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25 de outubro de 2026

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Milho perde rentabilidade e soja pode sentir impacto na produtividade

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Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

A queda no preço do milho e a disparada dos custos de produção começam a mudar o planejamento de produtores rurais em Mato Grosso. Em Jaciara, agricultores relatam dificuldade para fechar as contas mesmo diante de lavouras com boa produtividade e já projetam redução de investimentos para a próxima safra.

Nesta temporada, o agricultor Murilo Degaspari Fritsch cultivou 1,5 mil hectares de milho verão e outros 2,8 mil hectares de milho segunda safra. Segundo ele, as condições climáticas favoreceram o desenvolvimento das lavouras desde o início do ciclo e o resultado deve ficar próximo ao registrado no ano passado.

O frio registrado nos últimos dias atrasou parte da colheita do milho verão, mas sem comprometer o potencial produtivo. Conforme Murilo, “o clima ajudou bastante desde o começo, bastante chuva, a lavoura se desenvolveu bem. Está bonito, está um resultado satisfatório a lavoura, o mesmo padrão do ano passado onde tivemos uma excelente produção”.

Apesar do bom desempenho no campo, a rentabilidade ficou comprometida. O produtor explica ao Patrulheiro Agro que o milho verão foi plantado com expectativa semelhante à de 2025, quando a saca chegou perto de R$ 80 na região de Jaciara.

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milho colheita foto pedro silvestre canal rural mato grosso
Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

Preço baixo desanima produtor

Neste ano, porém, o cenário mudou. Murilo frisa que a saca gira entre R$ 42 e R$ 43, sem reação do mercado e com dificuldade de comercialização. “Tivemos essa surpresa. É um valor ruim e não tem comprador”.

Ele destaca que o custo do milho verão ficou elevado, próximo de R$ 5 mil por hectare, o que reduziu drasticamente a margem do produtor. “Milho há R$ 40 não paga a conta. Então para a próxima safra já desmotiva plantar o milho verão”, afirma ao Canal Rural Mato Grosso.

Dados do projeto CPA-MT, realizado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) e o Senar Mato Grosso, apontam que o custo do milho subiu 2,32% em abril e chegou a R$ 3.772 por hectare para a safra 2026/27.

Além da baixa rentabilidade, o aumento no preço dos fertilizantes amplia a preocupação para a próxima safra. O produtor relata que o fósforo praticamente dobrou de preço, enquanto o potássio e os nitrogenados seguem em forte alta.

Diante do cenário, ele afirma que a estratégia será economizar na soja e aproveitar a fertilidade já existente no solo. “Pensando na próxima safra de soja, devemos usar a reserva poupança que temos no solo e economizar, e torcer para o clima ser favorável também”.

Custos elevados pressionam manejo

O produtor rural Everton Jorge Schinoca afirma que a principal dificuldade hoje é encontrar alternativas para manter a atividade viável economicamente. Segundo ele, o produtor segue trabalhando, mas enfrenta dificuldades para fechar as contas.

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Schinoca destaca que as usinas de etanol de milho ajudam a sustentar o mercado em Mato Grosso. “Se não fosse essas indústrias de etanol de milho o milho hoje valia R$ 12 reais”, comenta à reportagem.

Mesmo assim, o produtor avalia que o cenário para a próxima safra preocupa, principalmente pelo alto custo da adubação nitrogenada. Conforme Schinoca, retirar tecnologia do milho significa comprometer diretamente a produtividade. “A estratégia de manejo está difícil de encontrar para o milho, porque se você tira o nitrogenado dele você não produz”, enfatiza.

Ele calcula que hoje são necessárias entre 85 e 95 sacas por hectare apenas para cobrir os custos da próxima safra. Diante disso, acredita em redução significativa da área cultivada na propriedade. “O milho vai perder espaço dentro da nossa propriedade e não é pouco não na próxima safra”, diz.

A família Schinoca está prestes a iniciar a colheita de 1,4 mil hectares de milho segunda safra em Jaciara. O produtor pontua que as chuvas registradas recentemente evitaram perdas ainda maiores nas lavouras.

Ele estima redução de cerca de 10% na produtividade esperada após o período de estiagem. “Esse tempo de seca que deu estava no limite, prejudica a produtividade”, relata.

