Featured
Polícia Civil invade fazenda a 60 km da cidade e resgata mulher monitorada por câmeras

Operação Libertas prendeu companheiro da vítima em flagrante por tortura psicológica e agressões no norte de MT
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta sexta-feira (29.5), a Operação Libertas, com o objetivo de resgatar uma vítima de violência doméstica e familiar que estava sendo mantida em situação de cárcere privado na zona rural do município de Guarantã do Norte.
O suspeito, companheiro da vítima, foi autuado em flagrante pelos crimes de lesão corporal praticada no contexto de violência doméstica, violência psicológica contra a mulher, cárcere privado e posse irregular de arma de fogo de uso restrito.
As investigações foram iniciadas após a Delegacia de Guarantã do Norte receber informações sobre uma mulher mantida em cárcere privado pelo companheiro. Ela também estava sendo impedida de deixar a residência.
Segundo informações, o casal mora em uma propriedade a cerca de 60 quilômetros da área urbana, com acesso por estrada de chão. A vítima só podia sair do local acompanhada do homem. O suspeito chegou a colocar câmeras de segurança na residência com o fim de monitorar a vítima, enquanto ele passava o dia fora trabalhando.
Conforme informações, além da restrição de sua liberdade, a vítima também vinha sofrendo agressões físicas, violência psicológica, humilhações e outras formas de violência no âmbito doméstico. Com base na denúncia, os policiais foram até o local, onde, durante a ação policial, a equipe localizou e apreendeu duas armas de fogo que estavam na posse do suspeito, reforçando a gravidade dos fatos investigados.
Diante dos elementos colhidos, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Guarantã do Norte, interrogado pelo delegado Mauro Apoitia e autuado em flagrante pelos crimes, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.
“A equipe de policiais continua firme no combate ao crime. Proteção da mulher é prioridade absoluta. Nenhuma vítima deve viver sob medo, ameaças ou privação de sua liberdade. Nossa missão é agir de forma rápida e firme para interromper ciclos de violência, responsabilizar os autores e garantir proteção às vítimas”, destacou o delegado.
Com Assessoria
Featured
MT assina financiamento de R$ 15 milhões para reconstrução do Shopping Popular em Cuiabá

O Governo de Mato Grosso assinou, nesta terça-feira (8), o contrato que prevê o financiamento de R$ 15 milhões para a reconstrução do Shopping Popular de Cuiabá. Os recursos serão disponibilizados por meio da Desenvolve MT, com verba do Fundo de Desenvolvimento Econômico (Fundes), e serão destinados à reconstrução da estrutura atingida por um incêndio em julho de 2024, além da aquisição de equipamentos e modernização do centro comercial.
A operação foi autorizada por meio do Projeto de Lei nº 481/2026, aprovado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso em abril deste ano. O financiamento estabelece condições específicas para viabilizar a retomada das atividades do empreendimento.
Para o governador Otaviano Pivetta, a reconstrução do empreendimento representa uma demanda relevante para os comerciantes que atuavam no local antes do incêndio.
“A tragédia que aconteceu aqui assustou a todos nós que moramos em Cuiabá e Várzea Grande, e gerou uma comoção geral. A iniciativa da Associação dos Lojistas e Camelôs do Shopping Popular, de buscar uma forma de reconstruir a estrutura, nos sensibilizou. Se é importante para os lojistas, é importante para o Estado também e, sendo importante para o Estado, buscamos uma maneira de viabilizar esse apoio”, afirmou.
O contrato prevê juros correspondentes ao IPCA mais 2% ao ano, com prazo de até dois anos de carência para começar a pagar, e até cinco anos para quitação do financiamento. Como garantia da operação, está prevista a cessão de receitas da Associação dos Lojistas e Camelôs do Shopping Popular, incluindo as taxas condominiais pagas pelos comerciantes.
O presidente da Associação dos Lojistas e Camelôs do Shopping Popular, Misael Oliveira Galvão, destacou a importância do financiamento para a reconstrução do empreendimento.
“Hoje o Shopping Popular gera mais de 10 mil empregos e está se tornando uma referência por renascer das cinzas. Pela primeira vez na história, uma associação de pequenos empresários, camelôs, vai conseguir uma linha de crédito para a reconstrução do Shopping Popular”, disse.
Conforme estabelecido na legislação, os recursos poderão ser utilizados exclusivamente na reconstrução da infraestrutura, na aquisição de equipamentos e na modernização do centro comercial. A liberação será feita de forma gradual, de acordo com o avanço das obras, com os pagamentos realizados diretamente aos fornecedores.
A secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, ressaltou a importância do empreendimento para Cuiabá e para a atividade comercial da região.
“Nós temos esse estabelecimento criado há mais de 31 anos, que já faz parte da cultura cuiabana. É um local de turismo. As pessoas, quando chegam aqui, querem conhecer o Shopping Popular. Ver o rosto de todos os lojistas que estão aqui hoje e saber que esse recurso vai chegar num momento muito apropriado e melhorar o dia a dia de cada um que aqui está é motivo de orgulho para o Governo do Estado”, destacou.
Segundo o presidente da Desenvolve MT, Rodrigo Verão, a operação foi estruturada para viabilizar a aplicação dos recursos na reconstrução do empreendimento.
“O Shopping Popular é um espaço de empreendedorismo, de desenvolvimento, não só para Cuiabá como também para Mato Grosso. Por isso a Desenvolve MT buscou formas legais para que esse financiamento pudesse ser disponibilizado para reconstruir esse espaço fundamental para a economia do nosso Estado e para a renda desses trabalhadores”, afirmou.
Featured
OAB-MT requer o afastamento cautelar do ministro Alexandre de Moraes e a suspeição de Paulo Gonet

