhia no globo. “Mas logo após os Estados Unidos, o Brasil já é a nossa operação internacional mais relevante.”

Já o conselheiro da Renai e pesquisador da Embrapa Cerrados, Lineu Neiva Rodrigues, ressalta que o motivo da disparidade entre o Brasil e as demais potências agrícolas quando o assunto é índice de irrigação reside no fato de, historicamente, a necessidade nunca ter sido tão premente quanto agora.

“Nossa produção em sistema de sequeiro costumava produzir bem em comparação com outros países, mas agora os sinais mostram que o clima está ficando mais incerto e a produção, mais instável. Diante desse contexto, a irrigação se torna o melhor ansiolítico para o produtor”, considera.

Aquecimento do mercado

É justamente a necessidade por mais estabilidade produtiva que tem levado ao aquecimento do mercado. O executivo da Lindsay conta que a rede de 22 distribuidores da companhia no Brasil nunca experimentou volume tão grande de procura em seus 24 anos de atuação no país.

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“É certamente o período com o maior número de emissão de propostas para os clientes. Estamos, inclusive, enfrentando problemas com a falta de mão de obra porque o pivô não é um produto de prateleira, é um projeto que exige levantamento topográfico, licença ambiental, outorgas de águas”, declara.

De acordo com Lima, a empresa notou durante a 31ª Agrishow, que aconteceu entre 27 de abril e 1 de maio, que haviam mais visitantes interessados em tecnologias de irrigação. “Percebemos que os produtores que nos procuraram durante a feira estavam realmente entusiasmados, fazendo cálculos e buscando opções de crédito. Os agricultores que precisam semear em setembro ou outubro e estavam aguardando por uma redução da Selic não podem esperar mais, afinal, um projeto de irrigação precisa de tempo para a elaboração e instalação.”

Os números mostram que o setor vem, realmente, tendo desempenho superior ao de outros segmentos da indústria de máquinas, ou, melhor dizendo, “menos piores”. A Câmara Setorial de Equipamentos de Irrigação da Abimaq aponta que a venda de pivôs teve retração de aproximadamente 8% ao longo de 2025, enquanto outras áreas experimentaram queda de até 15%.

Na média do mercado, Lima conta que um grande pivô com cerca de 900 metros de vão e capaz de cobrir áreas de até 350 hectares, como os utilizados em Mato Grosso e na Bahia, o custo para o produtor gira em torno de R$ 22 mil reais por hectare. “Quanto maior a máquina e maior a área irrigada, menor o investimento em infraestrutura porque se dilui o custo da captação da água e da energia”, aponta.

Crescimento ano a ano

Rodrigues conta que levantamentos da Renai apontam que, atualmente, a média de incremento de área irrigada no Brasil gira entre 200 mil e 300 mil hectares ao ano.

“Uma boa margem seria de 400 mil hectares anuais, o que é possível em um futuro próximo. No entanto, acredito que a taxa de crescimento desse setor deve ser ditada não pelo mercado, mas pela sociedade porque é ela que precisa dizer o quanto de alimento precisamos”, considera.

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Relatório de 2013 da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) já mostrava que a produção global de alimentos precisará crescer ao menos 70% até 2050 para garantir a segurança alimentar de uma população mundial projetada em cerca de 10 bilhões de habitantes.

“Hoje em dia já existem estudos que apontam que precisaremos aumentar a produção em 100%, ou seja, dobrar a quantidade de alimentos disponíveis. Apenas a irrigação nos permitirá alcançar essa marca de forma sustentável. Do contrário, só desmatando ou recuperando áreas degradadas, sendo que essa última alternativa, mesmo sendo ambientalmente correta, não garante estabilidade produtiva porque, de qualquer forma, o problema central é a falta de regularidade da chuva”, constata.

Rodrigues também salienta que cerca de 20% da área agrícola mundial é irrigada, sendo responsável por, aproximadamente, 40% dos alimentos consumidos em todo o globo.