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milho espiga foto pedro silvestre canal rural mato grosso
Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

Soja também entra no radar

O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Lucas Costa Beber, afirma que muitos produtores plantaram milho fora da janela ideal por não terem outra alternativa após a compra antecipada de sementes e fertilizantes.

Ele frisa que a redução das chuvas em várias regiões aumenta ainda mais a preocupação com a rentabilidade do cereal, justamente em um momento em que o milho vinha sustentando parte das margens do produtor rural.

Beber também destaca os reflexos dos conflitos internacionais sobre o mercado de fertilizantes, principalmente envolvendo Rússia, Ucrânia e Irã, importantes fornecedores globais de insumos.

Diante do aumento nos custos, a tendência, segundo ele, é de redução no uso de tecnologia nas lavouras. “A tendência é o produtor o ano que vem, devido a esses altos custos, diminuir mesmo os adubos nitrogenados no milho e talvez trabalhar com menor tecnologia visando reduzir os custos para que ele consiga ter ainda uma rentabilidade razoável”, afirma ao Canal Rural Mato Grosso.

Para a soja, o custeio projetado da safra 2026/27 chega a R$ 4.286 por hectare, alta de 1,88% em relação ao mês anterior. O avanço foi puxado principalmente pelos fertilizantes e defensivos agrícolas, impactados pelas tensões no Oriente Médio e pelos reflexos no mercado internacional.

O levantamento aponta ainda que a soja precisará ser vendida a R$ 68,65 a saca para cobrir os custos da próxima safra, valor 8,42% acima do ponto de equilíbrio registrado no ciclo anterior.

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Conforme Lucas Costa Beber, produtores já falam até em zerar parte do uso de fertilizantes diante da renda apertada dos últimos anos. “O produtor já por estar com a renda estrangulada já nos últimos anos ele tende a diminuir o máximo de tecnologia já que ele não vê perspectiva positiva no cenário atual”, finaliza.

+Confira todos os episódios da série Patrulheiro Agro


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Show Rural 2027 selecionará 120 expositores para a Feira Sabores; inscreva-se

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Encerra no dia 30 de outubro o período de inscrições para a Feira Sabores da edição 2027 do Show Rural Coopavel, que disponibilizará apenas 120 vagas para expositores. Podem participar produtores de alimentos ou artesanato rural de todo o estado.

As inscrições devem ser feitas por meio deste formulário. Todos os participantes devem apresentar o Cadastro da Agricultura Familiar (CAF).

A Feira Sabores é resultado da parceria entre o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Estado do Paraná (Fetaep), Itaipu Binacional e Coopavel. O evento se destaca por integrar comércio, identidade cultural e agricultura familiar em um mesmo espaço dentro do Show Rural.

“A feira funciona como vitrine para os produtos paranaenses, permitindo que o público conheça o trabalho feito pelas mãos da agricultura familiar, que é tão importante para o nosso estado”, comenta a assessora estadual de Agroindústria do IDR-Paraná, Karolline da Silva.

Os interessados em participar devem estar atentos aos critérios de participação definidos no Regulamento. A divulgação dos produtores classificados será no dia 06 de novembro e o resultado final no dia 13 de novembro de 2026

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Agroindústrias

Apenas na região Oeste, com destaque para Cascavel e Toledo, são mais de 170 agroindústrias assistidas pelo IDR-Paraná. Entre os principais insumos produzidos na região estão biscoitos, geleias, conservas, melado, vinho, cachaça, salame, queijo, mel, frutas desidratadas, chips, polpa de fruta, antepastos, temperos e chás, que poderão ser encontrados na feira.

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Domingo de eleição terá tempestades no Sul e Sudeste; veja a previsão para o Brasil

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O domingo de eleições será marcado por chuva e instabilidade em boa parte do Brasil. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as precipitações devem se concentrar principalmente nas regiões Sul e Sudeste, além de atingir áreas do Centro-Oeste. No Norte e Nordeste, o predomínio será de tempo seco e temperaturas elevadas, embora haja possibilidade de pancadas isoladas.

O Inmet alerta para o risco de tempestades em diferentes estados. No Sul, as instabilidades devem se concentrar no oeste e norte do Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná. Há aviso vermelho de grande perigo para tempestades em áreas da região.