O Conselho Seccional da OAB-MT e o Colégio de Presidentes das Subseções, reunidos nesta terça-feira (08/09), em sessões extraordinárias, deliberaram por unanimidade pela necessidade de uma investigação rigorosa, independente, célere e transparente sobre os fatos relacionados ao chamado Caso Master e eventual envolvimento de autoridades públicas, inclusive ministros do Supremo Tribunal Federal.
A deliberação inclui o pedido para que sejam adotadas as medidas cautelares juridicamente cabíveis, entre elas o afastamento cautelar do ministro Alexandre de Moraes e a suspeição do procurador-geral da República, Paulo Gonet, diante das circunstâncias que possam comprometer a necessária imparcialidade institucional.
A OAB-MT adota uma posição firme, incisiva e inegociável na defesa do Estado Democrático de Direito. Diante de fatos que possam atingir a credibilidade das mais altas instituições da República, não cabe à Ordem assistir passivamente, silenciar ou relativizar a necessidade de esclarecimento.
A sociedade brasileira exige respostas. E a OAB-MT entende que nenhuma autoridade, independentemente da posição que ocupe, pode estar imune à apuração e às consequências jurídicas de seus atos.
A iniciativa não representa prejulgamento. Representa, ao contrário, o exercício pleno da responsabilidade institucional da OAB de cobrar transparência, independência e efetividade na apuração de fatos que possam comprometer a confiança da sociedade nas instituições.
A deliberação será apresentada em Brasília na reunião do Colégio de Presidentes de Seccionais com a diretoria do Conselho Federal.
Featured
Gilmar Mendes paralisa julgamento sobre cúpula da PF e defende que caso vá ao Plenário

Ministro pediu vista do processo e criticou pressa na votação. Apesar da intervenção, liminar que afasta diretores da corporação segue em vigor
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes afirmou haver elementos que indicam que a decisão que determinou o afastamento preventivo do diretor-geral Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência da corporação, Leandro Almada, deveria ser analisada pelo plenário da corte, e não pela Segunda Turma. 
O ministro também apontou um possível conflito da decisão com precedente vinculante do STF sobre neutralidade do Estado e equilíbrio da disputa político-eleitoral.
A manifestação de Mendes ocorreu no despacho protocolado nesta terça-feira (8), em que ele pediu vista do processo e interrompeu o julgamento na Segunda Turma.
Mesmo com pedido de vista, a liminar que afasta os diretores está em vigor e o colegiado já formou maioria para mantê-la, com os votos antecipados de Luiz Fux e Nunes Marques, que acompanharam a decisão de André Mendonça, relator da ação apresentada pelo Partido Novo.
Ao citar o fato de o afastamento ter sido determinado a partir de uma solicitação formulada por partido político, o ministro argumenta que a decisão pode estar contrariando dispositivos do Código de Processo Penal e do Regimento Interno do STF relacionados ao sistema acusatório.
No despacho, Gilmar Mendes faz menção à ADPF 1.017, de 2022, que tratou do afastamento do então governador de Alagoas Paulo Dantas, por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em outubro de 2022, entre o primeiro e o segundo turno das eleições, quando Dantas disputava a reeleição. O STF suspendeu o afastamento, argumentando, na época, que o Judiciário deveria evitar decisões que interferissem na disputa eleitoral.
Outro ponto suscitado no despacho de Gilmar Mendes é sobre a competência da Segunda Turma para julgar o afastamento dos diretores da PF. O ministro destacou que a própria decisão de Mendonça registra elementos segundo os quais o relatório de inteligência que motivou os afastamentos de Andrei Rodrigues e de Leandro Almada teria sido produzido pelo diretor-geral da PF por provocação de um integrante da Primeira Turma do Supremo, em referência ao ministro Alexandre de Moraes.
Na avaliação de Gilmar, partindo dessa premissa, a análise dos atos atribuídos a um integrante da Corte caberia ao Plenário, e não à Segunda Turma.
Gilmar Mendes também criticou a falta de tempo para analisar a liminar.
“O feito foi incluído em pauta no próprio dia do julgamento, menos de uma hora antes do início da sessão virtual designada para essa finalidade. Essa circunstância impediu o exame da integralidade dos autos e da decisão submetida a referendo, o que é grave em se tratando de uma medida cautelar que afasta das suas funções o dirigente máximo da Polícia Federal”, apontou.
A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao ministro Edson Fachin, presidente do STF, a suspensão imediata da decisão de afastar Andrei Rodrigues da direção-geral PF.
Agro Mato Grosso22 horas agoCaminhoneiro e passageiro morrem em acidente na BR-163 em MT
Featured22 horas agoSTF forma maioria para manter afastamento do diretor-geral da Polícia Federal
Featured22 horas agoFaltam menos de dez dias para a Abertura Nacional do Plantio da Soja 26/27!
Agro Mato Grosso19 horas agoMT supera Argentina em produtividade de milho, aponta o Imea
Agro Mato Grosso22 horas agoMoradores de MT, pai e filhas morrem em acidente a caminho do velório do avô em MS
Agro Mato Grosso23 horas agoVídeo: carreta carregada com porcos é saqueada após tombar na BR-070 em MT
Business24 horas agoSoja ganha ritmo nas vendas, enquanto milho e algodão avançam com cautela em MT
Agro Mato Grosso19 horas agoCoragem e perseverança marcam trajetória da família Anese em Mato Grosso

