Especificamente no Brasil, além da questão do crédito caro e dos juros altos, o especialista detalha que a estabilidade energética em regiões produtivas mais remotas e a legislação que dificulta a criação de barragens suficientes para o armazenamento de água são os principais empecilhos.

“No Brasil, temos medo de transportar água, sendo que é algo comum porque não é possível desenvolver uma região sem ela”, declara.

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O pesquisador cita o caso do Vale de San Joaquin, na Califórnia, importante produtor de frutas, nozes, laticínios e vegetais dos Estados Unidos, como exemplo. Trata-se de uma extensa área plana de pântanos drenados e pradarias cultivadas no leste do estado, sendo considerada uma das regiões agrícolas mais produtivas do mundo, mas cujos poços também enfrentam períodos de seca. “Aquela região só existe porque transportaram água para lá. No Brasil, a transposição do [Rio] São Francisco deu muito trabalho, uma burocracia que se arrastou por décadas”, pontua.

De acordo com ele, a lei 9.433/1997, a Lei das Águas, peca em não enxergar o valor econômico e fonte de melhoria de vida das pessoas. “A nossa outorga é muito restritiva, a lei nos permite usar muito pouca água, um fator que dificulta bastante o crescimento de nossa agricultura irrigada.”

Por fim, Rodrigues acredita que há uma questão cultural que precisa ser remediada para que o país avance no setor. “O agricultor precisa olhar os sinais trazidos pelas mudanças climáticas, mas ele costuma demorar para perceber isso, para entender que as secas estão aumentando e ele está enfrentando mais problemas de quebra de safra. Toda vez que há uma grande quebra, o interesse pela irrigação aumenta, mas nessa hora já é tarde. É preciso planejar. O produtor está sempre atento, mas é muito reativo, enquanto precisa ser preventivo”.

Entretanto, o especialista acredita que à medida que o país tenha mais segurança jurídica, a tendência é que o agricultor adote mais a irrigação por enxergar nela sua única saída para a tão sonhada estabilidade produtiva.

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Preços da ureia acumulam 25% de queda; o que isso significa para a próxima safra?

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Imagem gerada por IA para o Canal Rural

As cotações da ureia nos portos brasileiros já acumulam uma queda de aproximadamente 25% nas últimas seis semanas, conforme análise da StoneX divulgada nesta segunda-feira (1º). A ureia é o fertilizante é o mais utilizado no mundo, essencial para culturas como o milho e a cana-de-açúcar.

Tomás Pernías, analista de inteligência de mercado da consultoria, explica que apesar do viés de baixa, os preços da ureia seguem elevados, o que acaba limitando a atividade comercial.

“Com as relações de troca pouco atrativas, os compradores estão cautelosos”, diz. A principal razão para esse cenário, de acordo com o analista, é a restrição logística causada pela paralisação no Estreito de Ormuz. Nesse contexto, a oferta global de nitrogenados como ureia, amônia e enxofre acaba limitado.

Vale ressaltar que o Oriente Médio engloba alguns dos maiores exportadores de ureia e amônia do mundo, como é o caso do Irã. O país foi alvo de uma operação conjunta entre Estados Unidos e Israel no final de fevereiro e controla o fluxo marítimo da região. Desde o início do conflito, a navegação no Estreito de Ormuz segue incerto.

O papel da Índia no mercado

A queda nos preços da ureia, segundo o analista da StoneX, também reflete a percepção de enfraquecimento da demanda global. Nem mesmo a nova licitação da Índia, tradicionalmente vista pelo mercado como um fator de sustentação para as cotações, foi suficiente para interromper o movimento de baixa.

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“O resultado reforça a leitura de que a demanda internacional segue fragilizada”, afirma Pernías.

Impacto da queda na próxima safra

O Brasil importa cerca de 85% a 90% dos fertilizantes que consome. Essa queda consecutiva é, em teoria, uma boa notícia para o produtor brasileiro que está planejando a próxima safra, pois reduz o custo de produção.

No entanto, o mercado segue travado porque os agricultores estão esperando novas desvalorizações antes de fechar as compras, na expectativa de identificar um piso para os preços.