A previsão também indica chuva em Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, além do sul de Mato Grosso e do Distrito Federal. Em parte dessas localidades, as precipitações podem vir acompanhadas de trovoadas.

De acordo com o instituto, o cenário é provocado por áreas de baixa pressão entre o norte da Argentina, o Paraguai e o sul da Bolívia, além da formação de um novo ciclone extratropical na costa da Região Sul. O sistema deve organizar uma frente fria ao longo do fim de semana, ampliando as condições para chuva no centro-sul do país.

Sudeste tem previsão de chuva e temperaturas mais baixas

Em São Paulo, a previsão é de tempo fechado, com temperatura mínima de 16°C e máxima de 21°C. O Inmet emitiu aviso de perigo potencial para tempestades para todo o estado, além do Rio de Janeiro e do Espírito Santo e grande parte de Minas Gerais.

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No Rio de Janeiro, são esperadas chuvas com trovoadas ao longo do dia. Também há previsão de pancadas isoladas no Triângulo Mineiro, na região central de Minas Gerais e em áreas do oeste e sul do Espírito Santo.

Nas capitais, as máximas devem chegar a 30°C em Belo Horizonte (MG) e Vitória (ES).

Sul concentra áreas de maior risco

A Região Sul deve registrar chuva, com destaque para o Paraná, onde são esperadas trovoadas ao longo do dia. Também há previsão de pancadas isoladas na Serra de Santa Catarina e no norte e nordeste do Rio Grande do Sul.

O Inmet emitiu aviso amarelo de perigo potencial para tempestades no norte e leste do Paraná, no leste de Santa Catarina e no nordeste do Rio Grande do Sul. Para algumas áreas da região, há também alerta vermelho de grande perigo.

Em Curitiba (PR), a temperatura varia entre 11°C e 20°C. Em Florianópolis (SC), os termômetros devem marcar entre 15°C e 19°C. Já em Porto Alegre (RS), a máxima não deve passar de 18°C.

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Centro-Oeste terá instabilidade e calor

No Centro-Oeste, a previsão é de tempo instável e aumento da nebulosidade. Há aviso amarelo de perigo potencial para tempestades no sul de Mato Grosso, no centro-sul de Goiás e em Mato Grosso do Sul, abrangendo as capitais Cuiabá, Goiânia e Campo Grande.

Nas demais áreas da região, incluindo o Distrito Federal, também podem ocorrer chuvas isoladas.

Apesar da instabilidade, o calor permanece em parte do Centro-Oeste. A máxima prevista é de 39°C em Cuiabá (MT), 35°C em Goiânia (GO) e 33°C em Brasília (DF). Em Campo Grande (MS), os termômetros não devem passar de 27°C.

Norte e Nordeste terão calor de até 40°C

No Norte, a previsão indica chuva com trovoadas no oeste e noroeste do Amazonas. Também podem ocorrer precipitações isoladas no Acre, em Rondônia, em outras áreas do Amazonas, no centro-sul do Pará e no Tocantins. Em Roraima, há possibilidade de chuva isolada.

As temperaturas seguem elevadas, com máximas de 36°C em Belém (PA) e Porto Velho (RO), e de 37°C em Boa Vista (RR) e Palmas (TO).

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No Nordeste, o tempo seco e o calor predominam. Há previsão de chuva no sudoeste do Maranhão, no oeste do Piauí e no oeste e sul da Bahia. Em Teixeira de Freitas (BA), o Inmet emitiu aviso amarelo de perigo potencial para tempestades.

Teresina (PI) deve registrar a maior temperatura entre as capitais brasileiras no domingo, com máxima de 40°C. Em Salvador (BA) e João Pessoa (PB), a mínima prevista é de 23°C.

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USP descobre como reduzir em 60% os sintomas de fungo no trigo

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Um estudo conduzido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e pela Universidade de São Paulo (USP) reforça uma nova abordagem para o controle biológico de doenças do trigo. Em experimentos realizados em condições controladas, bactérias benéficas reduziram em aproximadamente 60% a severidade de doenças causadas pelo fungo Bipolaris sorokiniana.

A solução foi baseada no manejo da comunidade de microrganismos associada às raízes. Se a descoberta for viabilizada comercialmente, tem potencial para diminuir a dependência de fungicidas químicos no cultivo de trigo.

