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23 de julho de 2026

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Ação em 5 estados investiga ligação do PCC com setor de combustíveis

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O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e a Receita Federal fazem uma operação nesta quinta-feira (28) em São Paulo, no Paraná, em Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e no Rio de Janeiro para investigar a infiltração do Primeiro Comando do Crime (PCC) no setor de combustíveis. O objetivo é desmontar um esquema de fraudes, sonegação e lavagem de dinheiro no setor.

O foco principal das autoridades é sobre seis fintechs – que atuam como bancos paralelos – e também para comprovar a adulteração de combustível com uso de solvente (nafta).

A operação tem o nome de Fluxo Oculto e é uma nova fase da Carbono Oculto, que revelou o avanço do crime organizado no mercado de combustíveis, instituições de pagamento e de investimentos.

As investigações do Ministério Público de São Paulo identificaram que as seis fintechs alvos da operação formaram um núcleo que funciona com compensações financeiras internas entre distribuidoras e postos de combustíveis e fundos de investimentos administrados pelo PCC.

A facção criminosa atua também no desvio de nafta petroquímico para terminais e postos de combustíveis, criando uma estrutura forte para venda de solventes a empresas fantasmas.

Estão sendo cumpridos 55 mandados de busca e apreensão, com apoio dos Gaecos, dos ministérios públicos do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e do Paraná.

Fraude bilionária

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, comentou a operação na manhã desta quinta-feira. Em declaração a jornalistas, na portaria do ministério, Durigan afirmou que a Receita Federal identificou uma movimentação de R$ 26 bilhões no esquema fraudulento envolvendo essas fintechs.

“O início é a adulteração de combustível, sonegação fiscal na importação de nafta que, de fato, leva à identificação de uma movimentação de algo como R$ 1 bilhão em espécie pra algumas dessas fintechs, em uma movimentação total de 26 bilhões em seis fintechs nos últimos anos, o que acende o sinal de alerta nos órgãos de inteligência”.

Fintechs são empresas de tecnologia com atuação no mercado financeiro, que oferecem, por meio de plataformas online, serviços de crédito, pagamento, gestão financeira, empréstimo e investimento.

Durigan afirmou também que os órgãos fiscalizadores identificaram o uso de criptoativos na lavagem de dinheiro. Criptoativos são ativos virtuais, protegidos por criptografia, presentes exclusivamente em registros digitais. Ou seja, não há dinheiro físico em operações envolvendo criptoativos.

Com Agência Brasil

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Recém-nascido é encontrado morto em lixeira de condomínio em Várzea Grande

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Corpo estava dentro de um saco plástico e foi localizado por trabalhadores durante a separação do lixo

O corpo de um bebê recém-nascido foi encontrado na manhã desta quinta-feira (23) em uma lixeira de um condomínio residencial em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá.

De acordo com as informações iniciais, a criança estava dentro de um saco plástico e foi encontrada por funcionários responsáveis pela separação do lixo do condomínio, que acionaram as autoridades após a descoberta.

Equipes da Polícia Militar, da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) estiveram no local para realizar os procedimentos periciais e dar início às investigações.

Uma das linhas de apuração é identificar a mulher que deu à luz ao bebê. Para isso, os investigadores buscam informações em unidades de saúde da região sobre possíveis pacientes que tenham passado recentemente por um parto.

As circunstâncias da morte e de como o recém-nascido foi parar na lixeira serão esclarecidas pela Polícia Civil.

Veja vídeo

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Bombeiros cortam tubo de ferro preso em dedo de adolescente de 12 anos

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Vítima tentou atendimento médico antes de buscar ajuda no quartel. Procedimento de precisão ocorreu em segurança e sem causar ferimentos

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, na noite dessa terça-feira (21.7), a retirada de um tubo metálico que estava preso ao dedo indicador de um adolescente de 12 anos, em Cáceres (a 218 km de Cuiabá).

 

A equipe da 2ª Companhia Independente Bombeiro Militar (2ª CIBM) foi acionada por volta das 22h10 para atender à ocorrência. Inicialmente, o adolescente havia sido encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde foi realizada uma tentativa de remoção do objeto, porém sem sucesso. Diante da situação, os familiares foram orientados a procurar a sede da 2ª CIBM.

 

No quartel, os bombeiros constataram que o objeto preso ao dedo não era um anel, mas um segmento de tubo metálico, utilizado como cano de ferro de banco de bicicleta, com aproximadamente 20 centímetros de comprimento.

 

Para fazer a retirada, a equipe utilizou as ferramentas apropriadas e as técnicas adequadas para esse tipo de ocorrência, sendo o objeto retirado sem causar nenhum tipo de lesão à vítima.

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Facção exige dinheiro e vandaliza lojas em Alto Taquari; Polícia Civil prende dupla

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Suspeitos cobravam ‘taxa’ de comerciantes e atacavam imóveis de quem se recusava a pagar. Um dos alvos já estava preso em Cuiabá

Polícia Civil cumpre dois mandados contra investigados por extorsão e organização criminosa em Alto Taquari

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (22.7), a Operação Libertas, para cumprimento de mandados de prisão preventiva contra investigados pelos crimes de extorsão e organização criminosa em Alto Taquari. A ação, coordenada pela Delegacia de Polícia do município, integra a Operação Regional Rondonópolis Segura.

Foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Rondonópolis. Um dos investigados, de 21 anos, foi preso na região central de Alto Taquari. O segundo alvo, de 31 anos, já estava custodiado na Penitenciária Central do Estado, em Cuiabá, onde teve a prisão temporária convertida em preventiva.

As investigações apontaram que os suspeitos atuavam em nome de uma facção criminosa instalada no município, praticando extorsões contra comerciantes locais.

Conforme apurado, um dos investigados comparecia aos estabelecimentos comerciais exigindo pagamentos em dinheiro. Quando as vítimas se recusavam a atender às exigências, eram praticados atos de vandalismo e ataques contra os imóveis, como forma de intimidação e de imposição do pagamento mediante ameaça.

Nome da Operação

O nome Libertas, palavra em latim que significa liberdade, faz referência ao objetivo da operação de combater a atuação criminosa que vinha restringindo a liberdade dos comerciantes por meio de ameaças e coação.

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