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Junho chega e ‘abre as portas’ para o El Niño: mês será de frio, calor ou chuva?

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Foto: Pixabay

O mês de junho chega com a presença do El Niño e a manutenção da área de alta pressão, que nada mais é do que o ar polar atuando em grande parte do Centro-Sul do Brasil. Esse cenário mantém as temperaturas mais baixas, mas sem risco de geadas para as lavouras.

A ocorrência do El Niño não impede a atuação de massas de ar de origem polar. Embora as temperaturas possam ficar acima da média em alguns períodos, ainda haverá episódios de frio ao longo do mês.

As chuvas mais fortes devem se concentrar na região Norte, enquanto o tempo permanece aberto em grande parte do país. Nas próximas 24 horas, não há previsão de chuva, apenas pancadas mais leves no Norte, em áreas do Nordeste e em trechos da costa do Sudeste.

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7 a 11 de junho

O frio, sem potencial para causar prejuízos às lavouras, deve persistir até o dia 6. Entre os dias 7 e 11, no entanto, as temperaturas poderão cair de forma mais acentuada na Serra Catarinense, na Serra Gaúcha e no sul do Paraná, com registros abaixo dos 6°C.

O alerta é que, entre os dias 9 e 10, uma frente fria de maior intensidade deve avançar pelo país, levando umidade para a região Sul. Até lá, esse cenário não deve se concretizar. Na sequência, a umidade tende a avançar para áreas que necessitam de chuva, como as regiões produtoras de milho segunda safra.

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A previsão é considerada positiva para o setor agrícola, já que a chuva deve beneficiar áreas que precisam de reposição hídrica. Neste ano, os volumes de precipitação têm sido menos expressivos em diversas regiões produtoras, tornando esse retorno da umidade especialmente importante para o desenvolvimento das lavouras.

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União, liderança e sucessão: Fazenda Rosa fortalece o protagonismo feminino no agro

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Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

A presença feminina no agronegócio brasileiro foi o tema central do último dia da GreenFarm, realizada em Cuiabá. Inspirado pela trajetória da Fazenda Rosa e pelo avanço das mulheres no setor, o encontro reuniu produtoras rurais, empresárias, lideranças e especialistas para discutir os desafios e as oportunidades de quem vem ocupando cada vez mais espaço nas decisões do campo.

A programação abordou temas como liderança, sucessão familiar, gestão de propriedades, posicionamento no mercado e construção de legado. Os debates também destacaram a contribuição feminina para o desenvolvimento econômico e social do agronegócio.

A ampliação dessa participação pode ser observada em diferentes áreas da atividade agropecuária. Hoje, mulheres atuam como produtoras rurais, pecuaristas, médicas veterinárias, engenheiras agrônomas, empresárias e executivas, assumindo funções estratégicas dentro das propriedades e empresas ligadas ao setor.

Para a CEO da GreenFarm, Randala Lopes, a presença feminina já é uma realidade em diferentes etapas da produção e da gestão agropecuária. Segundo ela, as mulheres conquistaram espaço tanto na área técnica quanto na sucessão familiar e no comando de empresas. “Hoje elas estão à frente de muitas propriedades na sucessão familiar e de grandes empresas como CEO de grandes companhias ligadas ao agro”.

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Liderança que fortalece os negócios

A vereadora e primeira-dama de Cuiabá, Samantha Íris, destacou a capacidade das mulheres de atuar em diferentes funções dentro do setor, desde atividades que exigem atenção aos detalhes até aquelas consideradas mais desafiadoras fisicamente. “Ela pode trabalhar desde o detalhe até o trabalho pesado onde ela aguenta e faz isso de forma dedicada”.

fazenda rosa greenfarm foto pedro silvestre canal rural mato grosso
Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

Ao dedicar um dia inteiro de programação ao tema, a GreenFarm buscou colocar em evidência a influência da liderança feminina na condução dos negócios rurais e na construção de estratégias para o futuro do agro.