A Embrapa destaca que o diferencial da pesquisa está em como esse controle ocorre. Em vez de eliminar diretamente o fungo causador da doença, os microrganismos reorganizam a comunidade microbiana que vive ao redor das raízes, restaurando funções ecológicas do solo que favorecem a resistência natural das plantas.

Coordenado pelo pesquisador Rodrigo Mendes, da Embrapa Meio Ambiente, o estudo investigou como três bactérias interferem na interação entre o trigo e o Bipolaris sorokiniana, causador de doenças como mancha-marrom, podridão radicular, podridão da coroa, queima de plântulas e black point (ponto preto). O patógeno é um dos de maior importância econômica para a cultura, especialmente em regiões de clima quente ou sujeitas à deficiência hídrica.

Controle biológico vai além do combate direto ao fungo

Caroline Nishisaka, pesquisadora do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena-USP), explica mais: “os inoculantes bacterianos remodelam as comunidades microbianas do solo, restauram funções ecológicas importantes e reforçam os mecanismos naturais de resistência das plantas”.

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Todas as tês bactérias estudadas apresentaram características importantes para uso agrícola, como capacidade de estimular o crescimento das plantas, aumentar a disponibilidade de fósforo e atuar contra o Bipolaris sorokiniana.

Para testar o efeito das bactérias, os pesquisadores compararam plantas expostas apenas ao fungo com outras que, além do fungo, receberam as bactérias benéficas. Nesse segundo grupo, a severidade da doença foi menor.

Um dos resultados mais relevantes foi a redução da doença mesmo quando a população do fungo permaneceu estável e, em alguns tratamentos, até aumentou.

Segundo Hélio Quevedo, doutor em Microbiologia Agrícola pela Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq-USP), isso demonstra que o sucesso do controle biológico não depende necessariamente da eliminação do patógeno.

“O estudo mostra que um patógeno pode permanecer presente no solo sem causar grandes danos quando o microbioma mantém funções ecológicas capazes de limitar sua ação”, afirma.

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Pesquisa amplia visão sobre o controle biológico

Além de eliminar o agente causador da doença, a nova abordagem busca fortalecer o equilíbrio da comunidade microbiana que protege naturalmente as plantas.

Entre as bactérias avaliadas, Pseudomonas inefficax apresentou os resultados mais expressivos. Não só reduziu a severidade da doença, como se destacou pela capacidade de aumentar a disponibilidade de fósforo para as plantas e de promover maior desenvolvimento do sistema radicular.

As análises mostraram que essa bactéria reorganizou profundamente a comunidade microbiana da raiz. Embora representasse menos de 2,5% dos microrganismos detectados ao final dos experimentos, sua introdução foi suficiente para desencadear uma ampla reestruturação do microbioma do solo, o que beneficiou grupos associados à proteção vegetal.

Os pesquisadores observaram ainda que as bactérias exerceram mais influência sobre a organização do microbioma do que a própria presença do fungo patogênico, atuando como verdadeiros reguladores ecológicos da comunidade microbiana.

A infecção pelo fungo reduz a presença de genes associados ao crescimento vegetal e afeta processos importantes para a defesa natural das plantas. Por outro lado, os tratamentos com as bactérias Streptomyces virginiae e Pseudomonas inefficax restauraram essas funções, com aumento de genes associados à resistência a condições de estresse e à produção de substâncias envolvidas na proteção das plantas.

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Para Mendes, coordenador do estudo, essa abordagem pode contribuir para o desenvolvimento de inoculantes biológicos mais eficientes e sustentáveis, reduzindo a dependência de fungicidas químicos e fortalecendo sistemas agrícolas mais resilientes.

O artigo Bacterial inoculation drives microbiome-mediated resistance to a soil-borne pathogen in wheat é assinado por Caroline Nishisaka (Cena-USP), Hélio Quevedo (bolsista da Embrapa Meio Ambiente), Thierry Pellegrinetti (Cena-USP), Fernanda Godoy (USP), Maike Rossmann (Cena-USP), Lucas Mendes (Cena-USP) e Rodrigo Mendes (Embrapa Meio Ambiente) e foi publicado na revista npj Biofilms and Microbiomes, do grupo Nature.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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