A presidente da Comissão Famato Mulher, Luciana Tomain, relatou ao Canal Rural Mato Grosso experiências observadas durante encontros promovidos com mulheres e famílias ligadas ao setor produtivo em diversas regiões de Mato Grosso. Ela frisou que a participação feminina na administração das propriedades tem contribuído para ampliar investimentos e abrir novas frentes de trabalho.

Conforme Luciana, a presença ativa da mulher na organização do negócio rural fortalece toda a estrutura familiar e produtiva. “Quando esse homem sente ali o apoio da mulher, da família, dos filhos, ele consegue também crescer o seu patrimônio”.

A presidente do Instituto Produz, Pamera Lima, avalia que a atuação feminina agrega equilíbrio e novas perspectivas à gestão das empresas rurais. Ela pontuou à reportagem que um dos desafios atuais é reduzir a insegurança que ainda afasta muitas mulheres dos espaços de liderança. “A presença da mulher dentro da empresa, dentro do campo, faz toda a diferença”.

União e protagonismo feminino

Durante os debates, um dos pontos mais destacados foi a importância da união entre as mulheres para ampliar a representatividade dentro do agronegócio.

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Randala Lopes afirmou que movimentos como a Fazenda Rosa ajudam a fortalecer conexões e criar oportunidades para que mais mulheres ocupem posições de destaque. “Juntas podemos crescer e podemos sim ocupar esse protagonismo, não queremos competição, queremos união”.

As discussões também abordaram temas como identidade, pertencimento e posicionamento feminino dentro do mercado agropecuário. A proposta foi mostrar que o crescimento da participação das mulheres vai além da ocupação de espaços e está relacionado à construção de ambientes mais colaborativos e sustentáveis.

Para a presidente do CAT Clube Amigos da Terra, de Sorriso, Márcia Becker Paiva, o trabalho coletivo é essencial para alcançar objetivos comuns. “Com a união de todas essas mulheres pensando em um bem comum e não no eu, com certeza nós vamos conseguir atingir o objetivo que nós queremos”.

A deputada federal Rúbia Fernanda Diniz Robson Santos de Siqueira reconheceu que ainda existem barreiras e situações difíceis enfrentadas pelas mulheres no setor, mas destacou características que têm impulsionado essa transformação. “As mulheres têm um diferencial, elas têm muita coragem e persistência daquilo que elas acreditam”, disse ao Canal Rural Mato Grosso.

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Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

Sucessão familiar e novos projetos

A programação também trouxe exemplos práticos de liderança feminina no agronegócio. A empresária Michelle Morais compartilhou sua trajetória à frente de um grupo familiar após a morte precoce do pai, fundador dos negócios.

Ela contou que assumiu a gestão ainda em processo de aprendizado, experiência que contribuiu para seu desenvolvimento profissional e pessoal. Para Michelle, a diversidade de gênero precisa permanecer na pauta das empresas, já que as mulheres contribuem com uma visão complementar para a tomada de decisões. “Hoje as mulheres não estão só ocupando espaço, elas estão de fato assumindo responsabilidades com muita verdade, autenticidade”.

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Além dos painéis e debates, o evento abriu espaço para iniciativas voltadas ao fortalecimento da rede feminina no agro. A programação contou com o lançamento de um livro e a apresentação de um circuito inspirado na trajetória da Fazenda Rosa.

A proposta é percorrer cidades-polo do agronegócio promovendo visitas técnicas, conexões profissionais, palestras e qualificação. Segundo Randala Lopes, a iniciativa busca aproximar mulheres de diferentes regiões e ampliar as oportunidades de desenvolvimento dentro do setor.

“Vamos estar em cidades polos do agronegócio, fazer visitas às propriedades rurais, fazer conexões técnicas, levar painéis, palestras e qualificação”.

Os projetos apresentados durante a GreenFarm também miram o mercado internacional. A intenção é fortalecer a participação feminina em ambientes globais de negócios e liderança.

De acordo com Pamera Lima, o Globe Women Meeting será uma plataforma de conexão entre mulheres de diferentes países para ampliar oportunidades e fortalecer a presença feminina em cargos estratégicos. “Nós vamos fortalecer o protagonismo da mulher no mercado internacional”, afirmou.

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